WTC 11/09 - A Maior Farsa do Século?-Parte 2

    O Ataque ao World Trade Center 2Grupos deAploio - Dentro dos Estados Unidos Por volta de 1.200 estrangeiros foram presos e encarcerados secretamente em relação à investigação dos ataques de 11 de setembro, ainda que o governo não tenha divulgado o número exato. Os métodos utilizados pelo Estado para investigar e deter suspeitos tem sido severamente criticados por organizações de direitos humanos como Human Rights Watch e chefes de governo como a chanceler alemã Angela Merkel. Até agora o governo dos Estados Unidos ...

    não falou a ninguém dos participantes da conspiração que realizaram as operações em terra. Célula de apoio na Espanha - No dia 26 de setembro de 2005, a Audiência Nacional da Espanha dirigida pelo juiz Baltasar Garzón condenou a Abu Dahdah a 27 anos de prisão por conspiração nos atentados de 11 de setembro e por ser parte da organização terrorista Al-Qaeda.

    Ao mesmo tempo, outros 17 membros da Al-Qaeda foram condenados a penas de entre 6 e 12 anos [18] [19]. Em 16 de fevereiro de 2006, o Tribunal Supremo baixou a pena de Abu Dahdah a 12 anos porque considerou que sua participação na conspiração não estava provada. Motivações do ataque - Segundo conclusões das investigações oficiais do governo americano, os ataques cumpriam com a intenção declarada da Al-Qaeda, expressada na fatwa de 1998 de Osama bin Laden, Aymán al-Zawahirí, Abu-Yasir Rifa'i Ahmad Taha, Shaykh Mir Hamzah, e Fazlur

    Rahman (emir do Movimento Yihadista de Bangladesh).

    A fatwa lista três "crimes e pecados" cometidos pelos Estados Unidos:

    • Apoio militar a Israel.

    • Ocupação militar da península arábica.

    • Agressão contra o povo do Iraque.

    Danos materiais

    Fora a destruição das torres gêmeas de 110 andares cada uma, cinco edifícios do World Trade Center ficaram destruídos ou seriamente danificados, entre eles o 7 World Trade Center e o Marriott World Trade Center, quatro estações do metrô de Nova York e a igreja cristã ortodoxa de São Nicolau. No total, 25 edifícios em Manhattan sofreram danos e sete edifícios do complexo do World Trade Center foram arrasados. Mais tarde, o Deutsche Bank Building situado na rua Libery Street e o Borough of Manhattan Community College's Fiterman Hall tiveram que ser demolidos devido ao estado em que se encontravam. Vários equipamentos de comunicações também sofreram danos. As antenas de telecomunicações da Torre Norte caíram com seu desmoronamento.

    Em Arlington, uma parte do Pentágono foi severamente danificada pelo fogo e impacto do avião. Uma seção inteira do edifício foi derrubada.

    Efeitos econômicos

    Os ataques tiveram um impacto significativo nos mercados norte-americanos e mundiais. A Reserva Federal reduziu temporáriamente seus contatos com bancos pela falta de equipamento perdido no distrito financeiro de Nova York. Em horas recuperou o controle sobre o sinistro de dinheiro, com a consequente liquidez para os bancos. Os índices bolsa New York Stock Exchange (NYSE), American Stock Exchange e NASDAQ não abriram em 11 de setembro e permaneceram fechados até 17 do mesmo mês.

    Os sistemas do NYSE não foram danificados pelo ataque, mas os danos nas linhas telefônicas do sistema financeiro do World Trade Center impediram seu funcionamento.Quando os mercados reabriram em 17 de setembro de 2001, atrás da maior queda desde a Grande Depressão, o índice Dow Jones caiu 684 pontos (7,1%), até 8920, em sua maior queda em um só dia. Ao final da semana, o Dow Jones tinha perdido 1369,7 pontos (14,3%), sua maior queda em uma semana. Desde então Wall Street permanece protegido contra um atentado terrorista.

    A economia de Manhattan, terceiro distrito econômico dos Estados Unidos, ficou devastada. 30% do solo de escritórios (2,7 milhões de m³), muitos deles de classe A, foi destruído ou danificado. O Deutsche Bank Building, vizinho das Torres Gêmeas teve que ser fechado pelos danos e demolido. A eletricidade, telefone e gás foram cortados. Foi restringida a entrada de pessoas no Soho e Baixo Manhattan. A deslocalização de postos de trabalho a Midtown e Nova Jersey se acelerou.A reconstrução enfrentou a falta de acordo sobre as prioridades. Por exemplo, o prefeito Michael Bloomberg fez a candidatura de Nova York para os Jogos Olímpicos de 2012, enquanto o governador Pataki delegou na Corporação para o Desenvolvimento da Baixa Manhattan, duramente criticada pelos escassos recursos obtidos com os amplos fundos recebidos.

    Significativas perdas ocorreram no setor aéreo: o espaço aéreo norte-americano permaneceu fechado durante vários dias pela primeira vez em sua história, e em vários países como Canadá. Depois de sua reabertura, as companhias aéreas sofreram uma diminuição em seu tráfico. Se estima que o negócio perdeu cerca de 20% de seu tamanho, e os problemas financeiros das companhias aéreas norte-americanas se agravaram, dando lugar a uma crise económica.

    Efeito potencial na saúde

    Os milhões de toneladas de escombros tóxicos resultado da queda das Torres Gêmeas eram compostos por: 50% de material não fibroso e escombros de construção; 41% de vidro e fibra; 9,2% de celulose e 0,8% de asbesto. Além disto, foram liberados níveis sem precedentes de dioxinas e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos nos fogos que arderam durante os três meses seguintes. Isto causou várias doenças nas equipes de resgate e reconstrução que trabalharam na zona zero. Os efeitos se estendeu também à saúde dos habitantes da Baixa Manhattan e proximidades.

    Segundo uma especulação científica, a exposição a vários produtos tóxicos e contaminantes do ar circundante a Torres depois da queda do WTC poderia ter efeitos negativos no desenvolvimento fetal. Devido a este risco potencial, um notável centro de saúde de crianças está atualmente analisando filhos de mães que estavam grávidas durante a queda do WTC e que viviam ou trabalhavam próximas das torres. O propósito do estudo é determinar se há diferenças significativas no desenvolvimento e na saúde das crianças de mães expostas aos produtos tóxicos, frente a filhos cujas mães não estiveram expostas à contaminação.

    Em maio de 2007, as autoridades admitiram que a morte de uma advogada se deveu a exposição à nuvem tóxica, o que constituiu o primeiro reconhecimento oficial de uma morte como consequência do pó depois da queda das Torres.

    Por que o WTC caiu?

    Existe muita especulação sobre as causas do efeito da explosão, observado nos desabamentos das Torres Gêmeas do WTC. Embora sem precedentes na história, a razão de tal queda tão sincronizada acontecer ainda é um mistério para a ciência, gerando debates entre arquitetos, engenheiros de estrutura e agências governamentais, todas voltadas à segurança do meio ambiente e interessadas nas respostas ao seguinte questionamento: "Até que ponto os cálculos matemáticos e as técnicas de implosão programadas atenderiam ao desmanche das grandes estruturas?" Antes de tomar qualquer conclusão, saibamos que aqueles aneis horizontais nas torres não eram meros enfeites, e sim, dois andares reforçados para suportar o colapso dos andares acima. Mas, como dito antes, ainda é um mistério.

    Sobre as colisões, deve-se considerar que a força dos impactos com as torres foram relativamente nulas, tendo em vista o efeito trespassador observado quando as velocidades relativas são muito grandes.

    Contudo, a queima de 91m³ (24.000 galões) de querosene líquidos "praticamente injetados dentro das torres", somado ao design do WTC e às zonas de baixa pressão localizadas nas aberturas "as janelas panorâmicas dos andares superiores por onde os destroços da aeronave abriram fendas", deram início ao efeito chaminé acelerado. Esse efeito acontece quando a convecção de gases numa chaminé é apressada pelo calor das chamas em seu interior. O alto poder calórico conseguido nesses ciclos promove uma reação semelhante ao jato de um maçarico. Essa seria pois, a causa da falência localizada na estrutura do WTC e que deu início ao aspecto de uma implosão programada.

    Há também a hipótese de que o impacto dos boeings, somado à queima de 91m³ de fogo, tenha debilitado muito o aço estrutural dos andares da batida dos aviões. Com as colunas de aço que sustentavam os andares superiores comprometidas, as fendas abertas nos edifícios acabaram não suportando o peso dos 20 andares acima do impacto e eles afundaram sobre as torres. O peso deles ao cair foi esmagando andar por andar até os dois colossos de 110 andares estarem no chão.

    |Teorias conspiratórias sobre 11/9}} Após as colisões contra as estruturas que formam a alma dos americanos, tem havido muita especulação sobre seu planejamento na derrubada desses ícones, em especial relacionadas com a possibilidade de haver mais seqüestradores que iriam executar o ataque surpresa. Atrás dessa procura desesperada por informações, formou-se uma comissão para organizar as inúmeras hipóteses. No entanto,== Especulações e teorias da conspiração == {{principal até agora, a comissão do 11 de Setembro não conseguiu explicar, de forma racional e coerente, os inúmeros fenômenos que rondam esses eventos e, mesmo sabendo que existe muita informação disponível na Internet, apoiada por milhares de peritos, que põem em litígio as versões oficiais do 11 de Setembro, apresentando para isso as mais variadas provas científicas, até agora nada de novo foi acrescentado.

    Os adeptos da teoria da conspiração usam o fato da área de impacto feita no Pentágono ser relativamente pequena e por supostamente não constar no seu perímetro a existência das asas do avião. Fato facilmente desmentido quando analisada as centenas de imagens do local do choque, onde constam centenas de fragmentos da aeronave. Entretanto, algumas testemunhas afiançam que se deram 2 explosões e nessa altura não viram o embate de nenhum avião. Enquanto centenas de outras afirmam terem visto o avião mergulhar contra o edifício.

    O quarto avião seqüestrado foi supostamente derrubado por caças em um campo próximo a Shanksville, Pensilvânia, após os passageiros enfrentarem os terroristas, segundo as fontes oficiais. Para alguns permanece o questionamento, do suposto fato de que não foi encontrado nenhum corpo ou partes deles. Os teólogos da conspiração afirmam que um médico legista, jamais identificado e que esteve no local da queda afirmou: "Apenas observei um monte de metal calcinado como se tivesse sido jogado do ar no local e policiais de um lado para o outro, mas nem um corpo..." Caso a teórica fosse verdadeira, surge uma dúvida ainda maior. Onde estão os passageiros e mesmo o avião?

    Suposto envolvimento das redes de televisão

    Segundo uma teoria denominada Media Hoax/TV Fakery, o segundo avião visto em directo na televisão por milhões de espectadores, foi introduzido digitalmente por software CGI em tempo real pela CNN e Fox News. O facto de não ter sido mostrado o impacto frontal, teria tornado a produção do suposto vídeo muito fácil. Os outros vídeos mostrando impactos frontais teriam sido produzidos depois [22]. As testemunhas que diziam ter visto os aviões colidir contra as torres teriam quase todas ligações com os mídias, começando pela primeira a "depor", quatro minutos depois do primeira explosão, o vice-presidente da CNN

    Cronologia dos ataques de 11 de Setembro de 2001

    Cronologia dos ataques de 11 de Setembro de 2001. O horário está estabelecido segundo a hora local no leste dos Estados

    Unidos.

    • 08.00: o vôo 11 da American Airlines, um Boeing 767 com 92 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Logan de Boston até Los Angeles.

    • 08.14: o vôo 175 da United Airlines, um Boeing 767 com 65 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Logan de Boston até Los Ángeles.

    • 08.21: o vôo 77 da American Airlines, um Boeing 757 com 64 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional Dulles de Washington até Los Angeles

    • 08.37: a FAA (a Administração Federal da Aeronaútica) notifica ao NORAD (North American Aerospace Defense Command , Comando de Defesa Aérea da América do Norte) que existe uma suspeita de seqüestro do vôo 11 de American.

    • 08.41: o vôo 93 da United Airlines, um Boeing 757 com 44 pessoas a bordo, descola do Aeroporto Internacional de Newark até São Francisco

    • 08.46.30: o vôo 11 da American Airlines choca com a Torre Norte do World Trade Center (WTC).

    • 09.02.59: o vôo 175 da United Airlines choca com a Torre Sul do World Trade Center.

    • 09.03: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de seqüestro do vôo 175 da United.

    • 09.07: o Chefe de Empregados da Casa Branca avisa o presidente George W. Bush que os Estados Unidos se encontram sob ataque. O presidente se encontrava reunido com umas crianças de uma escola primária de Sarasota (Flórida).

    • 09.10 - 09.25: Richard Clarke, encarregado da oficina anti-terrorista, organiza uma vídeo conferência da Casa Branca com os mais altos chefes militares para organizar uma resposta.

    • 09.21: Fecham-se todos os túneis e pontes da ilha de Manhattan.

    • 09.26: a FAA proíbe a descolagem de todos os aviões civis.

    • 09.31: o presidente George W. Bush pronuncia um discurso na escola primária onde se encontrava, informando que se tratava aparentemente de um ato terrorista.

    • 09.34: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do vôo 77 da American.

    • 09.34: o presidente George W. Bush sai da escola primária de Sarasota até o aeroporto.

    • 09.37.46: o vôo 77 da American Airlines choca com o Pentágono.

    • 09.45: a FAA, (com ordens do Presidente) ordena que todos os aviões em vôo aterrem imediatamente no aeroporto mais próximo.

    • 09.48: o Congresso dos Estados Unidos e a Casa Branca são evacuados.

    • 09.57: o presidente Bush abandona a Flórida.

    • 09.59: a Torre Sul cai.

    • 10.03.11: o vôo 93 da United Airlines cai em um campo aberto em Shanksville, Pensilvânia.

    • 10:06: a FAA notifica ao NORAD que existe uma suspeita de sequestro do vôo 93 da United.

    • 10.28: a Torre Norte cai.

    • 11.:04: o edifício das Nações Unidas em Nova York é evacuado.

    • 11.45: o presidente Bush aterra na base aérea de Barksdale na Louisiana.

    • 13.04: o presidente Bush declara "Alerta Máximo" em todo o mundo e se dirige à nação através dos meios de comunicação.

    • 13.37: o Presidente Bush deixa a bordo do Air Force One, a base Barksdale.

    • 15.07: o Presidente Bush aterra na base aérea Offutt em Nebraska.

    • 16.36: o presidente Bush deixa a bordo do Air Force One, a base Offutt e ordena ser levado à Casa Branca.

    • 17.25: cai o edifício 7 de 47 andares do World Trade Center.

    • 19.00: o Presidente Bush chega à Casa Branca.

    • 20.30: o presidente Bush fala à nação.

    WTC

    O World Trade Center em Nova York, Estados Unidos (informalmente referenciado como WTC ou Torres Gêmeas) foi um complexo de sete prédios construídos na Baixa Manhattan, projetados pelo arquiteto americano Minoru Yamasaki e pelo engenheiro Leslie Robertson e desenvolvido pelo Port Authority of New York and New Jersey. Foi iniciado em 1960 pela Lower Manhattan Association, criada e presidida por David Rockfeller, que tinha a idéia original de construir o center, com forte apoio do então governador de Nova York, seu irmão Nelson Rockfeller.[1] O World Trade Center, Nova York, como a maioria dos World Trade Centers localizados em todo o mundo, pertencia à família do World Trade Centers Association. Antes da sua destruição, Larry Silverstein, realizou o mais recente arrendamento do complexo e o alugou para o Port Authority, em Julho de 2001.[2] O complexo, localizado no coração do centro financeiro da cidade de Nova York, tinha 1.24 milhões de m² de espaço de escritório, quase quatro por cento da totalidade dos escritórios de Manhattan.

    Mais conhecido pelas torres gêmeas de 110 andares (101 andares utilizáveis, com oito elevadores de "serviço", um no topo e um no lobby e outros seis [4] indo até o andar 80) o World Trade Center foi envolvido por um incêndio em 13 de Fevereiro de 1975 e um bombardeio em 26 de Fevereiro de 1993.Todos os sete edifícios originais do complexo foram destruídos num ataque terrorista no dia 11 de setembro de 2001. Três dos edifícios desabaram: One World Trade Center (1 WTC, a Torre Norte), Two World Trade Center (2 WTC, a Torre Sul), e 7 World Trade Center (7 WTC). O Marriott World Trade Center (3 WTC), foi esmagado pelo colapso do 1 WTC e 2 WTC. 4 World Trade Center (4 WTC), 5 World Trade Center (5 WTC), e 6 World Trade Center (6 WTC) foram bastante danificados e posteriormente foram demolidos. Dois edifícios que não faziam parte do complexo também foram destruídos: A Igreja Ortodoxa grega St. Nicholas foi destruída pela queda do 2 WTC, e o Deutsche Bank Building foi danificado e ambos estão atualmente em reconstrução

    Mapa de Locialização do Complexo WTC

    Composição do Complexo do World Trade Center

    O Complexo era formado por sete edifícios, sendo:

    • As Torres Gêmeas;

    o A Torre Norte, ou WTC 1, que tinha no andar 107 um restaurante chamado Windows on the World e no andar 110, ou seja, no topo da torre havia uma torre de telecomunicações que servia como base de irradiação do sinal para algumas emissoras e como torre secundária para cobrir a Baixa Manhattan, região das torres. Eis as emissoras de TV que tinham seus sinais irradiados daquele local: WCBS 2, WNBC 4, WNYW 5, WABC 7, WWOR 9, WPIX 11, WNET 13, WPXN 31 e a WNJU 47. Também servia de base e/ou secundária para as seguintes rádios: WPAT 93.1, WNYC 93.9, WKCR 89.9 e WKTU 103.5.

    o A Torre Sul, ou WTC 2, que tinha um posto de observação apelidado de Top of the World.

    • O Hotel Marriott (WTC 3) Um hotel de classificação de 4 diamantes (superior à de 5 estrelas) que possuía 22 andares com o total de 825 quartos. No dia do atentado, haviam-se hospedado no Hotel Marriott cerca de 1000 pessoas que foram retiradas após o choque do American 11 na Torre Norte. Foi usado como centro de emergência dos bombeiros para a evacuação dos prédios. Ruiu com a queda da Torre Sul.

    • WTC 4 era um prédio de escritórios de 9 andares localizado a sudoeste das torres e estava instalado no prédio: o O Deutsche Bank (Banco da Alemanha que ocupava o 4º, 5º e 6º andar);

    • WTC 5 era um prédio de escritórios de 9 andares na zona a nordeste das torres que possuía a forma de um L e funcionava os escritórios da: o US Airways (Aviação dos Estados Unidos), American Airlines (a mesma que teve seu avião lançado contra a Torre Norte), FedEx (Empresa serviços de frete e logistica norte-americano), Council of State Governments (Administração do governo), Credit Suisse First Boston (Banco Suíço) e também funcionava no subsolo a estação de metropolitano do World Trade Center.

    • WTC 6 era um prédio do governo com sete andares localizado a sudeste das torres onde funcionava uma espécie de abrigo;

    • WTC 7 era um prédio de 47 andares localizado a norte das Torres Gêmeas. Funcionavam no prédio 7 orgãos do governo: o United States Secret Service (Serviço Secreto dos Estados Unidos), Department of Defense (Departamento de Defesa Americana), Immigration and Naturalization Service (Serviço de Imigração e Naturalização), U.S. Securities and Exchange Commission (Comissão de Segurança dos Estados Unidos), the Mayor's Office of Emergency Management (Gabinete de Emergência do Prefeito), the Internal Revenue Service Regional Council (Conselho Regional de Renovação Interna), e a Central Intelligence Agency (CIA) (Agência de Inteligência dos Estados Unidos).

    O Pentágono

    O Pentágono - O Pentágono é a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O Pentágono foi inaugurado em 15 de janeiro de 1943 e continua sendo um dos edifícios mais famosos do mundo. Foi sempre parte das forças armadas dos Estados Unidos desde sua construção durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a primeira metade de 1941 o departamento de guerra encontrou cada vez mais dificuldade de fornecer um espaço para a equipe de funcionários das matrizes de seu exército em expansão. O presidente, pediu para o Congresso construir edifícios adicionais. O chefe da construção, o brigadeiro general Brehon B. Somervell do departamento de guerra, teve uma idéia melhor, um esquema de abrigar todas as forças armadas sob um telhado. Assim surgiu o conceito atual do Pentágono. O prédio do Pentágono foi atingido por um avião Boeing 757 (vôo 77) da companhia áerea American Airlines em um atentado terrorista no dia 11 de setembro de 2001 quando outros dois aviões, também pilotados por terroristas, atingiram as duas torres do World Trade Center. O edifício tem forma de pentágono, e é a fonte de renda de aproximadamente 23.000 agentes civis e militares, cerca de 3.000 deles são o pessoal de apoio, situado em Arlington, Virginia. Tem cinco andares e cada andar tem cinco corredores. O Pentágono é o maior edifício de escritórios do mundo reservado a inteligência estratégica e espionagem. Construído nos primeiros dias de Julho de 1941, era inicialmente para ser um abrigo provisório para o Departamento de Defesa, mas seu destino foi se transformar na Central das Forças Armadas dos Estados Unidos, onde o Presidente da República tem total controle. Até hoje é uma estrutura eficiente pois seus corredores somam 28,16 quilômetros, só é necessário sete minutos para caminhar (06-km/h) entre dois pontos extremos do edifício pelo seu sistema de locomoção realmente eficiente

    Shanksville (Pensilvânia)

    Shanksville é uma região do Condado de Somerset, estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos da América. Tornou-se conhecida internacionalmente após os ataques de 11 de Setembro de 2001, quando foi o cenário da queda do vôo 93 da United Airlines, seqüestrado por terroristas ligados à Al-Qaeda, de Osama Bin Laden. Acredita-se que o alvo dos terroristas era algum edifício de Washington, DC, como a Casa Branca ou o Capitólio.

    Aviões Sequestrados

    Vôo 11 da American Airlines

    O Vôo 11 da American Airlines foi o primeiro vôo seqüestrado nos Ataques de 11 de Setembro de 2001. O vôo 11 da American Airlines foi a bordo de a Boeing 767-223ER, número de registo N334AA, qual voou regularmente no aeroporto Internacional de Logan em Boston para o aeroporto Internacional de Los Angeles. Em 11 de Setembro de 2001, o avião foi nesta rota seqüestrado, e foi jogado na Torre Norte do World Trade Center em Nova Iorque pelo próprio piloto chamado Mohamed Atta, às 08h46min a.m. O avião colidiu entre os andares 93 e 99 do World Trade Center, com uma velocidade aproximada de 789 km/h. A torre Norte foi a primeira a sofrer o impacto do avião e a segunda a ruir. No seqüestro do vôo 11 teve a morte de 92 pessoas no avião e 1366 na torre.

    Cinco seqüestradores eram a bordo do vôo:

    • Mohamed Atta (Egito) - o líder e o piloto, estava no assento 8D.

    • Waleed al-Shehri (Arábia Saudita) - sentado no assento 2B

    • Wail al-Shehri (Arábia Saudita) - sentado ao lado de Waleed, sentado no assento 2A.

    • Abdulaziz al-Omari (Arábia Saudita) - sentado no assento 8G, tinha voado mais cedo com o Atta ao aeroporto de Logan de Portland, Maine.

    • Satam al-Suqami (Arábia Saudita) - teve pagado o dinheiro naquele dia, sentado no assento 10B. Stabbed também era um passageiro que avia tentado intervir no seqüestro.

    Quatro dos seqüestradores foram selecionados para a CAPPS para a seleção extra de seus sacos verificados para explosivos. Mohamed Atta foi selecionado quando verificou dentro em Portland Jetport Internacional, quando o al-Suqami de Satam, o al-Shehri do Wail, e o al-Shehri de Waleed foram selecionados em Boston. Desde que Waleed não tinha verificado nenhum saco, a seleção de CAPPS não teve nenhum efeito nele, quando a outra mandou meramente seus sacos se submeter à seleção extra.

    O vôo foi programado regularmente para a decolagem às 07h45min a.m. Entretanto, a decolagem estava funcionando em atraso, e às 07h45min a.m., seqüestradores da ligação, Mohamed Atta e Abdulaziz Alomari ainda estavam no plano. Nas arremetidas, os sacos de Atta não foram carregados no plano a tempo. O avião partiu da porta 26, e depois de 14 minutos atrasado, o vôo retirou do aeroporto internacional de Logan às 7:59 a.m. da pista de decolagem 4R. Às 08h13min:29 a.m., como o avião estava passando através de 26.000 pés de central do excesso Massachusetts, o piloto respondeu a um pedido do centro de controle de tráfego do ar de Boston fazer uma volta 20° à direita. Às 8:13:47, centro de Boston instruíram então os pilotos atenderam a uma altura cruzando de 35.000 pés. O avião nunca respondeu a este pedido. Às 8:16 a.m., o avião nivelou fora em 29.000 pés.Às 08h46min:40 a.m., o vôo 11 foi jogado contra a Face Norte da Torre 1 do World Trade Center. O avião, que estava viajando em aproximadamente 466 milhas por hora (750 km/h), impactou entre os andares 93 e 99 liberando aproximadamente 10.000 galões de combustível de jato inflamável.

    Esta seria a primeira catástrofe nos ataques do dia. Todos que estavam à bordo do avião(11 tripulantes, 76 passageiros, e 5 seqüestradores) foram mortos. As primeiras organizações da notícia e do rádio relataram uma explosão ou o incidente no World Trade Center, a CNN estourou em um comercial às 08h49min a.m. Os jornalistas do CNN leram primeiramente de “O Desastre do World Trade Center”.

    Vôo 175 da United Airlines

    O vôo 175 da United Airlines foi um vôo que partiu na manhã do trágico dia de 11 de Setembro de 2001. Ele saiu do Aeroporto Internacional Logan em Boston, Massachussets em direção ao Aeroporto Internacional de Los Angeles em Los Angeles, Califórnia. No dia 11 de Setembro de 2001, o Boeing 767-222, da companhia United Airlines, prefixo N612UA foi seqüestrado e caiu em Nova Iorque durante os atentados do 11 de Setembro. Ele foi o segundo avião a ser seqüestrado naquela manhã e a colidir no World Trade Center. Foi um acidente de uma empresa aérea a ser registrado ao vivo pela televisão, a notícia se espalhou por todo o mundo. Anteriormente a ele, o vôo 11, da companhia American Airlines, havia se chocado com o topo da torre 17 minutos antes.

    A explosão, e as labaredas infernais chamaram a atenção de todos que passavam pelo local.

    Haviam cinco seqüestradores a bordo do vôo 175, sendo:

    • Marwan al-Shehhi (Emirados Árabes Unidos) (líder + piloto)

    • Fayez Banihammad (Emirados Árabes Unidos)

    • Mohand al-Shehri (Arábia Saudita)

    • Hamza al-Ghamdi (Arábia Saudita)

    • Ahmed al-Ghamdi (Arábia Saudita)

    O vôo 175 foi programado para partir às 08h00min EDT do portão 26 às 07h59min. Devido aos atrasos no pátio, o vôo partiu da pista de decolagem às 08h14min. O vôo tinha sido programado para partir 15 minutos mais cedo, provavelmente um seqüestro em torno do mesmo horário que o vôo 11. O vôo foi pilotado pelo capitão Victor Saracini, com Michael Horrocks como primeiro oficial. Às 08h37min:08, o controle de vôo perguntou aos pilotos do UA175 se poderiam ver o vôo 11 da American Airlines no seu alcançe de visão, e a resposta era afirmativa. Foram requisitados a manter a distância do vôo a partir do momento que sabiam se tratar de um seqüestro. Aproximadamente 7 minutos mais tarde, o vôo 175 foi seqüestrado também.

    Às 09h03min, o vôo 175 foi jogado contra a face sul da Torre 2 (Torre Sul) do World Trade Center viajando a aproximadamente 545 km/h e acertando entre os andares 77 e 85 com aproximadamente 10.000 galões do combustível de jato. Haviam 56 passageiros a bordo (incluindo os 5 seqüestradores) e outros 9 membros do grupo, nenhuma pessoa sobreviveu. Centenas foram mortas dentro da torre com suas explosões, fogos, seguida pelo colapso. Ao redor 600 pessoas foram mortas imediatamente ou isoladas acima dos andares do impacto na Torre Sul (2 WTC).

    De acordo com testemunhas oculares e vídeos amadores, o avião pareceu executar uma volta para a esquerda nos momentos finais. A imagem do impacto foi gravada por várias emisoras de televisão ao vivo e vídeos de amadores. Alguns restos do avião foram recuperados próximos do atentado, incluindo o trem de pouso encontrado no alto de um edifício a oeste de um parque da Broadway, um motor foi encontrado na igreja e na Rua Murray, e uma parte da fuselagem no alto do 5

    World Trade Center.

    As 09h59min:04 a Torre Sul do World Trade Center desmoronou, vista e ouvida por milhares de pessoas por todo o mundo. Esteve de pé 56 minutos e 10 segundos após o impacto do vôo 175.

    Vôo 77 da American Airlines

    O vôo 77 foi uma linha aérea da companhia estadunidense American Airlines. Foi seqüestrado em 11 de Setembro de 2001 e lançado contra o Pentágono, sede da inteligência militar norte-americana.

    Vôo 93 da United Airlines

    Vôo 93 da United Airlines foi um dos vôos desviados por terroristas nos ataques de 11 de Setembro de 2001 e provavelmente tinha como alvo o Capitólio em Washington. Os passageiros souberam através de conversas com parentes e amigos por telefone que terroristas tinham seqüestrado outros três aviões que já haviam colidido com as torres gêmeas do World Trade Center e com o Pentágono. Vários despediram-se de seus parentes antes da queda.

    Como os terroristas mataram os pilotos e sabendo de seu provavel destino, os passageiros resolveram atacar os terroristas, muito provavelmente causando a queda intencional do avião, por parte dos terroristas, antes dele atingir o seu alvo. Há versões extraoficiais que afirmam que o avião foi atingido por um míssil do próprio governo americano.

    O vôo UA93 é uma das quatro aeronaves juntamente o vôo UA175 que foram sequestradas por terroristas no dia dos Ataques de 11 de Setembro de 2001. No decorrer de seu trajeto, o vôo UA93 que partiu de Newark - Nova Jérsey (EUA) pela manhã, com destino à São Francisco - Califórnia, desviou-se da rota de origem assim que terroristas assumiram o controle da aeronave matando seus pilotos e ferindo outros passageiros, com a intenção de colidí-lo com a Casa Branca.

    O plano dos terroristas não teve sucesso, pois passageiros reagiram após 50 min de vôo tomando poder parcial da situação da cabine após confronto com quatro terroristas que estavam abordo, porém já era tarde demais, haviam se passado e a aeronave ainda não havia atingido seu alvo, o terrorista em comando acabou por executar manobras bruscas e a descida com violência ocasionou a queda do avião em decorrência da luta entre passageiros e os terroristas.

    A história do vôo UA 93 encerra-se ás 10:06 min deste mesmo dia, em que caiu em um campo chamado Shanksville próximo a Pensilvânia, ao seu total estavam abordo 45 pessoas entre eles, 38 passageiros, 5 comissários de bordo e dois pilotos.Momentos antes de os passageiros decidirem pela reação e planejar o plano de posse sobre o comando da aeronave, vários passageiros comunicaram-se com suas famílias informando-os da situação e despedindo-se de seus familiares. O filme Flight United 93 (Vôo united 93) traz a história e relatos sobre a catástrófica situação que decorreu-se abordo do

    757-200 de matrícula N591UA.

    Tripulação

    • Capitão Jason Dahil
    • Primeiro Oficial Leroy Homer
    • Comissária de Bordo Lorraine G. Bay
    • Comissária de Bordo Sandra W. Bradshaw
    • Comissária de Bordo Wanda A. Green
    • Comissária de Bordo Ceecee Lyles
    • Comissária de Bordo Deborah A. Welsh

     

    A VERSÃO NÃO OFICIAL - A Farsa de 11 de Setembro de 2001


    A CRIAÇÃO DE UM INIMIGO QUE AMEASSE A SEGURANÇA NACIONAL É UM ARTIFÍCIO PARA OS CHEFES DE ESTADO ACUMULAREM PODER - IMPÉRIO ROMANO

    No começo da nossa era a doutrina cristã vinha se tornando subversiva para o Império Romano, pois pregava valores como a solidariedade, a humildade, o pacifismo e a compaixão aos pobres. O sistema escravista e militarista do império poderia entrar em decadência ameaçando os privilégios da elite romana (patrícios). Em resposta, no ano de 64, o imperador Nero mandou incendiar Roma. A acusação caiu sobre os cristãos e uma época de perseguições a eles se seguiu.

    ALEMANHA

    No início dos anos 30 a burguesia alemã arruinada nos anos que se seguiram à Primeira Guerra Mundial e à Crise de 1929 via-se encurralada pelo movimento operário. O espectro do comunismo rondava a Europa e tinha na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas o seu exemplo prático de construção de um Estado para os trabalhadores. Os grandes industriais, banqueiros e empresários vinham há muito financiando o Partido Nazista, de Adolf Hitler, que nas eleições presidenciais de 1932 Hitler tem uma votação considerável, mas elege-se presidente o marechal Paul von Hindenburg. Negociações entre eles se seguem, até o presidente decretar Hitler o primeiro-ministro (chanceler) em 30 de janeiro de 1933. Para a burguesia ainda não era o suficiente para afastar o perigo da revolução popular e para retomar seus lucros. Era necessária uma ditadura fascista a exemplo da Itália, o que faltava para isso era um pretexto para os nazistas rasgarem a constituição.

    O pretexto vem em 28 de fevereiro num incêndio que destrói quase todo o prédio do parlamento alemão (Reichtag), supostamente provocado pelos comunistas. Imediatamente, são presos os deputados do Partido Comunista Alemão, seguindo-se os seus militantes e também os do Partido Social-Democrata e outros setores democráticos da sociedade alemã. Hitler assume plenos poderes na Alemanha e inicia a construção dos campos de concentração, a expansão da indústria bélica, das forças armadas, juntamente com uma expansão territorial.

    ESTADOS UNIDOS


    No ano 2001 assume o poder nos Estados Unidos o presidente George Walker Bush, numa eleição fraudulenta decidida pela Justiça norte-americana. O novo presidente assume numa época de crise na economia, com algumas empresas gigantescas indo à falência. George W. Bush, a serviço das indústrias de petróleo e de armas, precisava de uma saída para essa crise econômica e também garantir o controle absoluto do imperialismo norte-americano no mundo, e – tal como os nazi-fascistas – não admitindo nenhum pensamento contrário ao seu: a doutrina da globalização neoliberal sob sua capitania.

    Com a popularidade em baixa e sem força para implantar seus planos, vem dos céus, como uma bênção, na manhã de 11 de setembro de 2001, quatro aviões que aterrorizam Nova York e Washington, acertando em cheio a aérea mais protegida militarmente no mundo. Rapidamente a grande mídia mundial – que é uma espécie de apêndice da propaganda oficial do Estado norte-americano – trata de divulgar incessantemente as imagens das cenas da tragédia, carregadas de forte emoção, manipulação e engodo. Pesquisas de opinião mostram a elevação da popularidade de Bush, depois de seus comentários cínicos nos meios de comunicação hollywoodianos. O FBI, a CIA e – lógico – a mídia correm atrás dos culpados, que depois do fim da Guerra Fria têm sido os povos árabes e os muçulmanos.

    Está instaurado assim o que Bush precisava: para dentro do país um regime mais policial ainda que vigia o povo e que não aceita oposição; para fora um regime mais militarista que antes e que segue o lema que “quem não está conosco está contra nós”.

    OS EVENTOS PRINCIPAIS DE 11 DE SETEMBRO

    Vôo 11 da American Airlines

    O primeiro avião partia de Boston – cidade próxima à Nova York e Washington – rumo a Los Angeles. Ele decolou às 08h02 e teve sua rota desviada, vindo a colidir com a torre Norte do World Trade Center às 08h48, 46 minutos após a decolagem.

    Vôo 175 da United Airlines

    A torre Sul do WTC foi atingida às 09h03. O avião usado no ataque também partiu de Boston – às 07h58 – e também ia para Los Angeles. O tempo entre a decolagem e a colisão agora levou 1 hora e 5 minutos.

    Vôo 77 da American Airlines

    De Washington partiu um avião às 08h10 com destino a Los Angeles. Diz-se que se chocou às 09h40 contra o Pentágono – 01 hora e meia depois de levantar vôo. Porém, nesse episódio existem outras suspeitas. Levando em consideração o tamanho da explosão dos aviões que se chocaram contra as torres, vejam a foto abaixo: O avião parece ter batido de raspão, mas se isso tivesse acontecido estariam ali vestígios do avião.

    Vôo 93 da United Airlines

    O avião que supostamente se dirigia à Casa Branca saiu da cidade de Newark (Nova Jersey) às 08h01 com destino a San Francisco. Ele caiu às 10h03 no estado da Pensilvânia a 128 quilômetros de Pittsburgh. A versão oficial do ocorrido diz que passageiros entrarem em confronto com os supostos terroristas, conseguindo assim derrubar a aeronave antes que atingisse seu objetivo. Circulam também versões de que havia sido abatido por caças da força aérea ou que uma bomba teria explodido a bordo.

    ALGUMAS QUESTÕES QUE EVIDENCIAM A FARSA:

    Como que os aviões foram desviados de suas rotas por tanto tempo sem que a força aérea entrasse em alerta? Na primeira torre levou 46 minutos da decolagem até a colisão, na segunda 1 hora e 5 minutos, no Pentágono (se é que houve colisão) 1 hora e 30 minutos e no último – destinado à Casa Branca – demorou 2 horas e 2 minutos desde que levantou vôo até o momento que veio a cair.

    Todos sabemos que os terroristas suicidas não se importam com suas próprias vidas nem com as vidas de outras pessoas quando se prestam a atingir seus objetivos. Assim sendo, eles se arriscariam a seqüestrar aviões dessa forma sabendo que em pouco tempo seriam interceptados, que perderiam suas vidas e seus objetivos não seriam alcançados?
    Se os terroristas queriam provocar tantas baixas e espalhar o terror não deveriam ter atacado depois das 10h quando as lojas e escritórios estão abertos? Nesse horário estariam circulando nos prédios mais de 40 mil pessoas. Ou então não deveriam ter aproveitado que podem circulam livremente com aviões seqüestrados para jogá-los em cima de usinas nucleares, o que causaria um dano muito maior?

    A versão oficial diz que os aviões foram dominados por terroristas usando facas. Será que um pequeno grupo com facas conseguiria dominar os aviões com centenas de passageiros? Os supostos terroristas teriam feito cursos de aviação civil nos Estados Unidos. Mesmo podendo ter feito tais cursos, será que eles seriam capazes de pilotar Boeings e jogá-los exatamente na região dos prédios onde sua estrutura desabaria? Aliás, conhecer tão bem a estrutura do prédio é trabalho para peritos. Alguém duvida que nos Estados Unidos não possa existir pessoas fanáticas o suficiente para “dar a sua vida pela pátria”?

    11 de Setembro de 2001 – A Constpiraçom real (2006)

    Aproxima-se o 5º aniversário do golpe do 11 de Setembro de 2001. Tal como o incêndio do Reichstag, em 1933, que possibilitou a ascenção nazi, o 11/Set possibilitou o início da alteração do regime dos EUA (nos planos jurídico, policial, militar e institucional). Apesar do grande trabalho de investigação efectuado por muita gente ao longo destes cinco anos, ainda estamos longe de desvendar tudo acerca dos acontecimentos do 11 de Setembro. No entanto, aquilo que já se sabe é mais do que o suficiente para demonstrar a enormidade monstruosa das mentiras arquitectadas e executadas por neocons do governo Bush. Exemplos:

    já se sabe que as duas Twin Towers vieram abaixo por demolição controlada com explosivos pré-posicionados e não devido a choques de aviões; já se sabe que o Edifício 7 ao lado – com o qual não se verificou qualquer choque de avião – também veio abaixo por demolição controlada;

    já se sabe que edifícios com estrutura de aço em treliça não podem ruir devido a choques de aviões ou a incêndios;

    já se sabe que o Pentágono foi atingido por um míssil e não por um Boeing 757; já se sabe que nenhum caça da U.S. Air Force decolou para tentar interceptar os aviões sequestrados;

    já se sabe que a dita Al Qaeda foi uma criação dos serviços secretos americanos;

    já se sabe que o think tank neoconservador Project for a New American Century (PNAC), constituído pelos que agora são os actores chave na administração Bush, previa que o processo de transformação por eles desejado "provavelmente será longo se faltar um evento catastrófico e catalisador como um novo Pearl Harbour" (in Rebuilding America's defences: strategies, forces and resources for a New American Century, publicado em 2000);

    já se sabe que no local onde se afirma ter-se despenhado o Voo 93 da United Airlines só ficou uma pequena cratera com 6 (seis) metros de diâmetro (o filme Voo 93 está a passar em Lisboa, obra das centrais de desinformação de Hollywood).A lista dos "já se sabe" poderia prolongar-se por aí além — mas estes poucos dados são suficientes para formar um juízo. Todos os trabalhos de investigação têm sido sistematicamente silenciados pelos media corporativos que se proclamam "de referência" (excepção honrosa foi a edição norueguesa Le Monde Diplomatique, que publicou trabalhos notáveis acerca do 11/Set). Quando não fazem silenciamento, estes media ditos "de referência" põe-lhes a etiqueta depreciativa de "teorias da conspiração" — como se isso arrumasse o assunto. No entanto, nada do que se passou teria sido possível sem uma conspiração real no interior do aparelho de estado dos EUA. Seria muita credulidade acreditar na versão bushista de que 19 sujeitos armados com canivetes poderiam sequestrar vários Boeings em simultâneo e comandá-los em manobras difíceis .

    Mas milhões de pessoas no mundo, desinformadas pelos media corporativos, continuam a não saber todos estes "já se sabe". A censura dos media corporativos é, hoje, mais feroz do que nunca. Além do trabalho de investigação do 11/Set é preciso, também, um trabalho de divulgação dos resultados já descobertos. Isso só pode ser realizado através dos media alternativos.

    Uma fraude terrível? (2003)

    Todos sabem que os responsáveis pelos eventos de 11 de setembro de 2001, que chocaram o mundo com sua transmissão ao vivo, foram Osama Bin Laden e sua rede terrorista, a Al Qaeda – pelo menos é isso o que garantem os militares dos Estados Unidos, que centralizaram a investigação dos atentados e desde então têm todo o controle sobre a informação relativa a este assunto. Segundo a versão oficial do governo norte-americano, o malvado terrorista árabe, líder de uma organização que tem como objetivo destruir a civilização ocidental, teria planejado e coordenado os atentados a partir de suas bases no Afeganistão, providenciando o treinamento dos pilotos suicidas em escolas de aviação da Flórida, e elaborando um cuidadoso cronograma que faria com que parte dos eventos fosse televisionada para o mundo inteiro em tempo real – o que ampliou a magnitude do choque.

    Devido ao fato de vários aspectos terem ficado mal explicados na versão oficial dos fatos, e às bem sucedidas manobras do governo norte-americano no sentido de abafar qualquer tipo de investigação independente sobre os atentados, há muitos analistas que discordam destas explicações, colocando a pergunta: e se o próprio governo norte-americano tiver alguma responsabilidade nos eventos de 11 de setembro ? – senão em sua organização propriamente dita, pelo menos no fato de se terem permitido os ataques ao segundo prédio do World Trade Center (WTC) e ao Pentágono, o que o forte aparato militar norte-americano deveria ter sido capaz de evitar.

    Há uma série de suposições e dúvidas – baseadas tanto em dados concretos, como em informações contraditórias, assim como em certas ausências de dados – que, se consideradas em seu todo, levam-nos a uma chocante conclusão: o próprio governo norte-americano (ou parte dele) organizou e conduziu os atentados ao WTC e ao Pentágono, com o objetivo de criar uma situação de comoção mundial que justificasse suas políticas externa e interna. Analisemos rapidamente algumas dessas hipóteses e dúvidas – cada um dos pontos levantados adiante tem sido questionado e investigado por inúmeros cidadãos indignados do mundo inteiro, que vêm formando pela Internet uma rede de contra-informação disposta a desmascarar a farsa das invasões do Afeganistão e do Iraque sob o pretexto da prevenção ao terrorismo.

    Passados mais de um ano e meio meses dos eventos de 11 de setembro de 2001, parece bastante claro para a comunidade internacional que os únicos a lucrar com os ataques foram o próprio governo e o complexo industrial-militar dos Estados Unidos. Este último anda “rindo à toa” com a elevação do orçamento militar do país em cerca de 200 bilhões de dólares anuais, posteriormente aos atentados de 11 de setembro. Quanto ao governo de George Walker Bush, enfrentava uma situação política sui-generis. Bush foi eleito em meio a acusações de fraude no Estado da Flórida e obtendo menos votos do que seu adversário (situação possível devido ao sistema indireto das eleições presidenciais norte-americanas). Além disso, considerando-se a alta abstenção, pode-se afirmar que Bush contava com o apoio de apenas um quarto da população.
    Em meio à crise de legitimidade de seu governo, Bush via a economia norte-americana dirigindo-se à recessão. Além disso, tornava-se cada vez maior a preocupação com o alto déficit energético do país, cuja economia é baseada na utilização de combustíveis fósseis.

    No plano nacional, a saída à crise energética ignorou as preocupações ambientais, sendo autorizada a extração de petróleo nos últimos redutos ambientais do Alaska e a abertura de novas minas de carvão, para o desespero de ecologistas. No plano internacional, formularam-se planos para controlar as grandes reservas de petróleo e gás natural do Golfo Pérsico e do Mar Cáspio – estas, as maiores do mundo, e suficientes para suprir a necessidade energética dos EUA por dezenas de anos. Dois países tornaram-se então fonte de preocupação para os formuladores de políticas de Washington: o Afeganistão e o Iraque. O primeiro, por ocupar uma posição estratégica – entre o Oriente Médio e a Ásia Central, e a meio caminho entre as reservas de gás natural do Mar Cáspio e o Oceano Índico. Possuindo um regime islâmico fundamentalista que passou a se opor a Washington (o Talebã), o Afeganistão impedia a construção de um gasoduto que levasse aos terminais marítimos do Paquistão as reservas de óleo e gás do Mar Cáspio, que passaram a ser exploradas através de contratos bilionários firmados entre as maiores companhias petrolíferas norte-americanas e os governos de Arzeibadjão, Cazaquistão, Rússia e Turcomenistão.

    No caso do Iraque, país que tem a segunda maior reserva petrolífera do mundo, o problema, na visão dos formuladores de políticas norte-americanos, era a imprevisibilidade do regime de Saddam Hussein, e o temor de que este viesse a usar o embargo do petróleo como arma política, como os países árabes usaram em 1973, provocando uma grande recessão mundial. O problema tomou um aspecto mais concreto, entretanto, quando o ditador iraquiano deixou de cotar o petróleo em dólares para cotá-lo em euros, aumentando seu custo para os Estados Unidos; além disso, Hussein fechou contratos no valor de US$ 46 bilhões com Alemanha, Rússia e França – que não por acaso procuraram evitar a deflagração do conflito no Iraque.

    Dessa forma, os Estados Unidos precisavam de um pretexto que lhes permitisse, ao mesmo tempo, resolver os problemas do Afeganistão e do Iraque – isto é: depor o Talebã e Saddam Hussein, assumindo o controle de ambos os países através de governos fantoches totalmente favoráveis aos interesses dos EUA. Esse pretexto deveria ser forte o suficiente para provocar uma comoção pública e justificar o investimento na opção militar como solução dos problemas que preocupavam Washington. Ao mesmo tempo, o governo agradaria simultaneamente ao ávido e poderoso comlexo industrial militar norte-americano, assim como à indústria do petróleo, que tem suas raízes plantadas na Casa-Branca.[2] Enfim, permitiria ainda ao governo norte-americano implantar um regime de exceção, abandonando as garantias constitucionais realizar para uma “caça às bruxas” semelhante à empreendida durante o macartismo, além de angariar apoio entre a população doméstica, até então plenamente cética quanto ao sucesso da administração Bush.

    De fato, é inegável que sob o impacto dos atentados um regime de exceção foi instaurado. Através de um decreto aprovado por unanimidade pelo Senado e apenas com um voto contra na Câmara dos Deputados, o governo atribuiu-se poderes extraordinários para vigiar e deter qualquer cidadão dos Estados Unidos sem autorização judicial; também foi banida a proibição ao assassinato de suspeitos em países estrangeiros, o que era ilegal, pela lei norte-americana, desde a década de 1970. Se descermos aos detalhes dos atentados de 11 de setembro, vimos surgir várias questões que contrariam a versão oficial. Uma das mais importante delas diz respeito ao fato de que o intervalo de tempo entre os três eventos (os aviões atingindo o primeiro e o segundo prédio do WTC, e o objeto atingindo o Pentágono) foi grande o suficiente para que o mecanismo de defesa norte-americano tivesse sido acionado, evitando pelo menos o segundo e o terceiro atentados. No entanto, isso não ocorreu, e dos supostos quatro aviões desviados pelos terroristas, apenas um foi abatido. A cronologia indica que entre o primeiro e o segundo ataque ao WTC houve um intervalo de cerca de 20 minutos, e entre este último e o ataque ao Pentágono, decorreram mais 40 minutos – contrariando a propalada eficiência da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), capaz de abordar qualquer avião em seu espaço aéreo em apenas cinco minutos.

    Outras suposições dizem respeito à organização do atentado. Os analistas mais céticos acreditam que seria impossível ao grupo Al Qaeda, em constante vigilância pelos órgãos de inteligência norte-americanos, articular, a partir do Afeganistão, uma série de eventos conduzidos com tanta precisão no território dos Estados Unidos. Quanto à versão de que os terroristas suicidas teriam aprendido a pilotar em pequenas escolas de aviação da Flórida, pilotos experientes afirmam que não se aprende a pilotar um Boeing em dois meses, treinando em simuladores de vôo. Argumenta-se que os pilotos que conduziram os aparelhos, sem apoio dos controladores em terra, fazendo um giro de 180º na altura dos Grandes Lagos e dirigindo-os precisamente contra os dois edifícios, tinham que ser pilotos de alto nível, e não aprendizes – ou então, tratou-se de uma pilotagem realizada remotamente, por aparelhos.

    Esta última possibilidade, aliada à precisão das manobras (a manobra realizada pelo segundo avião a atingir o WTC, especialmente, é considerada como praticamente impossível de se realizar manualmente), levou alguns analistas a formularem a hipótese de que não houve terroristas suicidas, porém os aviões teriam sido dirigidos a balizas localizadas nos edifícios do WTC através do sistema Global Hawk, que permite o controle remoto de aviões – desde que o sistema estivesse previamente instalado na aeronave. Neste caso, pilotos e passageiros teriam simplesmente assistido atônitos os aviões fazerem meia-volta e dirigir-se às Torres Gêmeas, o que a alguns parece bem mais provável do que quatro ou cinco terroristas armados de facas de plástico tomarem o controle dos aviões, pilotarem por mais de meia hora sem serem importunados pela USAF e atingirem em cheio os alvos.

    Quanto à alegação de que seria impossível um plano desses ser elaborado por setores do governo norte-americano, pois “eles não iriam provocar tantas mortes assim somente para justificar as invasões do Afeganistão e do Iraque”, respondem os céticos com uma outra pergunta: e qual é a ética de governantes associados às indústrias do petróleo e armamentista, cujo objetivo é a obtenção do poder hegemônico mundial, ainda que à custa da força bruta?[4] Cerca de 75% das armas vendidas no mundo são produzidas nos Estados Unidos – como os mísseis que diariamente vitimam civis palestinos, ou o próprio antraz vendido ao governo de Saddam Hussein nos idos da Guerra Irã-Iraque (em tempos que Donald Rumsfeld posava para fotos ao lado do ditador iraquiano).

    O objetivo dos ataques, ademais, não parece ter sido propriamente o de matar muitas pessoas, porém provocar uma grande comoção mundial – nesse sentido, o horário foi cuidadosamente escolhido para pegar os norte-americanos assistindo aos telejornais matinais, os europeus assistindo aos telejornais vespertinos e os asiáticos assistindo seus telejornais noturnos, ao mesmo tempo em que evitava um número excessivo de vítimas. Se o objetivo fosse causar o maior numero de baixas, os terroristas – sejam eles quem for – teriam escolhido um horário mais avançado, quando os edifícios já estivessem plenamente ocupados pelas pessoas que ali trabalham e por seus freqüentadores eventuais. Certamente também os aviões teriam sido dirigidos aos andares mais baixos dos edifícios, ao contrário do que ocorreu. A própria participação de Osama Bin Laden nos eventos é outro ponto que levanta bastante polêmica. Se por um lado a antipatia do líder fundamentalista contra os Estados Unidos parece evidente em seus discursos e escritos, a história registra as íntimas relações pessoais e comerciais estabelecidas entre Prescot Bush (o avô de Bush júnior) e o pai de Osama Bin Laden, sócios em empresas de petróleo no Texas, e entre o próprio Osama e George Bush (o pai). É sabido que foi a Agência Central de Inteligência – a CIA – que treinou e equipou o Talebã, visando a deposição do regime comunista do Afeganistão, substituído em 1989 por um regime fundamentalista que posteriormente saiu do controle dos Estados Unidos.

    Em nenhum momento Osama Bin Laden assumiu claramente a autoria dos ataques, o que faria parte da lógica do terrorismo organizado em qualquer parte do mundo. Tome-se como exemplo os atentados praticados na Irlanda pelo IRA, na Espanha pelo ETA ou em Israel pelo Hamas, sempre claramente identificados como de autoria destes grupos através de cartas ou telefonemas à imprensa, em que detalhes da operação são informados para comprovar a fidelidade da fonte (quando os comunicados não ocorrem antes mesmo dos atentados). Isto não teria ocorrido no caso em questão, em que as únicas evidências da autoria de Bin Laden partiram do próprio governo norte-americano – como as fitas de vídeo em que, aparentemente, Bin Laden elogia e assume os atentados. Se fosse a Al Qaeda a real responsável pelo ataque, desde a primeira hora surgiriam provas conclusivas de sua autoria, divulgadas pelos próprios terroristas.

    Outro sinal perturbador de certo envolvimento – ou conivência – de órgãos oficiais norte-americanos deve-se ao fato de o governo ter abafado uma série de investigações que deveriam ser conduzidas. Uma delas diz respeito ao fato de que inúmeros alertas dos serviços de inteligência sobre a forma e os alvos dos possíveis ataques não foram levados a sério. Outra investigação deveria partir do vazamento de informações sobre os atentados, que permitiu não apenas que uma empresa israelense (Odigo) alertasse seus clientes sobre os atentados ao World Trade Center duas horas antes dos mesmos, como possibilitou um golpe de milhões de dólares aplicado nas bolsas. Outros argumentos fortes no sentido de uma grande farsa tomando conta da sociedade norte-americana são obtidos através da análise de alguns depoimentos de primeira hora, e certas imagens que “vazaram” à censura do Pentágono. Tais evidências foram apresentadas por Thierry Meyssan nos livros 11 septembre 2001: L’Effroyable Imposture (11 de setembro de 2001: Uma terrível farsa¸ recém publicado pela Usina do Livro) e em Le Pentagate, e reproduzido em sites franceses que rapidamente atingiram a marca de dezenas de milhares de visitas diárias[6]. A tese de Meyssan é que o Pentágono não foi atingido por um avião pilotado por terroristas suicidas, mas por um míssil, disparado pelo próprio Pentágono. Para justificar seu argumento, o autor analisa uma série de testemunhos de primeira hora e dezenas de fotografias divulgadas pelo próprio Pentágono e pelos bombeiros que primeiro chegaram ao local, entre outras fontes.

    A questão fundamental é: os militares norte-americanos nunca conseguiram provar que foi um avião o objeto que atingiu o Pentágono, e vêm a todo o custo evitando investigações ou maiores questionamentos sobre o que ocorreu em Washington, em 11 de setembro de 2001. As evidências de que se criou uma ampla mentira para esconder algo de muito maior gravidade são muitas:

    • as fotografias realizadas antes do desmoronamento da fachada do Pentágono não mostram a destruição que era de se esperar pelo impacto de um Boeing. (VER FOTOS: 1 2 ) Ao contrário, indicam um buraco na parede, com cerca de 8m X 6m, na altura do pavimento térreo. Não há sinais dos desgastes que seriam causados pelas asas e turbinas de um Boeing. (As autoridades militares explicam tal evento pelo fato de as asas terem se “dobrado” para trás).

    Pentágono após suposto ataque

     

    Pequena demais para um avião

     

    • As fotografias que mostram o lado externo do Pentágono não indicam nenhum tipo de desgaste no gramado em frente à parede atingida, o que era de se esperar caso um Boeing tivesse entrado pelo pavimento térreo do edifício. (VER FOTOS: 3 4 )

     

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    • Entre as centenas de fotografias feitas logo após o acidente e nos dias posteriores, não existem imagens dos destroços do suposto Boeing. Uma única imagem mostra um pedaço de metal com as cores vermelha e azul, porém não há evidências que se trate de um destroço do avião da AA. (As autoridades militares explicam tal fato pela “pulverização” do Boeing devido às altas temperaturas atingidas na explosão).

    • Fotografias da parede interna do terceiro anel do Pentágono indicam o orifício por onde teria saído o nariz do Boeing. Entretanto, é impossível que um avião atravesse três edifícios blindados, num ângulo de 45 graus (em relação à fachada) (VER FOTO 8) e numa trajetória paralela ao piso (o suposto avião teria entrado pela fachada do primeiro anel, no piso térreo, saindo na área interna do terceiro anel, ainda no piso térreo). (As autoridades militares afirmam que o nariz do avião teria perfurado os edifícios, embora o resto do avião tenha se “pulverizado”.

     

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    Entretanto, nunca se exibiu uma imagem do suposto nariz). importante notar que nos primeiros 90 minutos após o atentado ao Pentágono, falava-se, tanto na imprensa como na Casa Branca, que um objeto havia atingido o Pentágono. O primeiro a mencionar que se tratava de um Boeing da AA, o que depois passou a ser repetido por todos, foi Donald Rumsfeld, o Secretário de Defesa norte-americano, considerado por muitos como o mentor de toda a operação. Nesse sentido, é bastante significativo o ato falho cometido pelo falcão em entrevista coletiva de imprensa no dia 18 de novembro de 2001, disponível no site do Departamento de Defesa dos EUA: P: Essa questão foi perguntada por muitos norte-americanos, mas especialmente pelas viúvas de 11 de setembro. Como pudemos estar tão desatentos? Como uma guerra contra civis chega a nossa pátria aparentemente sem nenhum aviso? Rumsfeld: [...] É verdade que um terrorista pode atacar a qualquer hora, em qualquer lugar, usando qualquer técnica, e é fisicamente impossível defender o tempo todo todos os lugares contra toda técnica que se possa conceber. E aqui estamos falando sobre facas de plástico, e usar um vôo da American Airlines transportando nossos cidadãos, e o míssil para danificar esse prédio (inaudível) que danificou o WTC. A única forma de lidar com esse problema é assumir a batalha contra os terroristas, onde eles estiverem, e lidar com eles.

    Com essas palavras, não quero levar ninguém a acreditar que é certo que houve uma conspiração dentro do próprio governo norte-americano, visando obter um pretexto para as ações que desde então vêm sendo tomadas. Espero apenas colocar em dúvida a legitimidade das investigações conduzidas pelo Pentágono, que deixaram tantas perguntas sem respostas, e que chegaram a tantas conclusões que vão contra o senso comum – e com isso colocar em dúvida a própria legitimidade das invasões do Afeganistão e do Iraque em nome da segurança ocidental e in nomine Dei.

     

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    PARTE 3

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