avest1Como todas as aves da ordem Caprimulgiforme é caracterizada por possuir hábitos nocturnos ou crepusculares, com um bico muito pequeno, cabeça quadrada e com olhos muito grandes. Ocorre do sul do México e nordeste da Guatemala até a Bolívia e sudeste do Brasil. Alimenta-se principalmente de grandes insectos voadores, como besouros, gafanhotos e morcegos. Sua voz é um fortíssimo grito gutural e monossilábico (groaa), repetidos a intervalos entre 10 e 20 segundos. É uma ave que utiliza muito bem sua ...

    vampes1Você já deve ter visto inúmeros exemplos de vampiros sendo retratados na ficção e uma constante é o fato de que eles não refletem sua imagem em espelhos. Você pode ter se perguntado de onde foi que surgiu esse conceito, e como é que sabem que vampiros não refletem? Bem, este artigo foi feito exatamente para sanar essa dúvida. Bram Stoker criou uma das peças mais duradouras da tradição vampírica da mídia em Drácula (1897) — a ideia de que eles não refletem em espelhos. Na verdade, era para ser mais do que isso, suas anotações nos dizem que "Pintores não podem pintá-lo — se assemelhariam sempre ...

    ragelo1Os pescadores Cliff Russell, Allan Russell e Mallory Harrigan estavam a alguns quilômetros do mar, na costa de Labrador, no Canadá, quando viram algo extraordinário. Havia algo em cima de um pequeno iceberg, flutuando à deriva, e não era uma criatura projetada para nadar. Era uma raposa ártica, faminta e aterrorizada, encharcada e sendo atacada por gaivotas. "Ela provavelmente ficou presa lá quando estava procurando por comida. Cliff acha que ela foi ver ...

    vuldia1Por incrível que pareça, não é possível ver o número maciço de diamantes na cidade bávara de Nördlingen, mas acredite: existem 72.000 toneladas de diamantes microscópicos espalhados pelos edifícios da região. Mas por que e como alguém faria isso? A questão é que os diamantes não foram colocados lá de propósito. Agradeça a um pequeno e rebelde asteroide por esse fenômeno incrivelmente estranho. Pesquisadores dizem que o asteroide atingiu esta região da Baviera 15 milhões de anos atrás, deixando para trás uma cratera de 14 km (no próprio local de onde fica Nördlingen).

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