WTC 11/09 - A Maior Farsa do Século?-Parte 3

Segundo avião se chocando com as torres gêmeasWTC, A GRANDE FARSa - Na década dos anos 90 formou-se o Projeto para o Novo Século (PNAC, conforme sua sigla em língua inglesa). Richard Perle é um dos fundadores do PNAC. Outros fundadores foram Dick Cheney, Donald Rumsfeld e Paul Wolfowitz. Um documento do PNAC, de 3 setembro do ano 2000, afirma que o processo de transformar a presente Ordem Mundial na Nova Ordem Mundial será longo, se não intervier um acontecimento catastrófico e catalíptico como o de um novo Pearl Harbor. 

Quem provoca a guerra sempre necessita de  um pretexto para conseguir o consentimento da  população e justificar as grandes operações militares perante o mundo. Para conseguir a aprovação dessas operações, freqüentemente insensatas, e sempre cruéis e custosas em suas conseqüências, é indispensável influenciar psicologicamente a opinião pública de modo sistemático e constante. Toda guerra começa com uma mentira imediata! O pretexto dos norte-americanos para desencadear a guerra no Vietnã foi uma história fantasiosa segundo a qual a frota vietnamita havia atacado a frota dos Estados Unidos na Baía de Tonkin. De acordo com as notícias surgidas na imprensa dos Estados Unidos e de todos os países satélites, a guarda costeira norte-vietnamita havia atacado com canhoneio, a 2 de agosto de 1964, dois caça-torpedeiros norte-americanos. Imediatamente, no decorrer de uma semana, o Congresso dos Estados Unidos aprovou a chamada "resolução de Tonkin", que investia o presidente de plenos poderes sobre o direito à guerra. Esse foi o início da guerra no Vietnã. Só muitos anos depois nos foi permitido saber que as notícias da imprensa citadas eram totalmente falsas. Outra história livremente inventada foi a das incubadoras. Afirmou-se que os soldados iraquianos haviam arrebatado de suas incubadoras mais de trezentos bebês kuwaitianos e que os haviam deixado no piso gelado do hospital, condenado-os assim a uma morte certa. O sentimento de desdém difundido, que essas revelações provocaram, serviu para conseguir o consentimento que justificou um ataque militar contra o bárbaro iraquiano Saddam Hussein. (COLLON, Michel. Bluf! Poker - De grootmachten, Joegoslavie en de komende oorlogen. Berchem, 2000, 125.). Também as intervenções em Granada (1983), no Panamá (1989), na Somália (1993) e na Iugoslávia (1994/1999) foram justificadas com mentiras mediáticas e atribuição de falsas culpas (cf. Robin de Ruiter, Jugoslavia: prima vittima dei "Nuovo Ordine Mondiale", Zambon editore 2003) .

No 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos foram sacudidos pelo maior ataque terrorista de toda a sua história. Meia hora antes do início oficial do horário de trabalho do World Trade Center (WTC), dois aviões de linha, lotados de passageiros, se arrebentaram contra as torres gêmeas, símbolo do capitalismo mundial. Foi talvez um acaso, mas é preciso recalcar que o ataque se tenha dado meia hora antes do início oficial das atividades no local. No WTC, com efeito, trabalhavam cerca de 50 mil pessoas. Nos ataques morreram presumivelmente entre 3 a 4 mil pessoas. Muitas delas eram trabalhadores e pessoal da limpeza.
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Uma equipe de funcionários do canal de televisão CNN fez suas tomadas desde a rua exatamente sobre o ponto das torres em que explodiram os aviões. Aparentemente os câmaras se encontravam diante do WTC para filmar um exercício de treinamento dos bombeiros. Quando ouviram o ronco de um avião não orientaram as câmaras para o avião, mas sim para o ponto em que o avião explodia contra a torre. Outra casualidade! (Informações políticas que lançam luz sobre o contexto de 17 de outubro de 2001). Ou será talvez que não se tratou de uma simples casualidade?

A professora norte-americana especialista em comunicações, Joan Deppa, disse: "Montaram uma encenação semelhante a um show de televisão. Aquilo tinha que acontecer diante dos nossos próprios olhos".( Der Spiegel, m. 38/2001.) Com uma sincronização perfeita, os agressores se cientificaram de que o ato mais espetacular de sua horripilante exibição foi transmitido para todo o mundo. Os autores do atentado deram exatamente 18 minutos de tempo aos canais de televisão desde o primeiro ataque até que o segundo jato de passageiros seqüestrado penetrou na torre sul do World Trade Center e desapareceu envolvido em uma violenta bola de fogo.

Ambas as torres ruíram durante as duas horas seguintes. Depois da derrubada a população foi tomada de pânico e todas as pontes e todos os túneis foram fechados.

A explicação oficial da derrubada das duas torres foi que o combustível dos aviões se incendiou desenvolvendo uma temperatura de mais de mil graus centígrados, o que fez com que as' estruturas de aço se fundissem e perdessem sua resistência. Todavia, as torres se dobraram muito abaixo do ponto em que se arrebentaram os aviões em ambos os edifícios. Oficialmente afirma-se que tal coisa poderia se explicar pela descida do querosene inflamado para os pisos inferiores. A teoria oficial da derrubada acaba sendo um paradoxo. Só no momento da explosão o querosene alcança um calor próximo dos mil graus centígrados. Em 1988, um arquiteto do WTC afirmou, durante uma entrevista pela televisão, que os edifícios haviam sido construídos de maneira que pudessem resistir, em caso de incêndio, até uma temperatura de dois mil graus. Lee Robertson, responsável pela estática das torres gêmeas, disse: "Os edifícios estavam revestidos para resistir a um ataque de aviões jumbo, que possam levar uma carga de combustível maior que a dos aviões usados no atentado".

Afirma-se que a causa da derrubada não se deve atribuir ao impacto dos aviões, mas sim antes a uma série de explosões que aconteceram imediatamente antes de as torres caírem. Algumas testemunhas oculares, entre elas vários jornalistas, referiram que haviam ouvido explosões alguns segundos antes da queda das torres. O correspondente da BBC, Steven Evans, por exemplo, declarou pouco depois: "Houve uma grande explosão debaixo do edifício". A 24 de setembro, o bombeiro Louie Cacchioli disse a um jornalista: "Subi com meus homens no elevador ao andar 24 para evacuar as pessoas que estavam trabalhando na torre. Quando subimos pela última vez, escutamos a explosão de uma bomba. Cremos que colocaram bombas no edifício". Não obstante, os meios de comunicação dos Estados Unidos não mencionaram nenhum desses testemunhos. Facts, por sua vez, foi uma das poucas revistas de informação européias que publicou a hipótese de uma explosão no World Trade Center no nível da rua.

Um cidadão alemão que trabalhava em um edifício próximo e que subiu ao teto para observar melhor, declarou depois à CNN que havia ouvido claramente várias explosões antes que ruísse à torre sul. Um jornalista afirmou ter visto, pouco antes da queda das torres, fogo que vinha de baixo. Um homem narrou para a revista American Free Press que havia visto uma série de fulgores entre o andar 11 e o andar 15 da torre sul seguidos do ribombo de explosões. A seguir, a torre ruiu. A testemunha ocular falou de seis esplendores muito semelhantes, que aconteceram quase ao mesmo tempo (a torre se sustinha sobre seis apoios principais).

É além do mais muito importante notar que se observarmos a queda das duas torres do WTC, isto sucedeu segundo as normas profissionais prescritas para. a demolição de um edifício. As torres caíram de cima para abaixo, como se derrete uma vela. Não se dobraram, muito longe do ponto onde se arrebentaram os aviões, segundo a versão oficial. A simples explosão do querosene dos aviões não poderia ter: provocado semelhante ruína dos edifícios, uma derrubada perfeita sob o ponto de vista profissional. Tratou-se, pois, de um trabalho especializado de demolição. Uma derrubada por enfraquecimento das estruturas de sustentação, que segundo o parecer dos especialistas, deveria ter produzido, pelo contrário, uma destruição não simétrica.
Diversos especialistas explicaram que semelhantes derrubadas "organizadas" só são possíveis quando se recorre ao emprego de explosivos. Nas torres de que falamos incendiaram-se a propósito materiais inflamáveis, sustenta Van Romero, perito em demolições com materiais explosivos e Vice presidente do New México Institute of Mining and Technology (instituto Técnico para a Indústria Mineira e Tecnologia). Romero é ex-diretor do centro de investigação de materiais explosivos e seus efeitos na demolição de edifícios, construções elevadas e outras estruturas. De acordo com Romero, a derrubada de ambas as torres sucedeu de tal forma que se exclui como causa da destruição a colisão de dois aviões. Afirma: "Havia materiais explosivos nos edifícios".

Segundo os especialistas em demolição, não existe nada mais difícil do que pôr abaixo um arranha-céus, porque tende a inclinar-se para um lado, como uma árvore. Para que isto não aconteça instalam-se, em pontos estratégicos, cargas explosivas com uma força de explosão calculada com precisão, de maneira que o edifício "impluda", isto é, caia sobre si mesmo e não sobre os edifícios circunstantes, exatamente como vieram abaixo as duas torres gêmeas. Os especialistas em materiais explosivos consideram praticamente impossível que ambos os arranha-céus pudessem ter caído de maneira tão controlada com o simples impacto dos aviões.

Nos Estados Unidos ativa-se sempre o Energetic MateriaIs Research e o Testing Center Tech em caso de ataques ou catástrofes. O diretor do Tech, Dan López, surpreso, assegurou que desta vez sua empresa não havia sido envolvida na investigação da catástrofe de Nova York.( Albuquerge lournal, dei 17 de setembro de 2001. ) O autor Benjamin Seiler declarou a várias revistas: “Às ruínas do World Trade Center acorreu, em primeiro lugar, a empresa de demolições Controlled Demolition Inc. Essa empresa de Baltimore especializa-se na demolição de grandes edifícios. E, outra estranha coincidência, trata-se da mesma empresa que se encarregou de remover os escombros do edifício Murrah, da cidade de Oklahoma, destruído por um misterioso atentado. Nem mesmo em Oklahoma puderam os especialistas independentes colaborar e portanto ninguém pôde refutar a teoria oficial sobre o atentado. Afirma-se que esse edifício não foi explodido só por Timothy Me Veigh (que, no entanto, foi condenado à morte e executado), mas por várias bombas que foram colocadas previamente no interior do edifício. Por quem? Essa pergunta continua valendo também para o World Trade Center. É preciso salientar que a empresa de demolição, antes citada, havia consultado os cabeçalhos das primeiras páginas dos periódicos pela acusação de doações ilegais aos políticos. Segundo o American Free Press, a polícia de Nova York censurou a Controlled Demolition Inc., por sua maneira pouco transparente de trabalhar: parece que algumas partes do aço dos escombros do WTC não foram transportadas para os lugares previstos para sua concentração, onde os especialistas deveriam tê-las analisado, mas foram sim levadas para empresas de sucata controladas pela máfia" .

Se realmente fizeram explodir várias bombas, é preciso levantar as perguntas: por quê?, e por quem? Sabe-se que os terroristas às vezes começam com uma manobra que distraia a atenção (neste caso, os aviões) para desferir o verdadeiro golpe mortal em outro ponto (as bombas). Os terroristas queriam ter certeza de que de fato os edifícios verdadeiramente viriam abaixo. Mas por que então essa implosão perfeita? O objetivo dos terroristas deve ter sido o de matar o maior número de pessoas e causar a maior quantidade possível de danos. Mas então porque I se empenhar em um trabalho de provocar a queda controlada impedindo que outros edifícios próximos fossem danificados?

Quando o primeiro avião se arrebentou contra o arranha-céu direito do World Trade Center, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush encontrava-se na escola elementar Emma E. Booker, na Flórida. O Herald Tribune, de Sarasta, de 12 de setembro de 2001, informou que Bush estava lendo uma história sobre algumas cabras e uma menina a 18 alunos do segundo grau no salão escolar, quando seu chanceler-chefe, Andrew Carl, lhe sussurrou ao ouvido a má notícia. Sem mudar de expressão, Bush continuou a leitura! Se você fosse o presidente e tivesse recebido uma notícia de impacto de tamanha importância para seu país... seria capaz de conservar a mesma expressão e continuar lendo para crianças escolares mais historinhas? Como é possível que o presidente G. W. Bush não parecesse surpreso, assustado e profundamente chocado quando lhe informaram pela primeira vez a catástrofe que, seja lá como tiver sido, aconteceu à vista de todos? Um perito, comissário judicial, que observou pela televisão a expressão de G. W. Bush quando recebeu a notícia, comentou: "Ele já sabia!" É preciso acrescentar que Bush demorou cerca de meia hora para informar a imprensa sobre a tragédia!

Muitas horas depois, G. W. Bush foi levado para o quartel-general do comando aéreo estratégico de Nebraska. O presidente não voltou antes das 19 horas a Washington, isto é, quase dez horas depois do primeiro ataque. O regresso do presidente a Washington, tão tarde, provocou numerosas críticas. Por esse motivo, o chefe da estratégia de G. W. Bush, Karl Rove, fez uma série de chamados para informar os repórteres dos meios de comunicação que o presidente não havia voltado imediatamente a Washington a 11 de setembro porque o avião que caiu sobre o Pentágono provavelmente tinha como objetivo a Casa Branca e portanto também o avião presidencial Air Force One estava em perigo.( New York Times, de 23 de setembro de 2001)

Na tarde de 12 de setembro, o Associated Press e a Reuter revelaram a presença de um espião na Casa Branca..a New York Times sustentou que um chamado telefônico anônimo, que anunciava o ataque ao avião presidencial Air Force One, havia utilizado palavras cifradas que demonstravam um conhecimento interno dos planos do governo. a porta-voz do presidente, Ari Fleischer, disse: "Falamos de alguém que estava na Casa Branca e que estava bem informado, não de uma mera suspeita". Karl Rove confirmou que os terroristas conheciam os códigos e os procedimentos de segurança da Casa Branca.( 203. Neuen Solidaritiit, nr.38/2001.)

O colunista do New York Times, William Safire, ex-conselheiro de Richard Nixon, em seu artigo principal salientou uma questão importante: "Como os terroristas obtiveram a informação cifrada e o knowhow da transmissão que lhes permitiu o mais terrível ataque? O conhecimento dos códigos secretos dos deslocamentos do presidente e dos planos secretos de emergência demonstram que os terroristas tinham informantes dentro dos serviços secretos do FBI ou da CIA.( New York Times, de 13 de setembro de 2001.)

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Nunca se saberá se a pergunta levantada por William Safire levou à declaração por parte do governo, duas semanas depois, que os serviços secretos não haviam recebido nenhum chamado que exprimisse uma ameaça direta contra o avião presidencial. O correspondente da WSWS, Jerry White, fez o seguinte comentário: O fato de que altos funcionários, em um momento de crise extraordinária e de grande preocupação pública, mintam para proteger a imagem do presidente, é de grande importância política. Se a Casa Branca, 24 horas depois dos ataques terroristas, difundiu informações falsas e enganou a opinião pública norte-americana e os cidadãos de todo o mundo, então nenhuma comunicação dada a público pelo governo depois do dia 11 de setembro pode ser tomada a sério. A história difundida no dia 12 de setembro por Karl Rove, Ari Fleischer e outros funcionários da Casa Branca, levanta questões ainda mais explosivas e potencialmente perigosas do que as que nos apresentou o comportamento do presidente Bush no dia 11 de setembro.( WHITE, Jerry. Das Weisse Haus log über die Bedrohung der Priisidentenrnaschine (A Casa Branca mentiu sobre a ameaça ao avião presidencial), en WSWS (www.wsws.org).de 28 de setembro de 2001.)

O governo mentiu à população estadunidense e ao mundo. Mentiu no dia 12 de setembro, quando nos contou a historieta sobre a ameaça contra o Air Force One, ou melhor, mentiu quando duas semanas depois negou essa história. Se esse chamado telefônico realmente tivesse ocorrido, daí surgiria uma segunda teoria: a de um ajuste entre os terroristas e uma instituição do Estado. Não obstante existe também a possibilidade de que o chamado não fosse uma ameaça, mas sim a advertência de um informante do governo que conhecia os planos e as atividades dos terroristas. O comportamento de G. W. Bush desde seu aparecimento na escola da Flórida levanta, não obstante, outra suspeita... a administração de Bush estaria talvez a par já antes dos ataques?

Com uma habilidade própria de pilotos bem treinados, os pesados aviões de passageiros, cheios de combustível, foram conduzidos de maneira suicida para seus objetivos. O ataque desferido contra as duas torres do WTC demonstram uma extraordinária habilidade e experiência de vôo. Isto se aplicaria também para explicar a grande façanha do ataque desferido por um terceiro avião seqüestrado, voando a baixa altitude contra o Pentágono.

Segundo um artigo do New York Times, de 15 de setembro, existe um vazio enorme entre o momento em que o terceiro avião, o vôo 77, deu um giro, e o momento em que se precipitou sobre o Pentágono. Afirma-se que esse avião foi seguido na tela desde o momento em que aconteceu o retorno dele para o leste do país, até o momento em que se espatifou contra o Pentágono. Segundo dados do Pentágono, já às 8h38 de terça-feira, o Comando da Defesa do espaço dos Estados Unidos havia sido alertado. Nem o controle aéreo nem a Força Aérea nem o FBI explicaram por que razão não soou o alarme e por que não se procurou interceptar o avião seqüestrado quando ele se afastou da rota de vôo prevista para dirigir-se para o Pentágono. Como pôde esse avião passar despercebido durante quase uma hora, depois que já outros dois aviões seqüestrados haviam se despedaçado contra os arranha-céus do World Trade Center? Como pôde esse avião, que originariamente se dirigia para o meio-oeste do país, inverter sua rota, e sem ser incomodado voltar para Washington em direção ao Pentágono? Se sabiam que o avião se dirigia para Washington, por que não procuraram ao menos obrigá-lo a aterrissar e, em caso de não o conseguir, tê-lo derrubado?

A FAA (autoridade encarregada da segurança aérea norte-americana), com base nas instruções de rigor, apenas nota o desvio na trajetória de um avião, procura em primeiro lugar entrar em contato com o piloto. Se não o consegue, declara-se o estado de emergência e se coloca em alerta todo o espaço aéreo da região em questão. Com procedimentos precisos se estabelece se o avião foi seqüestrado ou se perdeu o controle. Sabendo que o fator tempo é determinante, esses procedimentos são definidos com clareza e são objetos de treinamento prévio para ser aplicado o mais rápido possível Em determinadas situações de emergência, sobretudo em caso de seqüestro, normalmente se pede a intervenção do exército.( Strategic Alertt, nr. 38/2001.)

Na realidade o vôo 77 não foi seguido na tela do Comando da Defesa do espaço estadunidense. Pouco tempo depois que aconteceu a volta para o leste do país, o avião desapareceu da tela. O que realmente aconteceu com o vôo 77? Algumas pessoas sustentam que avião nenhum se atirou contra o Pentágono.

Afirma-se o radar mostra que o piloto fez o avião voar sem erro ao redor do Pentágono. Por quê? Para atacar o Pentágono, o mais fácil e mais destrutivo seria cair com o avião desde o alto encima do edifício. Oficialmente se diz que depois o piloto conduziu o avião em uma profunda espiral de dois minutos e meio para baixo, controlada ao extremo desde uma altura de 7 mil pés, para depois se precipitar, voando só algumas dezenas de metros acima da rua para o Pentágono. Essa manobra é impossível. O computador que controla o avião jamais teria permitido isso. Ao contrário, entraria em ação intervindo e corrigindo o piloto. Alguns declararam que os pilotos teriam desconectado os computadores, mas segundo os fabricantes dos Boeing 757 isso é impossível.

Como dissemos, o vôo foi tão baixo a ponto de quase roçar um cabo elétrico da estrada. Que experientíssimo piloto poderia manobrar o Boeing a ponto de quase tocar o solo, mas sem roçar o mato nem os faróis do alambrado, nem os cabos elétricos? Todos continuaram intactos!

O Pentágono não é muito alto. O Boeing tem a altura de três andares. Não obstante só os dois primeiros andares foram danificados. Por que preferir o difícil choque contra uma fachada de 24 metros de altura em vez do facílimo impacto contra o teto do Pentágono, que abrange uma superfície de 29 acres?

Foi um acaso que o impacto acontecesse precisamente na única pequena parte do Pentágono que estava em obras, razão pela qual morreram só um general e 124 civis em vez das muitíssimas mais vítimas que o mesmo impacto teria provocado entre as 23 mil pessoas que aí trabalham diariamente se tivesse se chocado em qualquer outra parte do edifício?

É contrário a toda lógica que um avião Boeing 757, que pesa 100 toneladas, que tem uma fuselagem de quatro metros de diâmetro, dois sólidos motores de mais de oito metros de perímetro, 38 metros de largura, 47 metros de comprimento, 12 metros de altura aí incluída a cauda e que se afirma que se arrebentou a mais de 400 quilômetros por hora, produzisse só um buraco arredondado de uns quatro por seis metros. E na parte inferior (a mais afastada do lugar do impacto) do terceiro anel, um buraco quase perfeitamente circular de uns dois metros e trinta centímetros de diâmetro. Será mesmo que se tratava de um avião? Acrescentamos que em toda evidência apresentada pelo governo dos Estados Unidos e outras convincentes provas fotográficas, não se encontram escombros de um avião, equipagens dos passageiros ou corpos dos mesmos. É interessante acrescentar também que nunca passou nem uma só .vez a filmagem do choque do vôo 77 contra o Pentágono. Os bombeiros apagaram o fogo com água. O combustível de um avião não se apaga com água! Existem cinco imagens de um vídeo publicado pelo Pentágono de um objeto invisível com uma coluna de fumaça branca, aludindo que se trata do vôo 77. Todavia os aviões só deixam uma esteira de fumaça branca quando estão em grande altura, por causa das extremas temperaturas abaixo de zero. Ao invés um foguete de longo alcance solta fumaça branca. Todos estes antecedentes parecem confirmar que nenhum avião se chocou contra o Pentágono.

O pessoal do Pentágono que morreu foi levado para o necrotério em Fort Belvoir , situado na Virgínia. Esses mesmos corpos foram mais tarde levados para outro necrotério em Dover, em Delaware. Então , o que aconteceu com os passageiros do vôo 77? Que aconteceu realmente com seu avião quando ele não se arrebentou contra o Pentágono? Existem rumores que afirmam que o vôo 77 aterrissou em uma base militar em Ohio, de onde se transferiram tanto os passageiros quanto a tripulação para um quarto onde voaram em pedaços. As partes dos corpos dos passageiros e da tripulação foram levadas para o necrotério em Dover ao passo que os corpos dos empregados do Pentágono eram conduzidos do necrotério em Virgínia para o necrotério em Dover. Aqueles que trabalhavam no necrotério em Dover jamais poderiam imaginar que os corpos proviessem de diversos locais.

Segundo a página web do Pravda, em russo, o comandante-em-chefe da aeronáutica russa disse: "Em geral é impossível realizar um ataque terrorista com o cenário descrito nos Estados Unidos. Se aqui chegasse a acontecer algo semelhante, eu seria informado imediatamente e em poucos minutos já estaríamos todos voando".

Inicialmente o governo dos Estados Unidos sustentou que nenhum avião de guerra estava posicionado e pronto para entrar em ação nas proximidades do Pentágono. Esta é uma mentira das boas!

A apenas 15 milhas de Washington situa-se a base Andrews da Força Aérea em Maryland, onde costuma estacionar o avião presidencial Air Force One. Na base aérea Andrews existem sempre dois esquadrões de interceptadores (aviões de guerra F-16 e F / A-18) prontos para entrar em ação. A serviço desses esquadrões estão centenas de empregados em tempo integral. Sua tarefa é proteger Washington. Como é que não entraram em ação? No caso do vôo 77, que, depois de outros dois terem atacado o WTC, desviou-se de sua rota pelo menos 40 minutos voando diretamente para Washington, teve todo o tempo suficiente para fazer entrar em ação os aviões militares da base Andrews e ainda outros. Houve suficiente tempo para se decidir se se abatia ou não o avião.

O vice-presidente Cheney explicou que não sabia se podia abater os aviões comerciais que chegavam ou não (NBC Meet the Press, de 16 de setembro de 2001.) Não se fez nada porque não sabiam o que deviam fazer! Esta declaração é simplesmente incrível. A explicação de Cheney é outra fábula. Documentos do FAA, acessíveis ao público, demonstram que os aviões de combate, em determinadas situações claramente especificadas, interceptam normalmente aviões comerciais, sem que para isso seja necessária a autorização da Casa Branca ou uma petição específica.

Especialistas em segurança se perguntaram .também que papéis tiveram os comandos norte-americanos da defesa antiaérea (NORAD), responsáveis pela defesa do espaço aéreo dos Estados Unidos e do Canadá contra ataques feitos com mísseis, aviões, eta. Esse comando estadunidense-canadense dispõe de sua própria instalação de radar militar, de mísseis terra-ar e de caça-interceptores norte-americanos e canadenses. Na região existem outras bases da aeronáutica militar, cujos interceptores deveriam ter alcançado o avião suspeito em poucos minutos. Tudo isto é válido para a defesa da capital, Washington, próximo da qual está a Base Aérea de Langley, muito próxima do quartel-general da CIA. Os especialistas em segurança salientam que semelhante falta não se pode atribuir à confusão por um ataque militar inesperado. Leva a pensar em uma sabotagem contra o sistema, como parte de um ataque organizado(Washington Insider, m.38/2oo1.) Além do mais é importante notar que na manhã do dia 11 de setembro as instalações de controle do espaço aéreo e da defesa aérea nos arredores de Washington de quando em quando não funcionavam.( Neuen Solidarität, nr.  38/2001.) O ataque do primeiro jato seqüestrado contra o World Trade Center, demonstrou claramente que os Estados Unidos se encontravam diante de uma situação extraordinária. Todo o país estava em estado de alerta. Isso na realidade deveria ter feito mais intensa a resposta para a situação de emergência por parte dos sistemas de segurança aérea e de proteção. Os sistemas de segurança de vôos e de proteção aérea dos Estados Unidos são provados todos os dias na previsão de possíveis problemas. Apesar disso, a 11 de setembro falharam, e não por causa da natureza extrema dessa situação de emergência. Isso só pôde acontecer porque certas pessoas que ocupam cargos importantes colaboraram de maneira organizada para fazê-los falhar.

É quase certo que ninguém poderia alterar ou apagar os sistemas de segurança sem a ajuda de funcionários de alto nível. A falha no sistema de emergência ter-se-ia detectado imediatamente. Além do mais, levando em consideração a natureza catastrófica dos ataques, os mais altos chefes militares devem ter sido alertados. Qualquer que tivesse agido por conta própria nos atentados sabia que corria um grande risco de fracassar e de ser preso. Jamais se poderia ter levado à realização, e nem sequer se haveria tentado, a sabotagem de um sistema de segurança tão provado e controlado por estritas hierarquias se não se tivesse contado com a participação do comando supremo militar dos Estados Unidos. Isto inclui pelo menos o Presidente da República norte-americana George W. Bush, o ministro da Defesa Ronald Rumsfeld e o general da Força Aérea Richard B. Myers.( Illarion BykovJared Israel. Schu/dig für den 11. September: Bush, Rumsfe/d und Myers (Os culpados do 11 de setembro: Bush, Rumsfeld e Myers), em Emperor's C /othes, de 14 de novembro de 2001
(www.tenc.net). )

Michail Magrelow, especialista durante anos dos serviços secretos e vice-presidente da comissão do Conselho Federal Russo, declarou a 14 de setembro ao canal de televisão russo NTW: "Quatro seqüestros quase simultâneos, com pilotos de primeira ordem, mais a contemporânea interrupção dos sistemas de controle aéreos, mais alguns ataques bem precisos a edifícios com o objetivo de causar o maior dano possível, parece mais uma conjuração bem planejada do que um simples ato de terrorismo".

Supõe-se que os seqüestradores submeteram a tripulação antes que nenhum dos pilotos pudesse informar por meio do rádio as autoridades federais encarregadas do controle do tráfego aéreo (FAA). O fato de que nem mesmo um dos pilotos, possivelmente sob ameaça, tenha dado, mediante a cloche, o sinal em código 7700 para casos de terrorismo, requer uma explicação plausível. Segundo a explicação oficial, os pilotos não conseguiram nem mesmo digitar as quatro cifras de alarme no transponder. Os transponders de todos os aviões tinham sido apagados. Tal coisa é impossível! Mesmo que os seqüestradores tivessem conseguido desativar em um ou dois casos o transponder, é impossível que o tivessem conseguido desligar em todos os quatro aviões. Ou talvez os seqüestradores se encontravam já nos aviões antes de decolar? Se assim foi, precisavam conhecer os complicados procedimentos com instruções muito precisas e, além disso, diferentes para cada uma das companhias aéreas.( Strategic Alert, nr. 39/2001.)

É preciso dizer que talvez nem sequer havia suicidas a bordo dos aviões. Existe uma tecnologia com a qual se pode impedir que o piloto controle o avião e exercer esse controle à distância. No filme sobre pilotos da série estadunidense The Lone Gunmen, mostra-se como se podem derrubar os aviões sem que tenha a bordo uma bomba ou um suicida. Tal coisa funciona como um controle à distância instalado secretamente no equipamento eletrônico do avião. No filme citado, finalmente os bons vencem quando conseguem acessar o computador dos serviços secretos e fazer um manual override que permite ao piloto do avião decolar no último momento e evitar por milésimos de segundos que se arrebente contra o World Trade Center. Sim, precisamente no World Trade Center!

O controle de um grande avião à distância não é uma especulação. A existência desta tecnologia é já do domínio público. Só é preciso introduzir um pequeno chip no equipamento eletrônico do avião para poder controlá-lo mediante um computador à distância. Foi fabricado pela Northrop Grumman para ser utilizado no Global Hawk, um jato militar automático dos Estados Unidos que tem a envergadura de um Boeing 737.

Stanley Hilton, ex-chefe da equipe de - Bob Dole (influente senador aposentado e ex-candidato à presidência do Partido Republicano), em uma entrevista com Alex Jones, no dia 10 de setembro de 2004, afirmou que os aviões foram controlados por controle remoto: "Existe um sistema chamado Cyclops, um chip de computador no nariz do avião que permite o controle militar em terra. Esse sistema Cyclops pode desativar o controle do avião  por parte do piloto, controlá-lo e o conduzir. Isso é o que aconteceu. É uma tecnologia usada no que se chama de Global Hawk, um avião com controle remoto.  E isso é o que fizeram".


Isto talvez explique também porque foram desativados os transponders de todos os aviões e porque nenhum piloto pôde informar por rádio às autoridades do controle aéreo (FAA). Isto explicaria também o que aconteceu ao quarto avião seqüestrado, com seus 45 passageiros e membros da tripulação. O vôo UA 93 havia decolado em Newark e foi seqüestrado quase no momento em que era atacado o WTC. No avião que se dirigia para Washington algo deve ter acontecido errado. Talvez o piloto a bordo conseguiu retomar o controle manual do avião ou então a tecnologia de controle à distância não funcionou. De todas as formas, o piloto procurou aterrizar. Afirma- se também que o vôo UA 93 foi abatido por um avião de combate norte-americano F-16 antes que pudesse aterrizar. Assim se teria a certeza de que os pilotos não puderam sobreviver. De outra maneira teriam contado o que teria acontecido realmente: que os controles de repente não funcionaram, que o controle manual havia sido desativado e que o avião mudou de rota em direção a Washington como se tivesse sido controlado por uma mão invisível.

Quanto ao vôo UA 93, a Reuter relato.u que haviam caído pedaços de sucata do céu. Representantes oficiais da polícia do estado da Pennsylvania disseram que os restos do avião UA 93, que caiu em Shanksville, foram encontrados até a oito milhas de distância do lugar da queda. Os meios locais narraram a notícia dada pela comunidade cujos habitantes falaram de um segundo avião na área. Também as imagens de radar do avião seqüestrado, mostradas pela CNN, faziam ver dois pontos de radar que se encontravam muito próximos um do outro com um brevíssimo intervalo de tempo. Tratava-se do caça F-16?

Também chama a atenção que o governo. de G. W. Bush fosse já capaz de afirmar, poucas horas depois, que tinham provas de que o filho de um milionário árabe saudita, Osama bin Laden, procurado há muitos anos e chefe do. grupo. terrorista AI Qaeda, era o responsável pelos atentados. Os porta-vozes do governo enfatizaram que havia demasiado indícios, e os meios de comunicação ofereceram testemunhos irrefutáveis.

Destaca-se também o fato de que os supostos terroristas tenham cometido erros tão elementares. Deixaram montões de indícios. Por exemplo, um cartão de crédito com que pagaram todos os boletos, uma edição do Corão e um vídeo em árabe com o título Como pilotar um avião. Como puderam deixar escapar semelhantes erros perante o perfeito profissionalismo que demonstraram no extremo cuidado com que atuaram? Estas coisas não se ajustam com tão minucioso plano de ação. Os profissionais não cometem semelhantes erros!

Também é muito suspeito que um dos autores tenha sido identificado por meio de seu passaporte, o qual tenha sobrevivido à temperatura da explosão (a caixa preta do avião não pôde agüentar o calor) e.à queda de 110 andares da torre do WTC. Por que entre os milhares de toneladas de escombros do WTC, encontrou-se o passaporte de um terrorista, mas não se encontraram as caixas pretas indestrutíveis dos aviões? Além do mais o comando terrorista supostamente havia deixado algumas cartas de despedida em um automóvel estacionado no aeroporto. Essas cartas foram escritas para suas famílias. Por que não as depositaram na caixa de correio mais próxima? Tudo isto indica de fato que deliberadamente quiseram deixar marcas pré-fabricadas.

Por que os terroristas fizeram reserva dos vôos com seus verdadeiros nomes? De fato, estavam sob observação e se tomou nota de cada minuto de seus últimos dias, como se viu nas imagens publicadas e nos noticiários. Além disso, na CNN soube-se que nenhum dos nomes aparecia nas listas oficiais de passageiros. Nenhum deles passou pelos postos de inspeção.


O FBI informou que o autor principal dos atentados, Atta, perdeu uma maleta no vôo que vai de Boston a Portland, que por razões óbvias, não entrou no vôo número 11 da American Airlines. (O avião que se arrebentou contra a torre norte do WTC.) Na maleta encontraram-se uniformes da linha aérea, um testamento e uma declaração de suicídio. Que sentido tinha levar na maleta o uniforme que precisava para o atentado? Se pudesse vesti-lo estaria bem guardado no depósito da equipagem do avião? E com que finalidade uma declaração de suicídio e um testamento se ninguém poderia lê-los depois de se estourar contra a torre? Atta não teria suposto que a maleta ia ser destruída no atentado? A mesma carta é mais que misteriosa e totalmente incrível. Foram alguns terroristas tontos os que projetaram e levaram a cabo um atentado perfeito?

Existem também incongruências quanto ao tempo. Por exemplo, publicou-se uma foto de Atta tomada de um posto de vigia do aeroporto em um momento em que, segundo outras informações, não estava nesse lugar. De acordo com outra versão, Atta contava ainda com sete minutos antes do check-in. Em uma entrevista ao Tagesspiegel de Berlim, do dia 13 de janeiro de 2002, o ex-ministro alemão Andreas von Bülow expressou: "Se esse Atta era o homem-chave do atentado, é verdadeiramente estranho que tenha corrido o risco de partir no último momento em outro avião para Boston". Se esse avião tivesse tido só um par de minutos de atraso, ele não se teria encontrado no avião seqüestrado. Por que um terrorista tão refinado devia comportar-se dessa maneira?

O pai do "superterrorista" Atta jura que seu filho jamais se interessou pela religião. E efetivamente nem sequer usava barba como a trazem os talibãs observantes. Ao invés, segundo a imprensa marrom, gostava de freqüentar os lugares de divertimento, ingeria bebidas alcoólicas e levava uma vida alegre e geralmente irregular. Por um lado no-lo apresentam tão religioso que estaria pronto a sacrificar sua vida por Deus, e por outro lado o vemos totalmente carente de fé.

Como é possível que em uma das operações altamente profissionais, tanto em seu projeto quanto em sua execução, os presumíveis terroristas tenham deixado tantos sinais de suas atividades? O estouro de uma manada de elefantes não teria deixado tantas marcas! Esses sinais "como que para uma expedição de caça", visam a uma finalidade evidente: construir a imagem de um Islã inimigo.

O ex-ministro alemão Andreas von Bülow disse: " A idéia de uma nova imagem inimiga do Islã viria de Zbigniew Brzezinski e de Samuel Huntington, dois analistas dos serviços secretos norte-americanos e da política exterior. Já em meados dos anos 90 Huntington sustentava que as populações na Europa e nos Estados Unidos tinham necessidade de alguém para odiar. Isto reforçaria sua identificação com a própria sociedade. E Brzezinski, desde o tempo em que era conselheiro do presidente Jimmy Carter, batia-se pelo direito exclusivo dos Estados Unidos controlar todas as matérias-primas do mundo, especialmente o petróleo e o gás".

Os investigadores. norte-americanos colocaram em alerta inclusive seus colegas alemães. As pistas dos seus maiores suspeitos conduziam à Alemanha, sobretudo a Hamburgo. O ministro da Justiça norte-americano, John Asheroft, disse a 23 de outubro em Washington: "É claro que Hamburgo foi empregada como base central e como ponto de partida para as operações dos atentados do 11 de setembro". Os especialistas alemães em segurança ficaram assombrados pela rapidez com que o FBI soube apresentar ao BKAas mais importantes conexões dos conspiradores e autores dos atentados. "Como se só tivessem precisado apertar um botão" - comentou um deles - "como se os estadunidenses já tivessem previamente em seus arquivos uma grande quantidade de informações sobre os terroristas suicidas".

Nos meios oficiais sempre houve dúvidas sobre a credibilidade das declarações relativas aos ataques terroristas feitas pelo governo dos Estados Unidos. Os representantes do governo da Arábia Saudita haviam colocado em dúvida a lista com os nomes dos 19 terroristas suspeitos que o FBI havia identificado aparentemente como terroristas suicidas. Dois dias depois dos atentados já se sabia que pelo menos dois dos autores dos ataques, dos quais se havia demonstrado irrefutavelmente a culpa, não se encontravam a bordo do avião. Destes se disse que eram pilotos de linhas aéreas sauditas, um dos quais foi, além do mais, entrevistado pela CNN, apesar de na realidade dever estar morto. O príncipe Mit' eb bin Abdullah bin Abdul-Aziz, vice-comandante da Guarda Nacional Saudita, disse: "Muitos homens inocentes... Muitos dos terroristas suicidas estão vivos e vivem aqui ou em outros lugares".

O periódico dinamarquês Ekstra Bladet sustentava, no dia 23 de outubro de 2001, que sua redação estava na posse de uma lista do FBI com 370 nomes de pessoas apresentadas como suspeitas de terrorismo islâmico. A lista continha numerosos detalhes de sobrenomes, endereços, números de telefones e endereços eletrônicos, e quando a redação dinamarquesa apresentou essa lista ao ex-agente dos serviços secretos dos Estados Unidos, o NSA, Waine Madsen, esse afirmou que uma lista tão detalhada nem mesmo o FBI poderia elaborar em um espaço de tempo tão curto. Todas essas pessoas deveriam estar sob observação do FBI durante um longo período.( Ekstra Bladet, de 23 de outubro de 2001.)

O mesmo periódico Ekstra Bladet indicou também que muitos dos endereços dos terroristas encontravam-se próximo das bases militares ou campos de treinamento intensamente vigiados. Por exemplo, havia se referido Forth Smith, no estado norte-americano de Arkansas, muito próximo do tristemente célebre campo de aviação da CIA, de Mena. Nesse lugar realizaram-se numerosas operações secretas no âmbito do tráfico' de armas e de drogas.( Neuen Solidarität, nr. 44/2001.) Provas recolhidas permitem supor que a CIA não só sabia dos treinamentos de vôo de "milhares de árabes" chegados aos Estados Unidos nos últimos anos, mas que havia, além disso, desenvolvido por si mesma essas operações por motivos até agora desconhecidos.

Muitos políticos norte-americanos quiseram culpar exclusivamente os estrangeiros pelo terror nos Estados Unidos. Mas isso cada vez menos corresponde aos fatos. Andrej Kosjakow, ex-assistente do presidente da subcomissão do coronel russo encarregado da vigilância das atividades dos serviços secretos, acredita que os supostos terroristas foram norte-americanos ou europeus. No dia 14 de setembro ele indicou que vários passageiros do avião seqüestrado informaram com seus celulares sobre o seqüestro do avião, mas nenhum descreveu o aspecto dos seqüestradores, nem sua fala ou pronúncia; os que falaram por telefone não notaram nenhum traço especial que os caracterizasse. Daí se deduz claramente que os seqüestradores, por seu aspecto, não pareciam árabes.( Strategic Alert, nr. 38/2001.) Não obstante, as suspeitas não recaem sobre norte-americanos ou europeus, mas em compensação sobre os árabes.

Também a jornalista Barbara Olsen, comentarista da CNN, encontrava-se a bordo de um dos aviões seqüestrados. Tratava-se de uma observadora experiente. Pôde telefonar a seu esposo duas vezes! Nem mesmo ela pôde informar qualquer coisa sobre os autores do atentado. Só disse que eram três homens. Nada mais lhe chamou a atenção! Por que a seqüestrada jornalista da CNN, que telefonou às escondidas do sanitário a bordo, não mencionou a identidade árabe dos seqüestradores? Não seria talvez porque não fossem árabes?

A lista de passageiros do vôo 77 demonstra que nunca houve tripulantes de nacionalidade árabe a bordo. Da mesma maneira, nenhum árabe havia passado pelo necrotério. ThomasR.Olmsted,um oficial da Marinha, psiquiatra e titular de um ambulatório em New Orleans diz: “Atentos observadores notaram imediatamente que na lista de passageiros do vôo 77 não havia nenhum nome de raiz árabe. Uma lista de nomes não constitui imediatamente uma prova segura; uma autópsia realizada por um patologista, por sua vez, é o que nos teria fornecido esse tipo de provas. Por isso, realizei uma investigação a fim de obter a lista dos passageiros do vôo 77. Incrível! Nenhum árabe fazia parte desta lista. Segundo o meu parecer, os monstros que projetaram esse crime cometeram o erro de não incluir nenhum nome árabe na lista. Quando acontece um acidente, é praxe normal das companhias aéreas publicar uma lista dos passageiros para informar aos familiares que estão em uma angustiosa incerteza. Todos sabemos que já desde antes do dia 11 de setembro as companhias realizavam um controle meticuloso dos passageiros no momento da decolagem. É portanto extremamente improvável que cinco árabes armados tenham conseguido se introduzir clandestinamente no avião. Os bonecos manejados pelos cordéis deste complô diabólico não devem estar tranqüilos porque na realidade não conseguiram cometer - como eram suas intenções - um 'crime perfeito´ “ .

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Ao que parece, a operação de 11 de setembro foi preparada por pessoas que não só dispunham de liberdade de movimento dentro do país, mas que estavam acima de qualquer suspeita. Os atentados não teriam sido passíveis sem a ajuda de um espião de alta nível nas instituições norte-americanas. Lyndon La Rouche , personalidade discutida e da aposição política norte-americana, assegurou que a operação foi organizada nos Estados Unidos: "A idéia de que se trata de uma operação terrorista internacional é um ridículo enorme e é muita perigoso procurar um adversário equivocado ignorando qual seja a verdadeira. O importante é reconhecer o inimigo. O inimigo, a estrutura de comando, encontra-se nos Estados Unidos. O culpado certamente não é um país árabe ou de outra parte. Tudo o que aconteceu seria impossível se não tivesse na seu vértice uma organização secreta e muita poderosa nos Estados Unidos". Em um talkshow La Rouche afirmou: "Os terroristas foram adestrados muita provavelmente nos Estadas Unidos, introduzidos Estadas Unidos mediante uma operação muito bem arquitetada, da qual devem ter participado centenas de pessoas e que exigiu meses de treinamento e de preparação... Tudo isso só pôde acontecer com a aprovação de uma facção criminosa rebelde no interior das serviços militares e secretos dos Estados Unidas. Toda a operação é enorme e supera em muito a possibilidade de um só grupo terrorista, pois para uma operação semelhante precisasse de. uma preparação. de meses e apoio logístico" .( Trechos da entrevista de Lyndon La Rouche para o periódico AI-Arab e para a Revista 110 na televisão da República Dominicana.).

A ação terrorista foi coordenada em vários níveis e realizada com perfeição. Também é necessário acrescentar que o atentado devia acontecer com uma visibilidade boa. Em conseqüência, para a operação deveria ter-se em reserva diversas datas. Isto faz com que a operação fosse ainda mais complexa. Poderíamos supor tranqüilamente que se tratou de uma operação aérea militar. Nesse caso só um dos serviços especiais seria capaz disso. A organização e a preparação do atentado devem ter sido controladas em muitos sentidos pelos serviços secretos, talvez não diretamente sob ordens expressas, mas criando as condições básicas. Deve ter havido cúmplices nas estruturas governamentais e nos serviços secretos e militares dos Estados Unidos. Esse é o parecer de numerosos especialistas.

O governo norte-americano tomou conhecido que os terroristas haviam seguido um treinamento para pilotos de aviões esportivos na Flórida. Em uma entrevista para a CNN a 15 de setembro, o presidente egípcio Hosni Mubarak criticou a suposição do adestramento dos pilotos: "Alguns pilotos foram adestrados na Flórida. Muitas pessoas aprendem a voar e têm uma licença de piloto. Isto deveria significar então que estariam em condições de cumprir uma ação terrorista semelhante. Eu falo como ex-piloto, conheço muito bem essas coisas, voei com aviões muito pesados e com aviões de combate. Sei muito bem que tudo isso não é tão simples".

No que diz respeito à capacidade do piloto Mohamad Atta, presumível piloto-chefe dos terroristas de 11 de setembro, os jornais norte-americanos noticiaram que o mestre de vôo que ele teve na Flórida havia dito que raramente lhe havia acontecido ter um aluno com tamanha falta de talento.( Neuen Solidarität, nr. 44/2001.). Também se disse que os pilotos terroristas tinham se adestrado com um simulador de vôo. Todos os pilotos de grandes aviões sabem que isso é impossível.

Os terroristas fizeram realmente um curso de adestramento para pilotos na Flórida? É surpreendente, mas esta é outra mentira do governo de Bush. Rainer Rupp, que trabalhou muitos anos na direção científica da NATO em Bruxelas, escreveu no periódico Junge Welt, de 19 de outubro de 2001, que em uma conversação telefônica com um alto oficial do Pentágono, este lhe havia confirmado que alguns dos terroristas de 11 de setembro tinham sido adestrados em bases militares como Fort Bragg e Fort Benning nos Estados Unidos. O Newsweek, de 15 de setembro de 2001, narrou que alguns dos terroristas fizeram parte de um programa de intercâmbio militar em Pensacola. É digno de nota que semelhantes programas são empregados para recrutar esses oficiais como colaboradores da CIA ou dos serviços secretos dos Estados Unidos.

Nesse aeroporto da marinha militar estadunidense são adestrados, já há anos, membros das forças armadas estrangeiras, mas isto só acontece a pedido dos governos de países muito amigos do governo dos Estados Unidos. Isto esclareceria também a questão, até agora não resolvida, do porquê os pilotos que foram adestrados em pequenos aviões de hélice em escolas de vôo particulares de Miami, puderam conduzir grandes aviões de passageiros e fazê-lo com precisão absoluta. Nesse contexto é também importante recordar que os pilotos terroristas utilizaram o GPS (sistema de posicionamento satelital) como em uma ação militar, coisa que nenhum cidadão normal está em condições de fazer. Estas revelações deveriam ser de enorme importância política e colocar cada vez mais em dúvida a credibilidade de Washington perante a opinião pública.( . Rainer Rupp. Pentagon-Dementis geplatzt Selbstmordpiloten von New York und Washington wurden vom US-Militãr ausgebildet (Os pilotos suicidas de Nova York e Washington, colocados pelos malucos do Pentágono, foram treinados por militares estadunidenses), em Junge Welt , de 19 de outubro de 2001.)

Os Estados Unidos possuem a maior equipagem de serviços secretos do mundo para recolher informação e controlar as telecomunicações: a CIA, o FBI, a National Security Agency (Serviço de Segurança Nacional), a Defense .Intelligence Agency (Serviços Secretos do Exército), a Defense Signals Interception Organization, etc. Essa instituição é financiada pelo fundo secreto, cujo montante está avaliado na enorme cifra de 30 mil milhões (30 bilhões) de dólares por ano. Não obstante, nem a CIA, nem suas rivais no Pentágono com seus espiões e seus informantes, nem o FBI com seus especialistas em antiterrorismo, se conscientizaram sobre os planos dos terroristas. Nem mesmo o serviço secreto NSA, que intercepta todos os chamados telefônicos, os fax e os correios eletrônicos, encontrou nenhuma notícia importante.

Nenhum dos serviços secretos norte-americanos tinha conhecimento de informações relativas aos atentados terroristas contra os Estados Unidos. O mesmo se diga dos satélites espiões e dos aviões de reconhecimento, que não puderam dar nenhuma referência. Ted Gunderson, diretor aposentado das oficinas do FBI em Los Angeles , expressou-se desta maneira ao jornal norte-americano American Free Press: "É impossível que os serviços secretos norte-americanos não soubessem nada dos ataques terroristas projetados. Nosso serviço secreto e o Mossad (Serviços Secretos Israelitas) teriam tido ao menos algum indício". O especialista em terrorismo Mike Yardley disse: "Tratasse de uma falha incrível da parte dos serviços secretos e dos encarregados da segurança. Nos dois âmbitos aconteceram evidentemente erros enormes". (Süddeutsche  Zeitung de 20 de setembro de 2001). Tratasse de uma falha colossal dos serviços secretos ou essa ‘falha' foi organizada desde dentro? Os atentados terroristas exigem pelo menos três anos de preparação. Os serviços secretos quiseram ignorar, talvez, a organização dos atentados? Tinham os serviços secretos dos Estados Unidos conhecimento tanto do projeto quanto do atentado?

Ainda que possa parecer incrível, parece que se propagou a notícia sobre a iminência de um violento ataque terrorista. A CIA tinha um escritório secreto no WTC. Ninguém de seu pessoal foi morto. Além disso, nem mesmo houve mortos entre os dirigentes, diretores e administradores das empresas que tinham lojas ou escritórios no WTC. Nenhum deles apareceu no lugar de trabalho no dia dos atentados terroristas. Por exemplo, um alto funcionário de um certo banco recebeu a ordem de levar para a sua casa todos os documentos importantes e tomar como livre para si o dia seguinte. E esse dia, o 11 de setembro... ele entendeu por que razão.( Baseado em conversações anônimas com três importantes colaboradores  bancários.)

É também notável uma conversa telefônica entre um soldado da marinha norte-americana e seus pais antes do atentado. O soldado chamou a partir do seu porta-aviões e avisava seus pais de que algo muito grande ia se precipitar sobre uma grande cidade norte-americana na costa oriental. Por isso, o comandante havia dado ordem a seu porta-aviões de dar meia volta nessa direção. Os pais não acreditaram no seu filho e pensaram que havia visto algum filme de ficção científica na televisão, misturando em sua cabeça a fantasia com a realidade.( Informações políticas que lançam luz sobre o contexto de 17 de outubro de 2001)Também é interessante saber que os Rockefeller foram desde o princípio os proprietários do WTC, mas por puro acaso o WTC foi vendido de maneira imprevista no dia 23 de julho de 2001, isto é, sete semanas antes do atentado!

Houve, além disso, outras pessoas, grupos e empresas que tiveram conhecimento prévio dos atentados de11 de setembro em Nova York e Washington. Pouco antes dos atentados ocorreu uma imprevista e inexplicável onda de transações especulativas sobre os mercados de ações dos Estados Unidos e de empréstimos. Grupos secretos inverteram somas imensas apostando em uma crise futura. Assim por exemplo, aconteceram vendas suspeitas de ações por meio de vendedores sem respaldo. Essa espécie de vendedores se empenha em vender, a preços correntes, ações que não possuem. Eles especulam sobre o fato de que mais tarde, quando devam voltar a comprar essas mesmas ações, para restituí-las, o preço teria caído e eles obteriam o ganho pela diferença. Pouco antes dos atentados ocorreram dezenas de vendas de ações de companhias aéreas, de agências turísticas, de companhias de seguros e de financiamento que tinham seus escritórios no World Trade Center. Também foram comprados numerosos bônus do tesouro dos Estados Unidos com validade para cinco anos. Uma só das transações dos bônus do tesouro tinha o valor de 5 mil milhões (5 bilhões) de dólares. O Wall Street JournauI, de 2 de outubro, publicou: "Os bônus do tesouro com caducidade de cinco anos são a melhor inversão de capitais no caso de uma crise mundial, sobretudo se ela atinge os Estados Unidos. A atração dos bônus está em sua segurança e garantia através do governo e alcança geralmente seu ápice quando os que investem capitais evitam inversões mais arriscadas como costumam ser as ações. O valor destes bônus aumentou fortemente depois dos atos terroristas de 11 de setembro".( GREY, Berry . lnsiderhandel in USA in WSWS (www.wsws.org.).de16 de outubro de 2001.)

Quais eram os grupos secretos que inverteram somas imensas em vista da crise que se aproximava? Um banqueiro bem informado assegurou que se tratava de pessoas do Federal Reserve Bank: "A Reserva Federal comprou ações de maneira direta e imediata". (Uma voz corrente afirma que J. F. Kennedy foi assassinado, entre outras coisas, para acabar com suas intenções declaradas de colocar o Federal Reserve Bank sob o controle do poder público. Se essa notícia corresponder à verdade, isso significaria que as forças ocultas que estão por trás dos acontecimentos de 11 de setembro controlam o poder nos Estados Unidos já há muitos anos.)

A consciência coletiva da humanidade e sobretudo a dos Estados Unidos foi colocada em um estado de trauma profundo. E como bem o sabe qualquer especialista em psicologia, uma mente traumatizada é uma mente influenciável. Na esteira do trauma podemos inserir facilmente a programação e a manipulação dos sentimentos e da visão do mundo de toda uma população.

Em Trenton, situada no estado norte-americano de New Jersey, a 18 de setembro de 2001, enviaram-se cartas ao jornal New York Post e ao moderador da NBC, Tom Brokaw, cartas que continham esporos de antraz. Desde esse 18 de setembro assinalaram-se outros casos de antraz, entre outros um na Flórida, no escritório de Tom Daschle, senador do Congresso. Depois se registraram alguns casos de ataques verdadeiros e exatos de antraz no Pentágono, na ClA e em outros centros do poder governamental.


A Casa Branca e os meios de comunicação não se cansavam de repetir continuamente que a responsabilidade dos atentados com antraz não podiam provir senão de Osama bin Laden. Posteriormente, a administração norte-americana optou por acusar Bagdá como responsável pelos ataques. Supostamente, o Iraque não só estava implicado nos atentados terroristas do World Trade Center e do Pentágono, mas que seria também direta ou indiretamente responsável pelos atentados com antraz. O cotidiano do Cairo, próximo do governo egípcio, AI Ahram, publicou a 24 de outubro um artigo de fundo que definia o histerismo por antraz como um complô de guerra psicológica de alguns grupos norte-americanos, cujo único objetivo era captar o apoio do maior número possível de governos no mundo para os planos de guerra do Bush.

Scott Ritter, inspetor de armamentos, designado pela ONU no Iraque de 1991 a 1998, contradiz energicamente os presumíveis rastros estadunidenses em Bagdá. Em uma entrevista com o Boston GIobe, dá sua opinião: "Os temores de que a mão negra de Saddam Hussein estaria por trás dos atentados baseiam-se em rumores e especulações. Observando-os atentamente, não se podem considerar como acusações significativas". No Guardian de Londres Ritter escreveu: "O programa de armas biológicas do Iraque foi desmontado durante as centenas de inspeções que se realizaram por surpresa, e destruído ou abandonado por não ser perigoso. Não havia nenhuma prova verificável de que o Iraque tivesse algo a ver com os casos de antraz". Além disso, as bactérias de antraz utilizadas nos ataques, nos Estados Unidos, não são as que em um determinado momento foram cultivadas no Iraque.

Sucessivamente foi se descobrindo que essas bactérias do antraz correspondiam ao emprego "militar de uma espécie refinada de bactérias. Semelhante refino só pode ter sido realizado em um laboratório militar. De acordo com as informações mais recentes da Universidade estatal de Iowa, é provável que as bactérias de antraz analisadas provenham de um laboratório militar dos Estados Unidos. Referindose aos melhores especialistas norte-americanos em armas biológicas, a revista estadunidense The New Scientist escreveu: "As bactérias utilizadas nos' atentados com antraz nos Estados Unidos pertencem a um tipo cultivado nos Estados Unidos nos anos 60 para a produção de armas com esse material. A cepa b~cteriana é parecida com uma espécie de antraz chamado ames. Essa cepa bacteriana foi isolada em 1980 em um laboratório veterinário nacional de alta segurança em Frederick, em Maryland".

Está demonstrado, portanto, que a verdadeira origem dos atentados com antraz, atribuídos ao Iraque e a bin Laden, foi tramada nos Estados Unidos.

Deve-se mencionar que segundo algumas notícias da imprensa, correspondentes a outubro de 2001, depois dos ataques de 11 de setembro todos os empregados da Casa Branca - inclusive o presidente George W. Bush - tomaram o medicamento Cipro que os protegia contra o antraz. O medicamento foi ministrado um mês antes que se apresentasse o primeiro caso de antraz no Capitólio. O fato de que ninguém toma um medicamento como o Cipro sem uma razão evidente, deveria levar o leitor a refletir.


Jochen Schild, redator-chefe do Greenpeace Magazin, disse em uma entrevista com Hannes Kleber: "Temos fontes autorizadas que sustentam a tese de que os agentes do antraz enviados nos Estados Unidos provêm de laboratórios locais. Com base na composição das bactérias encontradas nas cartas podemos afirmar sem sombra de dúvida de que se tratou de um ataque estadunidense. O aditivo utilizado, sz1ice, indica decididamente que só um laboratório norte-americano pode ter preparado as bactérias. Outros países teriam empregado um aditivo diferente. Neste momento nada mais se pode acrescentar, porque devo proteger nossas fontes. Temos três fontes independentes. Não podeis pretender mais. A quem mais quereis envolver? A Mr. Bush? Nossa investigação durou semanas. Se nossas fontes confirmam tudo isso, trata-se então de um fato verdadeiro" .


Originariamente as bactérias de antraz provinham do Chemical Biological Warfare Laboratorium, do exército dos Estados Unidos, situado em Fort Detrick , perto de Frederick, em Maryland. É necessário recordar que Fort Detrick, perto de Frederick, em Maryland, parece ter sido o. berço da aids. Existe muita documentação que indica que a aids, sigla da Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, representa uma espécie de "peste negra" criada artificialmente. O Dr. Leonard G. Horowitz afirma em seu livro Emerging Viruses AIDS & Ebola, Accident or Intentional (Tetrahedron 1996), que a aids nasceu em laboratórios dos Estados Unidos.

Como já dissemos, a administração de George W. Bush pôde, surpreendentemente apenas poucas horas depois dos ataques, encontrar um responsável pelos mesmos, dirigindo a atenção mundial" sobre o árabe saudita, filho de um milionário, Osama bin Laden, e seu grupo terrorista AI Qaeda. Foram bin Laden e seu grupo terrorista e ninguém mais! Um alto funcionário afirmou diante das câmeras da NBC que os investigadores norte-americanos estavam certos em cerca de 90% que Osama bin Laden era o verdadeiro responsável.

Muitos peritos duvidam de que uma operação tão complexa e complicada levada à realização com precisão militar, por um comando adestrado com suficiente tempo, possa ter sido guiado por Osama bin Laden a partir do Afeganistão. Não é necessário ser um perito em terrorismo para se aperceber de que os quadros profissionais, simultâneos e militares de uma operação como a de 11 de setembro, superam com acréscimo a capacidade dos grupos terroristas de ambiente mulçumano. Osama bin Laden é um ideólogo, não um organizador.

A maior parte dos especialistas está de acordo e confirma que bin Laden jamais teria condições de desenvolver essa operação. A complexidade de toda essa operação terrorista teria provocado na realidade um fracasso. Um ataque semelhante exige uma organização logística, um planejamento e uma coordenação extraordinários. A operação do 11 de setembro requeria esforços gigantescos na gestão e na coordenação. O perito em questões islâmicas Peter Scholl-Latour, disse: "O que aconteceu nos Estados Unidos da América foi preparado durante anos e foi precedido por um ongo treinamento. Não pôde ser controlado por um telefone celular desde o Afeganistão. Isso sem levar em consideração que os serviços secretos dos Estados Unidos podem registrar todos os chamados telefônicos" .

Sempre que os Estados Unidos são atingidos por um ataque terrorista, bin Laden estaria por trás da conjuração. Há anos, alguns especialistas em segurança colocam em guarda para não relacionar bin Laden com todo atentado espetacular.


Atualmente, segundo uma importante enquete, cerca de metade dos novayorquinos acredita que o governo esteve implicado nos ataques do 11 de setembro de 2001. Stanley Hilton, ex-chefe da equipe do ex-senador BobDole, representa centenas de famílias das vítimas. Diz ele: "Temos evidências de que Bush e seus bonecos Rice, Cheney e Rumsfeld e outros, como Tenet, estiveram todos implicados. Estamos movendo demanda contra Bush, Condolezza Rice, Cheney, Rumsfeld por cumplicidade pessoal, não só ao permitirem que acontecesse o 11 de setembro, mas por ordenar que acontecesse. Os seqüestradores foram agentes americanos ocultos. Alguns deles estavam em nome do governo dos Estados Unidos como agentes secretos do FBI e da CIA. Eram agentes dublês pagos pelo FBI e pela CIA. Seu chefe era um informante do FBI em San Diego e em outros lugares" . Parece que sua única tarefa foi deixar. sinais para construir a imagem de um Islã inimigo.

Não resta dúvida nenhuma de que os avanços da Nova Ordem Mundial acabarão, em pouco tempo, por estender seus tentáculos escravizadores a todo o mundo. Embora seja certo que com o pretexto do Islã, tenham se realizado excessos, que colheram muitas vítimas por suas crenças religiosas fundamentalistas, também é certo que para os avanços do novo sistema se exige um pretexto que justifique um constante estado de guerra, um bode expiatório... a AI Qaeda.

Todos os atentados ao redor do mundo, serão atribuídos indiscutivelmente à AI Qaeda. Já vimos isso entre outros com os ataques ao Hotel Marrjott de Jacarta, em 5 de agosto de 2003, o carro-bomba em Istambul, em 14 e 20 de novembro de 2003 respectivamente, os ataques terroristas na Turquia realizados por um grupo extremista turco, fundado pelo Serviço Secreto desse país, MTT, vinculado à CIA, os ataques aos trens em Madrid realizados a 11 de março de 2004. O objetivo do atentado de Madrid e os futuros não estarão somente orientados a produzir uma comoção política e social em determinado país, mas fundamentalmente estarão dirigidos a "criar o terror" nas principais capitais do mundo. Deles surgirão "os poderosos da terra" como os principais beneficiários dos mesmos.

O nome AI Qaeda está sendo utilizado para causar terror constante e um permanente estado de alerta em todo o mundo. A imprensa será manipulada para dizer e informar o que aos poderosos convém difundir, a justiça será manobrada pelos interesses e pressões daqueles, como no caso de Tony Blair, que desmantelará uma das cadeias de televisão maiores e mais verazes do mundo, a BBC, por ter revelado perante a opinião pública nacional e internacional as mentiras e infâmias a favor da guerra contra o Iraque.

Com as invasões no Afeganistão, depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, a rede AI Qaeda ficou desmantelada. A ocupação pelos Estados Unidos nesse país, com todo seu poderio bélico e humano, era capaz de prender Osama bin Laden de modo muito rápido. Como é possível que, em várias ocasiões, esse misterioso e superpersonagem conseguiu enganar o sistema logístico e estratégico da nação mais poderosa do mundo, bem como toda a milícia norte-americana e de segurança dos Estados Unidos? Simplesmente porque capturando Osama bin Laden não terão mais pretextos para continuar a guerra, e os planos de um avanço iminente se desvaneceriam. Sem bin Laden e sem a AI Qaeda não existe terrorismo, não existe guerra.

Diante dos olhos impotentes do mundo, os Estados Unidos e seus aliados continuarão com suas práticas expansionistas. No princípio do ano 2004, a ClA declarou que células da AI Qaeda estão operando no Paraguai, no Brasil e no Equador (América do Sul). Será acaso outra mentira mais que junto com o Plano Colômbia vão servir de pretexto para ocupar essa rica região? Será esse, por acaso, o motivo para que uma ilha pertencente ao Arquipélago de Galápagos (Equador), Patrimômo da Humanidade pela sua fauna e sua flora, tenham seus direitos cedidos aos militares desse país que dariam as facilidades para a instalação de uma base militar norte-americana, repetindo-se a estratégia da II Guerra Mundial?

Para terminar é interessante um texto escolar norte-americano sob o título "Introdução à Geografia" que concede aos Estados Unidos a "responsabilidade" sobre a Amazônia. O livro inclui um mapa da América do Sul, no qual aparece, à maneira de um novo país, algo denominado PRINFA (Primeira Reserva Internacional da Floresta Amazônica). Esse "novo estado" encaixa-se em partes do Brasil, da Veneiuela, da Colômbia, do Equador e de outros países correspondentes à Amazônia. PRINFA é uma espécie de parque internacional, com regras severas para a exploração. O texto escolar afirma que esses países em sua maioria são reino de violência, do tráfico de drogas, da ignorância e de um povo sem inteligência e primitivo. Trata-se de um claro exemplo do modelo imperialista norte-americano levado às escolas e a seu projeto educacional nos Estados Unidos. O livro escolar afirma textualmente: "O valor desta área é incalculável, mas o planeta pode estar certo de que os Estados Unidos não permitirão que os países latinoamericanos explorem e destruam esta verdadeira propriedade de. toda a humanidade". Esse livro escolar tenta transmitir às novas gerações norteamericanas o desprezo pelo resto dos povos, pelas normas internacionais de respeito às fronteiras e que proclama e legitima a intervenção e o domínio do mundo pelos Estados Unidos.

Quem sabe se o crime de 11 de setembro vai chegar ao conhecimento público algum dia. Provavelmente o mundo não chegará a saber jamais os detalhes deste abominável feito, ou o saberão as futuras gerações, quando sua revelação deixar de ter qualquer importância política, e não seja mais que uma peça que serve aos historiadores para decifrar acontecimentos passados. Atualmente só estão mortas as pessoas que realizaram os atentados como autores materiais, mas igualmente também será assassinada outra longa lista de implicados nos preparativos, para assim garantir que a identidade dos verdadeiros autores intelectuais que ordenaram os atentados não seja jamais conhecida.

O governo de G. W. Bush lutou durante mais de um ano para prevenir todas as ações investigatórias que revelem a verdade dos fatos do dia 11 de setembro. Depois de opor-se a toda investigação, aceitou uma dirigida pelos comitês sobre a espionagem do Senado e da Câmara dos Deputados, cujos membros, que obviamente são partidários da máquina da segurança nacional, puseram-se de acordo em manter secreta a maior parte das reuniões. Esse procedimento, não obstante, em sua tentativa de calar as suspeitas de que o governo possivelmente participou dos ataques, e a crença mais difundida ainda de que o governo participou em um enorme encobrimento de tudo.

Depois que os familiares das VÍtimas dos ataques terroristas criticaram publicamente o governo por ter-se oposto a uma investigação séria, Bush se viu obrigado a nomear uma comissão independente. Não obstante, a eleição de Henry Kissinger, ex-ministro de estado, para dirigir a comissão oficial sobre os ataques terroristas do dia 11 de setembro, certifica que a investigação não será independente, mas outra forma de encobrir tudo.

Ao escolher Kissinger, Bush mostrou que seu governo despreza o público e que implacavelmente se opõe a qualquer investigação séria sobre o ataque terrorista mais mortífero na história do país. Com esta. nomeação, o governo dos Estados Unidos se ri de seu povo e da opinião pública internacional. Como vimos, escolheu um homem com um amplo e negro histórico nas páginas mais obscuras da história dos Estados Unidos, no qual se recopilam uma a uma as intervenções mais sangrentas que Washington realizou durante as últimas cinco décadas. Não existiu durante os últimos tempos da história dos Estados Unidos figura que mais se identifique com manobras enganosas, encobrimento e mentiras como Kissinger. Ao anunciar a decisão de nomear o ex-ministro de estado, Bush declarou: "O Dr. Kissinger e eu somos iguais quando nos comprometemos em algo". Foi a única expressão sincera da cerimônia. Ambos se comprometeram em defender a máquina militarista e de espionagem dos Estados Unidos, da qual se suspeita que ele participou nos sucessos do dia 11 de setembro de 2001. O mais provável é que houve uma colaboração direta entre as agências do estado e os terroristas que realizaram os seqüestros suicidas. A seleção de Kissinger como cabeça desta comissão equivale a admitir um governo que tem muito para esconder no que se refere ao 11 de setembro. Esse mesmo governo, que colabora em grande harmonia com os democratas do Congresso e com a imprensa, determinou que a verdade precisa ser ocultada.

Os atentados de 11 de setembro e a chamada "guerra contra o terrorismo de alcance global" oferecem aos Soberanos Invisíveis a possibilidade de progredir na criação de uma Nova Ordem Mundial sob controle ditatorial:

*A educação da humanidade deverá reduzir-se a um pensamento único. Através dos meios de comunicação de massa, da Internet, e das escolas de Internet, todas as pessoas serão influenciadas desde a infância de uma maneira unilateral, segundo a vontade do dominador, de maneira que a maior parte do povo não estará em condições de se formar livremente segundo sua própria opinião.

* Entre os poucos pensadores ainda independentes que restem gerar-se-á um grande desânimo e uma grande solidão, e nenhum poderá confiar no outro. A ditadura será tão completa que, em comparação com ela, as ditaduras anteriores parecerão brincadeiras de crianças.

* O dinheiro corrente será abolido. Pagar-se-á somente com cartões de crédito. Desta maneira cada gasto será controlável. As contas e os cartões de crédito dos opositores, dos críticos e dos inimigos do sistema serão congelados ou eliminados. Não haverá trabalho para esses inimigos da Nova Ordem Mundial. Quem ajudar um desses inimigos, mesmo que seja só com alimentos, será tratado igualmente como inimigo.

* Será exercido um controle sobre as atividades comuns a todo o gênero humano. Itinerários programados que cobrirão todas as áreas e um controle minucioso de toda a população. O direito à privacidade será eliminado para todos. Total controle de cada indivíduo por meio de satélites, vídeo-câmaras, aparelhos de espionagem de todo tipo que registram telefone, fax, correio, correio eletrônico, arquivos no computador, visitas, etc. Muitas pessoas ingênuas colaborarão, além disso, voluntariamente com a desculpa "não tenho nada a esconder" .

* Todos os cidadãos serão obrigados por lei ao implante de um microchip. Ele será invisível ao olho humano e memorizará todas as informações que interessem aos manda-chuvas.

* Todo combatente em prol da liberdade - embora ainda os haja - será perseguido como inimigo da Nova Ordem, inimigo da liberdade ou como terrorista. Não encontrará asilo em nenhum país do mundo enquanto ainda existirem estados-nacionais.
* Uniformidade de todas as religiões e assimilação a uma única religião anticristã.

* Controle médico absoluto sobre toda a humanidade.

* Controle absoluto sobre todos os alimentos. Uma "World Food Authority" será responsável pela elaboração e pela distribuição dos alimentos em todo o mundo (Monsanto, Unilever, Nestlé, DuPont, Novartis, etc.).

*As culturas originárias dos povos e das nações serão destruídas. A história será reescrita segundo a visão dos dominadores. Tudo o que lembre a verdade ou a cultura original será destruído.

* Três quartas partes da população mundial serão dizimadas. O objetivo é que reste só uma elite com um determinado número de escravos controláveis. Os sobreviventes, finalmente, servirão só para a reprodução, para produzir novos escravos que servirão à elite dominante e trabalharão por salários de fome.

Depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, David Rockefeller disse: "Encontramo-nos perante uma iminente transformação mundial. Tudo o que necessitamos é precisamente uma crise que envolva tudo para que as nações venham a aderir à Nova Ordem Mundial" .

PARTE 4

 

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