prolo1Por Felipe van Deursen, 03/03/2017 - Em Alegrete, RS, funcionários da loja de roupas Pompeia tinham que pagar prendas, como dançar funk, quando não cumprissem metas. Uma funcionária, cansada de imitar uma galinha cacarejando e batendo asas, moveu uma ação contra a empresa. Ganhou R$ 15 mil. Uma promotora que vendia produtos dos bancos Losango e HSBC em Porto Alegre, RS, era forçada a se fantasiar de vários personagens e a fazer performances para atrair o público. Humilhada, ela processou, em 2011, os bancos e a firma de RH que a contratou. A ex-fantasiada ganhou R$ 15 mil em indenização.

    taros topo126/06/2017, por Andressa Lima - Ir às compras é um hábito que tem pesado mais no bolso das mulheres do que dos homens. Isso porque os produtos destinados ao público feminino tendem a ser, em média, 12,3% mais caros, mesmo que sejam idênticos aqueles feitos para o público masculino, segundo a pesquisa “Taxa Rosa e a Construção do Gênero Feminino no Consumo”. Essa tendência de encarecer os produtos “rosa” no Brasil foi constatada pelo professor Fábio Mariano Borges, da ESPM, nesta pesquisa inspirada no estudo realizado ...

    brimun topoPor Fernando Moreira, 18/02/2015 - Um raro brinquedo acabou virando peça de museu na Irlanda do Norte. Trata-se de um laboratório de energia atômica, em exibição no Ulster Museum. O brinquedo, impensável hoje em dia, foi vendido apenas em 1951, no mercado americano. O kit contém discos com radiatividade, uraninita (de onde é retirado o urânio) e fontes de radiação alfa, beta e gama, para fazer 150 experiências. Por causa disso, ganhou o apelido de "brinquedo mais perigoso do mundo". Pouquíssimas unidades do brinquedo sobreviveram intactas.

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