Eletromagnetoterapia

eletromagPor Mario Rodrigues - Partindo do ponto de que os seres vivos possuem elevada concentração de materiais paramagnéticos, a utilização dos campos magnéticos afetam de alguma maneira o metabolismo celular, e de fato, as propriedades anti-edematosas, pró-metabólicas e redutoras da dor são efeitos clínicos favoráveis com seu uso. Hoje o uso dos campos magnéticos de baixa freqüência tem se difundido amplamente ...

tanto na medicina humana quanto na medicina veterinária. Existem evidencias de grande melhora, em experiências clínicas como nas artrites, lesões tendinosas, fraturas e na redução da dor associada a enfermidades toraco-lombares. As articulações, quando em movimento, produzem campos eletro biológicos que enviam sinais estimulando as células das cartilagens (condrócitos) a produzir materiais adequados para a sua constante renovação (colágeno e proteínas como proteoglicanos e glicosaminoglicanos). Este campos contribuem para a auto-regeneração das cartilagens, ossos e tecidos conjuntivos.

A articulação atingida por artrose, artrite ou trauma é afetada ficando com a movimentação comprometida, conseqüentemente, o campo é comprometido e os sinais elétricos vão se atenuando com o passar do tempo, causando a falta de reposição dos materiais que formam as cartilagens. É nessa região que o Campo eletromagnético resguarda e incentiva a regeneração capsular.


A aplicação do campo eletromagnético tem utilidade nas seguintes patologias :

Artroses - (Doenças Degenerativas Articulares) de Joelhos, Coluna, Quadril, Punhos e Mãos;

Dores Agudas e Crônicas de Toda a  Coluna Vertebral;

Discopatias ;

Ciatalgias;

Lesões e Traumas Esportivos;

Lesões Parciais nos Ligamentos;

Lesões Parciais nos Meniscos;

Fraturas ;

Pseudo-artrose;

Artrose;

Pós-operatórios ortopédicos dolorosos.


Ela oferece várias vantagens:

Não invasiva ;

Indolor, de aplicação prática e fácil;

Sem efeitos colaterais;

Mínimas precauções: gravidez, marca passo cardíaco;

Não é considerado doping;

Não requer afastamento do trabalho;

Resultados à médio e longo prazo sustentáveis.

Temos também a aplicação para transtornos psíquicos, onde com a aplicação do Campo eletro Magnético na região da cabeça recuperamos o cliente mais rapidamente e propiciando uma melhoria da sintomatologia.


Podemos aplicar a terapia eletromagnética para :

Depressão

Síndrome do pânico

Transtorno obsessivo compulsivo

Ansiedade extremada

E outros transtornos ligados a ansiedade.


Para ficar mais fácil o entendimento da ação do campo magnético sob o corpo humano:

O Sangue é um espelho que reflete o nosso estado. Emocional e fisiológico, é constituído essencialmente por “glóbulos vermelhos e brancos”, plasma e plaquetas (coagulação do sangue).

Os Glóbulos Vermelhos: desempenham a função de distribuir às células do organismo o oxigênio absorvido pelos pulmões e transportar gás carbônico utilizado para expelir, procedendo a troca gasosa.

Os glóbulos brancos: Desempenham a função de proteger o organismo contra inimigos externos, tais como: bactérias que penetram no sangue através das feridas, ou destruir os vírus que tenham penetrado no  sangue. São os soldados de defesa do nosso organismo.

As plaquetas têm um papel muito importante na coagulação do sangue. Quando   um vaso se rompe, estas liberam uma substância chamada tromboplastina. A tromboplastina atua indiretamente, fazendo com que uma proteína existente no plasma, o fibrinogênio, se transforme em fibrina. A fibrina tem o aspecto de longos filamentos que se entrecruzam e originam uma rede. Aí, os elementos sólidos do sangue encalham na malha dessa rede e surgem em massa grossa, que é o coágulo. O coágulo impede que o sangue continue a sair pela abertura do vaso. Assim, a hemorragia cessa.

Sob a atuação do campo eletromagnético na circulação sanguínea, as moléculas de hemoglobina serão diretamente afetadas, pois carregam consigo átomos de ferro, que  influenciados pelo magnetismo, agindo como verdadeiros imãs, aumentando a captação de gás carbônico (CO2) e conseqüentemente liberando em maior quantidade o oxigênio  (O2).

Quando aplicamos um campo eletromagnético no organismo humano, redirecionamos as moléculas através da ionização polar..Devido a isto, há uma melhor oxigenação, melhor qualidade do sangue e melhoria da Saúde.

Os fluidos do sangue são intensamente influenciados pelo efeito do eletromagnetismo, por meio de vários processos. A ionização é um dos efeitos, no qual as complexas moléculas se partem em íons menores carregados positiva e negativamente.

Além disso, há um profundo efeito do eletromagnetismo sobre a viscosidade, temperatura, condutividade elétrica, densidade e tensão superficial do sangue.

O glóbulo vermelho contém átomos de ferro, o qual é favoravelmente influenciado pelo eletromagnetismo. Com o auxílio do eletromagnetismo, o fluxo do sangue nas artérias e veias regula-se adequadamente devido às alterações das propriedades, e com a regulação do fluxo, a oxigenação e a nutrição das células do corpo provocam a interface mais fluidamente entre as  atividades dos tecidos.

Outras substâncias indesejáveis resultantes do metabolismo, fixadas e absorvidas na parede dos vasos, são dissolvidas e ionizadas ou arrastadas, mais facilmente pelo metabolismo. Isto porque o campo eletromagnético aumenta o índice de cristalização nos líquidos, evitando depósitos  metabólicos.

Reduz os depósitos de colesterol, cálcio e uréia pela ionização através da dissociação eletrolítica, e eliminando-os através da urina, exercendo profundo efeito benéfico sobre as doenças como a arteriosclerose, gota e artrite. Da mesma forma, as pedras formadas nos rins e bexiga são vagarosamente dissolvidas pela dissociação eletrolítica e eliminadas através da urina, processo este acelerado e auxiliado pela ingestão de água em grande quantidade.

Os  organismos estranhos, como bactérias, vírus, ou qualquer matéria estranha, são engolfados pelos glóbulos brancos, que evitam assim inúmeros danos ao corpo. O eletromagnetismo têm favorável efeito sobre a faculdade auto-reguladora do corpo, fortalecendo o sistema imunológico, e fazendo com que o corpo tenha condições de lutar contra as moléstias de maneira mais natural.

Como explica o Dr. Richard Gerber, em todas as suas publicações:

Nas condições biológicas atuais, o desenvolvimento dos corpos vivos orienta-se desde o início pela semicondutividade unicelular, como uma matriz piezelétrica via. Os tecidos primitivos básicos (células glia, satélite e de schawnn) dão sustentação aos neurônios no sistema humano, cuja fonte primária de alimentação é de natureza elétrica. Isso tornou-se especialmente evidente no crescimento ósseo em resposta a tensões mecânicas e a fraturas, demonstrando ter características de sistemas elétricos de controle.

A estimulação da regeneração de cartilagens através de correntes magnéticas, a restauração parcial de membros por meio de correntes diretas de baixa densidade, a estimulação do crescimento dos ossos por campos elétricos, a inibição do crescimento de tumores implantados em mamíferos com o uso de correntes elétricas- tudo isso pertence ao campo da eletromedicina.

A eletromedicina é a ciência que tira proveito das energias eletrofifiológicas celulares através da utilização do campo eletromagnético apropriado.

O advento de eletromedicina e da terapia com campos magnéticos não só colocou ao nosso alcance novas maneiras de tratar a dor e doenças, como também nos proporcionou novos conhecimentos a respeito de mecanismos celulares de cura. Trata-se apenas de uma mudança gradativa na qual o modelo alopático tradicional, que recomenda o uso de drogas e a realização de cirurgias para o tratamento das doenças humanas, é substituído por uma abordagem  mais energética.

As energias que estão sendo utilizadas aqui, porém são as energias sutis da própria força vital e suas diversas oitavas e harmônicos.


Primórdios


Por Dr Miguel Zaba - Apesar da aplicação terapêutica recente, as origens da estimulação magnética remetem ao século 19. Já em 1896, o francês Jacques-Arsène D'Arsonval havia testado os efeitos do magnetismo sobre as emoções.

Por volta de 1940, os estímulos magnéticos eram pesquisados na fisiologia animal. Na década de 80, surgiram aparelhos semelhantes aos atuais --só eram usados, no entanto, para diagnósticos neurológicos.

Foi só em meados da década de 90 que o método passou a ser usado para tratar doenças.

Uma das vantagens da Emtr é a quase ausência de efeitos colaterais. Até agora, uma leve dor de cabeça que passa depois da sessão tem sido o único sintoma relatado --mesmo assim, só por alguns pacientes.

Isso tornaria a técnica útil para grávidas e lactantes, para as quais é mais delicado receitar medicamentos.

Diferentemente da ECT (eletroconvulsoterapia, também conhecida como eletrochoque), outra técnica não medicamentosa usada para transtornos mentais, as aplicações de Emtr são indolores.

A ECT não exige cortes, mas demanda anestesia e o uso de remédios anticonvulsivos. Já a estimulação magnética não exige nada disso e tem mostrado a mesma eficácia, dizem os pesquisadores.
Os estudos com depressão --feitos principalmente com pacientes que não reagem a outros tratamentos-- são os mais numerosos e os que vêm conseguindo melhores resultados. "Há pouca informação consistente sobre indicações terapêuticas em outras áreas", afirmou à Folha um dos pioneiros na área, o psiquiatra americano Mark George, diretor do laboratório de estimulação cerebral da Universidade Médica da Carolina do Sul.

Mas já há trabalhos no Brasil e no mundo que avaliam os efeitos da terapia sobre a esquizofrenia, o TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) e a epilepsia, entre outras doenças.

Na USP, acaba de ser concluído um estudo sobre o uso da EMTr em um tipo de dor crônica. Os resultados ainda não podem ser divulgados, mas os pesquisadores acreditam na eficácias das mesmas
Estes pesquisadores estão agora estudando a eficácia deste método para o autismo, dislexia e transtorno de déficit de atenção.

Outro estudo do mesmo grupo vem acompanhando 20 pacientes de TOC resistentes a medicamentos.

Esperamos obter respostas seguras sobre a possibilidade de usar a técnica para TOC. Se as constatações forem positivas, creio que levará de cinco a dez anos para a Emtr chegar ao uso clínico.


Fonte: http://www.siqueiraerodrigues.com/
http://www.zaba.com.br/acervo_detalhes.asp?id=85

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