A maior usina de energia solar flutuante do mundo já está funcionando na China

    solmar130/01/2018 - A República Popular da China construiu a maior usina de energia solar flutuante do mundo. Concebida sobre uma mina de carvão abandonada na província de Anhui, a planta contém 116 mil painéis fotovoltaicos e pode gerar 40 megawatts de eletricidade – o suficiente para alimentar 15 mil residências. A iniciativa decorre do compromisso assumido pelo governo chinês em se afastar de fontes de energia poluidoras. Milhares de pessoas morrem todos os anos devido à poluição atmosférica alastrada no país. Somente em 2013, a poluição gerada pela queima do carvão causou 366 mil mortes prematuras.

    Considerando um dos países mais poluentes do mundo, a China está dedicando todos seus esforços em projetos de energia renovável. O país investiu 133 bilhões de dólares em energias renováveis em 2017, o maior investimento já realizado no setor. Deste patamar, mais da metade foi destinado à energia solar. A usina de energia solar foi construída na cidade de Huainan. A região, que no passado foi utilizada para mineração intensiva de carvão, acabou sendo completamente inundada por chuvas e deslizamentos de terra. O espaço foi agora reaproveitado pelo governo chinês para conceber a nova estação.

    A planta em Huainan não só faz pleno uso dessa área, reduzindo a demanda por terra, mas também melhora a geração [de energia] devido aos efeitos de resfriamento da superfície. – Governo da República Popular da China Construída pela empresa Sungrow Power Supply, a instalação é considerada o maior projeto solar flutuante do mundo, superando outras plantas similares na Índia e na Austrália. A estação, recentemente conectada à rede para iniciar o fornecimento de energia às residências da região, funcionará por 25 anos.

    A China é o país que mais gera energia solar em todo o mundo

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    Com uma capacidade instalada de 77 gigawatts, eles planejam adicionar mais 110 GW até 2020, com um investimento que somará US$ 360 bilhões ao longo dos próximos três anos. Uma das futuras usinas solares na China será a maior do mundo, com seis milhões de painéis fotovoltaicos e capacidade de 2 gigawatts; ela custará um total de US$ 2,3 bilhões. O objetivo do país é obter 20% da energia a partir de fontes renováveis até 2030. No Brasil, a energia solar ainda é bem pequena. A capacidade instalada de sistemas fotovoltaicos é de míseros 28 MW, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Isso corresponde a apenas 0,02% do total; nossa matriz é dominada por usinas hidrelétricas e termelétricas.

    No ano passado, a Aneel publicou novas regras para a geração doméstica de energia solar. Residências que gerarem mais energia do que consumirem recebem créditos para diminuir a conta de luz; podem transferir esses créditos para terceiros; e podem dividi-los entre os moradores caso a geração seja feita em um condomínio. Além disso, foi reduzida a burocracia para registrar painéis solares junto às empresas de energia: o processo dura até um mês, e foi reduzido a uma única etapa. A agência espera que, até 2024, cerca de 1,2 milhão de unidades consumidoras passem a produzir sua própria energia, com potência instalada de 4,5 gigawatts.

     

    Fonte: https://futuroexponencial.com
               https://tecnoblog.net

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