Ouroboros, também chamado de oroboro ou uróboro, é um dos símbolos mais intrigantes e antigos da humanidade. A imagem de uma serpente, ou dragão, mordendo a própria cauda carrega um significado profundo e misterioso. De origem grega, o nome é formado por duas palavras: "oura", que significa cauda, e "boros", que quer dizer devorar. Assim, ouroboros é literalmente “aquele que devora a própria cauda”. E isso já nos dá uma pista: o ciclo sem fim, o eterno retorno, o recomeço contínuo. Curioso, não é?
As velas, por mais simples que possam parecer, têm um poder simbólico e energético que atravessa culturas, religiões e tempos. Elas são muito mais do que uma fonte de luz ou decoração. Em seus diferentes formatos, cores e rituais, as velas representam o elo entre o mundo físico e o espiritual, uma verdadeira ponte de intenções e desejos.
Imagine só: um objeto antigo, pequeno, mas carregado de mistérios, que desafia nossa visão da história e da ciência. Esse é o Disco Genético, um artefato descoberto nas redondezas de Bogotá, na Colômbia, que tem deixado pesquisadores de queixo caído.
Percorra qualquer necrópole ao redor do globo e você se deparará com uma atmosfera solene destinada a honrar aqueles que já partiram deste mundo. Acompanhando as inscrições de nomes, datas e brasões familiares, você encontrará símbolos recorrentes que permeiam as lápides. Se alguma vez você se questionou acerca de seus possíveis significados, é interessante explorar as explicações subjacentes às representações frequentemente associadas aos epitáfios em túmulos, mausoléus e sepulturas, destinadas a celebrar a memória dos entes queridos ali descansando.