Quem inventou as falsas chamadas telefônicas dos aviões em 11/9?

    farsa 11aPor Giulietto Chiesa, 26 de julho de 2013 - As chamadas telefônicas dos passageiros dos aviões sequestrados em 11 de setembro estimulam nossa fantasia. Elas são o fundamento da história sobre como aconteceu o ataque. Doze anos depois, os especialistas do 9/11 Consensus Panel mostram que as chamadas nunca aconteceram. Como prometido, eu continuo a informar nossos leitores sobre o avanço dos trabalhos do 9/11 Consensus Panel, do qual sou membro (eu aproveito a oportunidade para anunciar a admissão de dois ...

    novos membros: Jonathan Cole, engenheiro civil, e Daniele Ganser, historiador, diretor do SIPER (Swiss Institute for Peace and Energy Research), professor da Universidade de St. Gallen e da Universidade da Basiléia).

    Desta vez o comitê se concentrou no extraordinário e singular caso das chamadas telefônicas de três dos quatro jatos sequestrados naquela trágica manhã. A minuciosa análise destes telefonemas permitiu ao comitê identificar não menos do que 32 contradições entre os relatos apresentados às autoridades (que consequentemente se contradizem) e as provas disponíveis, dentre as quais algumas permanecem insuperáveis.

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    Lembremos que durante três anos, de 2001 até 2004, a história dos telefonemas via celular a partir dos aviões dominou os relatos da mídia norte-americana e de todo o mundo. Ele produziu milhares de artigos, livros e histórias. Estes telefonemas são peças determinantes da história do 11/9 e de fato nunca mais foram questionados. Existe até um filme do voo UA 93, baseado totalmente nesta chamada. Antes de mais nada, precisamos dizer que tanto o FBI, assim como o famoso relatório da comissão 9/11 de 2004, afirmaram oficialmente que chamadas de celulares foram feitas em três dos quatro aviões sequestrados. E à vista do fato de que a credibilidade do relatório oficial sobre o 11/9 baseia-se parcialmente nestes relatos, é claro que se estes telefonemas caírem em descrédito, todo o relatório também será manchado. E é exatamente isso que fizemos no comitê de consenso sobre o 9/11.

    Nós não temos aqui espaço suficiente para reconstruir os detalhes dos telefonemas (Todd Beamer do voo UA 93; Barbara Olson do AA 77; Peter Hanson do UA 175; Jeremy Glick e Mark Bingham do UA 93; Renee May, uma aeromoça do voo AA 77; Brian Sweeney do UA 175; Thomas E. Burnett e seus 4 telefonemas do voo UA 93; Sandra Bradshaw, aeromoça do voo UA 93; Elezabeth Wainio e Mario Britton do UA 93); ao todo 35 chamadas telefônicas. Eu quero analisar aqui apenas dois protagonistas destes telefonemas. Aqueles que quiserem verificar as fontes de nossas conclusões, podem acessá-las no site consensus911.org.

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    O primeiro é Todd Beamer, que segundo a história relatada pela mídia, é autor da famosa frase: “Let’s Roll!”, o sinal para o levante dos passageiros do voo UA 93. Segundo Lisa Jefferson, a telefonista que recebeu a chamada, Beamer lhe pareceu estranhamente calmo diante da situação. E tanto que a sra. Jefferson declarou ao FBI que por um momento, ela pensou que se tratava de um trote (crank call), haja visto o jeito “metódico e racional” de quem ligava, alguém que estava “preparado para morrer”. O telefonema durou cerca de 13 minutos. Um período um tanto estranho, pois sob estas condições especiais e diante do elevado número de ligações telefônicas recebidas pela central (nesta manhã), a comunicação caía continuamente. Mas o que foi mais peculiar – ainda segundo a testemunha Lisa Jefferson ao FBI – a ligação se manteve estável por ainda mais 15 minutos, após o avião já ter colidido no solo. Deve-se acrescentar que Beamer permaneceu conectado ao telefone não menos do que 13 minutos com duas telefonistas, e quando Jefferson sugeriu transferir a ligação para sua esposa grávida, que esperava seu terceiro filho, ele respondeu: “Não, não, eu não quero preocupa-la sem motivos”. Beamer teria ainda acrescentado: “Eu quero apenas conversa com alguém, para que que saibam o que está ocorrendo aqui.” Como se ele não tivesse algum amigo ou parente com o qual pudesse conversar.

    A outra telefonista, Phyllis Johnson, parece não ter sida interrogada pelo FBI e, por fim, não existe uma prova que pudesse confirmar com segurança, que a pessoa que realmente conversou com as telefonistas tenha sido realmente Todd Beamer. O telefonema não consta nem nas duas operadoras nem na AOSC (Airfone Operations Surveillance Center). A conclusão? Os pontos de interrogação são inúmeros? Eu quero acrescentar ainda mais um, que parece ser mais determinante do que todos os outros até o momento. A 29 de setembro de 2001, o FBI recebeu da empresa Verizon (operadora telefônica do celular de Beamer) uma lista detalhada que mostra que este celular realizou 18 chamadas depois (eu falei, depois) da queda do voo UA 93, quer dizer, após as 10:03hs daquela manhã. O que podemos concluir disso? A hipótese mais plausível é que o celular não estava a bordo do voo UA 93 com Todd Beamer, ou seja, que o avião que caiu no campo na Pensilvânia, não era o voo UA 93.

    Confrontado com esta série de problemas não solucionáveis, o FBI (sob juramento desta vez) apresentou uma nova versão. Foi durante o processo de Zacarias Moussaoui em 2006. Ele afirmou que nenhum telefonema, exceto dois, teria sido feitos por celular: os únicos telefonemas com celular teriam sido realizados simultaneamente às 9:58hs do voo UA 93, por dois funcionários da companhia aérea, E. Filz e C. C. Lyle. Ambos teriam sido feitos a partir do banheiro de bordo, quando o avião estava a uma altura de 5.000 pés (1.500m), quer dizer, a uma altura relativamente compatível com as possibilidades técnicas da comunicação por celular em 2001.

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    Mas existe ainda um problema: também estes dois telefonemas não podiam ser feitos com celular. Apesar de uma minuciosa verificação da lista de chamadas dos celulares de todos os passageiros e pessoal de bordo deste voo, não existe qualquer informação de uma ligação às 9:58, nem informação sobre sua duração e, portanto, também não sabemos o número de telefone que foi discado.

    Resumo: todas as histórias sobre ligação de celular proveniente dos aviões são falsas, estas ligações nunca existiram.

    Mas nos voltemos agora à mais sensacional das ligações (no sentido de que ela provocou uma grande emoção por todo mundo): aquele de Barbara Olson, uma famosa moderadora da CNN, que estava a bordo do voo AA 77. Segundo o testemunho do marido, Theodore Olson (não esquecer que ele era procurador-geral dos Estados Unidos), Barbara teria ligado duas vezes, quase uma hora antes do avião colidir contra o Pentágono. Foi a CNN que apresentou em primeira mão está notícia. Ted Olson estava absolutamente seguro: sua esposa ligou de seu celular…

    Devemos lembrar que as ligações de Barbara Olson são as únicas que falam sobre armas dos terroristas (“autocutter”) e as revelações de Ted Olson, consequentemente, foram decisivas para o desfecho das ações. Pode-se ainda afirmar que esta história é uma das espinhas dorsais da versão oficial. Mas Ted Olson alterou sua versão posteriormente várias vezes. Mesmo assim, a versão do FBI esclarece que o primeiro telefonema durou “cerca de um minuto”. Durante o programa Larry King Show, Olson disse que o segundo telefonema teria durado “dois, três ou até quatro minutos”.

    Existem pelo menos quatro problemas que colocam em xeque os fundamentos da história de Ted Olson. O primeiro vem do próprio FBI, que em 2004 esclareceu sem sombra de dúvidas: “todos os telefonemas do voo AA 77 foram realizados por telefones do próprio avião”. Mas, então, Olson mentiu?

    Infelizmente o FBI também mentiu. Em 2006, um funcionário da American Airlines (durante o processo Moussaoui) disse “que nenhum Boeing 757 tinha telefones nos assentos e isso bem antes do 11 de setembro de 2001. Os passageiros do voo AA 77 utilizaram seus celulares.” Um outro elemento reforça esta afirmação: o relato da caderneta de manutenção do Boeing 757, datado de 28 de janeiro de 2001: “as instalações telefônicas para passageiros foram desativadas de acordo com a Recomendação ECO F0878”. Outros elementos confirmam a falta de telefones de bordo para passageiros.

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    Por mais inacreditável que possa parecer, fato é que nenhuma prova objetiva confirma a existência de um único telefonema de Barbara Olson nesta manhã: nada do lado da companhia telefônica; também nada do lado do Departamento de Justiça (onde atuava seu marido); nada nos dados sobre os movimentos de seu celular. E esta confusão ainda não acabou. Um relatório do FBI (publicado durante o processo Moussaoui em 2006), destrói completamente toda história de Ted Olson: segundo o relatório, existiu um único telefonema de Barbara e este durou… “0 segundos”. Em outras palavras, a comunicação não foi realizada. E por isso não existiu uma única história de Barbara.

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    Tudo isso sem esquecer a descredibilidade de todo esse cenário, onde 60 passageiros, dentre os quais um se chamava Charles Burlingame, levantador de pesos e ex-boxeador, foram confinados por dois piratas franzinos até a parte de trás do avião, (segundo o relato de Ted Olson, que cita as palavras de sua esposa), enquanto os outros dois piratas estavam no cockpit.

    Resumo: Ted Olson mentiu? Não pode ser excluído que os telefonemas de sua esposa possam ter acontecido. Mas tira-se dos autos do judiciário, que estes telefonemas não foram feitos a bordo do voo AA 77.

    Ou seja, toda a reconstrução é falsa. Alguém as inventou. Se os telefonemas foram feitos, não foram de dentro do avião. Se não veio dos aviões, quem fez as chamadas? E com qual propósito?

    Quando pedimos uma investigação verdadeira, onde todos os protagonistas sobreviventes deram seus testemunhos sob juramento, nós apenas pedimos por evidências. Mas elas não são partes integrantes do caso 11 de setembro. Por isso nós vamos continuar a investigação.

    Por Giulietto Chiesa, 26 de julho de 2013 - As chamadas telefônicas dos passageiros dos aviões sequestrados em 11 de setembro estimulam nossa fantasia. Elas são o fundamento da história sobre como aconteceu o ataque. Doze anos depois, os especialistas do 9/11 Consensus Panel mostram que as chamadas nunca aconteceram. Como prometido, eu continuo a informar nossos leitores sobre o avanço dos trabalhos do 9/11 Consensus Panel, do qual sou membro (eu aproveito a oportunidade para anunciar a admissão de dois novos membros: Jonathan Cole, engenheiro civil, e Daniele Ganser, historiador, diretor do SIPER (Swiss Institute for Peace and Energy Research), professor da Universidade de St. Gallen e da Universidade da Basiléia).

    Desta vez o comitê se concentrou no extraordinário e singular caso das chamadas telefônicas de três dos quatro jatos sequestrados naquela trágica manhã. A minuciosa análise destes telefonemas permitiu ao comitê identificar não menos do que 32 contradições entre os relatos apresentados às autoridades (que consequentemente se contradizem) e as provas disponíveis, dentre as quais algumas permanecem insuperáveis.

    Lembremos que durante três anos, de 2001 até 2004, a história dos telefonemas via celular a partir dos aviões dominou os relatos da mídia norte-americana e de todo o mundo. Ele produziu milhares de artigos, livros e histórias. Estes telefonemas são peças determinantes da história do 11/9 e de fato nunca mais foram questionados. Existe até um filme do voo UA 93, baseado totalmente nesta chamada. Antes de mais nada, precisamos dizer que tanto o FBI, assim como o famoso relatório da comissão 9/11 de 2004, afirmaram oficialmente que chamadas de celulares foram feitas em três dos quatro aviões sequestrados. E à vista do fato de que a credibilidade do relatório oficial sobre o 11/9 baseia-se parcialmente nestes relatos, é claro que se estes telefonemas caírem em descrédito, todo o relatório também será manchado. E é exatamente isso que fizemos no comitê de consenso sobre o 9/11.

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    Nós não temos aqui espaço suficiente para reconstruir os detalhes dos telefonemas (Todd Beamer do voo UA 93; Barbara Olson do AA 77; Peter Hanson do UA 175; Jeremy Glick e Mark Bingham do UA 93; Renee May, uma aeromoça do voo AA 77; Brian Sweeney do UA 175; Thomas E. Burnett e seus 4 telefonemas do voo UA 93; Sandra Bradshaw, aeromoça do voo UA 93; Elezabeth Wainio e Mario Britton do UA 93); ao todo 35 chamadas telefônicas. Eu quero analisar aqui apenas dois protagonistas destes telefonemas. Aqueles que quiserem verificar as fontes de nossas conclusões, podem acessá-las no site consensus911.org.

    O primeiro é Todd Beamer, que segundo a história relatada pela mídia, é autor da famosa frase: “Let’s Roll!”, o sinal para o levante dos passageiros do voo UA 93. Segundo Lisa Jefferson, a telefonista que recebeu a chamada, Beamer lhe pareceu estranhamente calmo diante da situação. E tanto que a sra. Jefferson declarou ao FBI que por um momento, ela pensou que se tratava de um trote (crank call), haja visto o jeito “metódico e racional” de quem ligava, alguém que estava “preparado para morrer”. O telefonema durou cerca de 13 minutos. Um período um tanto estranho, pois sob estas condições especiais e diante do elevado número de ligações telefônicas recebidas pela central (nesta manhã), a comunicação caía continuamente. Mas o que foi mais peculiar – ainda segundo a testemunha Lisa Jefferson ao FBI – a ligação se manteve estável por ainda mais 15 minutos, após o avião já ter colidido no solo.

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    Deve-se acrescentar que Beamer permaneceu conectado ao telefone não menos do que 13 minutos com duas telefonistas, e quando Jefferson sugeriu transferir a ligação para sua esposa grávida, que esperava seu terceiro filho, ele respondeu: “Não, não, eu não quero preocupa-la sem motivos”. Beamer teria ainda acrescentado: “Eu quero apenas conversa com alguém, para que que saibam o que está ocorrendo aqui.” Como se ele não tivesse algum amigo ou parente com o qual pudesse conversar.

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    A outra telefonista, Phyllis Johnson, parece não ter sida interrogada pelo FBI e, por fim, não existe uma prova que pudesse confirmar com segurança, que a pessoa que realmente conversou com as telefonistas tenha sido realmente Todd Beamer. O telefonema não consta nem nas duas operadoras nem na AOSC (Airfone Operations Surveillance Center). A conclusão? Os pontos de interrogação são inúmeros? Eu quero acrescentar ainda mais um, que parece ser mais determinante do que todos os outros até o momento. A 29 de setembro de 2001, o FBI recebeu da empresa Verizon (operadora telefônica do celular de Beamer) uma lista detalhada que mostra que este celular realizou 18 chamadas depois (eu falei, depois) da queda do voo UA 93, quer dizer, após as 10:03hs daquela manhã. O que podemos concluir disso? A hipótese mais plausível é que o celular não estava a bordo do voo UA 93 com Todd Beamer, ou seja, que o avião que caiu no campo na Pensilvânia, não era o voo UA 93.

    Confrontado com esta série de problemas não solucionáveis, o FBI (sob juramento desta vez) apresentou uma nova versão. Foi durante o processo de Zacarias Moussaoui em 2006. Ele afirmou que nenhum telefonema, exceto dois, teria sido feitos por celular: os únicos telefonemas com celular teriam sido realizados simultaneamente às 9:58hs do voo UA 93, por dois funcionários da companhia aérea, E. Filz e C. C. Lyle. Ambos teriam sido feitos a partir do banheiro de bordo, quando o avião estava a uma altura de 5.000 pés (1.500m), quer dizer, a uma altura relativamente compatível com as possibilidades técnicas da comunicação por celular em 2001.

    Mas existe ainda um problema: também estes dois telefonemas não podiam ser feitos com celular. Apesar de uma minuciosa verificação da lista de chamadas dos celulares de todos os passageiros e pessoal de bordo deste voo, não existe qualquer informação de uma ligação às 9:58, nem informação sobre sua duração e, portanto, também não sabemos o número de telefone que foi discado.

    Resumo: todas as histórias sobre ligação de celular proveniente dos aviões são falsas, estas ligações nunca existiram.

    Mas nos voltemos agora à mais sensacional das ligações (no sentido de que ela provocou uma grande emoção por todo mundo): aquele de Barbara Olson, uma famosa moderadora da CNN, que estava a bordo do voo AA 77. Segundo o testemunho do marido, Theodore Olson (não esquecer que ele era procurador-geral dos Estados Unidos), Barbara teria ligado duas vezes, quase uma hora antes do avião colidir contra o Pentágono. Foi a CNN que apresentou em primeira mão está notícia. Ted Olson estava absolutamente seguro: sua esposa ligou de seu celular…

    Devemos lembrar que as ligações de Barbara Olson são as únicas que falam sobre armas dos terroristas (“autocutter”) e as revelações de Ted Olson, consequentemente, foram decisivas para o desfecho das ações. Pode-se ainda afirmar que esta história é uma das espinhas dorsais da versão oficial. Mas Ted Olson alterou sua versão posteriormente várias vezes. Mesmo assim, a versão do FBI esclarece que o primeiro telefonema durou “cerca de um minuto”. Durante o programa Larry King Show, Olson disse que o segundo telefonema teria durado “dois, três ou até quatro minutos”.

    Existem pelo menos quatro problemas que colocam em xeque os fundamentos da história de Ted Olson. O primeiro vem do próprio FBI, que em 2004 esclareceu sem sombra de dúvidas: “todos os telefonemas do voo AA 77 foram realizados por telefones do próprio avião”. Mas, então, Olson mentiu?

    Infelizmente o FBI também mentiu. Em 2006, um funcionário da American Airlines (durante o processo Moussaoui) disse “que nenhum Boeing 757 tinha telefones nos assentos e isso bem antes do 11 de setembro de 2001. Os passageiros do voo AA 77 utilizaram seus celulares.” Um outro elemento reforça esta afirmação: o relato da caderneta de manutenção do Boeing 757, datado de 28 de janeiro de 2001: “as instalações telefônicas para passageiros foram desativadas de acordo com a Recomendação ECO F0878”. Outros elementos confirmam a falta de telefones de bordo para passageiros.

    Por mais inacreditável que possa parecer, fato é que nenhuma prova objetiva confirma a existência de um único telefonema de Barbara Olson nesta manhã: nada do lado da companhia telefônica; também nada do lado do Departamento de Justiça (onde atuava seu marido); nada nos dados sobre os movimentos de seu celular. E esta confusão ainda não acabou. Um relatório do FBI (publicado durante o processo Moussaoui em 2006), destrói completamente toda história de Ted Olson: segundo o relatório, existiu um único telefonema de Barbara e este durou… “0 segundos”. Em outras palavras, a comunicação não foi realizada. E por isso não existiu uma única história de Barbara.

    Tudo isso sem esquecer a descredibilidade de todo esse cenário, onde 60 passageiros, dentre os quais um se chamava Charles Burlingame, levantador de pesos e ex-boxeador, foram confinados por dois piratas franzinos até a parte de trás do avião, (segundo o relato de Ted Olson, que cita as palavras de sua esposa), enquanto os outros dois piratas estavam no cockpit.

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    Resumo: Ted Olson mentiu? Não pode ser excluído que os telefonemas de sua esposa possam ter acontecido. Mas tira-se dos autos do judiciário, que estes telefonemas não foram feitos a bordo do voo AA 77.

    Ou seja, toda a reconstrução é falsa. Alguém as inventou. Se os telefonemas foram feitos, não foram de dentro do avião. Se não veio dos aviões, quem fez as chamadas? E com qual propósito?

    Quando pedimos uma investigação verdadeira, onde todos os protagonistas sobreviventes deram seus testemunhos sob juramento, nós apenas pedimos por evidências. Mas elas não são partes integrantes do caso 11 de setembro. Por isso nós vamos continuar a investigação.

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