Você já parou para pensar no quanto a indústria farmacêutica – sim, aquela que fabrica os remédios que salvam vidas – pode ser, ao mesmo tempo, um anjo da guarda e um vilão disfarçado? Parece contraditório, né? Mas é exatamente isso que acontece. Afinal, estamos falando de uma máquina bilionária movida por lucros, marketing agressivo e estratégias que, muitas vezes, deixam o paciente em segundo plano. E não, isso não é teoria da conspiração.