varginha5UMA ESTRANHA CAIXA NA UNICAMP Funcionários do Hospital das Clínicas da Unicamp, ligados com a equipe do Dr. Badan Palhares, informaram que chegou uma estranha caixa naquelas dependências. Provavelmente o ser vivo. Dois militares do Exército chegaram carregando uma caixa metálica com centenas de pequenos furos. Uma funcionária conduziu esses militares em uma das salas onde tem um corredor contendo várias portas. Chegando em uma das...

    prato17UFOVIA: O Flávio morreu novo, não é?Pinon: Ele é da minha faixa etária, se fosse mais velho seria uns dois anos no máximo. Eu estou com 65 anos, mas quando ele morreu, na época, ele estava novo, pois já tem cerca de 20 anos que ele morreu. UFOVIA: Como ficaram os contatos após a Operação Prato? Pinon: Quando pararam os trabalhos da OP ficaram os grupos, só, mas não  eram obrigados a mais nada. Eu te confesso, muitos que faziam parte da Operação Prato, eram obrigados por serem militares. Iam por determinação, era uma missão.

    prato12Filho do Relator da Operação Prato fornece esclarecimentos Em 1977-78, militares brasileiros conduziram a chamada “Operação Prato”, coletando relatos a respeito de fenômenos luminosos — os “chupa-chupa” — que provocavam pânico em algumas cidades do Pará. O então sargento João Flávio de Freitas Costa, segundo em comando, foi o autor de praticamente todos relatórios, desenhos e mapas da operação (cuja assinatura em um deles você confere acima). Mais recentemente, contudo, alegações mais extraordinárias teriam surgido a respeito de Flávio Costa, que faleceu em junho de 1993. Entre elas estariam as declarações de Ubiratan Pinon Frias para o sítio UFOVIA.

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