ciaufoEste capítulo, dedicado a explicar a forma com que a Força Aérea dos Estados Unidos tentou de todas as maneiras ocultar as evidências do fenômeno ÓVNI - recorrendo, em alguns casos, à ridicularização de valiosas testemunhas - não poderia ser concluído sem relatar a parte que coube, nessa trama, à CIA (Central Inteligence Agency), o serviço de espionagem do país. Segundo as declarações do major Donald E. Keyhoe, no seu último livro Aliens from Space ("Alienígenas do Espaço"), publicado em inglês em janeiro de 1975 ...

    ufobrasil1“Quando um cientista ilustre, mas “idoso”, declara que alguma coisa é possível, quase certamente tem razão. Quando declara que alguma coisa é impossível, Muito provavelmente esta errado.” (Lei de Clarke). A noite de 19 de maio de 1986 não pode passar sem um pronunciamento das autoridades da Aeronáutica. Afinal, o próprio coronel Ozires Silva tomou parte daqueles fatos, os mesmos que nossos “cientistas” ainda não querem aceitar. Precisamos tomar muito cuidado para falar que isso ou aquilo é impossível, pois parece que o destino dos homens no planeta Terra é realizar ou provar o impossível. Na história da humanidade sempre existiram cientistas aparentemente competentes, que promulgaram as leis do que é tecnicamente possível ou impossível, demonstrando, às vezes, que estavam inteiramente errados enquanto a tinta da caneta mal secara. No dia 19 de maio de 1986, tivemos um verdadeiro “show” de discos voadores no céu brasileiro, ...

    noite-radarLeia na íntegra a reportagem publicada na Revista Força Aérea Nº 43, sobre a Noite Oficial dos UFOs no Brasil, um dos mais importantes eventos ufológicos do mundo, pois fomos o único país cujas autoridades admitiram, com desconcertante transparência (ainda no calor dos acontecimentos!), terem sido "invadidos" por objetos voadores não-identificados, e em nenhum momento terem minimizado o episódio. Os méritos são todos do então Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Lima, a quem a Ufologia será eternamente grata. Por Mariana Raad - "...Cheguei perto do alvo, posicionando-me a cerca de seis milhas de distância dele, o que ainda é longe para que possa haver uma verificação precisa, ainda mais à noite. O alvo parou de se deslocar na minha direção e começou a subir. Eu não perdi o contato radar inicial e passei a subir junto com ele. Continuei seguindo o contato até cerca de 30 mil pés, quando perdi o contato radar e fiquei apenas com o visual. Mas, naquele momento, aquela luz forte já se confundia muito com as luzes das estrelas..."

    projetosinal1A 23 de setembro de 1947, o Tenente-General Nathan V. Twining, comandante do AMC (Air Material Comand), submeteu seu relatório, estritamente confidencial, ao comandante em exercício da Força Aérea do Exército dos EUA, qualificando como real o fenômeno dos objetos voadores não identificados e frisando que, quanto a isso, não se tratava nem de fantasmagorias nem de ficção. Isso porque tudo indicava que aqueles objetos, ...

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