Geobiologia e os Campos Eletromagnéticos-Parte 1
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geobio1As principais anomalias nocivas emitidas pela Terra correspondem aos campos eletromagnéticos (radioatividade não-ionizante), à radioatividade ionizante e química dos materiais terrestres. Campos eletromagnéticos terrestres - A Terra se comporta como um gigantesco campo magnético que interage com outros campos emitidos pela Lua, o Sol, os planetas do Sistema Solar, com a nossa própria galáxia, a Via Lactea. Nesse sentido a Terra possui um campo magnético que varia constantemente em intensidade e força, que interage com as forças naturais - eletricidade, radioatividade, radiação solar e cósmica, bem como com os fenômenos atmosféricos e geológicos.

 

A Terra se comporta como uma barra imantada, um dipolo magnético. A intensidade desse campo dipolar é de 60.000 nT (nanoTeslas) nos pólos e de 30.000 nT no equador. A Terra possui um campo magnético cujas linhas de força atravessam o núcleo interior e se expandem a milhares de quilômetros de sua crosta. Mais de 99% desse campo magnético terrestre é, supostamente, produzido no núcleo do planeta, entre 2.900 e 5.000 Km de profundidade, por um efeito chamado de dínamo automantido (Bueno, 95). O campo magnético observado na superfície da Terra possui fontes situadas no exterior do globo - as correntes elétricas que circulam pela ionosfera, cerca de 110 Km de altitude, na denominada magnetosfera, formando a parte externa do campo geomagnético. Essa camada representa importantes variações temporais, relacionadas com as manchas solares, a radiação cósmica e as tormentas magnéticas produzidas na magnetosfera. As alterações magnéticas podem durar desde milisegundos até alguns anos, com amplitudes muito variáveis. Intervêm, diretamente, os períodos característicos das rotações da Terra e do Sol. Ainda, contribuem para as variações do campo magnético terrestre as rochas da crosta terrestre e provavelmente as do manto superior, em estado de fusão. O conjunto de linhas de força do campo magnético e suas múltiplas interações combinam-se no que é denominada de magnetosfera, que se formam pela interação do campo magnético da Terra com a matéria ionizada do vento solar, que ao não poder cruzar as linhas de força do campo magnético circundam a esfera magnética do planeta (Bueno, op.cit.).

Fatores físicos geradores de campos eletromagnéticos terrestres

Água Subterrânea em Movimento e descontinuidades terrestres

Dentre os fatores físicos causadores de stress e doenças nos seres vivos, a água subterrânea em movimento tem papel relevante. A energia emitida pela Terra, através da Crosta Terrestre, em sua grande maioria, é equilibrada bioticamente, no entanto a água subterrânea em movimento quebra esse equilíbrio, causando uma ruptura de forças. O mesmo acontece com zonas fraturadas e zonas de falhas ou rupturas nas rochas. Elas causam mudanças na emissão de energia bioticamente equilibrada, sofrendo distorções, causando anomalias nocivas. Como citado anteriormente, imaginem que a água forme microprismas ao se movimentar no interior da terra. Esses microprismas se assemelhariam com um prisma ótico: a luz incide branca de um lado e sofre refração, emitindo em outra face do prisma através do espectro de luz visível, polarizada. Cada cor tem um comprimento de onda e uma freqüência. Nesse mesmo sentido poderemos sugerir que a energia vinda do interior da Terra é como a luz branca, com Bovis: 6.500Ä e ao se encontrar com os microprismas da água em movimento sofre refração, diminuindo a sua força e subdividindo-se num espectro de energias diversas, como as citadas a seguir. Dentre as energias captadas, derivadas da água em movimento, geradoras de anomalias nocivas, observa-se a formação de um campo magnético e outro elétrico. O Campo Magnético é medido em nanoTesla e o Elétrico em kiloVoltAmpére (potência aparente de um circuito percorrido por uma corrente elétrica alternada).

A água é um dipolo, em movimento gera um campo magnético e este gera um campo elétrico, captável por instrumentos geofísicos, do tipo Potencial Expontâneo e Resistividade. A Radiestesia capta igualmente essas anomalias eletromagnéticas. No entanto rupturas nas rochas, do tipo de zonas de falhas, fraturas, diques de diabasio também emitem diferenças de potencial elétrico e magnético. No sentido de busca de água subterrânea captá-las é útil. Como sabemos, essas energias de formas geram rupturas de forças e insalubridade aos seres vivos.

Deve-se estudar com cuidado o local de moradia, de comércio ou na instalação de uma indústria, evitando essas anomalias insalubres.

Ocorre uma contaminação eletromagnética, devido ao aparecimento de um campo magnético e elétrico produzido pela água em movimento no subsolo (a mais comum). Essa contaminação é pouco evidente, não perceptível pelos cinco sentidos, pois é de caráter microvibratório. Emite uma diferença de potencial elétrico em miliVolt/metro. Pode-se testar: caso se ligue um fio de um aparelho, como o potenciômetro, em cada braço de uma pessoa que está sobre um duto de água subterrânea em movimento. Observa-se que o aparelho chega a medir uma diferença de potencial de 50 a 60 mV/m ou mais, ou seja a célula da pessoa está sob tensão permanente. Se fizermos a mesma medida em uma pessoa sobre um local seco, veremos que a diferença de potencial chega próximo de zero, com variações normais de 2 a 5 mV/m, as células estão em repouso.

Falhas e fraturas secas, ou seja, planos formados por esforços tectônicos que romperam a rocha maciça preexistente, criando superfícies planas subverticais geradoras de rupturas de forças energéticas, ocasionam anomalias telúricas nocivas. Essas descontinuidades estruturais geram, também, campos elétricos e magnéticos anômalos, causadores de stress e doenças nos seres vivos que viverem sobre essas estruturas.

Medições, através de aparelhos geofísicos (citados acima – Potencial Expontâneo e Resistividade) identificam a diferença de potencial elétrico superficial (potenciômetro elétrico). Foi realizada, pelo engenheiro alemão Robert Endros (Bueno, op. cit.), uma experiência com um bloco de rocha. Colocando medidores de diferença de potencial na entrada e na saída de água, em movimento muito lento, por um tubo de cristal sob o bloco de rocha, verificou-se que variava automaticamente o potencial elétrico medido na superfície superior do bloco. E quando a água estava parada não havia variação do potencial elétrico. A mesma experiência foi realizada com seres humanos sobre um local com água subterrânea em movimento e sobre um local seco ou com água sem deslocamento. Ligou-se os fios do aparelho de um lado e outro do corpo humano e verificou-se uma diferença de potencial de 15 mV/m de diferença de potencial elétrico, enquanto que no local seco a variação não chegava a 2 mV/m com alguns picos máximos de 5 mV/m, mostrando que a água subterrânea em movimento altera o equilíbrio celular dos seres vivos, fazendo-as vibrarem mais intensamente devido ao ambiente externo, causando o stress.

Se utilizarmos o Dualrod no campo energético da pessoa verificamos que as varetas encostam na pessoa, demonstrando que ela está absorvendo energia do meio ambiente de forma negativa, agindo como a Terra. O Disco Equatorial de Jean De La Foye indica que a pessoa está em estado Elétrico (Bioelétrico). O Dualrod sobre uma pessoa em local sem água em movimento as varetas se abrem, indicando um movimento positivo e demonstrando que a pessoa está em equilíbrio biótico, gerando energia própria. No Disco Equatorial indica que a pessoa está em estado Magnético (Biomagnético).

Deve-se lembrar que essas observações ocorrem em pessoas que se encontram morando há muito tempo sobre esses locais insalubres, caso contrário não há a menor importância em se passar horas ou dias sobre esses locais. Ao se deslocar, o organismo reage e se recupera rapidamente, voltando ao normal.

Rede Hartmann e Rede Curry

A importância dos efeitos nocivos das Redes Hartmann e Curry sobre os seres vivos aumenta com a potencialização se seus efeitos ao se encontrar sobre zonas geopatogênicas, representadas por anomalias no interior da Terra, como água subterrânea em movimento, falhas, fraturas, contatos litológicos, radioatividade, etc. e também as anomalias atmosféricas naturais e as emitidas pelo homem, como: ondas eletromagnéticas e as inúmeras criações domóticas da civilização.

A Rede Hartmann tem uma configuração normal retangular, com suas linhas paralelizadas com as linhas magnéticas norte-sul e leste-oeste. As linhas norte-sul distanciadas, em média 2 em 2 metros, as leste-oeste, 2,5 em 2,5 metros e espessura de 21 cm, sofrem variações em zonas geopatogênicas e atmosféricas anômalas aumentando sua espessura e variando o seu formato retangular normal. As linhas também variam o seu potencial nos cruzamentos entre as linhas leste-oeste e norte-sul, pois elas variam de intensidades de correntes. As linhas são alternadas, positivas e negativas. Os cruzamentos podem ser de duas linhas positivas, duas linhas negativas e duas linhas, uma positiva e outra negativa. Supostamente os cruzamentos de duas linhas negativas a energia tende a cair mais, em alguns locais medidos experimentalmente. Os cruzamentos de linhas + e - e de linhas + e + são menos nocivas. Mas tudo depende de lugar para lugar e das pessoas que se encontram sobre esses cruzamentos. A soma de anomalias e o tempo de exposição a elas é que causam os problemas de saúde.

A rede Curry, de espaçamento maior, cerca de 4 m, ligeiramente quadrangular, é oblíqua à rede Hartmannn. Ela ocorre nas direções nordeste-sudoeste e noroeste-sudeste. Essa rede torna-se importante quando se encontrar no mesmo cruzamento da rede Hartmann e em locais geopatogênicos. Por isso é necessário dar uma "varrida" radiestésica nos locais, com o biômetro de Bovis, principalmente nas camas e onde as pessoas permanecem por mais tempo.

Radioatividade terrestre

A descoberta da radioatividade por Wilhelm Conrad Roëntgen (1895), que a definiu como sendo a emissão de radiações capazes de atravessar corpos opacos e impressionar películas fotográficas. Estudado por Henri Becquerel em 1896, que, trabalhando com sais de urânio, analisou os efeitos das radiações na ausência de luz. Só com o casal Marie e Pierre Curie (1898), que introduziram o nome "radioatividade", foi possível sistematizar e ordenar os processos das emissões radioativas. Esses estudos permitiram ao homem desenvolver uma nova ciência denominada geocronologia, que engloba todas as investigações nas quais a escala do tempo, em termos de anos, se aplicaria à evolução da Terra e de todas as suas formas de vida.
A radioatividade pode ser definida como uma emissão espontânea de partículas alfa ou beta, radiações eletromagnéticas, ou descrita em termos da probabilidade de uma partícula nuclear escapar através de uma barreira de potencial que a vincula ao núcleo.

As partículas descobertas (Alfa e Beta) e a radiação eletromagnética, que foram caracterizadas posteriormente por vários pesquisadores como Rutherford, Soddy e Bohr, são as mesmas responsáveis, não só pelo calor primordial da Terra, mas também pelas principais fontes de calor que ainda hoje emanam junto à superfície terrestre. Na natureza, todos os elementos com número atômico (Z) maior que 83 são radioativos. São conhecidos 58 nuclídeos radioativos naturais, os quais, acrescidos dos artificiais e produtos de fissão do urânio, totalizam mais de 1.500 radionuclídeos.

À Frederick Soddy (1902) deve-se a expressão da razão de desintegração radioativa, expressa como:

-dN/dt = (N

onde ( representa a constante de desintegração de um determinado radionuclídeo, ou seja, a probabilidade que um átomo tem para se desintegrar na unidade de tempo t e N é o número de átomos radioativos presentes.

A radioatividade constitui-se na desintegração de um radionuclídeo e sua transformação em um nuclídeo estável e se processa com uma velocidade constante. É imutável por quaisquer processos físicos ou químicos conhecidos em laboratório. Ao desintegrarem-se, os radionúclídeos originais, como o urânio 238, o urânio 235 e o tório 232 , transformam-se, por exemplo, no radônio 222 (desintegração do U238), o radônio 220 (desintegração do Th232). Por sua vez o radônio origina descendentes ou radionuclídeos, também radioativos, que emitem o polônio. O último elo da cadeia de desintegração chega-se a um elemento estável, como o chumbo ou o tálio, tornando-se inócuo, não radioativo (Figura - gráfico de desintegração dos elementos radioativos - para ilustração).

PARTE 2

 

 

Autor: Marcos Alves de Almeida - www.geomarcosmeioambiente.com.br

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