Vampirismo – Assédio sexual espiritual é real

vamp147Por José Joacir dos Santos - Se você está ligado naqueles filmes americanos com vampiros bonitinhos e sexuais é hora de desligar a televisão. É comum o assédio sexual espiritual feito por vampiros e isso acontece com todo mundo, crente ou ateu, especialmente ao dormir, como se fosse um sonho. As pessoas que resistem ao conhecimento esotérico encaram o sono e os sonhos como algo banal e sem fundamento. Freud e Jung dedicaram grande parte de suas obras ao estudo dos sonhos, com as limitações culturais que lhes eram peculiar porque viveram em uma Europa extremamente dividida entre as mais rígidas concepções religiosas, cristãs e judias, em torno do divino, do sagrado e do sobrenatural, com uma forte carga de preconceitos.

Os chamados sonhos eróticos, mesmo como pessoas conhecidas, podem ser chamados também de vampirismo. Esse tipo de vampirismo ocorre de três diferentes maneiras: da parte de pessoas que morreram e não querem admitir que estão mortas, sejam amigas ou inimigas; da parte de amigos, parentes, ex e atuais relacionamentos; e finalmente de inimigos desta vida. Não se fala disso nos consultórios porque os clientes têm vergonha e também porque os profissionais não estão preparados para tratar disso, por preconceitos, falta de uma formação multidisciplinar ou por dificuldades de entendimento pessoais atreladas a religiões castradoras.

Os mortos vagam pelas ruas, na escuridão da noite, procurando aquelas pessoas afins e que estão sempre pensando negativo ou constantemente pensando em sexo, vendo filmes pornôs, lendo coisas ou falando de sexo o tempo inteiro, isto é, com sexo na cabeça. Esses espíritos são capazes de se transformar em rostos e corpos bonitos, entram em comunicação com a pessoa que dorme, deitam em suas camas e induzem a algo parecido com sono chegando a vítima até a ter a sensação que fez sexo, sentiu os beijos e pode até acordar com sinais de orgasmo. Tudo é muito real e há casos em que a vítima acorda depois do orgasmo procurando o parceiro na cama. De acordo com a atitude da vítima, isso pode durar anos e ela chega a pensar que está se relacionando com alguém das suas vidas passadas, em algum lugar no tempo, mas isso é pura ilusão! Ela está sendo vampirizada. Aos poucos a vítima desses assédios começa a enfraquecer, a adocer, tem gripes que nunca se curam, sentem-se esgotadas, cansadas, saudosas, choram sem saber de quê, tem olheiras e querem dormir sempre mais porque aquele (ou aquela) que assedia fica dia e noite realimentando no mental da vítima que eles são felizes daquela forma. Com o tempo a vítima passa a não atrair mais ninguém do mundo real, vivo, porque o relacionamento com aquele espírito passa a ser obsessivo e ele fica cada dia mais forte com a energia que suga da vítima. Se for a um médico ele vai dizer que a pessoa está com anemia, esgotamento nervoso etc. Se for a um psicólogo desses de cadeirinha/carteirinha ele vai dizer que a pessoa está profundamente depressiva (o que pode ser tornar com o tempo) e pode até estar em um processo de esquizofrenia.

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Amigos, parentes, ex-companheiros e até namorados e namoradas do presente momento também assediam durante o sono, especialmente se não têm chance se ter um relacionamento real com a pessoa desejada ou se o relacionamento acabou e a outra parte não querer renovar. Esse é um dos perigos dos “relacionamentos” pela internet. Roupas íntimas, fotos e objetos pessoais são muito usados por pessoas que praticam esse tipo de assédio, embora não saibam a profundidade do que fazem. Geralmente essas pessoas se masturbam pensando na vítima e a energia gerada numa masturbação é contato imediato. Vampiros também desenvolvem ciúmes exagerados e doentios. O pensamento junto com a masturbação cria um vínculo espiritual tão forte que quando elas dormem o espírito sai do corpo e vai executar a tarefa. Neste caso, ambas as pessoas adoecem ou enfraquecem com o tempo e a prática e passam a ficar vulneráveis para assédios espirituais externos, por exemplo: um rapaz sempre se masturba pensando na vizinha da frente. O vínculo com a vizinha fica tão forte que chama a atenção de espíritos que perambulam. Os espíritos passam a observar as práticas do rapaz e em algum momento passam a obsediar o rapaz para tirar proveito da essência vital dele e da pessoa que ele assedia. Esse tipo é muito comum naqueles casos em que a pessoa terminou um relacionamento mas sempre volta mesmo sabendo que é prejudicial e não dá certo – mas diz que não consegue resistir. Está vampiriza e pensa que é amor.

O pior desses assédios é aquele praticado por inimigos desta e de outras vidas porque o sugamento é feito com uma crueldade sem limites. Esta prática é muito comum na magia negra e nas amarrações de casamento ou de uniões feitas em terreiros. A pessoa manda fazer uma amarração e a vítima fica presa a ela e a quem mais a pessoa que fez a amarração desejar juntar, consciente ou não. Portanto, se você mandou fazer uma amarração, trate de mandar desfazê-la antes que você morra e perca o caminho do Paraíso. Pessoas amarradas ficam apáticas, perdem o entusiasmo da vida, vivem como mortos-vivos, sem brilho, anêmicas, gripadas. O vampirismo pode evoluir para a prática coletiva de vampiros. Estes são aqueles “sonhos” que você tem mantendo relações sexuais com muitas pessoas ao mesmo tempo, em lugares horríveis – e você pode acordar na ilusão de que foi bom. Assimo como o narcotraficante seduz as vítimas fazendo elas acreditarem que estão praticando a melhor forma de enriquecer, os vampiros fazem de tudo para que a vítima tenha a sensação de ser feliz, mesmo doente. Tive clientes vítimas dos exemplos acima e em todos os casos só têm solução em sessões sérias de desobsessão, em casas espíritas cardercistas credenciadas. As vítimas deste exemplo, além da fraqueza física, passam a atrair nas ruas pessoas caçadoras de parceiros sexuais, pessoas viciadas em sexo, drogas, violentas, desajustadas, a memória enfraquece, a vida não dá certo em nada, a prosperidade desaparece. A vitima atrai doenças venéreas, infecção urinária e tudo o mais que está por trás delas, mesmo pessoas casadas.

Pessoas espiritualizadas e sensíveis são também alvo certo de todos os níveis de assédio acima citados se fraquejarem nas práticas porque elas têm mais capacidade de visualizar, concentar e se conectar com o mundo invisível. Ninguém na face da Terra está a salvo das chamadas “tentações”, especialmente as mentais. Deixar o pensamento vagar é uma faça de dois gumes. As vezes elas nem precisam pensar, mas aqueles que assediam seguem elas até suas casas e ficam ali até que chegue o momento de atacar pelo sono, chegando a paralizar a vítima na cama. Todas as fantasias não realizados são uma ferramenta fácil para quem assedia pela mente, seja espírito ou encarnado. Até Jesus foi assediado. Então, em todos os casos, é preciso rezar bastante, limpar as casas com incensos, manter o pensamento no positivo, no construtivo, em contato com o Sol. De todos os sistemas florais que experimentei, o único capaz de ajudar e até elimar esses assédios são as soluções estoques de Allim, Algodão, São Miguel e Carrapichão do Floral de Saint Germain. As essências de São Miguel e Carrapichão não só devem ser tomadas debaixo da língua, quatro vezes ao dia, como também uma gota deve ser colocada no chácra da cabeça e na nuca, pelo menos uma vez ao dia. Alho na comida, goiaba, limão e pequi ajudam.

Para quem é reikiano, médium, padre, pastor, sensitivo ou trabalha como elemento de ligação entre o céu e a terra, é preciso agir imediatamente ao acordar, rezar e perdoar aqueles que vierem nos sonhos. Quem não tem uma forte ligação espiritual não sai sozinho de um assédio desses, precisa de ajuda externa. Muitos dos espíritos assediadores voltam quando você esquece e começa a pensar abobrinhas. Lembre-se que amores de outras vidas não assediam porque quem ama jamais assedia ou prejudica a pessoa amada. O amor mais intenso é aquele que é vivido aqui e agora, cara a cara, olho a olho, coração a coração. Amores do passado não existem mais, amores do futuro não existem ainda, o único amor real é aquele que é aqui e agora, sem dor, sem sacrifícios, sem problemas, sem dúvidas. Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.


Vampirismo espiritual


2011 - Os casos de pessoas dependentes, excessivamente tímidas, desanimadas, inaptas para a vida normal, essas que se diz ‘passaram pela vida, mas não viveram’, são tipicamente casos de parasitismo ou vampirismo. Herculano Pires No imaginário popular, o vampiro, personificado no cinema pelo conde Drácula, sai de seu caixão à noite para sugar o sangue de suas vítimas, transformando-se em morcego. E de dia, volta a dormir no caixão, pois detesta a luz do sol. Apesar da mídia explorar bem essa figura lendária, no plano real, no nosso cotidiano, os vampiros na verdade encontram-se bem próximos de nós, causando os mais diversos problemas.

Eles não sugam sangue humano, mas sua energia. Por isso, sal grosso, alho, crucifixo, estaca, água-benta, são recursos inócuos para combatê-los. Em verdade, a vampirização de energia é um fenômeno muito mais comum do que muitos possam imaginar. Ela pode ocorrer do desencarnado para o encarnado ou mesmo entre os encarnados, ocasionando as chamadas obsessões (popularmente conhecidas como encostos). É, sem dúvida alguma, uma relação parasitária, simbiótica, onde o vampiro acopla-se no campo áurico do vampirizado, sugando-lhe toda a sua energia e vitalidade.

Em certa ocasião, uma paciente veio ao meu consultório -após passar por vários profissionais-, porque não conseguia se curar de uma doença que a acompanhava há anos: a Síndrome da Fadiga Crônica, que é uma doença controversa e de difícil explicação pela medicina oficial (a grande maioria da classe médica não considera a existência da causa espiritual na gênese das doenças); por este motivo, ela ainda não conseguiu estabelecer suas causas e, em vista disso, o diagnóstico é difícil de ser feito e o seu tratamento é pouco efetivo.

Os sintomas mais freqüentes dessa doença são: dificuldade de concentração e memória fraca; dores musculares; dores de cabeça; dificuldade de dormir e, após qualquer esforço físico e mental, o paciente se sente exausto, extenuado. No caso dessa paciente, além da desvitalização e da exaustão física, que a incomodavam muito, apresentava também fotofobia (aversão à luz), que a obrigava a andar com óculos escuros, pois a claridade solar machucava a sua vista.
Ao regredir, viu um vulto escuro que se identificou como sendo o seu falecido pai (ele era um dos tripulantes do avião da TAM, que há 15 anos, ao decolar do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, sofreu uma pane e veio a cair nas imediações).

Ao conversarmos com o pai, percebemos que ele não tinha consciência de que havia morrido nesse acidente. Não tinha consciência também de que estava vampirizando a energia de sua filha, causando sua fadiga crônica e, sem saber, deixando-a desvitalizada, exaurida. E o sintoma de fotofobia que ela sentia era causado pelas emanações do ambiente escuro, das trevas, onde o pai habitava.

Ao lhe informar que não pertencia mais ao mundo dos vivos, dos encarnados, e que sua presença constante junto à filha a estava prejudicando, ele, chorando, pediu perdão, pois não sabia disso. Aceitou ajuda dos dois seres amparadores de luz que o levaram para uma Luz Maior. Após sua ida para a Luz, a paciente recuperou sua vitalidade, não sentindo mais aquela exaustão que a deixava bastante debilitada, bem como a aversão à luz, que a incomodava muito.

Este caso bem sucedido que ilustrei como exemplo de um vampirismo de energia de um desencarnado para um encarnado, pode ocorrer também (e com muita freqüência) entre os encarnados. Ou seja, esse tipo de vampirismo ocorre –na maioria das vezes de forma inconsciente–, tanto com os entes queridos (cônjuge, pai, mãe, irmãos, parentes), bem como com os amigos, colegas de trabalho, chefes, clientes, ou mesmo com pessoas estranhas e com os profissionais de cura (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas etc.), que desenvolvem um trabalho que exige um dispêndio grande de energia. Esses profissionais estão mais vulneráveis ao vampirismo, à perda de energia, onde os pacientes -consciente ou inconscientemente-, retiram deles a energia que necessitam.

Caso Clínico: Vampirismo

Veio ao meu consultório uma mulher de 37 anos, que assim me relatou: Não tenho vontade de fazer nada, Dr. Osvaldo; tenho muitas idéias, penso em colocá-las em prática, mas não consigo. Eu me formei a duras penas, ou seja, até o 9º semestre da Faculdade de direito, era a melhor aluna, nunca tinha ficado de exame; porém, no último semestre quase fui reprovada em uma matéria. Nunca passei no exame da OAB (Ordem dos Advogados); no entanto, faço os testes que esses sites de concursos têm para avaliar o conhecimento dos candidatos, e eu acerto quase tudo. Mas, quando presto os exames, das 100 questões, acerto só 30.

No âmbito pessoal, tenho um marido e um filho, mas não temos uma casa própria, apesar de termos uma boa condição financeira; porém, como é só o meu marido que trabalha, eu me sinto uma fracassada. Hoje ele mora em um local e eu em outro -não me pergunte o porquê-, pois não saberia responder. A gente brigava muito quando estávamos juntos, e esse distanciamento melhorou o nosso relacionamento. Não me dou bem com a minha família e ele também não se dá bem com a dele e vivemos em uma situação que não muda: ele tem sua profissão, trabalha, mas eu não tenho forças pra nada. Até começo algumas coisas, mas nunca termino nada do que me proponho a fazer.
Sabe doutor, não tenho prazer em nada e isso vale para todos os aspectos de minha vida...

Ao passar pelas sessões de regressão, nas duas sessões, a paciente só via sombras e uma faixa de luz que saia dela para outro lugar, mas que ela não conseguia identificar o que era.Na 3ª sessão (última), ela viu um ser espiritual, um vulto escuro, e uma faixa de luz que saia dela em direção a esse ser.

- Peça para esse ser espiritual se identificar – pedi à paciente.
Ele diz que viveu comigo na vida anterior à atual, e que foi meu marido, mas nos separamos. Fala que não vai me deixar nunca, jamais!

- Pergunte-lhe como você pode ajudá-lo?
Ele disse que não precisa de ajuda, que vai esperar por mim assim que eu desencarnar.

- Qual o motivo dele estar aqui no consultório?
Diz que vive da minha energia, que ele só está aqui porque suga toda a minha vitalidade, e que é ele que impede que eu faça as coisas.

- Por que ele faz isso?

“Porque só assim serei dele de novo. Diz ainda que faz com que eu não tenha vontade de sair de casa porque me quer só para ele... Ele é obcecado por mim! (pausa).
Dr. Osvaldo, agora está vindo uma luz dourada que nos envolve... Essa luz restabelece minhas forças e corta a conexão com este ser que suga minha energia. Essa luz se identifica como minha mentora espiritual... Fala que preciso também me ajudar, não deixando que esse ser atrapalhe a minha vida, sendo forte. Ela diz que se eu sentir vontade de ficar na cama, preciso reagir, tenho que me levantar, mesmo contra a minha vontade; preciso fazer a minha parte.

A minha mentora espiritual diz ainda que preciso pedir perdão para esse ser, e que ele também precisa me perdoar, pois tivemos uma relação muito conturbada nessa vida passada, como marido e mulher. Ela diz que houve a separação porque tudo o que tínhamos que aprender naquela existência passada ocorreu, mas ele não aceitou. (pausa).
Dr. Osvaldo, ele está escutando com muita atenção o que a minha mentora espiritual está dizendo... Eu sinto que ele quer ir embora, mas há também de minha parte a vontade que ele fique... Eu irei sentir a falta dele (paciente fala chorando muito). (pausa).

Estamos nos despedindo com o compromisso de um dia voltarmos a ser marido e mulher... Ele está indo embora... Olha para trás pra me ver pela última vez... Agora entrou numa luz forte”. (pausa).

- Como você está se sentindo? - Pergunto à paciente.
“Estou sentindo três coisas: a minha energia está de volta e há ainda tristeza por não tê-lo mais por perto. Mas também uma sensação de liberdade que eu desconhecia”.
Dr oswaldo Shimoda


Perda de energia e vampirismo espiritual

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Por Adriana Garibaldi - Permanecemos imersos num mar energético e este, tanto quanto o oceano, guarda leis que precisam ser atendidas para fugirmos do perigo. As energias que nos penetram e interpenetram são qualificadas conforme o teor de nossos pensamentos. Tudo é energia, mas ela não é qualificada em seu estado original. Os pensamentos e as emoções as qualificam, dando-lhes uma coloração própria.

Todos somos responsáveis pela qualidade energética de nosso planeta, tanto quanto por mantermos o nosso ar, a nossa água e a nossa atmosfera em perfeita condição de pureza. Manter limpas essas energias por meio de um pensar harmonioso e puro é tarefa de todos, mas obrigação básica para os que já começaram a despertar para uma nova compreensão espiritual.

As energias magnéticas espirituais, tanto quanto o ouro ou outras formas de riqueza material, podem ser poupadas, guardadas, armazenadas, doadas, roubadas, etc... A riqueza energética com que a vida nos brinda de forma graciosa e abundante é capaz de promover milagres na nossa vida quando aprendemos a manuseá-la com sabedoria e competência.

Imaginemos que a vida nos coloca nas mãos uma soma muito grande de dinheiro. Seria descuido da nossa parte mantê-lo desprotegido. Seguramente a entregaríamos a uma instituição bancária para ser devidamente aplicada, garantindo o seu valor.

Reflitamos agora. A energia magnética entregue pelo Pai como precioso patrimônio, tanto quanto a energia do dinheiro, precisa ser devidamente vigiada. Como disse no começo, essa energia pode e deve ser armazenada e quanto mais o fizermos, maior será o nosso poder para atrair mais e mais energia da fonte. Lembremos sempre as palavras de Jesus, o Cristo: "A quem tem se lhe dará e terá em abundância".

Agora pensemos um pouco a respeito disso. Quando permanecemos distraídos, perdendo o foco de concentração que deve ser mantido sempre vigilante, perdemos energia. Quando falamos a esmo ou tentamos fazer um esforço para impressionar a quem nos ouve, perdemos energia, entregando-a ao nosso interlocutor. Quando deslocamos o nosso corpo emocional tentando auxiliar outrem de forma imprevidente sem um preparo interno perdemos energias.

Auxiliar o nosso próximo é tarefa importante para todos nós, mas devemos fazê-lo de forma sábia, sem abrir nosso campo áurico de maneira perigosa. Nesse caso não só estaremos perdendo energia como permitindo que ela seja vampirizada pelo nosso irmão que inconscientemente acaba exaurindo nossas forças psíquicas. Quanto mais energia for acumulada, mais e mais energia será atraída para nós e maior será a nossa força. Desse modo teremos condições de nos transformar numa usina de armazenagem de energia, podendo direcioná-la em beneficio das pessoas as quais desejarmos levar auxílio.

Quanto maior for a energia que acumulamos, mais energia será atraída para nós. Quando dispersamos a pouca energia que temos, menos energia teremos e menor será o nosso poder para manter-nos ligados à Fonte que a emana. Lembremos que "a quem mais tiver, mais se lhe dará".

Existe um método prático para aprender a armazenar energia.

1- Não nos rendermos à tentação, principalmente à tentação de destaque. Este é um ponto importante que deve ser considerado em primeiro lugar. Quando desejamos chamar a atenção de nosso interlocutor um canal fluídico se abre de nós para ele e a nossa energia magnética fluirá através desse canal deixando-nos exauridos.
2- Não falarmos sem propósito, de forma compulsiva e, principalmente, não fazermos apreciações críticas a respeito dos outros. Falar mal dos outros, especialmente dos ausentes, abre o nosso campo áurico ao influxo do astral inferior que acaba roubando nosso tesouro energético.

3- Sermos comedidos ao falar, pensando em cada frase para não despendermos a nossa energia através da fala. Lembremos sempre que quanto mais as energias forem poupadas, mais energia teremos à disposição.

4- Quando nos sentirmos inclinados a prestar algum auxílio aos outros, principalmente através da palavra, devemos faze-lo sabiamente, sendo, para isso, preciso envolvermo-nos numa couraça protetora. Imaginemo-nos dentro de uma redoma de vidro, na cor ou no formato que desejamos. Ela deve ser semipermeável e controlada pela nossa própria vontade. Dessa forma teremos o poder de doar as energias necessárias para nosso irmão sem corrermos o risco de sermos assaltados energeticamente por ele. Envolvamo-lo, ao mesmo tempo, numa aura de luz, preferentemente na cor rosa, mentalizando em seu favor um cordão luminoso que o mantenha unido à sua própria alma. Lembremos que a nossa mente é criativa e guarda o poder de transformar, criar e construir conforme a nossa vontade, renovando-nos para uma nova jornada de clareza mental e despertar interior.

Mensagem inspirada pelo mestre Vywamus


Larvas astrais e mentais


É importante saber que, do ponto de vista esotérico-gnóstico, não existem somente larvas em nível físico, como os vermes intestinais, que roubam nossa vitalidade, mas entidades que em outras dimensões se apropriam de nossa saúde, bem-estar, prosperidade, riqueza e equilíbrio mental/emocional. Essas entidades são denominadas Larvas Astrais e Larvas Mentais.

Essas entidades do mental e do astral inferiores alimentam-se de nossos atos, pensamentos e desejos negativos e destrutivos. Normalmente são gerados em locais onde há uma Egrégora, ou seja, um ambiente que congrega pessoas que têm um pensamento, sentimento ou atitude característicos, como bares, boates, clubes, paradas militares, danceterias, baladas, estádios de futebol, e principalmente locais com “astral pesadíssimo”, como bordéis, prostíbulos etc.

Os elementares, também conhecidos como Elementários (não confundir com os elementais da natureza, que são as almas das plantas, dos animais etc.) ou Larvas, podem ser também gerados em nossos lares ou ambientes de trabalho quando se gera um hábito ou pensamento negativo.

Por incrível que possa parecer, muitas vezes essas entidades, que no popular são chamadas de “encostos” (que também podem ser almas de desencarnados sofredores, mas na maioria são essas Larvas), roubam até mesmo a prosperidade de nosso ambiente de trabalho, sugando qualquer possibilidade de atrair clientes, bons negócios etc., além é claro da questão da saúde física e interna.

Para compreendermos um pouco mais sobre essas Larvas, passamos a lista de alguns tipos de larvas astrais/mentais:

Dragões: formas-pensamento criadas em prostíbulos, bordéis, boates e congêneres.

Íncubos e Súcubos: nascidos de fantasias sexuais, sonhos eróticos e masturbação. Os íncubos acompanham as mulheres e os súcubos permanecem na atmosfera áurica dos homens, alimentando-se dos fluidos sexuais de suas vítimas.

Fantasmatas: átomos putrefatos desprendidos de cadáveres. Pululam nos cemitérios e adjacências. Fixam-se nas pessoas emocionalmente receptivas que visitam cemitérios e/ou que ficam pensando compulsivamente em pessoas falecidas.

Leos e Áspis: nascem de atitudes ligadas ao orgulho e ira exacerbados, em reuniões de partidos políticos, desfiles militares e debates que não levam a nada.
Mantícoras e Basiliscos: gerados em atos sexuais antinaturais (bestialidades, atos homossexuais, sexo anal, sexo grupal e demais atos e fantasias sexuais).larvas-astrais-gnosisonline

Encostos: nascem da energia da inveja ou de luxúria, projetam-se de uma pessoa à outra. Comumente, provocam mal-estares nos sistemas digestivo e respiratório, provocando náuseas, ânsias de vômito, resfriados prolongados, e são vistos pelo vidente “colando-se” nas costas da vítima.

Há muitos outros, como os Vermes da Lua, Caballis e Vampiros, que se alimentam de sangue (locais onde houver mênstruo, matadouros, depósitos de lixo hospitalar etc.), comida apodrecida, casas sujas, terrenos baldios e muito especialmente cemitérios.

Drogas, bebidas e Larvas Vampirescas

O uso de álcool e drogas que causam alucinações e psicodependência têm um lado “oculto” que não é computado nos processos terapêuticos: o despertar dos chacras (vórtices de energia) negativamente, gerando “visões” paranormais terríveis para os dependentes, e o desequilíbrio dos corpos internos (etérico, astral e mental). Essas visões causadas pelo giro “invertido” dos chacras é o que se chama delirium tremens.

Os videntes percebem no campo áurico de praticamente todos os psicodependentes entidades que vampirizam a energia vital, além de escravizar tais dependentes, infundindo-lhes pensamentos e desejos compulsivos para a continuidade do vício.

Algumas das terapias (não as únicas, obviamente) que se deveriam usar:

– limpar a aura desses doentes e das casas onde vivem com “incensos fortes” (como benjoim e casca de alho), para destruir ou afugentar as larvas-encosto;

– invocar os santos mestres da Grande Fraternidade Branca para que reequilibrem os corpos internos dos viciados.

É lamentável afirmarmos que há casos em que tanto os neurônios quanto o corpo mental de muitos viciados já estão tão comprometidos que o carma desses infelizes é nascerem, na próxima encarnação, com o corpo físico deformado em grande proporção. Mesmo assim, lutar por nossos irmãozinhos enfermos e viciados é importantíssimo, numa época como a atual…

Defumação com Incensos

Muitas dessas larvas (porém não todas) podem ser destruídas com as sufumigações (o termo popular utilizado é “defumação”), aliadas a trabalhos mágicos, com orações e rituais de limpeza, Magia Elemental etc.

Existem alguns elementos de comprovada eficácia, como:

Aloés, mirra, cânfora, assafétida, pau d’alho, arruda, alecrim, benjoim, a casca de alho, enxofre (em pequena quantidade) e zimbro.

Esses produtos, repito, se queimados no carvão em brasa, irradiam juntamente com a fumaça desprendida múltiplos elementos purificadores do local e da aura.

Há, por outro lado, ervas que conseguem produzir um clima emocional superior, sutil, não só destruindo as energias negativas, mas também atraindo a atenção e presença de elementais e anjos. Temos alguns exemplos:

Óleo de rosas, heliotrópio, nardo, murta, além do mais famoso de todos, o olíbano, popularmente conhecido como “incenso de igreja” (os mais indicados são os importados da Somália, dos países árabes e do Irã).

Aceita-se no esoterismo e nas práticas mágicas que a fumaça do olíbano tem a propriedade de criar um ambiente propício para a comunhão religiosa, devocional.

Os elementais solares do incenso produzem uma vibração capaz de criar um estado receptivo para a captação das mensagens inspirativas e intuitivas que vêm das dimensões superiores.

Prática

Caso você aceite praticar um exercício esotérico, sugerimos esta prática simples, porém, de eficácia comprovadíssima:

Vá a um parque e escolha uma árvore frondosa e cheia de vida que tenha atraído sua atenção. Peça permissão primeiramente ao Cristo Cósmico para realizar esta prática de Magia Elemental. Em seguida, converse com o elemental dessa árvore e coloque suas mãos em seu tronco. Feche os olhos e sinta a energia que sai dela. Se possível, vocalize o mantra AOM e dê Amor a esse ser elemental. Faça o mesmo pedido ao elemental por 9 dias seguidos, se possível, para um resultado efetivo.

Peça-lhe que encha seu corpo e sua Alma com sua energia. Peça-lhe um sinal de seu amor para você. Se possível, volte para casa e entre em meditação, aproveitando a força etérica recebida.

Em outras ocasiões, dirija a energia desse elemental para a cura e harmonia de alguém que necessite. Observe o que se passa com essa pessoa.

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Acima, foto paranormal mostrando pessos infectadas por um “Vibrião Psíquico” que impregna certos ambientes negativos, como bares, boates, bordéis, estádios de futebol etc. Deve-se evitar tais espaços por conterem energias etéricas, astrais e mentais altamente tóxicas.


Fonte: http://anovadescoberta.blogspot.com.br/
http://somostodosum.ig.com.br/
http://www.gnosisonline.org/

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