Nobreza Negra

    noneg topoA nobreza negra ou aristocracia negra (em italiano: nobiltà nera, aristocrazia nera ) é o conjuntado das famílias aristocráticas romanas que se aliaram ao Papado durante o período do Papa Pio IX, depois de o exército liderado pela Casa de Saboia, em nome do Reino da Itália, ter entrado em Roma em 20 de setembro de 1870, deposto o poder temporal do Papa e extinguido os Estados Papais, assumindo o Palácio do Quirinal. Esse grupo também é composto pelas famílias que posteriormente tenham sido sido alçadas à nobreza pelo Papa no período anterior a 1929, quando o Tratado de Latrão regularizou as relações entre a Santa Sé e o Estado italiano.

    Pelos 59 anos entre 1870 e 1929, o Papa limitou-se aos confins da Cidade do Vaticano e declarou ser um prisioneiro no Vaticano para evitar a aparência de que tenha aceitado a autoridade do governo italiano e do Estado que havia tomado a capital dos Estados Papais, Roma. Os aristocratas que haviam sido elevados à nobreza pelo Papa e eram ex-súditos dos Estados Papais, incluindo os altos membros da Corte Papal, mantiveram fechadas as portas de seus palácios em Roma em sinal de luto pelo confinamento do Papa, o que levou tais pessoas a serem chamadas de "nobreza negra".

    História

    Apesar do nome relativamente recente, a Nobreza Negra havia existido por séculos, originando-se da classe baronal de Roma e das poderosas famílias que se mudaram para Roma a fim de se beneficiar de ligações interpessoais e familiares com o Vaticano. Estas famílias apoiaram os papas na governança dos Estados Papais e na administração da Santa Sé. Muitos dos membros das famílias da Nobreza Negra tornaram-se membros de alto escalão do clero e até mesmo alguns tornaram-se papas. As famílias da Nobreza Negra (nesta instância com famílias cujos ancestrais incluem Papas) ainda existentes incluem, nomeadamente, os Colonna, Massimo, Orsini, Ruspoli, Pallavicini, Theodoli, Sacchetti, Borghese, Odescalchi, e Boncompagni-Ludovisi. As famílias já extintas são os Savelli, os Caetani, a família Aldobrandini e os Conti. Famoso membros de Preto Nobreza famílias incluem Arnaldo de Roseta, Bispo de Asti, que promulgou um Sínodo, o qual promoveu alguns decretos para regulamentar e classificar o clero da Lombardia e do Piemonte, e definir a sua composição, com uma ênfase particular sobre os Cavaleiros Hospitalários; Eugenio Pacelli, que mais tarde se tornou o Papa Pio XII; Ernesto Pacelli, um importante financiador; e Prospero Colonna, prefeito de Roma.

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    Após a conclusão do Tratado de Latrão em 1929, a Nobreza Negra recebeu a dupla cidadania pela Itália e pelo Vaticano. De acordo com as disposições do tratado, os títulos de nobreza concedidos pelo papa foram reconhecidos pelo Reino da Itália. Muitas dessas famílias eram membros da, em grande parte cerimonial, Guarda Nobre Papal; outros eram estrangeiros filiados à Santa Sé de várias formas. Em 1931, o Papa Pio XI negou o pedido de Afonso XIII de Espanha para abrir a Guarda Nobre à nobreza de todos os países católicos. Durante a II Guerra Mundial, a Guarda Nobre protegeu o Papa juntamente com a Guarda Suíça.

    O Papa Paulo VI aboliu muitas posições dentro da Cidade do Vaticano com a carta apostólica motu proprio Pontificalis Domus (Casa Pontifícia), em 1968. Além de ter alterado o nome do grupo de "Corte Papal" para "Casa Pontifícia", muitas das posições ocupadas pela Nobreza Negra foram abolidos. De acordo com o motu proprio: "Muitos dos cargos confiados aos membros da Casa Pontifícia, foram privados de sua função, continuando a existir como posições puramente honorárias, sem muita correspondência às necessidades concretas dos tempos [atuais]." Muitos desses cargos e a Corte Papal em si ainda existiam com a função de administrar os Estados Papais e haviam perdido sua utilidade em 1870. As regalias da Nobreza Negra, tais como as placas de identificação de veículos da Cidade do Vaticano, também foram retiradas. Alguns integrantes da Nobreza Negra ofenderam-se com essas alterações. De acordo com o diplomata e autor Roger Peyrefitte, foram os membros da Nobreza Negra que primeiro lhe disseram da suposta associação do então papa com um ator, que eventualmente levou às declarações públicas de Peyreffiti e o subsequente escândalo que se deu. Em maio de 1977, alguns membros da Nobreza Negra, liderados pela princesa Elvina Pallavicini, começaram a cortejar o arcebispo tradicionalista Marcel Lefebvre.

     

    A Nobreza Negra: Híbridos

     

    Ainda hoje essas pessoas exigem reverências, obrigam que as pessoas comuns se curvem ou fiquem de joelhos diante da suas "presenças autoritárias", como se elas fossem mais que humanas, elas gostam de se sentir superiores porque carregam consigo o sangue, a genética alienígena reptiliana. Essas entidades negativas estão dentro de todos os âmbitos de poder, criaram seitas de magias negras e religiões onde sacrificam animais, crianças e pessoas adultas, para se fortalecerem energeticamente, se alimentando da energia vital ou do chi dos seres subjugado, através do medo e do sangue imperam sobre seus escravos crentes e ignorantes.

    Elas se utilizam de rituais macabros onde sacrificam crianças, dentro desse rito bebem o sangue e devoram a carne, mas antes disso, faz suas vítimas sentirem medo, porque o medo libera substâncias do cérebro para corrente sanguínea, em todo esse processo também abrem portais onde invocam entidades dos quais descendem. A nobreza sempre se intitulou como tendo sangue nobre para reinar, diziam que possuíam sangue azul, esse título na época não era bem compreendido, hoje sabemos que isso se refere ao código genético ou DNA.

    Essas pessoas se proclamavam no direito do governar porque tinha sangue nobre, entendemos atualmente que isso se referem a misturas de genes ou hibridização de espécies, sendo assim, essas pessoas que governam não são completamente humanas, são uma raça híbrida criadas separadas do homem comum, tanto é verdade que elas não se misturam com outros, a não ser com aqueles que carregam o código genéticos equivalente.

    Esses híbridos reptilianos que se encontram em status de poder ao redor do mundo, são desprovidos de quaisquer sentimentos positivos perante a humanidade, eles não sentem nenhum tipo de compaixão perante aos humanos, tanto que, em suas guerras nem crianças, idosos e mulheres grávidas escapavam de suas tiranias e massacres, isso não mudou muito hoje, atualmente a estratégia é outra, muito mais sofisticada, através de vários meios tecnológicos e químico, mas na antiguidade tudo era mais aparente e óbvio, porque existia muito menos gente no planeta.

    Tudo que essas entidade almejam hoje é reduzir o número populacional do planeta, para assim tem mais controle sobre ele, a tirania era muito mais sangrenta na antiguidade, seus mestres reptilianos andavam mais abertamente e a escravidão era muito maior, a idade média era o paraíso para essas entidades obsessoras, era de fato, a idade das trevas. Esses “aristocratas” (a nobreza NEGRA)decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abririam para “os comuns”, como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los. Pelo Dr. John Coleman

    Trechos do livro “Conspirators’ Hierarchy: The Story of the Committee of 300“, pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada: 1992 – 4ª edição). Leia também “Diplomacy by Deception” e “One World Order: Socialist Dictatorship”, do mesmo autor. Estes livros estão à venda no siteAmazon.com

    Prefácio pelo Dr. John Coleman:

    Na minha carreira como funcionário do Serviço Secreto da Inglaterra (MI-6), em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas foi trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, que tive acesso a uma série de documentos confidenciais ultra-secretos extraordinariamente explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês e americano. – Doutor John Coleman, em novembro de 1991.

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    Uma visão panorâmica e histórica

    Certamente que alguns indivíduos estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país (EUA) não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscarem a verdade na imprensa alternativa, os autores de boletins informativos que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que os Estados Unidos estão com esta doença terminal.

    O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país (a civilização e o planeta) está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las.

    É assim que a maioria da população foi manipulada a (NÃO) reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.Freqüentemente ouvimos falar que “eles” estão fazendo isto, aquilo e aquilo outro. “Eles” fazem qualquer coisa e passam impunes. “Eles” aumentam os impostos, mandam nossos filhos para morrerem em guerras que não beneficiam nosso país. “Eles” parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente nebuloso quando se trata de tomar uma ação contra “eles”. Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são “eles”. É uma situação que já dura há séculos. No decorrer deste livro, vamos identificar esses “eles” tão misteriosos, e, depois disso, fica por conta das pessoas resolverem a sua situação.

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    O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra (Elisabeth), a rainha da Holanda (Beatrix) e asfamílias reais da Europa. Esses “aristocratas” (a nobreza negra reptiliana da Europa) decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abririam para “os comuns”, como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.

    Desde a época que trabalhei no serviço secreto dos EUA eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como “Os MAGOS”. Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los:“As Forças Tenebrosas”, e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível “hofjuden” (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que de maneira alguma define exatamente o que são. Ele disse que se tratava do “complexo industrial militar“.

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    Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente, Comitê dos 300? Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo ILLUMINATIs, Maçons, Mesa Redonda (Round Table), Grupo Milner, etc. O problema é que é bem difícil obter informação verdadeiramente concreta sobre as atividades dos membros do governo invisível/oculto.

    Para se ter uma ideia da amplitude e do nível universal que esta conspiração alcança, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente do nosso planeta. É preciso ter uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear.

    Com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania. A geração de eletricidade através da energia nuclear é uma das chaves para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que permanecesse.

    Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a ideia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino foi anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já virmos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos ser usada com êxito para bloquear desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de “Desenvolvimento Zero Pós-industrial” do Clube de Roma. Depender da “ajuda” dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros “ajudados” subjugados ao Conselho das Relações Exteriores (CFR – Council on Foreign Relations). o povo que deveria receber auxílio nesses países, recebe uma mínima parte do dinheiro, visto que normalmente ele acaba indo parar no bolso dos líderes corruptos do seu próprio governo que permitem que a matéria-prima do país seja consumida desenfreadamente pelo FMI e pelas grandes potencias do hemisfério norte.

    Mugabe do Zimbabwe, a ex-Rodésia (pais cujo nome é uma homenagem a um dos grandes lacaios da Nova Ordem Mundial-Illuminati, Cecil Rhodes, daí o nome RODÉSIA), é um bom exemplo de como a matéria-prima, neste caso minério de cromo de alto nível é controlada através do auxílio estrangeiro.

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    Um dos livros de John Coleman

    A LONRHO (mudou para LONMIN plc), o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elisabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de uma esmola de mais de 300 milhões de dólares por parte dos Estados Unidos.A LONRHO agora monopoliza o valioso cromo da Rodésia e cobra o preço que quer pelo mesmo, sendo que durante o governo de Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Ian Smith, desde que ele partiu o desemprego no país quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra num estado de caos e bancarrota.

    Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d’Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o povo de seu país sofre de doenças, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos. Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os recursos naturais de países como o Zimbabwe, e na verdade em todos os países da África.

    O Clube de Roma

    Como é que os conspiradores mantêm as suas garras sobre o mundo, e, mais especificamente, as mãos no pescoço dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha? Uma das perguntas que mais se faz é: “Como é que uma entidade pode saber o tempo todo o que está acontecendo, e como é que exercita esse controle?” Neste livro tentarei responder a estas e outras perguntas. A única maneira de conseguirmos compreender a realidade do êxito adquirido pelos conspiradores é mencionando e falando de algumas sociedades secretas, organizações de fachada, órgãos governamentais, grandes bancos, companhias de seguros, grandes empresas multinacionais, a indústria petrolífera, a indústria farmacêutica e as centenas de milhares de entidades e fundações cujos altos administradores compõem o Comitê dos 300 – o órgão que na verdade controla o mundo e o tem feito há pelo menos 100 anos.

    Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha. Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, eram dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma era proveniente da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas facções: um poder político (ala da esquerda) e a sua antiga aliança militar.

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    Hoje estamos entrando em uma nova era, a era da Luz, essas entidades estão perdendo força e poder a cada dia, porém muitas delas ainda insistem em resistir, mas a era de trevas está ficando para trás, uma nova era de luz se aproxima, novas energias estão entrando no sistema solar, oriundas do Sol Central Galático, uma nova vibração e frequência, onde esses seres não são compatíveis.

     

    Nobreza Negra: príncipe Charles é descendente de Drácula

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    A NOBREZA NEGRA DA EUROPA. As conexões genéticas de parentesco da familia real britânica com o Conde Drácula. COMO A família real britânica está ligada ao Conde Drácula, e o próprio principe Charles admite esse fato. O Conde Drácula está relacionado com a família real da Grã-Bretanha, tanto genealogicamente assim como e através de uma mesma condição médica de uma doença rara que lhes fazia terem sede de sangue. Acredita-se que a rainha Maria, e o vampiro assassino Vlad, o Empalador, que era conhecido como Vlad Dracul, de quem se diz ter matado mais de 100.000 guerreiros turcos em batalhas. A lenda do vampiro foi alimentada por sua predileção por comer pão embebido no sangue de suas vítimas HUMANAS.

    O Príncipe Charles do trono britânico está em campanha para salvar as florestas da Transilvânia, inspirado por suas ligações ancestrais a Vlad, o Empalador , um nobre do século XV mais conhecido pelo seu patronímico, Drácula. O rápido crescimento econômico na Romênia – que agora faz parte da União Europeia – significa que as florestas das montanhas dos Cárpatos estão sob ameaça de serem derrubadas pelo desenvolvimento e exploração pelas madeireiras.

    O Príncipe está clamando a manutenção para as florestas, algumas das últimas áreas selvagens intocadas na Europa, para que sejam protegidas antes de serem derrubadas e perdidas, como as florestas que cobriam a Grã-Bretanha. Ele próprio afirma que tem uma ligação familiar com a área das florestas na Romenia através de Vlad III , o Príncipe da Valáquia, que ganhou a alcunha de Vlad, o Empalador, graças ao seu método preferido de tortura e execução.

    O nobre do século XV, notório por suas campanhas sanguinárias contra os islâmicos otomanos e pela feroz e sanguinária repressão de seu povo, é um ancestral distante da bisavó de Charles, a rainha Mary. O número total de suas vítimas é estimado em dezenas de milhares de pessoas, muitos mortos por serem empalados em estacas metálicas enormes. Sua reputação de crueldade foi uma inspiração e ajudou na criação do vilão diabólico do filme de Bram Stoker, o Conde Drácula.

    Em um novo documentário sobre as montanhas dos Cárpatos, Charles se diverte com as suas ligações ancestrais para com o “Conde Drácula”. “A genealogia mostra que eu sou descendente de Vlad, o Empalador, então eu tenho um pouco de ligação com o país”, ele brincou.

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    O Príncipe visitou pela primeira vez a Transilvânia em 1998, e comprou três propriedades lá, incluindo uma casa em Zalanpatak. O Antigo refúgio, uma fazenda em Viscri, na Transilvânia, o príncipe Charles, que a comprou em 2006 e a transformou em uma pousada

    O príncipe recentemente comprou uma casa de cinco quartos na vila de Zalanpatak, que se diz ter sido fundada por um de seus antepassados da Transilvânia. Se espera que o principe Charles use a residencia de 150 anos de idade como um retiro de férias isolado, que será usada como uma pousada, quando ele não estiver na residência. O Príncipe visitou pela primeira vez a Transilvânia em 1998, e comprou três propriedades lá, incluindo a casa em Zalanpatak e gastou £$ 43 por uma uma noite em uma pousada na vila de Viscri. Técnicas agrícolas e de construção tradicionais utilizados nessa área dizem ter inspirado os seus planos para Poundbury, a vila em Dorset criada por seu Ducado da Cornualha, na Inglaterra.

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    Vlad Dracul III

    COMO A família real britânica está ligada ao Conde Drácula

    O Conde Drácula está relacionado com a família real da Grã-Bretanha, tanto genealogicamente e através de uma mesma condição médica de uma doença (porfíria) rara que lhes fazia terem sede de sangue. Acredita-se que a rainha Maria, consorte de George V, era diretamente relacionada com o conde e assassino Vlad, o Empalador ( foi príncipe da Valáquia por três vezes, governando a região em 1448, de 1456 a 1462 e em 1476.), que também era conhecido como Vlad Dracul, de quem se diz ter matado mais de 100.000 guerreiros turcos em batalhas. A lenda do vampiro foi alimentada por sua predileção por comer pão embebido em sangue de suas vítimas. E é sabido que a porfiria , deficiência de ferro, que se acredita estar por trás do mito do vampiro e pode ter estimulado o gosto de Vlad por sangue, foi encontrada em toda a Família Real.

    A Medicina moderna tem sugerido que a insanidade demonstrada pelo rei George III do Reino Unido foi resultado de porfiria. Estudos demonstraram que, devido a endogamia, tanto a porfiria quanto a hemofilia são doenças hereditárias que afligem a família real inglesa. Estudo sugere que James I, Maria I, Rainha Anne, Charlotte, duquesa de Saxe-Meiningen e o Príncipe William de Gloucester também eram porfíricos, gostavam de beber sangue…

    Desde então, ele vendeu uma mansão perto da cidade medieval de Sighisoara, enquanto as pensões Viscri e Zalanpatak são geridas pelo Conde Tibor Kalnoky. “Parece-me, que na Transilvânia há uma combinação de ecossistema natural com um sistema cultural humano“, disse o príncipe ao documentário, de acordo com o Daily Telegraph. “Esse relacionamento integrado extraordinariamente único é tão extremamente importante. As pessoas estão ansiando por esse sentimento de propriedade, de identidade e significado. “

    Se o desenvolvimento for adiante, a Romênia pode acabar estéril como as faixas de Terras Altas desmatadas da Escócia (as highlands) ou no Canadá, que antes eram florestas densas, com mata virgem, alertou o príncipe Charles. Duzentos e cinqüenta mil hectares de florestas virgens estão em necessidade urgente de proteção, de acordo com Magor Csibi, gerente do programa de Fundo Mundial para a Natureza da região do Danúbio-Cárpatos, na Romênia. A área, que abriga ursos marrons, linces, lobos, e outras 13 mil espécies, representa cerca de 65 por cento das florestas ainda virgens restantes da Europa.

     

    Os Iluminatti e a Nobreza Negra

     

    Como a própria palavra diz, os Iluminattis são "os portadores da luz", os que sabem, mas a sua luz é, ao que parece, Lúcifer ou Satanás. Pertencem a treze famílias das mais ricas do mundo e são as personagens que verdadeiramente governam o mundo por detrás dos bastidores. São chamados também a Nobreza Negra, os Decisions Makers (artífices de decisões), que criam as normas a seguir por governos e presidentes. A sua característica é a de estar ocultos aos olhos do público. A sua árvore genealógica remonta a milhares de anos e estão muito atentos para manter o seu laço de sangue de geração em geração sem o interromper.

    O seu poder reside no oculto e na economia; um dos seus ditos é: “o dinheiro cria poder”. Possuem todas as bancas internacionais, o sector petrolífero e todos os sectores industriais e comerciais mais poderosos; mas sobretudo estão infiltrados na política e mandam na maior parte dos governos e dos organismos supranacionais; em primeiro lugar na ONU e no Fundo Monetário Internacional.
    Um exemplo do seu modo de actuar é a eleição do Presidente dos Estados Unidos. Quem entre todos os candidatos tiver mais padrinhos em forma de capitais vence nas eleições, porque com estes capitais tem o poder de ‘destruir’ o outro candidato. E quem é que apadrinha o candidato vencedor? Obviamente os Iluminados por meio de muitas organizações de fachada; e fazem de maneira que financiam simultaneamente ambos os candidatos, para manter o ‘jogo’ vivo, incluindo se já decidiram quem é o vencedor e a este protegem com mais capitais.

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    Os seus planos são sempre previsores; parece que Bill Clinton foi preparado para a missão de Presidente pelo círculo de Iluminados desde que era jovem.
    Qual é o objectivo dos iluminados? Criar um único Governo Mundial e uma Nova Ordem Mundial, com um chefe de entre eles para submeter o mundo a uma nova escravidão, não física, mas ‘espiritual’ e afirmar o seu credo: a ideologia luciferiana.

    Este objectivo não pode ser conseguido no espaço de uma vida; as suas origens são antigas e remontam-se até 1700 quando o complot foi formalizado, com a elaboração de verdadeiros e próprios documentos programáticos.

    Na primeira metade de 1700, o encontro entre os Grupo dos Sábios de Sião e Mayer Amschel Rothschild, o hábil fundador da famosa dinastia que hoje controla o Sistema Bancário Internacional, levou à redacção de um manifesto: “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Em 24 parágrafos é descrito como subjugar o mundo com a ajuda de um sistema económico. Foi também M. A. Rothschild quem ajudou e financiou o hebreu Adam Weishaupt, um ex-sacerdote jesuíta, que em Frankfurt criou um grupo secreto com o nome de os “Iluminados da Baviera”.
    Eis aqui alguns exemplos operativos sobre o que havia que fazer:

    Criar a divisão das massas em campos opostos através da política, da economia, dos aspectos sociais, da religião, da etnia, etc. ... Se fosse necessário, armá-los e provocar incidentes de maneira a que se combatam e se debilitem.

    Corromper (com dinheiro e sexo) e tornar assim chantageáveis aos políticos ou a quem tenha uma posição de poder no interior de um Estado.

    Eleger ao futuro chefe de Estado entre aqueles que são servis e submetidos incondicionalmente.

    Conseguir o controlo das escolas (Institutos e Universidades) para manobrar de modo que os jovens talentos de boa família sejam guiados numa cultura internacional e se tornem inconscientemente agentes do complot.
    Assegurar que as decisões mais importantes num Estado sejam coerentes a longo prazo com o objectivo de uma Nova Ordem Mundial.
    Controlar a imprensa, para poder manipular as massas por meio da informação.
    Acostumar as massas a viver sobre as aparências e satisfazer só o seu prazer, porque numa sociedade depravada os homens perdem a fé em Deus.

    Segundo Weishaupt, pondo em prática os seus conselhos chegar-se-ia a criar um estado tal de degeneração, de confusão e, por conseguinte, de esgotamento, que as massas deveriam reagir procurando um protector ou um benfeitor ao qual submeter-se livremente. Por isso há necessidade de constituir Órgãos Supranacionais dispostos a aproveitar este estado de coisas, fingindo ser os salvadores da pátria, para instituir um Governo Mundial.

    Em 1871 o plano Weishaupt foi ulteriormente completado por um americano partidário seu, Albert Pike, que elaborou um documento para a instituição de uma Nova Ordem Mundial por meio de três Guerras Mundiais. A sua ideia era que este programa de guerras geraria nas massas uma necessidade tal de paz, que se tornaria natural chegar à instituição de um Governo Mundial Único. Não foi casualidade que depois da Segunda Guerra Mundial se tenha dado o primeiro passo nesta direcção com a criação da ONU, a qual podemos definir como a polícia do mundo dos Iluminados.
    Voltando ao pensamento de Pike, a Primeira Guerra Mundial deveria levar os Iluminados, que já tinham o controlo de alguns Estados europeus e estavam a conquistar por meio das suas maquinações os Estados Unidos da América, a obter também a direcção da Rússia. Esta última deveria jogar logo um papel que levaria à divisão do mundo em dois blocos. A Segunda Guerra Mundial partiria da Alemanha, manipulando as diversas opiniões entre nacionalistas alemães e sionistas politicamente comprometidos. Ademais levaria a Rússia a estender a sua zona de influência e fazer possível a constituição do estado de Israel na Palestina.

    A Terceira Guerra Mundial estará baseada nas divergências de opinião que os Iluminados criarão entre os Sionistas e os Árabes, programando a extensão do conflito a nível mundial.
    Com o passar dos anos o Quartel General deste complot passou da Alemanha (Frankfurt), para a Suíça, depois para a Inglaterra (Londres) e por último para os Estados Unidos da América (Nova Iorque).

    Fonte: http://ocultoreveladoaverdade.blogspot.com
               https://pt.wikipedia.org/
               https://thoth3126.com.br
               http://derrubandoanovaordemmundial.blogspot.com

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