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adolfo_lutzPioneiro na Medicina tropical, Adolfo Lutz desvendou novos caminhos para estudar e combater doenças transmissíveis como malária, hanseníase, leishmaniose, esquistossomose, tifo e febre amarela, que castigavam a população no início do século XX, principalmente por falta de higiene. Foi precursor nas pesquisas veterinárias. Carioca e filho de suíços, Lutz estudou Ciências Naturais e Medicina em Viena, Leipzig, Praga, Paris e Londres. No Brasil, em 1881, começou como clínico em sua cidade natal. Sete anos depois, viajou para a Alemanha, onde estudou hanseníase. Em 1889, foi convidado a dirigir o Leprosário Kalihi, na Ilha de Molocai, no Havaí. Novamente no Brasil, assumiu, de 1892 a 1908, a direção do Instituto Bacteriológico de São Paulo, hoje Instituto Adolfo Lutz, tornando-se famoso por pesquisar a malária silvestre, identificar os principais transmissores da doença e sistematizar os mosquitos brasileiros.

Convidado por Osvaldo Cruz, realizou, em 1909, estudos e experiências ligados à insetologia e à zoologia no Instituto Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Só se desvinculou do órgão após 32 anos. Realizou expedições pelo Nordeste, Norte e Sul do país. Médico e cientista fluminense (18/12/1855-6/10/1940). Criador da medicina tropical e da zoologia médica no Brasil, é responsável pela identificação dos principais agentes transmissores da malária.

Nasce no Rio de Janeiro, mas começa sua vida profissional como clínico na cidade paulista de Limeira. Em 1880 consegue o título de doutor em medicina pela Universidade de Berna, na Suíça. Freqüenta universidades importantes da Europa, como as de Londres, de Paris e de Viena.

De 1890 a 1893 trabalha no Havaí como especialista em hanseníase. Nessa época assume a direção do Hospital Kalihi, na ilha de Molocai. De volta ao Brasil, dirige em São Paulo o Instituto Bacteriológico, hoje chamado de Instituto Adolfo Lutz em sua homenagem. Permanece no cargo até 1908

Médico e cientista fluminense, criador da medicina tropical e da zoologia médica no Brasil, é responsável pela identificação dos principais agentes transmissores da malária. Nasceu no Rio de Janeiro no dia 18 de dezembro de 1855, mas começa sua vida profissional como clínico na cidade paulista de Limeira. Em 1880 consegue o título de doutor em medicina pela Universidade de Berna, na Suíça. Freqüenta universidades importantes da Europa, como as de Londres, de Paris e de Viena. De 1890 a 1893 trabalha no Havaí como especialista em hanseníase. Nessa época assume a direção do Hospital Kalihi, na ilha de Molocai. De volta ao Brasil, dirige em São Paulo o Instituto Bacteriológico, hoje chamado de Instituto

Adolfo Lutz em sua homenagem. Permanece no cargo até 1908. Convidado por Osvaldo Cruz, trabalha durante 32 anos na chefia de um dos setores do Instituto de Manguinhos, no Rio de Janeiro, onde morre no dia 6 de outubro de 1940. Participa de expedições pela região do rio São Francisco e pelo Nordeste e Sul do país para pesquisar doenças como hanseníase, esquistossomose, febre tifóide, malária e leishmaniose. Deixa publicados diversos trabalhos sobre sua área de atuação.

 

Trajetória profissional


Estudou medicina na Suíça, graduando-se em 1879 na Universidade de Berna. Depois de graduado, foi estudar técnicas de medicina experimental em vários centros médicos de Londres (Inglaterra - onde estudou com Joseph Lister, 1827-1921); Leipzig (Alemanha); Viena (Áustria); Praga (República Checa) e Paris (França - onde estudou com Louis Pasteur, 1822–1895).

Retornou ao Brasil em 1881. Lutz inicialmente trabalha como clínico geral em Limeira (São Paulo) por seis anos. Desejando seguir em pesquisas médicas, ele retorna para Hamburgo (Alemanha), onde mais uma vez irá trabalhar com Paul Gerson Unna (1850-1929), especializando em doenças infecciosas e em medicina tropical. Com o aumento de sua fama, ele foi convidado para assumir o cargo de diretor do Hospital Kalihi no Havaí, onde fez sua pesquisa sobre hanseníase.

Depois disso, ele trabalhou por um período na Califórnia (Estados Unidos), antes de retornar para o Brasil em 1892, atendendo ao convite do governador de São Paulo para dirigir o Instituto de Bacteriologia (mais tarde, este instituto irá se chamar Instituto Adolfo Lutz em sua homenagem). A cidade de Santos (São Paulo) sofreu uma severa epidemia de peste bubônica, e Lutz foi trabalhar com outros dois jovens médicos brasileiros, Emílio Ribas e Vital Brazil. Lutz e Brazil tornar-se-iam amigos, sendo que este daria suporte às pesquisas pioneiras de Vital Brazil sobre antídotos para picadas de cobra, contribuindo decisivamente para a criação de outro instituto de pesquisa (Instituto Butantan) em São Paulo, totalmente devotado para essa linha de pesquisa.

Aedes Aegypti

Lutz foi o primeiro cientista latino-americano a estudar e confirmar os mecanismos de transmissão da febre amarela pelo Aedes aegypti, uma espécie de mosquito que é um reservatório natural e vetor dessa doença. Lutz foi o responsável pela identificação do blastomicose sul-americano. Sua dedicação à saúde pública fez com que lutasse e pesquisasse sobre várias epidemias de diversas regiões do Brasil, como a cólera, peste bubônica, febre tifóide, malária, ancilostomíase, esquistossomose e leishmaniose.

Outras de suas maiores realizações foram seu pioneirismo sobre a Entomologia Médica e as propriedades terapêuticas das plantas Brasileiras. Como zoologista, ele descreveu várias novas espécies de anfíbios e insetos, como o Anopheles lutzii (uma espécie de mosquito).

 

Depois da aposentadoria em 1908, Dr. Adolfo Lutz mudou-se para a Cidade do Rio de Janeiro, onde trabalhou por mais 32 anos, até a morte em 6 de outubro de 1940, no Instituto Oswaldo Cruz.

A filha, Bertha Lutz (1894-1976) foi uma importante zoóloga, feminista e política brasileira.

Instituto Adolfo Lutz


A rede estadual de saúde foi formada em 1892, com a criação do Instituto Bacteriológico e do laboratório de Análises Químicas e Bromatológicas e a incorporação do Instituto Vacinogênico, do Laboratório Farmacêutico e dos Hospitais Públicos então existentes. A indicação de Adolfo Lutz para a direção do Instituto Bacteriológico marcou o início da Microbiologia no Brasil. Dr. Lutz já era renomado cientista, doutor em medicina pela Universidade de Berna, e a sua obra no Instituto Bacteriológico começou a tomar vulto, dando prestígio à Instituição, colaborando na formação de outros pesquisadores.

Desde os primeiros anos, o Instituto Bacteriológico pode intervir com grande impacto nas condições de saúde da população paulista, ajudando a controlar a difusão da febre amarela em quase todo o território do Estado, debelando uma epidemia de febre bubônica em Santos e combatendo o cólera e a febre tifóide que grassavam na Capital. Enquanto isso, o Laboratório Bromatológico atuava, junto aos órgãos da polícia estadual, no controle às fraudes e às contaminações de alimentos.

Em 26 de outubro de 1940, os dois grandes laboratórios públicos foram unidos, graças à ampliação das instalações físicas a eles destinadas. Como homenagem póstuma ao grande cientista que dirigira o Instituto bacteriológico nas primeiras décadas de seu funcionamento, o estabelecimento resultante da fusão dos dois laboratórios foi denominado Instituto Adolfo Lutz - IAL.

Atualmente, O Instituto Adolfo Lutz é reconhecido internacionalmente por sua competência para responder às ocorrências em sua área de atuação, tendo sido credenciado pelo Ministério da Saúde como Laboratório Nacional em Saúde Pública e Laboratório de Referência Macroregional. É Centro Colaborador do Programa Conjunto FAO/AMS para monitoramento de contaminantes em alimentos. Centro de Referência para Controle de Qualidade Analítica de Micotoxinas e Resíduos de Pesticidas; Coordenador Nacional do Programa de Monitoramento de Matérias Estranhas em Alimentos, Centro de Referência Nacional para Diagnóstico Laboratorial da AIDS; Centro Colaborador da Organização Pan-Americana de Saúde - OPS nas áreas de arbuvirus, vírus influenza e produção de imunobiológicos e Centro Colaborador da OPS para Culturas Celulares.

Além de atuar nas áreas de Bromatologia e Química, Biologia Médica e Patologia, o Instituto Adolfo Lutz produz conhecimentos relevantes para a saúde coletiva, desenvolve pesquisas aplicadas, promove e divulga trabalhos científicos, colabora na elaboração de normas técnicas, padroniza métodos diagnósticos e analíticos e organiza cursos de formação técnica, de aperfeiçoamento e estágios de aprimoramento, em nível nacional e internacional.

Fontes:

http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_638.html
http://www.algosobre.com.br/biografias/adolfo-lutz.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolfo_Lutz
http://www.ial.sp.gov.br/
http://www.e-biografias.net/biografias/adolfo_lutz.php

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