O Assassinato da Princesa Diana - Parte 2

    princesa_diana3No livro "A Royal Duty" ["Uma Questão de Honra"], de 2004, Burrell também levantou a hipótese de conspiração da família real contra a princesa. Na publicação, o ex-mordomo divulga uma carta escrita pela princesa na qual Diana diz suspeitar de que uma pessoa estivesse planejando sua morte em um acidente de carro. Antes de selar a carta, Diana teria dito a Burrell: "Vou datar isto e quero que você ...

    guarde (...) só por garantia".Na época, o tablóide britânico "Daily Mirror" identificou o príncipe Charles, ex-marido de Diana, como a pessoa de quem ela suspeitava. Gravidez - À época da morte de Diana, especulou-se ainda que ela estivesse grávida de Dodi al Fayed.

    No entanto, a investigação judicial de 2004 rejeitou essa possibilidade. "Estamos certos que a princesa de Gales não estava grávida no momento de sua morte. Nossas conclusões se baseiam em exames forenses eitos em amostras de sangue recolhido no local", afirmou Lord Stevens, responsável pela investigação, em seu relatório. Segundo Stevens, evidências recolhidas por meio de amigos indicam que Diana também não estava comprometida a se casar com Al Fayed, como também foi especulado. Outra polêmica se formou, na época, em torno do uso do cinto de segurança. A imprensa internacional noticiou que Diana não costumava usar cinto, e também levantou a hipótese de os cintos terem falhado, aumentando a suspeita de sabotagem.O tablóide britânico "Daily Express" também questionou, após a morte da princesa, por quê a ambulância que transportou Diana levou mais de uma hora para chegar ao Hospital Pitié-Salpêtrière, tendo passado por outros dois hospitais no caminho.

     

     

    Morte planejada?

     

     

    29/08/2007 - 17h20

    Saiba mais sobre o acidente de carro que matou Diana

    da Folha Online

    A princesa Diana, 36, e seu namorado, o empresário egípcio Dodi al Fayed, 42, morreram em um acidente de carro ocorrido na madrugada de 31 de agosto de 1997, quando o veículo que os transportava se chocou contra uma pilastra da ponte D'alma, em Paris.Al Fayed morreu na hora, assim como o motorista francês, Henri Paul. Diana foi transportada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O guarda-costas de Al Fayed, Trevor Rees-Jones foi o único sobrevivente.De acordo com investigadores franceses e britânicos, o motorista do veículo estava embriagado na hora do acidente. O veículo, uma Mercedes Benz preta modelo 280S, era perseguido por paparazzi.Na tarde do dia anterior à tragédia, 30 de agosto --um sábado de verão na França-- o casal chegou a Paris por volta das 15h15 em um jatinho pertencente a Al Fayed, vindo da Sardenha. Diana e Al Fayed desceram do avião e entraram em uma Mercedes.

    Desde a chegada à capital francesa, o casal passou a ser seguido por fotógrafos. Do aeroporto, seguiram para o Hotel Ritz, que pertence ao pai de Dodi, Mohamed al Fayed, e ocuparam a suíte presidencial. O casal entrou pela porta de trás do Ritz na tentativa de não chamar a atenção, mas dezenas de fotógrafos já os aguardavam em frente ao hotel.No início da noite de sábado, Dodi e Diana foram até a avenida Champs Elyseés para fazer compras. Em seguida, retornaram para o Ritz para jantar no restaurante L'Espadon, no andar térreo.Após o jantar, a princesa e o namorado decidiram seguir para a mansão de Al Fayed em Paris. Por volta da meia-noite, a Mercedes 280S preta, dirigida por Henri Paul, deixou o hotel com Diana, Al Fayed e um segurança a bordo, em alta velocidade.

    Eram cerca de 0h35 do dia 31 de agosto de 1997 quando o carro que levava a princesa entrou no túnel da Ponte D' Alma a cerca de 160 km/h. A velocidade máxima permitida no local é de 50 km/h.O veículo se chocou contra um pilar e capotou, chocando-se contra vários pontos do túnel e ficando totalmente destruído. Durante cerca de uma hora, equipes de resgate tentaram reanimar a princesa.À 1h45 da manhã, ela e o guarda-costas foram transportados para o hospital La Pitié de Salpetriere. A morte de Diana foi anunciada às 5h45. Rees-Jones sobreviveu e ficou cerca de um mês hospitalizado em Paris.

    Luto

    A morte de Diana provocou uma onda de luto público no Reino Unido. Mais de um milhão de buquês de flores foram deixados em frente à casa londrina da princesa, o Palácio de Kensington.Cerca de 3 milhões compareceram ao funeral na Abadia de Westminster, em 6 de setembro de 1997, que foi transmitido por redes de TV do mundo todo.O enterro de Diana foi realizado na capela dos Spencer em Brington, apenas com a presença de membros próximos da família da princesa, além do príncipe Charles e dos seus dois filhos, William e Harry.O funeral de Al Fayed foi realizado na mesquita do Regent`s Park, e o enterro ocorreu no Cemitério de Brookwood. Seu corpo foi transportado posteriormente para a propriedade da família Fayed na Escócia.Em abril de 1998, oito meses após as mortes, Mohamed al Fayed construiu um memorial em homenagem ao filho e a Diana na Harrod`s. Em 2005, um novo memorial, mais grandioso que o primeiro, foi erguido pelo bilionário egípcio.

    Júri decide que morte de Diana e Dodi foi 'homicídio por negligência'
    07/04 - 13:05 - AFP

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    A morte da princesa Diana e seu namorado Dodi al-Fayed, no dia 31 de agosto de 1997, em um túnel de Paris, foi resultado de um "homicídio por negligência" dos motoristas do veículo em que viajavam e dos carros que os perseguiam, determinou nesta segunda-feira o júri reunido em Londres Ao término de uma investigação judicial no Alto Tribunal de Londres, as seis mulheres e os cinco homens membros do júri decidiram por unanimidade que a morte da princesa e seu namorado foi "homicídio por negligência" do motorista da Mercedes em que viajavam e dos veículos dos paparazzi que perseguiam o casal.

    O júri, que ouviu cerca de 250 testemunhas, afirmou que Paul havia consumido álcool e conduzia rápido demais, o que foi um fator que contribuiu para o acidente.Acrescentaram que o fato de que nem Diana nem Dodi tenham colocado os cintos de segurança também contribuiu para a sua morte.O juiz havia descartado as teorias do pai de Dodi, Mohammed al-Fayed, principalmente a de que "Diana foi assassinada pelos serviços secretos por ordem do duque de Edimburgo", e deu ao júri cinco opções de veredicto, nenhuma das quais incluía qualquer sugestão de que o casal tenha sido vítima de uma conspiração.

    Entre as opções abertas para o júri estavam a sentença de que a princesa Diana e Dodi morreram em um acidente ou que sua morte foi resultado de um homicídio por negligência.Outra possibilidade era um veredicto aberto se o júri de 11 membros considerasse que as provas seriam insuficientes para se chegar a uma conclusão.

    Al-Fayed diz estar "decepcionado" com veredicto sobre morte de Diana
    07/04 - 14:05 - EFE

    Londres, 7 abr (EFE).- O milionário egípcio Mohamed al-Fayed se declarou hoje "decepcionado" pelo veredicto sobre a morte da princesa Diana e de seu filho Dodi al-Fayed.O júri, cujo veredicto foi anunciado no Tribunal Superior de Londres mais de dez anos após a tragédia, concluiu que as mortes foram resultado de um homicídio causado por imprudência do motorista do automóvel no qual o casal viajava - o condutor dirigia sob os efeitos do álcool - e dos paparazzi que os perseguiam.Em declaração lida na entrada do tribunal por seus advogados, Fayed expressou sua decepção e afirmou que o veredicto representa um "golpe" para os milhões que apoiaram sua "luta".O pronunciamento do júri joga por terra a teoria de Fayed, que sempre defendeu que a tragédia é fruto de uma conspiração orquestrada pelo príncipe Philip, duque de Edimburgo e marido de Elizabeth II, para impedir que seu filho se casasse com Diana. EFE pa/fal


    31/08/2007 - 08h33

    As investigações sobre Diana: como está o caso


    A morte da princesa Diana e do seu namorado, Dodi Al Fayed, foi alvo de uma grande investigação pela Polícia Metropolitana de Londres, a Operação Paget, concluída no ano passado. Os resultados desta investigação foram apresentados em um relatório pelo Lorde John Stevens em dezembro de 2006. Em outubro de 2007, uma nova investigação será aberta pela Alta Corte. Os interrogatórios preliminares do inquérito já estão em andamento.A princesa Diana, 36, Fayed, 42, e o motorista Henri Paul morreram quando a Mercedes Benz em que eles se encontravam se chocou contra uma das pilastras do túnel sob a Ponte L'Alma, em Paris, em 31 agosto de 1997.O casal fugia de fotógrafos paparazzi depois de deixar o Hotel Ritz, na Place Vendôme, em direção ao apartamento de Fayed.

    DIASSAS1

    Relatório Stevens

    Essas foram algumas conclusões do relatório, semelhantes às conclusões de uma investigação da polícia francesa:

    • Não houve conspiração para matar Diana e Dodi Al Fayed. O caso foi um acidente.

    • O Mercedes viajava em alta velocidade.

    • Todas as teorias envolvendo luzes sendo usadas para atrapalhar o motorista foram descartadas.

    • O Mercedes encostou em um Fiat Uno branco antes de se acidentar. É pouco provável que se encontre o Fiat Uno.

    • Nenhum dos três ocupantes do carro estava usando cintos de segurança na hora do acidente. Eles poderiam ter sobrevivido se tivessem usando o cinto.

    • Diana não estava grávida e não estava planejando casar. É fato que Dodi Al Fayed havia comprado um anel.

    • O motorista Henri Paul tinha o dobro do nível de álcool no sangue do permitido por leis britânicas. Todas as provas indicam que Henri Paul não era um informante da MI6, agência de inteligência britânica.

    • Não há nenhuma prova que indique a participação dos serviços de segurança britânicos na morte de Diana. A CIA disse não ter nenhuma informação relevante sobre o caso.

    • Um bilhete supostamente escrito pela princesa não foi incluído no relatório. No bilhete, ela dizia temer que o Príncipe de Gales quisesse se livrar dela para casar com uma outra mulher. A mulher em questão não seria Camilla Parker Bowles. O príncipe Charles disse aos investigadores que nunca discutiu o bilhete com a ex-mulher.

     

    Nova investigação

     

    Uma nova investigação deve começar em outubro de 2007. A investigação será conduzida pelo Lorde Scott Baker, um dos juízes mais experientes da Grã-Bretanha. A investigação vai contemplar provas levantadas pelos advogados do pai de Dodi Al-Fayed, que defende a tese de que houve uma conspiração para matar Diana e Dodi. Entre os itens a serem investigados estão:

    • Se algum erro do motorista Henri Paul contribuiu para a causa do acidente e se ele estava debilitado por alguma droga ou bebida.

    • Se o choque com o Fiat Uno contribuiu para o acidente.

    • Se fatores diferentes - como os paparazzi, a presença de luzes fortes ou o traçado sinuoso de túneis e ruas - contribuíram para o acidente.

    • Se Diana e Dodi Fayed escolheram sair pelos fundos do hotel Ritz e pediram para Henri Paul dirigir.

    • Se a vida da princesa poderia ter sido salva antes, caso ela tivesse recebido tratamento adequado.

    • Se houve o envolvimento de algum serviço de segurança no acidente.

    • Por que Diana temia pela própria vida.

    • Por que Dodi comprou um anel e se eles planejavam ou não se casar.

    • Por que algumas correspondências da princesa e do príncipe Philip desaparecer

     

    • Diana estava grávida quando morreu, diz jornalistaDiana2

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    Quinta-feira, 23/08/2007 - A princesa Diana estava grávida de nove ou dez semanas quando morreu e a criança que levava na barriga não era do egípcio Dodi Al Fayed, mas sim de outro homem, informou hoje o jornalista investigativo francês Chris Laffaille. O repórter da revista Paris Match revelou ter descoberto evidências da gravidez de Lady Di em arquivos oficiais do hospital parisiense onde a princesa foi levada após o acidente automobilístico ocorrido na noite do dia 31 de agosto de 1997.

    Segundo Laffaille, a criança que ela levava na barriga não era de Dodi Al Fayed já que a princesa não havia conhecido o egípcio nove meses antes de sua morte, mas sim muito depois. De acordo com essa versão de Laffaille, o bebê da princesa de Gales seria do médico londrino Hasnet Khan, com quem Lady Di teve um romance. Laffaille chegou a essa conclusão apesar da posição de John Burton, encarregado dos assuntos judiciais da família real e presente durante a autopsia de Diana. Burton afirmou que a princesa "não estava grávida". "Vi sua barriga e não estava grávida", disse o ele.

    No entanto, Laffaille negou essa versão ao examinar todas as evidências do caso.Essas conclusões foram publicadas em um novo livro, intitulado "Diana: The Inquiry They Never Published" (Diana: A Investigação que Nunca Publicaram), que será publicado no dia 27 de agosto, coincidindo com as celebrações dos 10 anos da morte da princesa. Pessoas próximas a Lady Di consideram que o livro é uma tentativa do jornalista para ganhar dinheiro, e está cheio de dados incorretos e tendenciosos. Laffaille concorda com o veredicto francês para acidente, com relação ao fato de que Diana e Dodi morreram em conseqüência da alta velocidade da Mercedes em que viajavam e pelo impacto do veículo em uma coluna da Ponte D'Alma. No entanto, destaca que existem ainda "muitas perguntas sem resposta" em torno do acidente, principalmente sobre o tema da gravidez de Diana.

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    "É quase certo que Diana estava grávida de nove ou dez semanas quando morreu, segundo os documentos do arquivo do Hospital Público de Paris", explicou o jornalista. "A carta datada de 31 de agosto de 1997 foi enviada para o então ministro do Interior, Jean-Pierre Chevenement, e várias cópias ao ministro da Saúde, Bernard Kouchner, do Exterior, Hubert Vedrine e ao chefe da polícia de Paris, Martine Monteil", acrescentou. Segundo Laffaille, esse documento "nunca foi investigado ou provado como falso".Por sua vez, um porta-voz do Hospital Público de Paris desmentiu essa carta como uma falsificação, que começou a circular pouco depois da morte de Diana.

    "Os exames deste documento estabeleceram que é absolutamente uma falsificação. É ridículo. Muitos dos médicos que tratam de Diana seguem no hospital e todos eles negam o conteúdo dessa carta falsa", concluiu. A morte de Diana e Dodi será o centro de uma ação judicial na Corte Suprema de Londres, que a partir de outubro próximo determinará se o casal morreu como conseqüência de um acidente automobilístico ou foi vítima de um complô conspiratório de assassinato armado pela família real e executado pelos serviços de inteligência britânicos.

    Diana8

     

    (Comentário "O Arquivo" - É fato que a morte prematura e violenta de celebridades é motivo suficiente para o surgimento das mais variadas teorias, conspirações, etc. Mas, é preciso analisar com cuidado a vida e as circunstancias do momento... O "Brilho" da princesa Diana era inegável, foi sem dúvida uma pessoa especial, carismática e que não aceitou passivamente a vida que queriam lhe impor...QUERIA A CIMA DE TUDO...SER FELIZ!!! Sua morte foi "conveniente" para muitas pessoas....ISSO também NUNCA SE PODERÁ NEGAR!)

     

    7 EVIDÊNCIAS QUE APONTARIAM QUE LADY DI FOI ASSASSINADA PELA COROA BRITÂNICA


    No ano que se celebra 20 anos da trágica (e controversa) morte da princesa Diana, alguns pensamentos e teorias conspiratórias voltam com tudo, como se a tragédia tivesse acontecido ontem. E, cá pra nós, muitas delas realmente deixam a gente com uma pulga atrás do orelha. O acidente que tirou a vida da princesa e do namorado, Dodi Al-Fayed, está cercado de circunstâncias suspeitas. Testemunhas que presenciaram a cena de diferentes maneiras, carro que andava erraticamente no túnel, impedindo a ultrapassagem, paparazzi que não ajudam as vítimas e tantos outros.

    Junta-se a tudo isso o fato de que ninguém transgrediu tanto os protocolos reais quanto Diana. Ela foi o primeiro membro da alta realeza britância a assumir que era infeliz, que tinha problemas psicológicos, distúrbios alimentares, que seu casamento era uma farsa e que sua relação com a rainha não era nada boa. Para piorar, havia o namoro com o empresário egípcio Dodi Al-Fayed e um boato quentíssimo envolvendo os dois. No fim, todas as lentes da imprensa sensacionalistas estavam voltadas para Diana. Ela se tornou uma das celebridades mais perseguidas do planeta, uma bomba-relógio para a família real e, claro, o desafeto número 1 da rainha Elizabeth II.

    Diante de tudo isso, o Mundo Estranho fez uma compilação com os principais pontos que levam a crer que a morte da princesa Diana foi, sim, encomendada pela família real. Confira as teorias e tire suas próprias conclusões:

    1 - Diana estava grávida

    O pai de Dodi, Mohamed Al-Fayed, revelou mais de uma vez que Diana estava esperando um filho. Para a família real seria um constrangimento duplo: a mãe do futuro rei tendo filho com outro homem e ainda por cima um muçulmano. Não havia outra saída que não um assassinato com ares de acidente.

    2 - Embalsamento suspeito

    Depois do acidente, Diana foi levada ainda com vida para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Assim que foi dada como morta, o chefe da polícia de Paris, Martine Monteil, ordenou que o corpo fosse embalsamado. Usaram como justificativa uma suposta falha no sistema de resfriamento do hospital, mas muitos acreditam que foi uma artimanha usada para encobrir a gravidez da princesa.

    3 - A carta-bomba

    Pouco tempo antes do acidente, em 1995 ou 1996, Diana escreveu uma carta ao seu mordomo dizendo que achava que o príncipe Charles, seu ex-marido, planejava matá-la em um acidente de carro. A carta é legítima. Dez anos antes, uma antiga paixão de Diana, o guarda-costas Barry Mannakee, foi morto em circunstâncias similares.

    4 - O carro estranho

    Quando a Mercedes que levava Diana e Dodi entrou no fatídico túnel da Ponte d’Alma, deu de cara com um Fiat branco que andava devagar, quase parando, erraticamente. O carro que carregava o casal bateu de leve na traseira desse Fiat, depois colidiu fortemente com uma pilastra, girou e parou. O carro branco sumiu da cena logo em seguida. Alguns fãs da teoria da conspiração acreditam que o carro pertencia ao famoso paparazzo James Adanson e que, em troca do assassinato da princesa, ele teria a chance de tirar as fotos mais quentes do acidente. Três anos mais tarde Adanson foi encontrado morto, com o corpo carbonizado e um buraco na cabeça. Disseram que foi suicídio.

    5 - O flash misterioso

    Antes da batida, testemunhas avistaram um misterioso e fortíssimo flash de luz. Acontece que existe um tipo de arma utilizada para cegar motoristas por alguns minutos, e, por acaso, o serviço secreto britânico possui algumas delas.

    6 - O motorista

    Há uma suspeita de que os exames que comprovaram a embriaguez do motorista, que também morreu no acidente, eram falsos. Vídeos de câmera de segurança mostram Henri Paul perfeitamente normal – inclusive em um dado momento ele se agacha para amarrar o sapato sem perder o equilíbrio. Meses antes do acidente ele havia feito depósitos mensais de 43 mil libras em 15 contas diferentes.

    7 - O único sobrevivente

    O guarda-costas Trevor Rees-Jones foi o único sobrevivente do acidente. Só ele usava cinto de segurança na ocasião e afirma que não lembra de mais nada daquela noite.

     

    CONTROLE DA MENTE E O ASSASSINATO DA PRINCESA DIANA

     

    Por David Icke - Um dos mais importantes tópicos a se pesquisar se quisermos entender como Diana foi morta, é o poder e potencial do controle da mente. Darei alguns exemplos. Nos anos 80, a melhor parte dos 30 cientistas trabalhando em projetos secretos, na maioria programadores de computador, morreu em circunstâncias muito estranhas e inexplicáveis. A Marconi foi a maior companhia envolvida, mas havia outras como a Plessey e a British Aerospace. Em 1986, Vimal Dajibhai, que trabalhava para a Marconi Underwater Systems, dirigiu de Londres até Bristol, uma cidade com a qual não tinha nenhuma conexão, e jogou-se da famosa ponte suspensa dessa cidade. Poucos meses antes, Arshad Sharif, um programador de computadores na Marconi Defence Systems, também dirigiu de Londres até Bristol e enforcou-se.

    Porquê Bristol? No passado, Bristol foi um porto dos Cavaleiros Templários (Knights Templar) e o seu nome deriva da deusa Fenícia, Barati. Acontece que a unidade de elite da Inteligência Britânica designada por Comitê dos 26 tem lá a sua base e costumam utilizar o complexo Aeroespacial Britânico para transportar agentes Britânicos e estrangeiros para dentro e fora do país. Fui contatado uma vez, de um avião ao que parecia, por um indivíduo que disse ser um representante da CIA. Ele disse que estava voando para a pista de aterrissagem do Espaço Aéreo Britânico para me dar mais explicações. "A Companhia (CIA) não está feliz" disse ele. Oh, eu pensei, me desculpe, espero que eles se animem logo. Eu fui ter com ele só para verificar do que se tratava, mas ele não apareceu. Provavelmente era uma pessoa que estava precisando de ajuda, ou talvez eles estivessem vendo como eu reagiria a ameaças. Nesse período dos anos 80, não apenas em Bristol, houve muitas mortes estranhas de pessoas que ocupavam os postos mais altos de desenvolvimento nas indústrias de “defesa”.

    O que faz um homem pegar o seu carro, conduzir mais de duas horas até à Ponte Suspensa de Bristol, e jogar-se? Isto parece não ter nada a ver com o assassinato de Diana, mas tem. Estou falando de controle da mente. Um cientista da CIA contou-me que foi submetido a formas de controle mental para impedi-lo de se lembrar de um projeto, uma vez que ele estivesse terminado. Vou lhe dar um exemplo de controle mental, numa situação muito semelhante à de Paris. David Sands era um cientista altamente capacitado que trabalhava numa área muito sensível da defesa, mas aos 37 anos falava em deixar a indústria e mudar o seu estilo de vida. Era casado e tinha duas crianças pequenas, um filho com 6 anos e uma filha com 3. Sands e a sua mulher tinham acabado de regressar de um agradável feriado em Veneza, quando morreu em circunstâncias misteriosas. Embora elas não sejam tão misteriosas assim se você entende de controle da mente. Ele trabalhava para a Easams que, por sua vez, tratava dos contratos para o Ministério da Defesa.

    Ao que parece, enquanto Sands e a sua mulher estavam em Veneza, a companhia foi visitada por membros da unidade de elite da polícia Britânica, o Ramo Especial. Depois, no Sábado, 28 de Março de 1987, David Sands disse à sua mulher que ia sair para pôr gasolina no carro, mas não regressou durante seis horas. Ninguém fazia ideia onde ele estava, mas eu acho que sei. A sua mulher, Anna, contatou a polícia e o agente John Hiscock estava na sua casa quando Sands chegou às 10:20h. Quando lhe perguntaram o óbvio: “Onde você esteve?”, ele disse que tinha estado dirigindo e pensando. A sua mulher disse que não era costume ele ficar fora tanto tempo e que não achava que ele tivesse consciência de quanto tempo tinha estado fora. "Ele parecia confuso, mas feliz", disse ela. Dois dias mais tarde, na Segunda, 30 de Março, ele subiu no seu impecavelmente conservado Austin Maestro e iniciou a sua viagem habitual da sua casa em Itchen Abbas, perto de Winchester, para a Easams em Camberley na Surrey.

    A sua esposa disse que não havia nada de estranho na sua conduta nem no seu comportamento e as condições da estrada estavam boas. Mas passados cerca de 30 minutos da sua viagem, quando David Sands passava na A303 em Popham, perto de Basingstoke, de repente fez uma volta em U pela dupla faixa da estrada e avançou em grande velocidade em sentido contrário ao seu destino. Virando para uma estrada escorregadia a cerca de 130 km por hora, Sands jogou seu carro contra um restaurante abandonado, morrendo numa grande explosão. Não havia marcas de derrapagem. Ele nem sequer tentou parar. É tão óbvio que durante o tempo que esteve fora, a sua mente foi programada e bastou uma simples palavra, sinal, som ou ação, para o programa ser ativado. Nessa altura ele teria mudado o seu “eu normal” para se tornar um homem concentrado apenas em conduzir contra o restaurante e explodir a si mesmo. A programação do subconsciente supera o poder da mente consciente e um robô toma o lugar do humano.

    O mesmo, estou convencido, foi o que aconteceu a Henri Paul em Paris. Sands desapareceu durante 6 horas antes de bater contra o restaurante. Paul desapareceu por 3 horas antes de bater contra o 13º pilar do túnel Pont de l'Alma. Isto é o que eu acredito que aconteceu em Paris. As redes da Irmandade (The Brotherhood) estavam operando através de diversas pessoas e agências, para garantir que Diana estivesse em Paris naquela noite, pois a base do plano era executar um ritual Satânico específico e a data, o local e as circunstâncias da morte tinham de ser organizados nos mais intrincados detalhes. Diana estava sob a rede de segurança de Al Fayed na maior parte do tempo antes do acidente e durante todo o tempo nos últimos dias. As conversas dela eram ouvidas e monitoradas pelo sistema de escuta de Al Fayed. Durante o seu desaparecimento, Henri Paul, um agente da Inteligência Francesa e Britânica, estava sendo programado para o seu papel, ou talvez os preparativos finais estivessem sendo colocados na programação já instalada.

    A morte ritual de Diana foi organizada a partir do topo da Irmandade e, por comparação, pessoas como Al Fayed são pequenas e impotentes insignificâncias, peões num jogo que não compreendem totalmente. O Mercedes que foi levado para a entrada do Ritz tinha sido roubado algumas semanas antes, mesmo antes da relação de Diana com Dodi ter começado, e quando foi recuperado, submeteram-no a extensivos reparos. Ele tinha estado estacionado na parte de fora do exclusivo restaurante Taillevent, quando a porta do condutor foi bruscamente aberta e o chofer puxado para fora por três homens armados com pistolas e falando árabe. O veículo desapareceu por duas semanas e quando foi encontrado, faltavam-lhe as rodas, a porta tinha sido arrancada e o sistema eletrônico juntamente com o equipamento de controle dos freios tinham desaparecido. Al Fayed, como nós vimos, controlava a companhia, a Etoile Limousines, que forneceu o veículo. Não se admirem com o fato das Autoridades Francesas terem recusado a proposta dos especialistas da Mercedes de examinar o carro depois do acidente.

    Quando Henri Paul regressou em serviço naquela noite, parecia o seu “eu normal” para a maioria dos observadores. O programa estava bem dentro da sua mente esperando ser ativado. Provavelmente tinha ingerido algumas bebidas alcoólicas no Ritz, mas a quantidade de álcool e o seu comportamento não corresponderam ao diagnóstico médico posterior. Afirmar que ele era um alcoólico também não corresponde com o exame do seu fígado. Mas se, como sugeri, Henri Paul fosse um “múltiplo” controlado mentalmente, poderia estar bêbado num compartimento da sua mente e em outro não. Tenho ouvido sobre isso de “múltiplos” que se recuperaram e que tiveram experiências como essa. Alguém próximo de Paul naquela noite, o seu controlador, estava mudando os seus compartimentos. Deste modo, ele podia ter um nível considerável de álcool no sangue, enquanto que em alguns compartimentos, permanecia inafetado por ele.

    O mesmo com o monóxido de carbono. Um pouco antes ou um pouco depois do Mercedes ter saído do Ritz, Henri Paul recebeu o comando que ativou o programa. Pode ter sido um som, um sinal, uma cor ou mais provável uma palavra ou frase. Com a programação do subconsciente de Paul superando a sua mente consciente, ele acelerou até ao Place de la Concorde e desceu a via de sentido duplo até Pont de l'Alma. Rees-Jones colocou o seu cinto de segurança, mas aparentemente não avisou a Diana nem a Dodi do perigo. Assim eles ficaram sem cinto. Quando Paul entrou no túnel de Pont de l'Alma a 130 km/h (alguns relatórios dizem que foi mais devagar), ele freou bruscamente, raspou a parede do lado direito do túnel, e então apontou o carro para o 13º pilar. É o décimo terceiro pilar que revela tudo.

    A Irmandade, ao longo da história, tem tido uma obsessão tão grande pelo número 13, que acreditar que isso tenha sido uma simples coincidência beira ao nível da fantasia. Deve haver uns 30 pilares naquele túnel e o carro bateu no 13º porque assim estava planejado. Diana tinha aversão ao número 13 e ela não permitiria uma 13º secção no leilão do seu vestido na Christies no mês de Junho antes de morrer. Se, como algumas testemunhas têm sugerido, o acidente foi provocado pelo Mercedes batendo num Fiat Uno branco ou por um motociclista projetando uma forte luz nos olhos de Paul, não havia maneira de ele ter certeza de se chocar com o 13º pilar. Mas uma pessoa com um subconsciente profundamente programado seria capaz de colocar o carro exatamente no local definido, mesmo a grandes velocidades. Mark Phillips foi o homem que ajudou a desprogramar Cathy O'Brien quando ela era uma escrava controlada mentalmente da CIA.

    Ele trabalhou neste campo grande parte da sua vida adulta e depois de eu ter tirado as minhas conclusões sobre os acontecimentos em Paris, lhe telefonei perguntando se seria possível programar Henri Paul para bater naquele pilar em grande velocidade. Mark não teve dúvidas. “Sim, Sim,” disse, “Mais do que sim, absolutamente sim.” Ele disse que o subconsciente trabalha muito mais depressa que a mente consciente e para o subconsciente 130 km/h é na verdade algo muito lento comparado a sua capacidade de pensamento e reação.

    Se a velocidade era consideravelmente baixa como alguns relatórios sugeriram, teria sido ainda mais fácil. “Existem várias técnicas que podiam ter sido usadas para programar a sua mente durante aquelas três horas que esteve desaparecido,” disse Mark. O número de maneiras que eles poderiam ter usado para causar o acidente (outro veículo, um dispositivo explosivo, armas atordoantes, etc., etc.) dariam para encher um livro, e qualquer uma delas é possível aparentemente. Mas não se quisessem ter a certeza de bater no 13º, algo que fizeram. Para fazer isso, precisavam de um condutor com o subconsciente programado . . .

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    Fonte: http://matt-marriott.faithweb.com/destruction/diana_p.html 

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