Testes de sonar da Marinha do EUA: Assassinato em Massa

    sona419/10/2005 - Uma união de grupos ambientalistas entrou com uma ação judicial contra a Marinha dos Estados Unidos na quarta-feira, devido ao uso de sonares que, segundo as entidades, podem levar baleias e golfinhos a encalhar em grandes números ou provocar hemorragias nesses animais. O Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC) disse no processo judicial que o sonar usado em treinamentos de rotina e testes violava as leis ambientais. O grupo acusou a Marinha dos EUA de não tomar precauções capazes de evitar ferimentos e mortes entre os animais marinhos. O ator Pierce Brosnan, em um depoimento gravado em vídeo, disse que, sem observar limites razoáveis, os sonares dos militares podem contribuir para ...

    a extinção das espécies."Devemos a nossos filhos sermos defensores melhores de nosso meio ambiente", afirmou Brosnan. "A alternativa? Um mundo sem baleias. Isso é algo terrível demais para se imaginar".

    A Marinha não se manifestou sobre o processo judicial, mas disse em um comunicado que o sonar usado em missões e nos treinamentos era algo vital para a defesa dos EUA. Organizações de defesa dos animais vêm lutando há anos para impor limites aos sonares das Forças Armadas, que são usados para localizar submarinos e outros objetos debaixo d''água.

    Os grupos ambientalistas conseguiram documentar em todo o mundo dezenas de supostos casos de baleias encalhadas às dezenas e mortas devido ao uso do sonar, um aparelho que desorientaria os mamíferos marinhos e provocaria sangramentos nos olhos e nos ouvidos dos animais. Dois anos trás, o NRDC e outras organizações conseguiram impedir o uso em todo o mundo do sistema sonar ativo de baixa frequência da Marinha dos EUA, restringindo sua utilização para testes e treinamentos em uma área do noroeste do oceano Pacífico. A ação judicial de quarta-feira tem por alvo os sonares de frequência média.


    Documentário mostra como radares da marinha prejudicam baleias

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    06/02/2010 - Um documentário produzido com apoio da organização Ocean Conservation Research tem levantado a questão de como sonares de uso da marinha militar de diversos países impactam a vida das baleias, inclusive causando sua morte. O filme Sounds of the Sea, ou Barulho dos Mares, dirigido por Volker Barth, explora o problema causado pela frequênicias dos radares submarinos. Sangramentos interno e confusão mental para navegar são apenas alguns dos efeitos causados em baleias e golfinhos, já que esses animais também emitem sons como uma espécie de radar natural para se locomoverem pelas águas.

    Uma das hipóteses levantadas por pesquisadores que estudam a situação, é que os animais ficam desorientados quando percebem os sonares. Uns emergem muito rápido, provocando danos pulmonares. Outros tentam se afastar do barulho e acabam encalhando nas praias. Alguns observadores relatam que presenciaram baleias se contorcendo próximo a locais onde navios militares realizavam testes com sonares. O documentário ainda sugere uma triste relação sobre o porque desse problema não ser combatido. No caso da marinha americana, os militares controlam cerca de 95% dos fundos destinados à pesquisa marinha, assim, cientistas correm o risco de serem boicotados caso seus estudos entrem em conflito com os interesses militares.


    Testes com armas realizados pela Marinha norte americana provocam a morte de golfinhos

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    07 de abril de 2011, por Helena Terra - No início de janeiro, a Marinha norte americana planejou expandir testes de armas na costa da Califórnia, Oregon e Washington. Enquanto a Marinha defende os testes alegando que fazem de tudo para prevenir danos à vida marinha provocados por bombardeamento e sonares, grupos ambientais condenaram o plano de expansão, preocupados com 150 orcas que poderiam ser atingidas. Apesar dos avisos e objeções dos pesquisadores, ativistas e do público, a Marinha não cessou os testes, segundo informações da Animals Change.

    Infelizmente, foi necesária a morte de três golfinhos na costa de San Diego para que o Serviço Marinho Nacional revisse o plano da Marinha neste local. Mamíferos marinhos são protegidos pelo Pacto de Proteção aos Animais Marinhos e a Marinha não só se submete a este pacto, como está agora sob investigação sobre a morte dos golfinhos. Os três cetáceos morreram imediatamente após bombardeamentos na água durante um exercício de treinamento. Mais dois golfinhos morreram, mas suas mortes ainda estão sob apuração.

    O Comandante da Marinha Greg Hicks disse que eles seguem os procedimentos corretos para garantir a segurança dos animais marinhos e que teriam até rastreado a área para verificar se havia animais. No entanto, cinco golfinhos estão mortos. Testes com sonares também ainda não foram suspensos. Segundo ONGs e pesquisadores, os sonares provocam grandes efeitos nas baleias, inclusive são motivo de encalhe, desvio de comportamento e até a morte. Pesquisadores também descobriram que os sonares afastam as baleias da área dos testes, desencadeando distúrbios alimentares e de mergulho. Por fim, está claro que os testes de armas não são bons para os cetáceos, mesmo com todas as medidas de segurança em ação.


    Deu a louca nos mares

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    05/10/2012, atualisado 19/08/2015, por Juliana Tiraboschi - Em 2000, um massacre aconteceu nas Bahamas. Dezesseis baleias e um golfinho encalharam na praia e morreram após a Marinha americana realizar um teste com um sonar, uma operação que pode produzir um volume de som de 235 decibéis, 85 dB a mais que os gerados pela decolagem de um jato. Pesquisadores do Instituto Earthwatch (EUA) encontraram danos internos nos animais relacionados com a exposição a esse tipo de barulho. A própria Marinha admitiu que o teste pode ter influenciado no encalhe em massa. Esse é só um exemplo de como atividades humanas nas águas do planeta estão desorientando, ensurdecendo, enlouquecendo e até drogando a fauna aquática.

    Nenhum curso d’água fica de fora. Nos oceanos, o maior problema é o mesmo barulho que provocou o massacre acima. Além das embarcações, a poluição sonora pode vir de obras nas orlas e de atividades portuárias. ­Cetáceos, como baleias e golfinhos, vivem em grupo e usam vocalizações para se comunicar. É assim que encontram alimento e acasalam. Se há falhas nessa “conversa”, sua sobrevivência é posta sob risco.

    Uma pesquisa da Universidade Estadual da Pensilvânia (a Penn State, nos EUA), publicada em 2010, mostrou que baleias-francas mudam a frequência de suas vocalizações para compensar o ruído de embarcações. O mesmo fenômeno já foi detectado em belugas e orcas e, no Brasil, em toninhas – também conhecidas como golfinhos-do-rio-da-prata. Segundo Marta Cremer, professora de ciências biológicas da Universidade da Região de Joinville (Univille) e coordenadora do Projeto Toninhas, é difícil medir se e quanto a poluição sonora altera os comportamentos.

    Mas gravações feitas por sua equipe mostram que, quando há barcos por perto, os golfinhos emitem um som mais agudo. Além de atrapalhar a comunicação, os pesquisadores acreditam que o barulho excessivo pode provocar surdez. Em humanos, uma exposição prolongada a 80 dB (o equivalente ao som de um liquidificador) pode causar perdas auditivas. Alguém que trabalhe oito horas diárias em ambiente com um barulho desse terá a audição prejudicada em alguns anos. Um cargueiro emite ruídos de até 150 dB. “Além disso, achamos que esse barulho causa desgaste físico e estresse”, diz Marta.

    A Universidade Estadual Paulista (Unesp) também investiga o nível de ruído no litoral de São Paulo. Por enquanto, o trabalho está focado em identificar as características das fontes de som nas águas: ventos, turbulências, abalos sísmicos e barulhos emitidos por animais. A “assinatura acústica” de uma praia arenosa é diferente da encontrada em um costão rochoso. Esse conjunto de sons ajuda os bichos a se orientar. “Nosso objetivo é identificar as fontes de som, compará-las e estudar a importância delas para as espécies”, diz Mario Rollo, professor do Campus Experimental do Litoral Paulista da Unesp.

    Barulho não é o único problema. Uma pesquisa da Universidade James Cook, na Austrália, mostrou que o dióxido de carbono, emitido na queima de combustíveis fósseis, está deixado os peixes “loucos”. O pesquisador Philip Munday levou para seu laboratório diferentes espécies – entre elas, o peixe-palhaço, o “Nemo” – e as expôs a um nível de CO2 de 850 partes por milhão, concentração prevista para 2100 se não reduzirmos as emissões. Ao devolvê-los para o mar, o cientista observou que a mortalidade multiplicou-se por nove. Esses peixes costumam se proteger entre corais. Mas, intoxicados, nadavam a distâncias mais longas, se expondo a predadores. “Acreditamos que o CO2 afeta a transmissão de estímulos neuronais no cérebro”, diz Munday.

    Problema parecido aconteceu com uma espécie de lesma-do-mar conhecida por “abalone chileno”, ou “loco”. Esse molusco é capaz de perceber a presença de caranguejos predadores e fugir. Quando exposto a águas mais ácidas, perde essa habilidade. “Nossas emissões de CO2 estão baixando o pH do mar, aumentando a sua acidez”, diz o pesquisador Patricio Manriquez.

    Como se não bastassem essas perturbações, ainda estamos drogando nossos peixes. Uma pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá, encontrou níveis significativos de fármacos usados em antidepressivos nos fígados, cérebros e músculos de trutas-das-fontes. R­esíduos desses medicamentos saem do organismo dos pacientes e vão parar nos esgotos, que por sua vez seguem para os rios. O estudo constatou que essa exposição causa alterações nas atividades neurais, mas ainda não se sabe quais são as consequências dessas mudanças.

    Para minimizar esses problemas, não é preciso interromper atividades importantes para a economia. Incentivar fontes alternativas de energia, desenvolver motores silenciosos e estabelecer algumas zonas livres de ruídos, além de melhorar nossos sistemas de tratamento de água, são medidas que já ajudariam a dar mais paz e sanidade aos bichos.


    Marinha dos Estados Unidos espera realizar exercícios de teste e treinamento no Atlântico e no Pacífico, que envolverá sonares e explosivos de diferentes tipos

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    14/10/2012 - Entre 2014 e 2019, a Marinha dos Estados Unidos espera realizar exercícios de teste e treinamento no Atlântico e no Pacífico, que envolverá sonares e explosivos de diferentes tipos. Ao longo dos anos, a Marinha foi forçada a reconhecer que a ciência demonstrou claramente: o ruído gerado pelo sonar e detonações subaquáticas pode matar mamíferos marinhos, como baleias e golfinhos, e perturbar o sua alimentação, criação e migração. Na preparação para os seus próximos exercícios, a Marinha pediu ao National Marine Fisheries Service aprovação para “tomar” um número de mamíferos marinhos – “tomar” é o termo amplo para tudo, desde matar essas criaturas até perturbar seus hábitos.

    Isso tudo soa como deveria ser, com a Marinha solicitando permissao da agência, como exigido por várias leis que protegem mamíferos marinhos e as espécies ameaçadas de extinção. Mas os números dizem outra coisa. Em suas áreas de teste no Atlântico, no Golfo do México e do Pacífico, a Marinha estima que, entre 2014 e 2019 vai “tomar” cerca de 33 milhões mamíferos marinhos – de baleias azuis aos elefantes marinhos.

    A maioria dessas criaturas será perturbada, de alguma forma, mas não ferida ou morta. Mas os danos ainda podem ser consideráveis. O som viaja muito mais rápido através da água do que através do ar, ampliando o seu impacto, e muitos dos sons que a Marinha planeja gera queda nas freqüências mais prejudiciais para os mamíferos marinhos. Mais de cinco milhões deles podem sofrer ruptura de tímpanos e perda auditiva temporária, por sua vez, interrompendo padrões normais de comportamento. Como muitos 1800 pode ser mortos imediatamente, seja por teste ou por ataques de navios.

    A Marinha está a decorrer com base em uma decisão da Suprema Corte 2008, em que o Chefe de Justiça John Roberts Jr., escrevendo pela maioria, argumentou que o interesse público em nossa defesa militar fez pender a balança “fortemente em favor da Marinha.” Nós discordamos, assim como as organizações ambientais que processou a Marinha no passado. Talvez o mais alarmante é a conclusão da Marinha – depois de uma lista exaustiva de possíveis lesões e as incertezas envolvidas no seu cálculo – que “os impactos sobre as espécies de mamíferos marinhos e estoques seria insignificante.” Isso é pensamento positivo, na melhor das hipóteses.

    A Marinha diz que os exercícios são necessários para testar a sua disponibilidade e sistemas de armas, e que promete fazer todos os esforços para atenuar as consequências adversas para os mamíferos marinhos. Mas o caos sonoro que a Marinha pretende infligir sobre os oceanos deve ser acrescentado à longa lista de outras ameaças que estes mamíferos enfrentam, alguns dos quais, como a baleia do Atlântico Norte, estão na lista de espécies ameaçadas de extinção. Um dano simplesmente inaceitável.


    ECOCÍDIO MARINHO: Testes de Sonar da Marinha dos EUA, causaram a morte em massa da vida marinha


    30/09/2013, por Susanne Posel - Corte Distrital dos EUA - Magistrado Juiz Nandor Vadas determinou que o Serviço Nacional de Pesca Marinha (NMFS) não considerou os dados científicos sobre os efeitos a longo prazo do teste de sonar sobre a vida marinha quando autorizações para a Marinha, foram aprovados em 2012. Vadas apontou que a avaliação inicial foi "indevidamente focada em uma estreita janela de tempo para avaliar os efeitos potenciais" e que a consideração dos efeitos de longo prazo deve levar a uma reavaliação da continuação dos testes.

    Em seu governo, Vadas escreveu: "Ou seja, uma série de análises de curto prazo podem mascarar o impacto a longo prazo de uma ação da agência." Vadas 43 opinião página descobriu que o usuário de ruídos de alta intensidade de pulsos sonares utilizados pela Marinha os EUA para "localizar objetos submersos a uma distância através do eco que eles produzem - também podem atrapalhar migração 'mamíferos marinhos, enfermagem, reprodução e alimentação."

    Em defesa, a Marinha afirma que realizar testes em águas abertas na costa do estado de Washington por um único navio de guerra para menos de 2 horas de cada vez. Eles afirmam que este teste sonar não é um perigo para a vida marinha. Steve Mashuda, membro da Earthjustice, disse : "Nós não estamos falando sobre a parada de todo o treinamento o tempo todo, mas talvez fazendo treinamento diferente ou se abstenha de treinamento durante as estações do ano ou meses do ano, em determinadas áreas, quando sabemos que a baleias estão lá. "

    The National Resources Defense Council (NRDC) tem uma petição para trazer a consciência para a matança de baleias "do sonar mortal". A petição diz: "A Marinha está preparada para matar mais de mil baleias e outros mamíferos marinhos durante os próximos cinco anos de testes e treinamento com sonar e explosivos. É hora de a Marinha para adoptar medidas de bom senso que protegeriam os mamíferos marinhos durante o treinamento de rotina, sem comprometer a nossa prontidão militar. Diga o Secretário da Marinha Ray Mabus para salvar as baleias do impacto mortal de seus sistemas de sonar durante os testes e treinamento. "

    Não é mencionado pela Marinha os EUA é o fato de que estes testes são realmente sonar tecnologia usada para procurar depósitos de gasolina submarinos - assim como é feito na costa de Madagascar. Este esforço por mais petróleo pré-formada em nome da ExxonMobil causou 100 baleias-de-melão foi para praia se. Um navio ExxonMobil sentou cerca de 40 milhas da costa e emitida "poder kHz sistema multi sonda feixe de alta 12 (SMF)." A finalidade da busca consiste em encontrar "a mais plausível e provável gatilho comportamental para os animais que entram no sistema inicialmente lagoa."

    Jacqueline Savitz, vice-presidente dos Oceanos dos EUA explicou : "explosões sísmicas pode perturbar os comportamentos vitais de golfinhos e baleias, como a respiração, alimentação, acasalamento e comunicar. Isto pode rapidamente virar mortal, quando os animais são surpreendidos em apressar-se para a superfície ou são empurrados para áreas mais rasas, onde muitas vezes morrem como essas baleias fez."

    O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW) e da Wildlife Conservation Society (WCS) grupos de lança de cabeça e especialistas que publicou um relatório sobre a morte da vida marinha e da pesquisa da ExxonMobil para a gasolina, que descreve "não há motivo para preocupação sobre o impacto da ruído sobre os mamíferos marinhos como estes sistemas de sonar de mapeamento de alta frequência são utilizados por várias partes interessadas, incluindo a indústria de hidrocarbonetos, militares e navios de investigação utilizados por outras indústrias. "

    O relatório afirma: "O potencial de respostas comportamentais e danos indiretos ou mortalidade com o uso de SMF semelhantes [sistemas da sonda multi-feixe] deve ser considerado em futuras avaliações ambientais, planejamento operacional e as decisões de regulação." O comitê de controle de direção mutli-stakeholder que forneceu orientações e estrutura antes do lançamento do relatório contou com representantes de:

    • ExxonMobil
    • NOAA mamífero marinho Filamento Network (MMSN)
    • NOAA Programa Acoustics Oceano (OAP)
    • Comissão de Mamíferos Marinhos (MMC)
    • Uma equipe de cientistas "independentes"


    Marinha dos EUA matando milhares de baleias e golfinhos com Sonar & Weapons Testing


    04/02/2014 - Não só as baleias foram aparecendo morto com dezenas de quilos de resíduos tóxicos, plástico dentro de seus estômagos , Marinha os EUA planeja aumentar o número de mortos através da realização de testes subaquática de armas explosivas e dispositivos sonares. Os testes serão e estão ocorrendo nos oceanos Atlântico e Pacífico, incluindo o Golfo do México. Estes eventos devem ter início e acontecem a partir de 2014 até 2019. O título não é um exagero, dependendo da proximidade dos animais detonantes esses explosivos debaixo d'água, ele vai matar as baleias e os golfinhos e ferir muitos, de acordo com dois estudos de impacto ambiental liberados pelos militares. (1) (2) (3) ( 4) (6) (8) (5) (7)

    Tenha em mente, esses eventos vêm ocorrendo há vários anos, e são responsáveis ??pela morte de grandes quantidades de vida marinha. (9)

    A Marinha não está negando estes fatos. Eles admitiram que a maioria das mortes viria de detonação de explosivos, testes de sonar ou de animais que estão sendo atingidos por navios. Embora eu não confio em estimativas da Marinha, de acordo com seus modelos de computador esta atividade poderia matar centenas de baleias. A Marinha informou que desenvolveu as estimativas somando as horas que irá testar e praticar com sonar, torpedos, mísseis, explosivos e outros equipamentos para cinco anos. Este teste será (e já foi) responsável pela morte de milhares de pessoas.

    Tome uma atitude, enviando um e-mail para o honorável Charles T. Hagel, o secretário de Defesa dos EUA. Você pode enviar-lhe a charles.t.hagel.mil @ mail.mil. Sinta-se livre para usar este exemplo de carta fornecida pelo PETA . Assine a petição aqui , assim como aqui .

    De acordo com Green Peace, estimativas do governo são calculados em 138.500 baleias e golfinhos será ferido ou morto. (2) Há também interesses corporativos aqui, empresas de exploração estão autorizados a utilizar explosões perigosos de ruído para procurar offshore de petróleo e gás. O Departamento do Interior dos EUA está considerando permitir que as empresas geofísicos que trabalham para as empresas de petróleo e gás para utilizar estas técnicas no Oceano Atlântico, a partir de Delaware até a Flórida (2).

    "Não há fones de ouvido com cancelamento de ruído para parar as ondas de pressão de 235 decibéis da Marinha os EUA de ping insuportável e gritos metálico. No 200Db, as vibrações podem romper seus pulmões, e acima de 210 dB, o ruído letal pode furar direto através de seu cérebro até que ele hemorragias que o tecido delicado. Se você não está surdo após esta explosão sonar devastador, você está morto. Esta é a vida real dos mamíferos marinhos destruídas pela guerra acústico all-out da Marinha os EUA sobre os oceanos do mundo. O dano colateral deste sonar militar de alta intensidade é chocante. Mas porque todos esses milhões de morrer baleias ou golfinhos são muitas vezes fora de vista humano, eles também são fora da mente "(8)

    Assim como Orca pesquisador Ken Balcomb chama, este é "holocausto acústico." Scientific American chama sonar militar uma frase brutal e desumana morte (4)

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    A Marinha está afirmando que esses testes são necessários para a segurança interna, mas as pessoas estão começando a ver através da justificativa para ações imorais, sendo o resultado de uma "maior necessidade de segurança. ' 11/9 é um exemplo perfeito. Fomos avisados ??no passado que o complexo industrial militar procura capitalizar uma necessidade anunciou um aumento da segurança, a fim de impulsionar o segredo para as próprias limitings de censura e encobrimento. JFK advertiu-nos, e assim o fez Dwight Eisenhower. Este aumento (na minha opinião fabricados) necessidade de segurança permitiu que o complexo industrial militar para fazer o que quiser, sem ninguém saber.

    De acordo com o Conselho Nacional de Recursos de Defesa (NRDC) analista de política Michael Jasny, um estudo publicado na revista Proceedings, da Royal Society B mostra que mesmo os ruídos de média frequência romper padrões de alimentação em baleias e poderia afetar negativamente populações inteiras. O NRDC cita vários encalhes em massa nas praias depois de sonar foi usado, incluindo 200 golfinhos cabeça-encalhadas, em 2004, ao largo da costa do Havaí, um dos muitos exemplos (6).

    A Marinha rejeitou qualquer sugestão de limitar a sua sonar e treinamento com armas. Há muito mais informações sobre esse assunto, nada é escondido e tudo é em campo aberto. Isso está acontecendo, e isso está matando uma grande quantidade de vida marinha.

    Baleias, golfinhos e outros mamíferos marinhos usam o som para navegar, para localizar um ao outro através de grandes distâncias para uma série de razões. A tecnologia humana está mudando drasticamente, danificando a delicada teia da vida e risco de vida. Vida marinha está constantemente morrendo, de alta intensidade sozinho sonar usado pelos militares podem emitir sons tão alto como um foguete decolando. Offshore exploração de petróleo e gás também fazem intensas rajadas. Imagine um dia em sua vida perturbada pela excruciante som, o som tão alto que paralisa você e sua capacidade de funcionamento.

    (1) http://hstteis.com/

    (2) http://www.greenpeace.org/usa/en/campaigns/oceans/Seismic-Testing-Sonar-Testing/

    (3) http://inhabitat.com/defiant-navy-releases-report-that-shows-testing-could-kill-hundreds-of-whales-and-dolphins/

    (4) http://articles.latimes.com/print/2002/dec/08/magazine/tm-whales49

    (5) http://inhabitat.com/defiant-navy-releases-report-that-shows-testing-could-kill-hundreds-of-whales-and-dolphins/

    (6) http://www.huffingtonpost.com/brenda-peterson/killing-with-sound_b_2744864.html

    (7) http://www.peta.org/action/action-alerts/urge-federal-officials-save-marine-animals-navy-tests-3/

    (8) http://www.huffingtonpost.com/2013/08/30/navy-dolphins-whales_n_3841924.html

    (9) http://www.youtube.com/watch?v=j8rZxmCejD0


    Fonte: http://noticias.terra.com.br/
    The New York Times
    http://illuminatielitemaldita.blogspot.com.br/
    http://www.collective-evolution.com
    Andrey Nekrasov/VWPics
    http://www.anda.jor.br/
    http://virgula.uol.com.br/

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