Lugares Extraordinários

    temor1“The Black House” (Baan Si Dum) ou também conhecida por Casa Negra ou Templo da Morte fica no norte da Tailândia, perto da cidade de Chiang Rai, e a apenas dois quilômetros do conhecido White Temple Wat Rong Khun (Templo Branco) que também fica na região. O templo consiste em quarenta construções onde a cor preta predomina e onde a morte é exibida em muitas formas. Não é um museu oficial, e nem cobram ingressos para visitar, e poucos turistas conseguem encontrar devido a dificuldade de sua localização. É um local que nem os tailandeses supersticiosos gostam de chegar perto.

    fisil1Localizado no Lago Thingvallavatn, no Parque Nacional Þingvellir na Islândia, Silfra é uma fenda que faz parte da fronteira tectônica divergente entre a América do Norte e da Eurásia. A visibilidade atinge entre 150 a 300 metros. O mar está a mais de 50 km de distância e o vale é como um berço natural cercado por montanhas cobertas de neve. Silfra é um fenômeno único no planeta, uma fissura de água doce entre 2 continentes. Há um par de outras fendas de água doce na Islândia, mas Silfra é a mais bonita, interessante e acessível para os mergulhadores.

    parcri1Na cidade de Huntsville, Alabama, há um cemitério chamado Cemitério de Maple Hills. Neste cemitério, há um parque infantil. O parque, chamado oficialmente de "Drost Park" é conhecido pelos habitantes locais como o "parque das crianças mortas". Esse nome acabou sendo dado pela população de Huntsville ao parque por causa das supostas atividades paranormais que ocorrem no local. O cemitério Maple Hills parece um cemitério normal, como os amigos e amigas podem acompanhar na imagem abaixo. Na verdade esse é o cemitério mais antigo do estado Norte Americano do Alabama, tendo sido fundado no ano de 1822. Ele também recebe o título de maior cemitério do estado, abrangendo uma área de 100 hectares de terra.

    cavr101/04/2016 - As cavernas em penhascos no antigo reino de Mustang revelam seus segredos. O crânio, um crânio humano, está em cima de um penedo desmoronadiço no remoto norte do distrito de Mustang, no Nepal. Pete Athans, chefe de uma equipe interdisciplinar de montanhistas e arqueólogos, ajusta as alças de seu equipamento e se prende a uma corda. Escala o penedo de 6 metros enquanto outro montanhista, Ted Hesser, sustenta a corda fazendo a segurança. Ele se aproxima do crânio, calça luvas azuis de látex para impedir que seu DNA contamine o achado e o remove aos poucos dos detritos.

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