Os Perigos escondidos das lâmpadas de led

periled1A lâmpada LED é muito recomendada porque é ecologicamente correta. No entanto, seus malefícios à saúde são inúmeros. Infelizmente, ela foi imposta ao consumidor sem que seus danos fossem levados em consideração. De acordo com o dr. Alexander Wunsch, um especialista de nível internacional em fotobiologia, se o consumidor pudesse escolher, valeria muito mais a pena pagar a conta de energia mais cara usando lâmpada incandescente, que não faz mal à saúde, ...

do que economizar na LED e sofrer alguns danos. Lógico que em relação à eficiência econômica, a LED é a preferida. Não há dúvidas quanto a isso. A luz de LED é eficaz, reduzindo o consumo em até 95% em comparação com lâmpadas incandescentes que liberam calor. No entanto, o calor gerado pelas lâmpadas incandescentes, que é radiação infravermelha, é benéfico para a saúde e, portanto, vale a pena o custo extra. No quesito saúde, existem grandes desvantagens nas lâmpadas de LED, pois elas emitem bastante radiação eletromagnética, um tipo de radiação nocivo.

Você não quer saber disso?

Prefere ignorar?

Pois saiba que, se ignorar esse fato, você pode ter consequências muito graves a longo prazo. Uma das consequências do uso da lâmpada LED é, segundo o dr. Alexander Wunsch, o aumento dos casos degeneração macular relacionada com a idade (DMRI), que é a principal causa de cegueira nos Estados Unidos e em muitos países países. Outros problemas de saúde enraizados na disfunção mitocondrial também podem ser exacerbados, e estes vão desde a desordem metabólica ao câncer.

Infelizmente as lâmpadas incandescentes, estão proibidas em muitos países, principalmente os desenvolvidos. Elas consomem muito mais energia – não foi à toa que não demorou haver a substituição pela LED. Infelizmente a lâmpada LED causa uma série de problemas de saúde devido à radiação eletromagnética.

Veja alguns:

- Degeneração macular

- Desordem no metabolismo

- Câncer

- Lesões neurológicas

- Doenças renais

- Problemas na pele

- Hipertensão

De acordo com o dr. Wunsch, do ponto de vista da saúde, a tecnologia LED é uma ideia muito ruim.

"Eu chamo a LED de cavalo de Tróia porque ela parece tão prática para nós, aparentando ter tantas vantagens. Ela economiza energia, é muito resistente, tem alta durabilidade. Assim, é convidativo tê-las em nossa casa. Mas não estamos cientes de que ela tem muitas desvantagens. Ela é prejudicial à saúde física, mental, prejudicial à saúde da retina e também prejudicial para os hormônios", diz ele.

Infelizmente, o uso da lâmpada LED passou a ser prioridade nos EUA, no Brasil e na Europa, em uma tentativa de economizar energia. Embora indiscutivelmente eficaz quanto à questão econômica, o impacto biológico dessa lâmpada foi completamente ignorado. Houve muito pressa e nenhum aprofundamento em relação aos riscos. O preço por isso - em termos de saúde - será muito alto, acredita o dr. Wunsch.


É verdade que lâmpadas LED fazem mal para a saúde?

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05/11/2016, por Antonio Job - "Se estamos falando de lâmpadas que colocamos em casa, "não tem problema algum", diz Beni Grinblat, dermatologista do Hospital Albert Heinstein. As lâmpadas de LED mais comuns, que são utilizadas em residências são seguras, segundo, Grinblat. Contudo, a longo prazo, pessoas que possuem muitas manchas napele, na área do rosto, por exemplo, podem, eventualmente, experimentar uma piora na pigmentação, ou seja, a região pode ficar mais escura.

Isso não é uma exclusividade desse tipo de lâmapada. Tanto as incandescentes quanto a fluorescentes podem ter o mesmo efeito ou até pior do que o verificado em lâmpadas LED, afirma Grinblat. O dermatologista explica que alguns tipos de LED,com comprimentos de onda específicos, são usados para tratamentos de doenaçs de pele.


Lâmpadas de LED podem fazer mal para a saúde!

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Este é um problema exclusivo do Século XXI, pois nossos ancestrais não tiveram essa experiência. Eles começavam e terminavam o dia com o levantar e pôr do sol, o que sincronizava perfeitamente o ciclo circadiano (ciclo biológico dos hormônios). No último Congresso Anual da American Medical Association foram apresentadas as novas diretrizes sobre como reduzir o impacto negativo dos efeitos de lâmpadas de LED, usadas na iluminação das ruas. Esse impacto se refere tanto à saúde das pessoas quanto ao ambiente.

Mesmo com todo o benefício de reduzir o gasto de energia em 75% e durar cerca de 25 vezes mais do que as lâmpadas convencionais, elas tem seu lado negativo pela alta emissão de luz azul, apesar de parecer mais branca a olho nu. A lâmpada de LED:

Piora a visão noturna

Causa desconforto e desabilidade, pela intensidade da luz, o que pode reduzir a acuidade visual e criar maiores riscos no transito. Compromete a produção de melatonina à noite, bem mais do que os outros tipos de lâmpadas, levando a distúrbios do sono, obesidade e risco aumentado de câncer.

Impacto na melatonina

Normalmente, nosso cérebro libera melatonina a partir das 21h. É isso que induz ao sono de qualidade.Esse hormônio influencia a sua biologia do dia e da noite. Quando na presença de luz ou nascer do sol, sua produção é reduzida. Além disso, quando o seu ciclo circadiano é interrompido,como no jet lag ou exposição noturna a luz, o seu corpo produz menos melatonina, e essa deficiência causa profundas alterações biológicas desfavoráveis, como altos níveis de inflamação, queda imunológica e aumento do risco de câncer.

Reduza o uso de luz azul à noite

Essa é a recomendação da American Medical Association. Enquanto lâmpadas com emissão de luz vermelha e âmbar não suprimem a melatonina, no caso das lâmpadas com luz azul, o efeito é altamente desfavorável.

Para você saber, as lâmpadas de LED, além de aquecer menos e ter um foco mais direcionado, é composta de luz vermelha, verde e azulque, combinadas, geram a luz branca.Já as lâmpadas incandescentes contêm mais luz amarela e vermelha.

Outros eletrônicos que também emitem esse tipo de luz são:

TV

Computador

Smartphone

Outras telas eletrônicas


Como se proteger à noite?

Procure reduzir a intensidade das lâmpadas, através de um dimmer. Instale um software de bloqueio de luz azul, que automaticamente altera sua tela e a concentração de luz azul. Outra solução mais simples é usar óculos âmbar, que bloqueia a luz azul. Há outras opções, como lentes próprias para bloquear a luz azul, mas ainda são muito caras.

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Outros benefícios do uso de lentes que bloqueiam a luz azul

O uso destas lentes no final do dia, das 18 às 8h, por 7 dias, segundo estudo, promovem melhora significante de sintomas de mania, comparado com pessoas que não usam esse tipo de óculos. Estudo publicado no Bipolar Disorder mostrou que com uma semana de uso destes óculos houve importante redução de sintomas em indivíduos com distúrbio bipolar. Já no Jornal Cronobiology International, foram publicadas melhoras importantes em sintomas como insônia e humor em mais da metade dos pacientes bipolares que usam esses óculos.

Proteção de ácidos graxos da retina que são responsáveis pela conversão da luz do dia em corrente elétrica normalmente usada pelo seu corpo. Bloqueia o distanciamento entre proteínas da cadeia respiratória de transporte de elétrons na mitocôndria, conservando sua eficiência funcional.

Antioxidantes para proteção da exposição destas luzes azuis

Zeaxantina: um antioxidante carotenoide encontrado na retina, devendo ser ingerido por dieta.

Luteína: componente do pigmento da mácula, que protege a sua visão central e ajuda melhor filtração da luz azul.

Astaxantina: poderoso antioxidante com eficiência de acesso à barreira oftálmica, altamente protetor contra os danos oxidativos.

Agora você já tem várias formas de se proteger da luz azul das lâmpadas de LED. Experimente e veja como seu sono e sua saúde podem melhorar!

Referências bibliográficas:

American Medical Association.June 14, 2016
New York magazine. June 20, 2016
CNN. June 21, 2016
Molecular Vision. 2016; 22: 61–72
Journal of the American College of Nutrition. June 22, 2015
BMJ Open. 2015;5:e006748
J Clin Endocrinol Metab. March 2011; 96(3): E463–E472
Photomedicine and Laser Surgery. April 21, 2009: 27(2)
Journal of Pineal Research. August 2006: 41(1); 73-78


Fonte: How LED Lighting May Compromise Your Health
           http://www.drrondo.com
           http://www1.folha.uol.com.br

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