História e Cultura

BlackRock e Vanguard: os verdadeiros donos de cada marca que você consome

BlackRock e Vanguard: os verdadeiros donos de cada marca que você consome

A Máfia dos Três Nomes que controla tudo o que você toca, come e pensa (e por que ninguém te contou isso ainda). Sabe aquela sensação esquisita de que o jogo tá viciado? Não é sensação. É o seu instinto gritando algo que a matemática comprova, mas que a boca da TV insiste em chamar de “teoria da conspiração”.

Eu vou te mostrar, com nomes, fontes abertas e um fio de lógica que qualquer pessoa de QI mediano consegue seguir, que duas empresas apenas — uma dupla de titãs das sombras — são o funil invisível por onde passa o controle de praticamente cada gole de refrigerante, cada like na rede social, cada passagem de avião e cada pílula que você enfia goela abaixo achando que está “se cuidando”. Os donos do mundo não usam capa. Usam CNPJ. Pega um café, senta e respira fundo. Porque depois que você terminar este texto, nunca mais vai olhar para a prateleira do mercado ou para o feed de notícias do seu celular do mesmo jeito.

O grande truque da falsa concorrência

Vamos começar por algo que entra na sua boca todo santo dia. Dá uma olhada na sua cozinha mental agora: um salgadinho Pepsico, um chocolate Nestlé, um sorvete da Unilever, um refri da Coca-Cola. Parecem mundos opostos, times rivais numa guerra de marketing bilionário, né? A Pepsi faz a gente acreditar que detesta a Coca, e vice-versa. É a briga de cachorro grande que diverte a plateia. Só que quando você vai buscar quem é o dono do cachorro, descobre que ambos comem da mesma ração.

Vamos aos números do Yahoo Finance, porque aqui a gente não tira dado do bolso do colete: cerca de 72% das ações da PepsiCo não pertencem a um visionário solitário ou a uma família de empreendedores suados. Pertencem a três mil cento e cinquenta e cinco investidores institucionais – fundos de pensão, seguradoras, bancos, gestoras monstruosas. Entre esses, os dez maiores detêm quase um terço da brincadeira toda. E quem aparece, repetido como refrão de música chiclete, nos primeiros lugares da lista? BlackRock. Vanguard. State Street. Os mesmos três nomes que você vai encontrar, juro por tudo, nos maiores acionistas da Coca-Cola Company.

Sim, a BlackRock é a maior acionista da Pepsi. E também a segunda maior da Coca. A Vanguard é a maior da Coca. E a segunda maior da Pepsi. Elas trocam de posição dependendo do dia, como quem troca de cadeira num jogo de poder que a gente nunca foi convidado a jogar. Se você acha que Pepsi e Coca são concorrentes, sinto informar: seus lucros vão parar no mesmo bolso. As “guerras de refrigerante” são um reality show bilionário para entreter os consumidores enquanto os acionistas dos dois lados contam o mesmo dinheiro. E isso não é um caso isolado de duas marcas de bebida. É o molde de absolutamente toda indústria que você consegue imaginar.

Sabe aquela sensação de já ter visto esse filme? Vai se acostumar

Vamos para a tecnologia, as empresas que moldam a sua realidade digital e sabem mais sobre você do que seu parceiro de cama. Pensa no Facebook. A rede que controla também o Instagram e o WhatsApp, três praças públicas da humanidade conectada. Cerca de 80% das suas ações estão nas mãos de investidores institucionais. Adivinhe quem lidera? BlackRock, Vanguard, Fidelity. Vai para o Twitter – que forma com o Facebook e o Instagram a santíssima trindade da opinião online – e o trio infernal aparece novamente. Não importa se você posta no feed azul de Mark Zuckerberg ou no passarinho azul, os seus dados de engajamento viram dividendos para exatamente as mesmas gestoras.

Olha para a Apple e a Microsoft, supostamente arqui-inimigas desde que Steve Jobs e Bill Gates trocavam farpas nos anos 80. Abre a composição acionária de ambas e dá de cara com os mesmos sobrenomes corporativos. A BlackRock, por exemplo, é historicamente um dos maiores acionistas externos da Apple e, ao mesmo tempo, uma das maiores da Microsoft. A Vanguard repete o truque. Não existe guerra de sistemas operacionais. Existe um condomínio fechado onde os donos do IOS e do Windows recebem dividendos das duas janelas digitais do planeta. Esse papo de “escolher lado” entre Android e Apple é uma armadilha de marketing tão bem construída que a gente morre defendendo um ecossistema como se fosse time de futebol, enquanto o mesmo grupo de controladores lucra com qualquer aparelho que você decida comprar.

Férias, petróleo e o parafuso do avião: a trilha do mesmo dinheiro

Você resolve viajar. Abre o Skyscanner ou a Expedia pra pesquisar voo. Ambos pertencem ao mesmíssimo pool de investidores. Reserva por Booking.com ou Airbnb. Mesma história. Voa de Boeing ou Airbus? A Boeing, orgulho da engenharia americana, e a Airbus, joia do consórcio europeu, são inimigas comerciais ferozes. Só que seus papéis na bolsa têm donos que se repetem como um déjà-vu: Vanguard, BlackRock, State Street, Capital Group.

Entra no avião. O querosene queimado ali vem de petroleiras como Exxon ou Shell, onde adivinha quem está infiltrado? O aço, o alumínio, o titânio que seguram a fuselagem enquanto você dorme a dez mil metros de altura são fornecidos por mineradoras gigantes como BHP Billiton e Rio Tinto. E os controladores dessas mineradoras, aqueles que decidem se o preço do minério sobe, se a mina fecha ou se a comunidade indígena é removida, são — de novo — o mesmo punhado de investidores institucionais. Até a roupa que você veste nessa viagem entra na conta. As gigantes do fast fashion e as marcas de luxo, da Zara à Louis Vuitton, compartilham os mesmos “donos de fundo”. Não interessa se o algodão é orgânico ou se a jaqueta foi comprada num outlet: o lucro consolidado flui para os grandes controladores de capital.

E o que dizer da indústria farmacêutica, as tais Big Pharmas? Pfizer, Johnson & Johnson, AstraZeneca, Bayer (que engoliu a Monsanto, a maior produtora de sementes do planeta). Todas elas têm, lá no topo da cadeia alimentar das ações, a presença maciça das mesmas duas a três gestoras. Então quando Bill Gates — através da sua fundação, que é a principal doadora da OMS depois que o governo Trump puxou a tomada — senta à mesa com essas gigantes pra desenhar políticas de saúde global, ele não está dialogando com “o mercado”. Ele está conversando com parceiros de conselho, com os mesmos controladores indiretos que aparecem na sua própria Microsoft. O negócio da saúde vira um clube.

A pirâmide que termina numa névoa chamada Vanguard

Agora, respira mais um gole de café porque vamos descer um andar mais sinistro nesse labirinto. Você já entendeu que um punhado de gestoras controla todas as grandes corporações do planeta. Mas quem controla as gestoras? Os investidores institucionais também são empresas de capital aberto ou fechado, e seus donos são… outros investidores institucionais. Sobe um degrau e você vê a BlackRock como grande acionista do JPMorgan Chase, e o JPMorgan Chase como grande acionista da BlackRock. Sobe mais um degrau, e a pirâmide vai afunilando, como um liquidificador corporativo que tritura qualquer vestígio de competição real. Lá no topo da pirâmide visível, brilham duas palavras que você já viu tanto que até decorou: BlackRock e Vanguard.

A Bloomberg, que não é nenhum blog de teoria conspiratória, mas sim uma das máquinas de informação financeira mais respeitadas do capitalismo, já apelidou a BlackRock de “o quarto ramo do governo”. Não é força de expressão. A BlackRock gerencia cerca de 10 trilhões de dólares (isso é mais que o PIB do Japão e da Alemanha somados). Mas mais do que isso: ela desenha o software que os bancos centrais usam, é a consultora oficial do Federal Reserve e do Banco Central Europeu em momentos de crise, e empresta dinheiro para os próprios bancos centrais que, supostamente, deveriam regular o sistema. Você entende a maluquice? O mesmo ente privado que socorre o governo americano com liquidez em pleno colapso financeiro é o acionista controlador das empresas de mídia que vão noticiar se o colapso foi grave ou brando. É juiz, é advogado e é também o dono do estádio. Mas aí você pergunta: tá, e quem manda na BlackRock? Abrimos o registro de grandes acionistas da própria BlackRock, e o plot twist é de gelar a espinha. O maior acionista individual da BlackRock se chama… Vanguard. Sim, a Vanguard é a maior dona da BlackRock.

Fecha a porta e acende o abajur, porque agora a coisa fica opaca de propósito. A Vanguard tem uma estrutura absolutamente incomum e ultra-secreta. Diferente da BlackRock, que é uma empresa de capital aberto e por isso precisa abrir parte dos seus dados, a Vanguard é uma empresa privada cujos donos são seus próprios fundos. Ela não publica quem são os detentores finais do seu controle. A cortina de ferro corporativa desce exatamente aí. Quem está por trás da Vanguard? A própria Vanguard diz que é propriedade de seus fundos mútuos, que por sua vez são propriedade dos cotistas. Mas quem são os maiores cotistas, aqueles com poder de decisão? Ninguém sabe publicamente com clareza total.

O véu só é levantado por quem cava além do óbvio. Relatórios da Oxfam (a organização internacional que estuda desigualdade) e da própria Bloomberg mostram que 1% da população mundial detém mais riqueza que os outros 99%. A Oxfam detalhou, com todas as letras, que 82% de toda a riqueza gerada em 2017 foi parar no bolso desse 1%. A Forbes contabilizou, em março de 2020, 2.095 bilionários no mundo, muitos deles herdeiros de dinastias que remontam à Revolução Industrial — e várias delas, à própria realeza europeia.

Essas famílias nunca perderam o trono. Só mudaram de roupa: largaram a coroa e o cetro e vestiram o terno de fundações filantrópicas, offshores e holdings em cascata. A Vanguard é, portanto, o biombo corporativo atrás do qual essas linhagens operam sem precisar dar entrevista, sem ter o rosto estampado na Forbes. Eles controlam a maior máquina de monopólio acionário da história humana, e você nunca vai encontrar um sobrenome Rothschild, Rockefeller ou qualquer outro listado numa ata de reunião da Vanguard. Porque eles não precisam. O sigilo é o ativo mais valioso do jogo.

ONGs e fundações: a filantropia que lava dinheiro e fabrica consenso

Você pode estar pensando: “Ah, mas essas famílias têm fundações lindas, que combatem a fome, a malária, que doam milhões pra vacina”. Sim, e aqui o cinismo atinge níveis estratosféricos. As organizações sem fins lucrativos são o canivete suíço dessa elite. Elas não pagam impostos, podem receber doações sem revelar a origem total do dinheiro e podem investir esses recursos em qualquer projeto que julgarem “filantrópico”. O governo australiano, num relatório oficial, já classificou organizações sem fins lucrativos como veículos ideais para financiar terrorismo e lavagem massiva de dinheiro.

Ora, se uma fundação da elite quer passar uma grana para um propósito político ou midiático, é muito mais limpo fazer isso por uma ONG do que por um Pix direto ao partido. Três fundações servem como o motor de conexão entre as corporações, os governos e a mídia: a Fundação Bill & Melinda Gates, a Open Society Foundations (do George Soros) e a Fundação Clinton.

A Fundação Gates, por exemplo, é a maior doadora da Organização Mundial da Saúde. Maior até que muitos países ricos, especialmente depois que Trump cortou a mesada americana em 2020. Isso coloca as prioridades de saúde do planeta sob a batuta de uma entidade cujo patriarca não é um médico, nem um cientista desinteressado. Ele é um megaempresário cuja Microsoft, repito, é controlada por BlackRock e Vanguard, e que por sua vez, através da fundação, se torna um dos grandes acionistas da Berkshire Hathaway (o conglomerado de Warren Buffett). O ciclo é tão fechado que parece um escorpião mordendo o próprio rabo.

A Open Society, de Soros, patrocina agências de jornalismo, ONGs de direitos humanos e movimentos políticos ao redor do globo. A Fundação Clinton, idem. Elas formam uma teia onde o dinheiro da especulação financeira irriga projetos que pautam a mídia, financiam políticos simpáticos e marginalizam vozes dissidentes. A “agenda social” que você defende ou critica no Twitter tem patrocinadores certos, com nomes e CNPJs, cujo verdadeiro objetivo é a manutenção do sistema que os enriqueceu, e não a sua libertação.

A mídia que eles querem que você engula

Se você já se perguntou por que a Globo, a CNN, a BBC, o El País e a Folha parecem, de repente, cantar exatamente a mesma melodia, com as mesmas palavras-chave idênticas, a resposta não é “conspiração de jornalistas”. É propriedade cruzada. Cerca de 90% da mídia internacional — isso está na Wikipedia, com fontes — pertence a apenas nove conglomerados. Time-Warner, Walt Disney Company, Comcast, Fox Corporation, Bertelsmann, ViacomCBS… Adivinha quem são os maiores acionistas de cada um deles? Vanguard, BlackRock, State Street. É um monopólio de fato: as mesmas duas a três gestoras que faturam com a indústria farmacêutica controlam as empresas de comunicação que vão divulgar as maravilhas da nova vacina e demonizar quem questionar sua segurança.

A coisa é ainda mais requintada quando se vê quem produz o “conteúdo bruto” das notícias. Agências como Reuters, AP, AFP e ANP abastecem todas as redações do planeta. A Reuters, por exemplo, pertence à família canadense Thomson, uma das dinastias mais ricas e discretas do mundo. O Project Syndicate, que distribui artigos de opinião de líderes globais para 500 veículos em 150 países, é patrocinado pela Fundação Bill & Melinda Gates, pela Open Society e pelo European Journalism Centre. Sim, o mesmo European Journalism Centre que “educa” jornalistas e cujo conselho consultivo tem gente ligada ao Google e ao Facebook. A coisa fecha: a elite controla as agências de notícias que abastecem os jornais, controla os jornais que abastecem as TVs, e controla as fundações que patrocinam as organizações que “treinam” os jornalistas sobre o que é ético ou não noticiar. Que chance o repórter iniciante tem de furar esse bloqueio? Nenhuma. É um sistema desenhado para sufocar a verdade antes mesmo de ela virar manchete.

2028, Davos e a ditadura da “felicidade” sem propriedade

A Bloomberg projeta que, mantido o ritmo atual, BlackRock e Vanguard juntas administrarão 20 trilhões de dólares até 2028. Vinte. Trilhões. Isso equivale ao PIB dos Estados Unidos. Em outras palavras, duas empresas privadas terão sob seu controle um poder financeiro maior do que a maior economia do planeta. E o que essa turma planeja fazer com tanto poder? Não precisa especular. O Fórum Econômico Mundial, que reúne todo ano em Davos a nata dessa pirâmide (os CEOs das mesmas empresas que a Vanguard controla, os políticos financiados pelas mesmas fundações, os banqueiros dos mesmos bancos que a BlackRock socorre), tem um plano declarado. O presidente do WEF, Klaus Schwab, escreveu um livro chamado “A Grande Reinicialização” (The Great Reset), em que afirma, sem meias-palavras, que a pandemia de Covid-19 foi uma “oportunidade de ouro” para “resetar” a sociedade. O slogan deles, “Build Back Better” (Construir Melhor), foi entubado goela abaixo de políticos do mundo todo, de Biden a Trudeau, de Macron a von der Leyen.

Qual é o plano mestre? O site do WEF deixa claro num vídeo institucional perturbador: em 2030, você não vai possuir nada, e vai ser feliz. Nada de carro particular (tudo por assinatura), nada de casa própria (tudo alugado de megacorporações), suas necessidades básicas atendidas em troca da sua obediência absoluta e da sua força de trabalho para o estado-corporativo. A pobreza, a fome e as doenças não existirão mais, diz a ONU na Agenda 2030 — mas às custas de uma redistribuição dos impostos dos países ocidentais, gerenciada por essa mesma elite, para criar um governo mundial de fato. “Nova Ordem Mundial”? O termo não foi cunhado por um blogueiro de canto de internet. Foi usado orgulhosamente por George Bush pai, Bill Clinton, Henry Kissinger, Nelson Mandela e até o Papa Francisco. A agenda “verde”, a eliminação do petróleo até 2030, a “mobilidade elétrica”: tudo isso exige uma nova infraestrutura planetária, cujos contratos, minérios, tecnologias e patentes já estão nas mãos… adivinhe… dos mesmos consórcios de controle. A energia que vai substituir o petróleo estará sob o domínio dos mesmos donos do petróleo. Você só trocará de posto de pedágio na estrada do servo.

Por que você não viu isso passar na TV até hoje?

A pergunta de ouro: por que documentários como “Covid Lie” ou essas informações assustadoramente simples de comprovar não são tema de debate na mídia de massa? Se é tão fácil eu pegar um notebook velho e abrir as páginas do Yahoo Finance e da Wikipedia pra conectar os pontos, por que a redação de um jornal com centenas de funcionários não faz o mesmo? A resposta está na própria composição acionária do conglomerado que emprega esses jornalistas. Como o George Carlin profetizou décadas atrás: “É um clube pequeno, e você não faz parte dele”. Esse clube não só controla as fábricas, os bancos e os governos, como controla o roteiro. Quando a mídia chama de “teoria da conspiração” qualquer questionamento sobre o poder da BlackRock, ela está protegendo o patrimônio dos seus próprios controladores. É legítima defesa do status quo.

Lynn Forester de Rothschild, herdeira do império financeiro, foi flagrada numa teleconferência com os 100 maiores CEOs do mundo, ordenando que boicotassem o estado da Geórgia por aprovar leis de identificação de eleitor — que, para ela, atrapalham o projeto de um país de partido único nos EUA. E a Coca-Cola obedeceu. A MLB obedeceu. Will Smith obedeceu. Não foi “engajamento cidadão das corporações”; foi o alto comando da pirâmide apertando o botão do obedece. O boneco dança e a gente aplaude a coreografia.

A dura realidade que nenhum politicamente correto vai suavizar

Você viu milhões caírem na pobreza durante as medidas draconianas da “pandemia”. Pequenos negócios quebraram enquanto os lucros da Amazon, do Walmart e das gigantes farmacêuticas dispararam. A maior transferência de riqueza da base para o topo da pirâmide em tempo recorde aconteceu bem debaixo do nosso nariz mascarado. Os mesmos veículos que nos mandavam “ficar em casa” são propriedade dos que lucraram com nosso confinamento. A mesma mídia que chama isso de “nova normal” é propriedade dos caras que escreveram o roteiro da “nova normal” em Davos. Isso não é um discurso de medo apocalíptico sem saída. É um chamado brutal à consciência. A elite é real, tem nome (mesmo que escondido atrás da Vanguard), tem endereço (BlackRock, 55 East 52nd Street, Nova York) e tem um plano que não depende mais da sua opinião, porque eles já compraram os meios de formar sua opinião. Mas o primeiro passo para quebrar um feitiço é saber que você está enfeitiçado.

Da próxima vez que você abrir o armário e pegar um Danone, postar uma selfie no Instagram, engolir um analgésico da Bayer, aplaudir um discurso político ecoando “Build Back Better” ou ler uma manchete aterrorizante sobre o clima sem questionar quem a redigiu e quem a patrocina, lembre-se: não são marcas diferentes, não são concorrentes, não são governos soberanos. É tudo um mesmo clube. Um clube que você sustentou com seu trabalho, suas compras e sua atenção a vida toda. E que agora planeja, metodicamente, te deixar com a felicidade obrigatória de quem não possui mais nada. A escolha de acordar ou continuar pagando o ingresso desse parque de diversões distópico é só sua.