Mobilização no Céu Brasileiro-Parte1

    ufobrasil1“Quando um cientista ilustre, mas “idoso”, declara que alguma coisa é possível, quase certamente tem razão. Quando declara que alguma coisa é impossível, Muito provavelmente esta errado.” (Lei de Clarke). A noite de 19 de maio de 1986 não pode passar sem um pronunciamento das autoridades da Aeronáutica. Afinal, o próprio coronel Ozires Silva tomou parte daqueles fatos, os mesmos que nossos “cientistas” ainda não querem aceitar. Precisamos tomar muito cuidado para falar que isso ou aquilo é impossível, pois parece que o destino dos homens no planeta Terra é realizar ou provar o impossível. Na história da humanidade sempre existiram cientistas aparentemente competentes, que promulgaram as leis do que é tecnicamente possível ou impossível, demonstrando, às vezes, que estavam inteiramente errados enquanto a tinta da caneta mal secara. No dia 19 de maio de 1986, tivemos um verdadeiro “show” de discos voadores no céu brasileiro, ...

    a ponto de as autoridades da Aeronáutica virem a público afirmar que o espaço aéreo brasileiro foi invadido por vinte objetos de origem desconhecida, os quais foram detectados pelos radares, foram acompanhados por aviões a jato, se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1500 Km/h em fração de segundo, sem causar o “boom” característico, mudavam de cor, mudavam de trajetória, subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar, acompanhavam os aviões, ficavam parados, faziam ziguezague, causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas, saturaram os radares, causaram interferência nos equipamentos dos aviões a jato, faziam curvas em ângulos de retos (90º) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais. Isso tudo foi informado oficialmente, e deve ser menos de 20% do que realmente aconteceu.

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    No meio oficial, comentou-se muitas coisas que não foram mencionadas nos depoimentos, tais como: quando o F-5E era seguido por 13 OVNIs, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se que um objeto veio em alta velocidade e, de repente, parou bem a frente do avião, em rota eminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado.

    Considerando-se apenas as informações oficiais, esses fatos só podem ser explicados dentro do contexto do fenômeno OVNI ou simplesmente disco voador. O que importa é a origem desse objetos, provavelmente extraterrestres, e a sua tecnologia indiscutivelmente muito avançada e totalmente desconhecida pelos cientistas do planeta Terra (ou será que não?? Mas isso é uma outra história...). Nossas autoridades da Aeronáutica não souberam explicar o que eram esses objetos, limitando-se a dizer que só podem dar explicações técnicas, e essas explicações eles não as tem. Foi formada uma comissão de estudos para analisar os fatos, e a conclusão certamente jamais será do conhecimento público. De certa forma, de positivo ficou o fato de a Aeronáutica brasileira reconhecer PUBLICAMENTE que o nosso espaço aéreo é invadido constantemente por estranhos objetos de origem desconhecida e, de negativo, ficou o lamentável fato de que vários cientistas tentaram explicar o evento, dando uma total de vinte e uma explicações distintas para um simples avistamento de OVNI. Algumas tão infantis que é difícil acreditar que partira de cientistas.

    Os ufólogos brasileiros e de outros paises já estão acostumados a esse círculo vicioso, no qual todas as vezes que acontece um fato ufológico de conhecimento público alguns cientistas, quase sempre os mesmos, dão entrevistas aos meios de comunicação totalmente contra a hipótese dos discos voadores. Quem é o culpado dessa situação? Os ufólogos, os cientistas ou repórteres que procuram as pessoas erradas para explicar o que não conhecem. Ora, se eu tenho um problema no coração, jamais irei procurar um mecânico para resolve-lo. O que observamos em alguns cientistas é que eles querem explicar um fato ufológico como algo relativamente simples e conhecido, sem, no mínimo, analisar os fatos.

    Isso não acontece só no campo ufológico, mas em todos os campos da ciência. Essas pessoas esquecem que a imaginação é um dos principais requisitos de um bom cientista. É importante Ter um sólido conhecimento científico, o “sentido” da ciência e uma imaginação realmente flexível. O mais espantoso é a velocidade com a qual aqueles que em certo momento declaram “é impossível” passam a dizer “eu sempre disse que podia ser feito”. Parecem mais políticos do que cientistas. Mas quais as razões que levam um cientista a não admitir a existência dos discos voadores?

    Contra fatos não há argumentos. A ufologia é riquíssima em fatos, mas é mais fácil negar do que provar. Esses cientistas são conservadores, tem medo de cair no ridículo, ficam cegos pelos seus preconceitos, são incapazes de ver o que esta diretamente na frente deles, recusam-se a aprender com a experiência ou o assunto altera suas bases morais, sociais e religiosas, não sabemos, mas a história do homem esta repleta de exemplos dessa natureza, que mais tarde se revelaram errados.

     

    O Controle Gravitacional


    Parece que a única coisa que separa o possível do impossível é o fator tempo. Através dele, muitas coisas impossíveis passaram a ser possíveis, e as que hoje são impossíveis certamente serão possíveis no futuro. O próprio fenômeno UFO nos mostra como será o nosso futuro: controle da força gravitacional, teletransporte, viagens para outros sistemas estelares, invisibilidade, controle total da matéria (átomos) realizando transmutações, e muitos outros fatos ufológicos serão de domínio total dos nossos cientistas do amanhã.

    Os erros do passado em nada tem alertado certos cientistas, que fazem questão de tapar o sol com a peneira. Houve uma época em que se disse que estavam caindo pedras do céu, e os cientistas explicaram que isso era impossível. Mais tarde descobriram-se os meteoros. No século passado, por volta de 1880, a idéia da luz elétrica era um absurdo para muitos cientistas, menos para Thomas Alva Edson. Quando as primeiras locomotivas estavam sendo construídas, os cientistas afirmavam clamorasoamente que a “sufocação” seria o “destino daqueles que atingissem a terrível velocidade de 50 Km/h. No início desse século, os cientistas eram quase unânimes em declarar que o mais pesado que o ar era impossível e que tentar construir aeroplanos seria dar provas de loucura. Na década de 1920, a idéia do vôo espacial também era uma loucura. Em 1957, quando era colocado em órbita terrestre o primeiro satélite artificial, um famoso cientista e inventor disse ao mundo que o homem jamais poria os pés na Lua, fato que os repórteres lhe cobraram em 1969. Enfim, teríamos milhares de exemplos para mostrar que a palavra “impossível” foi inventada pelos fracos, pelas pessoas que não tem a capacidade de enxergar um plamo na frente do nariz.

    Também não seria assim tão surpreendente se muitas coisas tidas como impossíveis se tornarem realidades graças a brilhantes cientistas que insistiram em suas idéias, tendo como exemplo o fenômeno ufológico. O próprio Einstein já falava em controle gravitacional na sua teoria da unificação dos campos. De onde surtiu essa possibilidade? Analisando casos de discos voadores? Infelizmente, esse gênio morreu antes de concluir sua teoria. Mas será que hoje já teríamos o controle gravitacional se Einstein a tivesse concluído? Sabemos que a NASA gasta fortunas em pesquisas, inclusive sobre o controle gravitacional. Os discos voadores nos mostram que esse sonho certamente será uma realidade – é só uma questão de tempo.

    O mais importante é que a tecnologia é resultado de novos sistemas e não o aperfeiçoamento de sistemas antigos. Hoje cruzamos o oceano Atlântico cem vezes mais rápido do que há duzentos anos. Não que os barcos andem cem vezes mais rápidos, mas sim porque hoje temos aviões a jato. Atualmente o vôo com aviões a jato é coisa corriqueira, mas era um sonho há duzentos anos, uma fantasia impossível de se pensar. Fernão de Magalhães levou dois anos para dar uma volta ao mundo, mas hoje um astronauta leva apenas noventa minutos. No seriado “Cosmos” de Carl Segan, falou-se do projeto sofisticado do jato de Guerra Bussard, que poderia viajar com uma velocidade próxima á da luz para aplicar a dilatação relativistica espacial do tempo. É somente um projeto? Ainda um sonho? Os norte americanos já falam em utilizar o ônibus espacial para construir naves dessa natureza no espaço. Ai envolve não só o fator tempo mas também o fator dólares. Com uma neve dessa, na velocidade de 99,99% da velocidade da luz, poderíamos percorrer 37 anos-luz emdois meses, ou seja, poderíamos atingir qualquer das trezentas estrelas contidas em um raio de trinta anos-luz. Enquanto para os passageiros da nave espacial passariam somente dois meses, para os habitantes da Terra passariam 37 anos.

    Trocar acusações por pesquisas


    Os russos já conseguiram ficar muitos meses no espaço, o que faz parte do preparo de uma viagem tripulada ao planeta Marte. Loucura? Sonho? Ou uma realidade eminente? Parece que o homem veio do espaço e que seu destino é retornar a ele. A todo instante os discos voadores nos mostram essas possibilidades, mas há cientistas que não acreditam e falam com uma ignorância arrogante. Há alguns anos, o físico Cesar Lates deu uma entrevista à imprensa, na qual afirmou que vida é um privilégio do planeta Terra em todo o cosmos, e que a vida extraterrestre é um verdadeiro absurdo.

    Hoje a grande maioria dos astrônomos e físicos acreditam na vida extraterrestre, porém não crêem que esses seres nos estejam visitando por meio de discos voadores. Esses cientistas dizem que uma nave tipo Voyager I, viajando a uma velocidade de 50.000 Km/h, para alcançar a estrela mais próxima do nosso sistema solar, a Alfa Centauro, distante 4,3 anos-luz, levaria aproximadamente 100.000 anos. Seriam gerações e gerações dentro de uma nave espacial. Isso é válido para a nossa atual tecnologia, que tem apenas trinta anos na área de viagens espaciais. Ora, como estará a tecnologia de viagens espaciais de uma população de seres alienígenas que tenham um milhão de anos a nossa frente? Viajando a 50.000 Km/h?

    Um fato interessante é que o cientista Carl Segan não acredita em discos voadores, mas aceita publicamente o caso ufológico que envolveu o Casal Hill (20/09/61, EUA). Ficou muito difícil para os cientistas explicarem como a Sra. Betty Hill, uma simples dona de casa, sabia das distâncias precisas de um grupo de estrelas, distâncias essas que só foram conhecidas dos astrônomos em 1969, com a publicação o catálogo Gliese. Na ufologia mundial há milhares de casos, riquíssimos em detalhes, envolvendo dezenas de milhares de pessoas perfeitamente normais, que não tiveram nenhum lucro pessoal divulgando suas histórias, muito pelo contrário. Mas alguns cientistas preferem simplesmente afirmar que essas pessoas são “loucas”, no lugar de pesquisarem a história que elas contam.

    Esses cientistas deviam unir-se e provar cientificamente que os discos voadores não existem. Esses cientistas tem viseiras tão fechadas que, se alguém entregar um disco voador a eles, é mais do que provável que ainda assim eles ainda duvidem. Quando analisamos os seus depoimentos, principalmente em relação ao evento de 19/05/86, verificamos que são absolutamente desencontrados; nenhum deles parou para analisar os depoimentos das autoridades da Aeronáutica. Eles só conseguiram provar duas coisas: 1) Que não conseguem entender-se entre si. 2) Na sua tentativa de provar que não era fenômeno extraterrestre, que não conhecem os fenômenos terrestres. É lamentável que eles tenham dado tantas explicações, algumas totalmente conflitantes entre si. Acreditamos que eles dever ser bons profissionais, que realizam seus trabalhos com competência, mas tudo indica que nunca pesquisaram um único caso de disco voador.

    A Ordem dos Fatos ocorridos em 19/05/1986


    20h e 50min – O radar da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos detecta um ponto luminoso. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.


    21h e 10min – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires.


    21h e 14min – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.


    21h e 15min – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de Brasília.


    21h e 20min – Brasília confirma a presença de sinais, no radar


    22h e 23min – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho)


    22h e 45min – O radar de Anápolis, a 50Km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs (capitão Armindo Souza Viriato de Freitas)


    22h e 50min – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão)


    23h e 15min – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir os OVNIs.

     

    23h e 17min – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.

     

    23h e 20min – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.

     

    23h e 36min – O Terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.

     

    As testemunhas

    Recapitulemos os pronunciamentos oficiais sobre o avistamento de maio/86, a fim de compormos um quadro daqueles acontecimentos.

    Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, Ministro da Aeronáutica:


    “Entre 20h00 (19/05) e 01h00 (20/05) pelo menos 20 objetos foram detectados pelos radares brasileiros. Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Toda vez que os radares detectaram objetos não-identificados os caças levantavam vôo para identificação. Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massa) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica. Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos. Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre. A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil. É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros.” O Ministro constituiu uma comissão para estudar o evento.

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    Coronel Ozires Silva, presidente da Petrobrás:


    “Dizem que foi um salto muito grande entre a presidência da Embraer e a presidência da Petrobrás, que subi tanto que cheguei a ver disco voador. Quando nos aproximamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e, que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área. Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-avermelhados, com brilho muito intenso. Tentávamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade. As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta. Se não fosse detectado pelos radares eu não teria lalado nada. Está registrado em fitas pelo radar. Não consegui identificar nada.”

     

    Comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto do avião Xingu PT-MBZ:


    “Vimos luzes laranja-avermelhadas. (o comandante foi o primeiro a ver as luzes).parecia uma estrela bem luminosa. Informamos a torre de São José dos Campos que iríamos perseguir o objeto. Eles voavam em grane velocidade. A luz desapareceu como se tivesse apagado (instantaneamente). A única prova que temos é o registro deles no radar de nossa aeronave.”

     

    Major aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA):


    “Não temos condições técnicas operacionais para explicar. O aparecimento e desaprecimento desses objetos nas telas dos radares são inexplicáveis. São Movimentos Aéreos Não-Identificados (MANI). As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores, entre controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudadas para posteriores conclusões. Os instrumentos técnicos usados para a identificação das luzes tiveram problemas para registrá-las. O CODA acionou dois F-5E e três Mirages para identificarem os objetos. Um F-5E e um Mirage ficaram de prontidão no solo. Fato semelhante aconteceu há 4 anos (Caso Brito). As luzes se movimentavam a uma velocidade entre 250 e 1500 Km/h. A Aeronáutica não dá o caso por encerrado.”

     

    Tenente Francisco Hugo N. Freitas, do controle de operações:


    “Os objetos foram detectados pelos radares de Santa Cruz, Congonhas, Anápolis e Brasília. Os radares detectaram 20 ecos nos total. Durante alguns instantes, o F5E foi perseguido por 13 objetos. O objeto deslocava da esquerda para a direita parou e começou a deslocar-se no sentido oposto ao da aeronave.

     

    Tenente aviador Kleber Caldas Marinho, piloto do F-5E, primeira aeronave a levantar vôo:


    “Tive um contato visual e um contato com o meu radar de bordo de algo que parecia um ponto de luz, o qual estava distante 12 milhas à minha frente, distância esta também confirmada pelo radar de solo. O objeto se deslocava da esquerda para a direita, depois começou a subir. O objeto variava de cor: verde, vermelha e branca. Predominava a cor branca. O objeto estava a 10 Km de altura e na velocidade acima de 1000 Km/h. Segui até as 200 milhas sobre o Oceano Atlântico. Não tive medo porque eu gosto do desconhecido.”

     

    Capitão aviador Márcio Brisola Jordão, piloto do F-5E, Segunda aeronave a levantar vôo:

     


    “Próximo a São José dos Campos, o radar detectou vários contatos, dez a 13 pontos, a 20 milhas de distância. O céu estava limpo, mas eu não via nada. O radar de solo foi informado a aproximação dos objetos: 20 milhas, 15, 10, 5, de repente havia 13 objetos atrás de minha aeronave, a 2 milhas de distância, seis de um lado e sete de outro, durante vários minutos. Após manobrar a aeronave, os objetos haviam desaparecido. Não vi forma, não vi velocidade, não vi variação de altura e não mudou de cor. Voou durante 1h e 20min. Não tive medo porque não vida nada me ameaçando.”

     

    Capitão Armindo Souza Viriato de Freitas, piloto do Mirage:


    “O céu estava limpo, mas ele só percebeu o objeto pelo radar; o objeto estava a 20 Km de distância. Como não tinha razão de aproximação, resolvi aumentar a velocidade até 1350 Km/h, e me aproximei do objeto até 6 milhas de distância. O objeto se deslocava para frente e se movimentava de um lado para o outro no escopo do meu radar, em ziguezague. De repente, o ponto desapareceu no escopo do meu radar.”

     

    Major Brigadeiro do Ar Sócrates Monteiro, comandante do IV COMAR, Cambuci, São Paulo:


    “Há muitos anos esses casos vêm sendo registrados. Pasaram de 250 para 1500 Km/h em frações de segundo. A FAB filmou tod o evento em vídeo-tapes. 90% tem explicações, 10% não. Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares. É possível que não se constate o que foi.


    Deve-se ressaltar que os pilotos de Mirage e F-5 são considerados os melhores do Brasil, pois fazem inúmeros cursos de especialização e jamais iriam confundir meteoros com OVNIs. Quando lemos o currículo dos pilotos que levantaram vôo naquela noite de 19 de maio, temos uma boa idéia de sua experiência profissional.: 900 missões, 2000 horas de vôo, e assim por diante. Aliás, só uma a cada quinhentas pessoas consegue tornar-se piloto de caça da FAB.

     

    Os aeronautas da aviação comercial do aeroporto de Cumbica, São Paulo:


    Negaram-se a comentar o fato; a abordagem do tema OVNI pode representar muitos problemas para o profissional de aviação. Temem represálias por parte da empresa.


    O Coronel Adalberto Resende Rocha, chefe do centro de Ralações públicas do Gabinete do Ministro da Aeronáutica:


    Não permitiu que certas perguntas fossem respondidas, tais como autonomia e armamento das aeronaves, alegando serem de caráter sigiloso.

     

    As Explicações para o Fenômeno


    Passemos agora, a transcrever e analisar alguns depoimentos de físicos, astrônomos e demais especialistas que foram procurados pelos órgãos de comunicação para prestar o seu esclarecimento. E perceberemos o desconhecimento e a precipitação por trás de muitas de suas explicações desencontradas.

     

    Paulo Marques, físico, jornalista e professor:

     


    noteufo“Responsáveis homens da ciência supervalorizaram, de forma apressada e impensada, o aparecimento nos céus de São Paulo, dos tais OVNIS. Discordo de um notável vidente desses OVNIS, o atual presidente da Petrobrás, o coronel Ozires Silva. A vida em outros planetas da Via Lactea é um verdadeiro absurdo. Era noite de lua cheia. A luz da Lua refletiu no corpo do avião. Os radares detectaram meteoros. São OVNIS, espiões dos EUA e da URSS, que lançam aeronaves não tripuladas e movidas a controle remoto. Quero, como brasileiro, que meu veículo continue a ser movido a derivados de petróleo, e não por forças cósmicas, como talvez poderá pretender o coronel Ozires.” O físico Paulo Marques, provavelmente ouviu o galo cantar mas não sabe aonde, e não leu nenhuma notícia sobre os depoimentos das autoridades da Aeronáutica. Todas as vezes que o coronel Ozires Silva deu entrevistas, ele sempre fez questão de frisar que não sabe o que viu, falando apenas que avistou pequenos pontos luminosos, a distância, de cor avermelhada. Em nenhum momento ele alegou Ter visto OVNIS. COMO PODE A LUZ DA LUA REFLETIDA NO CORPO DO AVIÃO SER DETECTADA POR RADARES? COMO PODE METEOROS PERSEGUIREM POR ALGUNS MINUTOS, UM AVIÃO A JATO?

     

    Ernest Hamburger, físico da USP:


    “Não acredito ser um fenômeno extraterrestre. Deve ser um fenômeno terrestre. Não sei o tipo e coisa que foi visto. Podem ser fenômenos elétricos de bolas de fogo que se movem. Se houver vida em outros planetas, os seres devem ser tão diferentes que nem da para imaginar. Quanto as opiniões dos ufólogos, bobagem, igualmente, bobagem.” O físico Ernest Hamburger, não acredita na hipótese extraterrestre desses objetos, o que é um direito dele, mas suas explicações não esclarecem nada. Disse que podem ser bolas de fogo, mas não sabe o que foi visto. As bolas de fogo envolvem quatro tipos distintos de fenômenos:

    1) A pressoa causada pela movimentação das placas tectônicas no subsolo causa a ionização de gases, que podem chegar à superfície através de trincas no solo nas falhas geológicas, fazem um movimento aleatório e, em seguida se desfazem. O tamanho máximo é de 30 cm.

    2) O atrito dos ventos nos picos das montanhas carregam eletricamente toda a montanha. De acordo com o material, mais ou menos isolante ou condutor, que constitui o solo, pelo efeito elétrico do poder das pontas, no alto do morro, aparece uma bola ionizada que pula até o outro morro, neutralizando-se. O tamanho máximo é de 30 cm e o movimento é em forma de um arco, com velocidade constante;

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    3) O raio bola ou relâmpago globular, um fenômeno atmosférico raríssimo, aparece no meio de um relâmpago convencional, faz movimentos aleatórios, queima se atingir pessoas e some no meio de uma explosão. Também tem no máximo 30 cm de diâmetro.

    4) O fenômeno UFO. O 1) e o 3) já foram reproduzidos em laboratórios. O 1) e o 2) são chamdos pelo povo de “Mãe do Ouro”. O 1, o 2 e o 3 tem cor avermelhada. O 4 fenômeno UFO autêntico, além da cor vermelha, possui todas as cores do espectro visível, e suas dimensões, a partir das pequenas sondas, tem 10 a 60 cm e as naves tripuladas tem de 3 a 30 metros de diâmetro. As bolas luminosas vistas pelos pilotos da Aeronáutica tinha um diâmetro de 6 a 8 metros, e, pelos fatos narrados, não se enquadram nos três primeiros fenômenos. A única explicação, sem a menor dúvida, é o fenômeno UFO.

     

    José Zatz, físico:


    “Pelas informações divulgadas, não se pode afirmar que era OVNI. Poderia ser um reflexo.” O físico José Zatz certamente não sabe que um reflexo jamais pode ser detectado por radares. Foram mais de cinqüenta radares que detectaram os UFOs de maio. Não acredito que o físico José Zatz pense que toda a nossa Aeronáutica seja formada por pessoas mentirosas. Certamente ele deu sua opinião antes de analisar os fatos narrados pelas milhares de testemunhas, fotografados, filmados e gravados em fitas dos radares.

     

    Luis Pinguelli Rosa, físico da UFRJ:


    “Não tenho dúvida de que se trata de algo compreensível a luz da ciência. Não tem nada a ver com objetos extraterrestres. Aviões não identificados produzem os efeitos semelhantes àqueles que foram observados. Objetos balísticos atravessaram o céu brasileiro a uma altitude baixa.” O físico Luis Pinguelli Rosa não tem dúvida de que se trata de algo compreensível pela luz da ciência, mas a realidade nos mostra e descreve como sendo totalmente inexplicado pela ciência. Gostaríamos de saber que tipo de avião (modelo, fabricante) consegue produzir os efeitos semelhantes àqueles descritos pelas autoridades da Aeronáutica. Deve ser um modelo tão secreto que só é do conhecimento do físico Luis Pinguelli Rosa. E os objetos balísticos que atravessaram o céu brasileiro a uma altitude baixa, de onde sairiam, onde cairam e quem os lançou?

     

    Rogério Cezar Cerqueira Leite, físico e membro do Conselho da Folha de São Paulo:


    “Pode ser puramente um fenômeno atmosférico ou falha nos instrumentos.” É muito cético em relação a estes acontecimentos. O físico Cerqueira Leite falou em fenômeno atmosférico, o que é muito vago. Existem várias dezenas desses fenômenos e nenhum deles fazem o que fizeram os objetos observados em maio. Com relação a falhas nos instrumentos, isso foi descartado pelas próprias autoridades, pois a ocorrência foi observada em radares de vários Estados e nenhum sistema eletrônico oficial apresentou qualquer defeito. Em certo instante, este físico se mostrou como o mais arrogante de todos os outros que são contra os discos voadores, embora nem conheça os detalhes dos casos ufológicos. Em um artigo publicado na imprensa paulista, Cerqueira Leite inicia dizendo que aparentemente os esquizofrênicos extraterrestres não desistem e fogem esbaforidos quando qualquer coisa humana se aproxima. Esses seres, segundo ele, não são apenas tímidos, mas também tem medo de se resfriar, pois aparecem somente em noites de Lua cheia e límpidos céus azuis. Ora, qualquer pessoa que conhece a casuística ufológica sabe como esse arrogante físico esta desinformado. Será que os seus conhecimentos em física são iguais aos de ufologia? Pois ele chegou a afirmar que um dos irmãos Villas Boas teria mantido relação sexual com uma extraterrestre. O Claudio ou o Orlando villa Boas devem Ter tido um choque quando lera a notícia. O físico estava se referindo ao caso antonio Villas boas (1957/MG)

    José Goldemberg, físico, reitor da USP: Após Ter sido perguntado por um repórter se poderia comentar o pronunciamento do ministro da Aeronáutica, brigadeiro Otávio Moreira Lima, sobre os OVNIs, disse: “Brincadeira, não.” Ele é um daqueles que preferem não encarar a realidade, pois é muito melhor para sua imagem e carreira profissional.

     

    Luis Carlos Menezes, físico da USP:


    “É necessário comprovar se realmente foram detectados no radar. Se foram detectados no radar, então é uma aeronave. São efeitos óticos que pregam peças. São efeitos térmicos com reflexos de luzes por difração, e você vê a coisa onde a coisa não esta (miragem). Um pais superdesenvolvido resolveu fazer um teste com os radares brasileiros. Uma manobra onde se coloca diante das telas dos radares muitos pontos não importantes de chamarizes, ofuscando o sistema de radar, que deixam os instrumentos militares, a aeronave e o foguete encobertos. Um conjunto de pequenas aeronaves teleguiadas, as quais usam pequenos foguetes com uma geometria mais bidimensional, mais plana, alguma coisa mais fina e leve, com propulsão própria e telecomandada. Nunca pesquisei um fragmento de OVNI.”

    Ele acredita em seres extraterrestres, mas não em viagens interplanetárias. O físico Menezes, quando o autor afirmou a um jornal paulistano que os discos voadores existem e são tripulados por seres extraterrestres, saiu-se com esta: “Ah,é? Então, por que não descem para um café?” Um leitor desse jornal, de nome Curyl G.P. Walter, escreveu uma resposta ao Menezes: “Os Villas Boas desceram para um cafezinho quando sobrevoaram os xavantes pela primeira vez? Os xavantes atacaram o avião com flechas, conforme foi fotografado e documentado na época. Nós não usamos flechas e bordunas, usamos Mirages e F5.” Este físico a cada dia dava uma explicação diferente, foram pelo menos cinco hipóteses distintas, algumas delas sem nexo. Ele mesmo acabou se confundindo com suas explicações. Falou até em miragens dos radares, sendo que o próprio ministro da Aeronáutica afirmou que radares não tem ilusão de ótica ou miragens. Com relação ao teste dos radares brasileiros realizado por um pais superdesenvolvido, isso foi descartado pela própria Aeronáutica, por entender que essas aeronaves não se deslocariam sem deixar rastro ou sem provocar o estrondo característico de uma nave ultrapassando a barreira do som, o que não ocorreu.

     

    Roberto Godoy, especialista em armamento:


    “O Brasil foi espionado por algum pais, alguma potência interessada em fotografar, especialmente o Vale do Paraíba, litoral sul do Rio de Janeiro e o litoral norte de São Paulo. É a região estratégica mais importante do país: indústria bélica brasileira (primeira em armas no terceiro mundo), indústria aeroespacial, Centro Técnico Aeroespacial, usina atômica de Angra dos Reis, pricipal terminal de recebimento de petróleo (terminal Almirante Barroso em São Sebastião), que faz ligação direta com a refinaria da Petrobrás, no Planalto Paulista. Uma ou duas aeronaves, repletas de computadores e sensores, soltam cargas externas para criar confusão eletrônica, saturação e ilusão ótica no radar. As cargas são esféricas, cilíndricas e metálicas, que emitem luz colorida, calor e tem propulsão própria por alguns minutos. Tecnologia muito avançada, dominada pela União Soviética e pelos EUA, e com uma geração de atraso pela Inglaterra e pela França. Faz parte do jogo de xadrez da política internacional.”

    O especialista em armamento falou em espionagem de algum país desenvolvido com EUA, URSS, Inglaterra ou França sobre o Vale do Paraíba. Ora , qual país correria o risco de invadir o espaço aéreo brasileiro com uma ou duas aeronaves para simplesmente realizar fotografias noturnas? Evidentemente se esse fosse o seu intento, certamente usariam de outros artifícios para conseguir a permissão do governo brasileiro. Um despistamento para suas reais intenções, nunca se arriscariam assim. Todos lembram quando, em setembro de 1983, um Jumbo coreano foi espatifado por um míssil soviético, com 269 pessoas a bordo, por Ter invadido o espaço aéreo daquele país. Invadir um espaço aéreo é praticamente declarar guerra a um país. E as cargas externas liberadas em nossa atmosfera, que tem propulsão própria por alguns minutos? Onde caíram? Quem as recolheu e como?

    Que motor e combustível usam para fazer curvas de 90 graus a 3600 Km/h? como explicar que, oficialmente informado, algumas dessas bolas foram perseguidas por um F-5E durante uma hora e meia? Oficialmente essas bolas ficaram três horas em nossa atomosfera, e, extraorficialmente, através de muitas testemunhas, sabemos que o evento iniciou-se às 18h30min e foi até as 02h30min do dia seguinte, ou seja, os objetos ficaram em nossa atmosfera durante 8 horas. Como fica a propulsão dessas cargas externas de alguns minutos? Como já foi mencionado, a própria Aeronáutica descartou a hipótese de espionagem por parte de qualquer país do planeta Terra. Além disso, os EUA têm satélites que conseguem fotografar uma bolinha de pingue-pongue no solo, por isso eles poderiam fazer as referidas fotos durante o dia, com muito melhor qualidade e sem qualquer risco.


    Professor Jaques Danon, astrônomo e diretor do Observatório Nacional: “São chuvas de meteoros. A terra passa hoje pela órbita do Halley, onde ele deixou partículas que agora estão caindo no nosso planeta.”

     

    Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, astrônomo:

     


    “São meteoros.”


    Alguns astrônomos deviam ganhar o Prêmio Nobel, pois decobriram um novo astro nos céus, um tal de meteoro motorizado que persegue aviões. E deve ser do tipo helicóptero, já que consegue parar em pleno ar e depois sair em altíssima velocidade. E, pelas descrições das testemunhas, esses meteoros deve ser tripulados, pois fazem looping e movimentos inteligentes. Porque ninguém viu as bolas luminosas relatadas em maio quando o cometa de Halley se aproximou da Terra em outubro de 1985 pela primeira vez? Nesse mês também tivemos uma chuva de meteoros e ninguém confundiu com discos voadores. Será que os meteoros de maio eram diferentes? Em maio, realmente tivemos uma chuva de meteoros e também um show de discos voadores. A chuva de meteoros foi visível em todo o planeta e o show de discos voadores foi visível somente em alguns estados brasileiros.

    Todos lembram da posição de Mourão no evento do comandante Gerson Maciel de Brito, em 08/02/82. Naquela época, a cada dia o astrônomo dava uma explicação diferente. No fim ele mesmo já não sabia o que as 150 testemunhas, a bordo do avião tinham visto. Um fato muito interessante é que agora a Aeronáutica confirmou que o disco voador que seguiu o avião do comandante Brito tinha sido detectado pelos radares do CINDACTA (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), o que na época foi negado. Teriam os radares detectado o planeta Vênus? Na época, disseram o seguinte com relação ao depoimento de Mourão: “Por mais de uma hora o avião foi seguido pelo planeta Vênus, e, quando chegou ao Rio de Janeiro, Vênus percebeu que o aeroporto era muito pequeno para ali aterrissar, e consequêntemente preferiu retornar ao espaço e continuar sua órbita.”

     

    Mário Schemberg, físico:


    “Já ouvi muitos relatos de pessoas que tiveram experiências com OVNIs. O fato de a Aeronáutica admitir oficialmente OVNIs no céu brasileiro vai fazer com que se aceite cada vez mais a hipótese dessa existência.”

     

    Augusto Dominelli, astrônomo:


    Não tem dados técnicos para explicar. Acha ignorantes as pessoas que dizem “isso não existe”.


    Aydano Barreto Garleial, diretor de programas do Instituto Nacional de Pesquiss Espaciais (INPE):


    “Pode ser um OVNI. Como refletiu nas telas do radar deve ser material, mas não sei de que tipo.”

     

    Iwan Thomas Halasz, radioamador:


    “Satélites em órbitas inferiores a 400 Km são detectados pelos radares. A Goddard Space Flight Center não comunicou nenhuma reentrada de satélite em nossa atmosfera. Em Ottawa, Canadá, o fluxo solar é medido todos o sidas as 17h UTC. Entre 15 e 20 de maio de 1986, o número de manchas solares aumentou em 3 vezes, de 7 para 21 (Zurich ou Wolf). Em 17/05/86 danificou-se o computador a bordo do satélite Oscar-10 (três anos de funcionamento).”

    Mancha Solar = provoca perturbações magnéticas e ionizações; causa o efeito aurora; condições anormais de propagação (VHF e UHF); interfere nas comunicações via satélite; interfere nos sinais recebidos e transmitidos por sondas interplanetárias; intensifica as tempestades magnéticas; cria uma forte radiação cósmica no cinturão Van Allen.

    Ionização = é o desdobramento de moléculas em dois ou mais átomos eletricamente carregados, por colisão de altas energias. Quando os elétrons são misturados com os íons positivos em números aproximadamente iguais entre si, eles formam um plasma altamente condutivo capaz de refletir até ondas decimétricas, e consequêntemente podem ser detectados pelos radares.

    O radioamador Iwan Thomas relatou alguns detalhes que não podem ser desprezados, correlacionando os efeitos das manchas solares com os avistamentos de maio. Não temos dúvidas que esses avistamentos eram discos voadores de origem extraterrestres. Do ponto de vista técnico, uma hipótese é que os seres que pilotam essas naves também analisam os efeitos das manchas solares em nosso planeta. É necessário fazer um estudo detalhado com relação aos avistamentos ufológicos nos períodos em que ocorreram as manchas solares em outras épocas. As manchas solares ocorrem entre nove e treze anos. Desta vez também tivemos uma grande aproximação do planeta Marte da Terra. Sabemos que em Marte não há vida, pelo menos igual a nossa. Mas todos esses dados são técnicos e devem ser analisados e correlacionados com a ufologia.

     

    Francisco Stoy Musgrave, astrônomo norte americano:


    “Não acredito tem discos voadores, mas que existem, existem. Conheci na NASA estudos bem sofisticados sobre OVNIs. A vida em outros planetas na Via Láctea é uma certeza estatística. A NASA não tem nenhuma prova satisfatória que seres extraterrestres visitem a Terra.”(Esta é a posição, da NASA perante o público, mas sabemos que a realidade é bem diferente.)

     

    Professor Michel Persinger ( Canadá):


    “Estatisticamente existe uma correlação entre os avistamentos de OVNIs e os terremotos (antes e depois), e também com os impactos de meteoritos. Os movimentos da camadas tectônicas no interior da Terra, devido ao atrito das rochas, produz um gás quente e ionizado que escapa da superfície do solo, em forma de bola luminosa, e produz radiofrequencia que causa interferência eletromagnética.”

     

    Dr. Brian Preire (departamento de Minas do Estado do Colorado, EUA):

     Leia também - Pintando OVNIS ?

    Reproduziu em laboratório a tese do professor Michel Persinger. Um bastão de granito foi submetido a uma enorme pressão até estourar, liberando gases ionizados e luminosos com intensa radiofrequência. As bolas luminosas podem durar alguns minutos. O trabalho realizado pelo professor Persinger e o Dr. Brian é muito bom e mostra uma realidade que também é analisada e pesquisada pela Ufologia. O que eles relatram mostra um fenômeno muito comum dos locais onde há falhas geológicas, e normalmente é confundido pelos leigos com sendo UFO. O comportamento dessas bolas ionizadas são conhecidos e nada tem a ver com o que foi narrado pelas autoridades da Aeronáutica. Infeliz foi a produção do programa de TV que colocou essa pesquisa em confronto com os fatos e narrativas de maio, confundindo a opinião pública.

    Mas já entre os ufólogos há casos de enganos ou mesmo de fraudes que não sobrevivem a uma análise técnica. É o que ocorre com o ufólogo que, ao receber uma foto de um suposto disco voador, conclui precipitadamente que é um autêntico UFO e corre a um meio de comunicação para divulgá-la. Entretanto, vem um especialista em fotos e revela que tudo não passa de um simples reflexo nas lentes da máquina fotográfica. Como fica o público, e, consequentemente o ufólogo? Alguns, por medo de confessar a sua precipitação, passam a enganar aos outros e a si mesmo.

    É muito importante que todos os ufólogos tenham consciência do caso que se está pesquisando analisando-o sob todos os sentidos., e , só depois de Ter certeza de todos os detalhes, é que se deve levar a público o seu trabalho. Só assim a ufologia será respeitada.

    PARTE 2

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