Ritalina, uma perigosa “facilidade” para os pais

    ritacri1Por Ingrid Matuoka, 2015 - A busca por soluções fáceis, o diagnóstico equivocado e a incompreensão dos pais acerca da agitação natural das crianças elevou o Brasil ao posto de segundo maior consumidor de Ritalina do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos. O dado, do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, é alarmante. Ritalina é o nome comercial do metilfenidato, medicação que promete tratar o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, ou TDAH, e os principais consumidores da droga tarja preta são crianças e adolescentes.

    Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), de 8% a 12% das crianças no mundo foram diagnosticadas com TDAH, e a suspeita dos pais de que os filhos tenham o transtorno é o principal motivo que os leva aos médicos. Em 2010 foram vendidas 2,1 milhões de caixas de metilfenidato. Em 2013, foram 2,6 milhões. Para conversar sobre o uso indiscriminado de Ritalina e sua consequências, Carta Capital entrevistou Wagner Ranña, médico psiquiatra com experiência em saúde mental da infância e docente do Sedes Sapietiae, um instituto dedicado à saúde mental, à educação e à filosofia.

    O Brasil é o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo. A que se deve isso?

    Wagner Ranña: No Brasil, a rede voltada para assistência aos problemas de saúde mental da criança e do adolescente é muito precária — o que não é privilégio do Brasil, este problema afeta a quase todos os países. As crianças com dificuldades de comportamento, agitadas e irrequietas são vistas como doentes pelos profissionais da psiquiatria biológica e da neurociência, e então eles receitam remédios. Como consequência, temos um número elevadíssimo de crianças recebendo medicação, mas sem se discutir se a ela é mesmo necessária ou se é a melhor forma de cuidado.

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    Na visão do nosso grupo de trabalho no Sedes Sapientiae, que tem um histórico no cuidado com a saúde mental da criança, é de tentar entender o sofrimento psíquico e os problemas de comportamento. E não ver isso de pronto como um problema, porque a maioria são só crianças agitadas. E, no mundo da rapidez, ironicamente, elas são colocadas como doentes. Estamos desperdiçando jovens que poderiam ser sujeitos muito ágeis, como atletas e músicos.

    Há efeitos colaterais no uso do remédio?

    WR: Além de causar dependência, a Ritalina provoca muitos outros efeitos colaterais: as crianças emagrecem, têm insônia, podem ter dor de cabeça e enurese [incontinência urinária]. E, apesar de sua fama, não tenho uma experiência de eficácia da droga, mesmo em casos em que ela deveria ser usada. Percebo que o trabalho de terapia, de orientação e cuidado real com a criança dá muito mais resultado. Começamos a passar para a criança a cultura de que um comprimido resolve tudo na vida, de que não existe mais solução pelo pensamento, pela conversa, pelo afeto e pela compreensão. O mundo todo é agitado, as pessoas são desatenciosas umas com as outras, e as crianças é que acabam tachadas de hiperativas.

    Outra coisa, as crianças falam assim para mim: “eu sou um TDAH” ou “eu sou o da Ritalina”. Elas se colocam nesse lugar de alguém doente, com um déficit. A vida deles vira isso. Tratar com drogas as crianças agitadas ou com dificuldade de aprendizagem é deixar de questionar o método de ensino, o consenso da escola, e a subjetividade da criança diante do aprendizado. É uma atitude muito imediatista.

    E quais são as alternativas ao tratamento com a droga?

    WR: Tenho visto muitas crianças que, por trás da agitação, estão submetidas a uma violência, um abuso, ou a uma situação psicopedagógica não adequada. Colocar tudo como sendo um problema do cérebro da criança é muito antiético, é não levar em conta sofrimentos e as necessidades que ela está expressando. Por exemplo, outro dia atendi uma menina que a mãe dizia ser hiperativa e precisava de Ritalina. Em cinco minutos de conversa descobri que ela tinha vivido uma situação em que o pai tentou matar a mãe. Essa criança estava angustiada, não era hiperatividade.

    É claro que cada caso é um caso, há crianças realmente hiperativas e que precisam de um cuidado. Ainda assim têm muitas medicadas de maneira incorreta. E estamos vivendo uma epidemia de transtornos, ou supostos transtornos. Então além dessa medicalização excessiva, há uma falta de projetos terapêuticos para o sofrimento psíquico na infância, que é grande. Isso facilita a medicalização da infância, pois sem equipes treinadas é mais fácil só dar o remédio.

    Há quem exagere ou finja sintomas para conseguir a receita?

    WR: Sou totalmente contrário o uso de questionários com pontos para o diagnóstico de sofrimento psíquicos [como fazem muitos psiquiatras]. Isso não é ver a criança eticamente. E os adolescentes podem fingir mesmo, porque querem tomar Ritalina para ter um bom desempenho na prova, ter mais energia para estudar. A Ritalina é uma anfetamina associada a drogas com ação na atividade cerebral. A cocaína e as anfetaminas são consumidas por atletas que querem mais rapidez, pelos executivos que querem ficar acordados para trabalhar mais, pelos motoristas que querem fazer uma viagem e não dormir. É um verdadeiro doping.

     

    Ritalina, a droga legal que ameaça o futuro das crianças

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    É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez. Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança. O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida, a ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.

    A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.

    O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice”.

    E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.

    Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.

     

    Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.

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    Ritalina: o monstro da infância

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    Soa com uma horrível estória de um filme de terror: um psiquiatra norte-americano, internacionalmente famoso, testa em seus pacientes, nos anos 1960, diferentes remédios psicotrópicos com a intenção de acalmar as crianças. Quando encontra a pílula adequada com a qual consegue acalmá-las, ele levanta em nome da Organização Mundial da Saúde a agitação das crianças como uma nova doença. Uma nova fonte de renda da rede mundial da indústria médica e farmacêutica. Milhões de jovens em todo mundo tomama a ritalina há décadas, porque eles teriam a suposta TDAH (Transtorno de Déficit de Atenão com Hperatividade).

    Como a indústria farmacêutica destrói premeditadamente as nossas crianças...

    A doença chama-se TDAH. O gigante farmacêutico e outros faturaram bilhões nas últimas décadas com o uso da ritalina. O citado neurologista norte-americano leva o nome de Leon Eisenberg. Todavia a verdade sempre vem a tona, mesmo se às vezes demore um pouco mais. Pouco antes de sua morte em 2009, o médico de 89 anos revelou o embuste: nunca ele havia imaginado que sua descoberta tornar-se-ia tão popular, declarou em um artigo (link para o artigo em alemão - http://www.spiegel.de/spiegel/print/d-83865282.html):

    "TDAH É UM EXEMPLO MARCANTE PARA UMA DOENÇA FABRICADA!"

    Uma doença fabricada. Isso também foi comprovado por uma recente notícia da semana passada: Diante do dramático aumento dos casos de diagnóstico de TDAH (um aumento de cerca de 400 vezes entre 1989 e 2001), os pesquisadores são agora unânimes: TDAH é estampada, precipitadamente - com espada de Damocles para a vivacidade das crianças. Os meninos caem com mais frequência na armadilha. tudo deve estar em ordem para o cartel farmacêutico. Entrementes, esta "DOENÇA FABRICADA", manifestou-se mundialmente como trnastorno psíquico.

    Uma injustiça, como cada vez mais vem a luz do dia: aquilo, que é conhecido com TDAH ou TODA (síndrome do déficit de atenção) é supostamente condicionada à herança genética, baseia-se, de fato, frequentemente em diversos motivos e tem pouco a ver com um verdadeiro quadro de doença psíquica, como me explicou há alguns anos o antigo chefe da psiquiatria para crianças e jovens de Uniklinjk Eppendorf, o falecido Prof Dr Peter Riedesser: frequentemente problemas familiares tem um papel importante, que devem ser investigados, além disso, a maioria dos atingidos são garotos, o que também está relacionado com o fato destes não raramente terem um temperamento mais desenfreado do que as garotas.

    Mas em relação as meninas, a maioria das afirmações dos jovens, como também nas escolas. Basta os garotos brincarem como selvagens para que eles mereçam rapidamente a atenção. Na realidade, a TDAH é um problema dos incompreendidos jovens da atualidade. um exemplo: Quand vi há alguns anos a mãe de um garoto vizinho chorando, eu perguntei a ela o que estava acontecendo. Ela respondeu que a instrutora do jardim da infância havia lhe participado que seu filho tinha TDAH, a assim chamada Síndrome de Zappelphilipp, e que a criança teria que tomar o forte remédio ritalina.

    Afinal, o garoto era hiperativo. Eu fiquei pasma, pois, a meu ver, isso era inimaginável, o menino não tinha um comportamento alterado, nem era hiperativo, mas sim deixava uma impressão saudável de grande vivacidade. Com a instrutora do jardim de infância sabia exatamente qual era o problema, eu perguntei a mulher, pois ela não era nem psicóloga nem médica. A minha visiznha respondeu que a instrutora havia participado em um CURSO NOTURNO exatamnte sobre esse tema.

    Felizmente consegui telefonar imediatamente para o Prof. Riedesser e reportei-lhe o caso. O medico chamou o garoto e o examinou minuciosamente. Diagnóstico: A CRIANÇA ERA COMPLETAMENTE NORMAL. O que eu não sbia até então: A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA FORMAVA HÁ MUITO TEMPO EDUCADORES E PROFESSORES DE JARDIM DE INFÂNCIA E ESCOLAS, a fim de que eles tivessem uma "VISÃO EXATA" sobre crianças com grande vivacidade, e cujos pais seriam informados sobre o perigoso diagnóstico e fossem nformados a respeito do adequado medicamento.

    E aqui devemos saber: a ritalina não é um comprimido qualquer, mas sim algo "BARRA PESADA": ela contém metilfenidato e atua nos neurotransmissores cerebrais, exatamente onde a concentração e os movimento são controlados. E o que ainda é fatal: o efeito do metilfenidato nas pessoas está longe de ser completamente pesquisado. Nada sesabe sobre suas consequências nas próximas gerações: perigosas doenças como Parkinson devem estar relacionadas, por exemplo com o uso da ritalina. Os efeitos colaterais do pequeno comprimido branco vão desde a falta de apetite e insônia, desde estados de medo, tensão e pânico até crecimento reduzido. Além disso, ritalina é um psicofármaco e faz parte do grupo dos analgésicos, assim como a cocaína e a morfina. Todavia como ja dito, é receitado a crianças pequenas, frquentemente por vários anos. Porém, a "DOENÇA" não é curada através da ritalina: assim que a aplicação do medicamento é suspensa, os sintomas reaparecem imediatamente.

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    A ritalina é uma pílula contr uma DOENÇA INVENTADA, ser um jovem "difícil", lê-se no Deutscher Apotheker Zeitung (pulbicação dirigida às farmácias - NT). E o inventor da TDAH, o várias vezes condecorado neurologis norte americano Eisenbergo, declaou consternado no fim da vida:

    "A PRÉ-DISPOSIÇÃO GENÉTICA PARA TDAH É COMPLETAMENTE SUPERESTIMADA."

    Ao contrário disso, os psiquiatras infantis deveriam pesquiar com muito mais carinho os motivos psicossocias, que podem levar a desvios e comportamento,d declarou Eisenberg ao jornalista cientifico e autor de livros, Jorg Blech, conhecido pela sua ampla crítica à indústria farmacêutica e seu livro "Die Krankheitserfinder (Os inventores de doença - NT). Reconhecimento tardio, muito tarde, MAIS DO QUE TARDE!

    Arrependido, Eisenberg afirmou antes de morrer onde poderiam ser encontradas as causas, e elas deveriam ser examinadas com maior afinco ao invés de se lançar mão logo de imediato do remédio: há disputas entre os pais, mãe e pai moram juntos, existem problemas na família? Estas perguntas são importantes, mas elas tomam muito tempo, citando Eisenberg, o qual, suspirando, acrescentaria:

    "UM REMÉDIO É INDICADO RAPIDAMENTE."

    "Nossos sistemas estão se tornando desagradáveis aos jovens", afirma também o professor para pesquisa de abastecimento farmacêutico da universidade de Bremen, Gerd Claeske. Jovens querem viver com mais riscos e experimentar. Mas lhes falta o necessário espaço livre, jovens tentam ultrapassar os limites, isso chama a atenção em nosso sistema. "Quando alguém diz que os jovens atrapalham, também devemos conversar sobre aqueles que se sentem incomodados", declarou o professor.

    A FAZ escreveu a 12/02/2012 que o diagnóstico TDAH aumentará diante da declaração do fracasso escolar e, mundo afora, APENAS A NOVARTIS FATURARÁ 464 MILHÕES DE DÓLARES COM O COMPRIMIDO, que torna o jovem "LISO, SOCIÁVEL E QUIETO". Há 20 anos, 34kg de metilfenidato foram precritos pelos médicos, HOJE SÃO 1,8 TONELADAS !!! Em todo o mundo, creca de dez milhões de crianças devem receber a prescrição para tomar a pílula, na Alemanha devem ser cerca de 700 mil.

    A comissão etia da Suiça na área de medicina humana, NEK, desferiu uma nota bastante crítica em novembro de 2011 diante o uso do medicamento ritalina usado contra TDAH: o comportamento da criança é influenciado através da química, sem que seja necessário qualquer esforço próprio. Isso é uma agressão a liberdade e personalidade da criança, pois compostos químicos causam certas mudanças comportamentais, mas que as crianças não aprendem sob a ação de drogas químicas, como poderiam mudar de hábito por si próprias. Com isso lhes é SUBTRAIDA UMA IMPORTANTE EXPERIÊNCIA DE APRENDIZADO para atuação com responsabilidade própria e respeito alheio, "A LIBERDADE DA CRIANÇA É SENSIVELMENTE REDUZIDA E LIMITA-SE O DESENVOLVIMENTO DE SUA PERSONALIDADE", critica o NEK. Sobre as consequências para a saúde através da ingestão de psicofármacos, nada é declarado.

    Peter Riedesser alerta:

    "HIPERATIVIDADE NÃO É NECESSARIAMENTE UM SINAL DE PERTURBAÇÃO PROFUNDO, COMO UMA DEPRESSÃO, QUE DEVE SER TRATADA COM OUTRA COISA DIFERENTE DE RITALINA".

     

    Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade: doença ou diagnóstico da moda?

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    Embora um diagnóstico correto do TDAH possa melhrar a vida de um paciente, muitos pais optam por medicar os seus filhos para evitar comportamento que mais não são do que próprios das crianaças. Estudos nos EUA e no Reino Unido mostram inclusive que terapias tem melhores efeitos a longo prázo do que o tratamento farmacológico. O TDAH é uma síndrome caracterizada por desatenção, hperatividade e impulsividade causando prejuizos a si mesmo e aos outros em pelo menos dois contextos diferentes (geralmente em casa e na escola/trabalho) (wikipedia OMS).

    Existem indícios que Leonardo Davinci, Tomas Ediso, Albet Einstein sofreriam provavelmnte desse tipo de transtorno. O número de crianças e jovens com diagnóstico de déficit de atenão com hiperaividade (TDAH ou ADHD na lingua inglesa) é cada vez maior. Os números mais recentes mostram que 11% das crianças norte-americanas em idade escolar doram diagnosticadas com TDAH e que a certa altura da vida, 6,4 milhóes de crianças/jovens, entre os 4 e os 17 anos, foram catalogadas como portadoras de TDAH. Todavia, surgem dúvidas de que, se existe um efetivo aumento desta condição ou SE TRATA DE UMA TENDÊNCIA MÉDICA PARA ATRIBUIR TAL DIAGNÓSTICO.

    TDAH, dizem os especialistas, resulta de níveis incomuns de atividade química no cérebro dos pacientes, que por sua vez afeta a capacidade das pessoas de controlarem os seus impultos e dirigirem a sua atenção. Embora existam médios e pacientes que afirmam que este aumento no número de casos diagnosticados com TDAH ajuda a uma melhor compreensão e tratamento da doença, outros há que acreditam que a MEDICAÇÃO É APENAS UM PRETEXTO PARA TRANQUILIZAR O COMPORTAMNTO DAS CRIANÇAS,E, EVENTUAMENTE, PARA AJUDÁ-LOS A MELHORAR SUAS NOTAS.

    Por exemplo, a Ritalina ou o Adderall (medicamentos para TDAH) são vendidos, memso nas universidades, entre colegas de escola, para melhorar o desempenho escolar e academico sem QUALQUER TIPO DE ATENÇÃO EM RELAÇÃO AOS RISCOS PARA A SAÚDE. Pra o Dr Thomas Friede, diretor do centro de Controle e Prevenção de doenças nos EUA, "a medicação correta para o TDAH, para as pessoas certas, pode fazer uma grande diferença. No entanto, o uso incorreto parece estar crescendo de forma alarmante."

    No entanto, ATUALMENTE NÃO HÁ UMA FORMA CONTUNDENTE DE AFIRMAR QUE UMA PESSOA SOFRE DESSE TIPO DE TRANSTORNO: o diagnóstico permanece sujeito a AVALIAÇÃO SUBJETIVA DO MÉDICO. Para além de existirem várias suspeitas de que os psiquiatras diagnosticam cada vez mais drogas legais (por causa de acordos comerciais com a indústria farmacêutica), os pais parecem estar também A INCENTIVAR O DIAGNÓSTICO DA TDAH: "HÁ UMA PRESSÃO ENORME DOS PAIS, EM CASOS DE CRIANÇAS COM UM COMPORTAMENTO PERCEBIDO OU DITO ANORMAL, PELO SIMPLES FATO DE QUE SE NÃO PERMANECEM CALMAMENTE SENTADAS A BESA, SERÁ PATOLÓGICO E NÃO SIMPLESMENTE TÍPICO DA FASE INFANTIL QUE ATRAVESSAM.", diz o Dr Jerome Groopman, professor de medicina na Universidade de Harvard.

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    Medicamentos como o Adderall, a Ritalina, Concert ou Vynvanse podem ajudar a melhorar a concentração e garantir um estado de atenção entre aqueles que usam, LEVANDO A QUE PAIS E PACIENTES POSAM SECRETAMENTE "DESEJAR" O DIAGNÓSTICO DE TDAH COMO UM ATALHO PARA MELHORAR AS NOTAS E CLASSIFICAÇÕES, TÃO VALORIZADAS NO SISTEMA ATUAL DE ENSINO, ESQUECENDO QUE ESTAS SÃO SUBSTÂNCIAS QUE TOMADAS INADEQUADAMENTE PODEM AFETAR A SAÚDE.

    Recentemente outro tipo de respostas alternativas a este tipo de transtorno tem ganho algum relevo, nomeadamente recorrendo a exercídios de relaxamento e alterações do estilo de vida que propiciam o auto-conhecimento dos pacientes.

     

    Fonte: https://www.cartacapital.com.br
               http://www.psicologiasdobrasil.com.br
               HTTP://inacreditável.com.br
               http://www.nytimes.com/
               https://www.sott.net

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