aguviva112/02/2018, por Evanildo da Silveira - O ser humano sempre desejou a imortalidade, buscando a fonte da juventude, o elixir da vida eterna. Também povoou suas mitologias, religiões e histórias com seres, deuses e heróis que nunca morrem. Mas, na vida real, quem conseguiu esse feito foi uma pequena água-viva de não mais do que dois centímetros de diâmetro. Depois de milhões de anos de evolução, esse bicho conquistou um poder de regeneração fantástico e não morre de causas naturais - só quando atacado por predadores. Por isso, em tese, pode viver para sempre.

    forespa1Setembro, 2018 - Força Espacial? Corpo Espacial? Guarda Espacial? Especialistas estudam maneiras de patrulhar a fronteira final. Na foto ao lado, trabalhadores, em trajes de proteção, fazem a checagem do Veículo de Teste Orbital X-37B da Força Aérea dos EUA (USAF), depois do pouso na Estação de Aterrisaggem do Centro Espacial Kennedy, da NASA, em maio de 2017. Dois meses depois que o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos podem criar uma nova divisão militar para se concentrar nas atividades espaciais de segurança nacional, o Politico está informando que a CNA Corp., um centro de pesquisa e desenvolvimento financiado pelo governo federal dos Estados Unidos, está estudando maneiras para fazer com que isto aconteça.

    infoy1Por Lucas Vieira, 25 de Setembro de 2018 - Na era dos dados pessoais - para quem não conhece, dado pessoal é a moeda virtual que vale mais que as cryptocoins -, novas regras estão sendo criadas para, finalmente, tirarmos o telefone do modo avião no fim de semana. São as leis de proteção de dados, responsáveis por regulamentar o uso dos dados pessoais colhidos sob quaisquer circunstâncias. Essas informações são tão caras que foi criada uma forma de capturar este tesouro de forma consensual, chamada "inbound marketing". Porém, com um custo alto, uma vez que se investe muito para obter conteúdos relevantes.

    Funcionamento de uma granada2018 - A granada é uma pequena bomba com um sistema de segurança que garante de quatro a seis segundos de tempo antes de explodir. “A vantagem é que você pode arremessá-la com relativa segurança de que ela não explodirá antes de atingir o alvo”, diz Alfred Rascon, especialista em táticas de infantaria do Exército americano. As granadas são utilizadas há séculos. A arma bombou a partir da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), mas os primeiros registros vêm da China, por volta do ano 1000. Na época, a granada era uma cápsula cheia de pólvora com um pavio por fora.

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