O Fiasco Histórico de Raulzito e os Panteras (1968)

O Fiasco Histórico de Raulzito e os Panteras (1968)

Raulzito e os Panteras: O Fracasso de R$ 12,70 que Pariu o Mito Raul Seixas. Sabe aquele ditado chinfrim que diz que todo grande artista tem uma gaveta cheia de vergonha? Pois bem. O Pai do Rock Brasileiro, o homem que mandou a gente tentar outra vez e desconfiar do "carrão 73", tinha uma gaveta muito específica no seu passado. Uma gaveta empoeirada, com cheiro de naftalina e iê-iê-iê, que ele preferia manter trancada a sete chaves enquanto cantava sobre discos voadores e sociedades alternativas.

O Colapso Silencioso que Destruiu a Educação Brasileira

O Colapso Silencioso que Destruiu a Educação Brasileira

2026 - O Colapso Silencioso: Como o Brasil Destruiu a Própria Educação e Fingiu que Nada Aconteceu.Tem uma frase que assombra qualquer pessoa que já pisou numa sala de aula brasileira ou teve filho numa escola pública: "A culpa não é do professor." Parece contraditório falar isso num texto que vai esmiuçar justamente o problema dos professores. Mas é verdade, e entender por quê é o primeiro passo para enxergar a dimensão real do buraco em que o Brasil meteu a própria cabeça.

O hospício chamado Brasil (e você é o palhaço)

O hospício chamado Brasil

Você trabalhou 100% do ano. Ficou com 32%. O resto? Foi "de centavo em centavo" pro ralo. Sabe aquela sensação de que você rala, rala, rala e no fim do mês não sobra quase nada? Não é impressão não. E não é só "falta de controle financeiro" ou "gastar com bobagem". É pior. Muito pior. Vamos fazer uma conta de padaria, mas dessas que dói. Você consegue um emprego. Batalha. Sua empresa te paga, digamos, R$ 10 mil por mês. Só que você nem vê esse valor direito, porque primeiro vem o famoso leão.

A lista de espera do tráfico que ninguém quer ver

A lista de espera do tráfico que ninguém quer ver

A Lista de Espera do Tráfico: Por Que Matar um Traficante é Só Trocar um Nome na Planilha do Crime. Peraí. Deixa eu te contar uma parada que vai virar sua cabeça de ponta-cabeça. Você já parou pra pensar no que realmente acontece quando um traficante de 17, 18 anos é “desvivido” — usando aquele eufemismo que a gente conhece bem — numa operação policial? No dia seguinte, ele já foi substituído. Não tem velório com comoção nacional. Não tem comoção nenhuma, na real.