Desmanche Humano

    aborto nao 1ADVERTÊNCIA: TEXTO COM INFORMAÇÕES CHOCANTES – CONTINUE SE QUIZER. “(…)Uma realidade mantida oculta do público é que os bebês frequentemente precisam ser manipulados na posição correta e lentamente retalhados vivos durante o processo de colheita (…)”O sol mal tinha nascido sobre a pequena cidade do meio-oeste Americano quando uma técnica do lado de fora da clínica de saúde de mulheres atirou dois sacos plásticos cheios de partes de corpos fetais descartados do dia anterior por sobre sua cabeça para dentro de um recipiente aberto.Isso porque o triturador da pia, onde os restos fetais são geralmente triturados e descartados na rede de esgotos da cidade não estava funcionando bem.Os sacos verdes bateram contra a parede de metal, caindo numa pilha com o restante do lixo da semana.

    Dentro da clínica, outro técnico estava atarefado folheando uma lista gerada por computador de formulário de pedidos de pesquisadores em todo o mundo.

    Os pedidos do dia incluíam rins, cérebros, uma medula espinhal, pulmões, uma perna com quadril anexado, olhos, uma glândula timo e dois fígados.Os pedidos são cuidadosamente examinados para coincidir com as pacientes com hora marcada naquele dia para serem submetidas a abortos.Durante o restante da manhã e da tarde, fetos, alguns com 30 semanas, serão extraídos (às vezes até mortos dentro do útero, se necessário), dissecados como numa linha de montagem, acondicionados em gelo seco e despachados pelas UPS, FedEx e Airborne para os laboratórios, companhias farmacêuticas, universidades e clínicas para uso em experimentos médicos.Embora a lei federal proíba a venda direta do tecido ou partes do corpo humano, a ordem execultiva de 1993 do presidente Clinton derrubando a proibição de financiamento pelo contribuinte de pesquisa em fetos abortados abriu as comportas para uma nova e florescente industria do crescimento: a colheita e venda de partes de corpos de bebês.

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    Menos de um ano depois de ser assinada a ordem execultiva, os Institutos Nacionais de Saúde(NIH) dos Estados Unidos, que operam seu próprio serviço de coleta 24 horas por dia em clínicas de aborto patrocinadas, publicaram diretrizes práticas e informações sobre seus serviços de colheita.O seguinte texto foi tirado do manual do NIH de 11 de março de 1994, “DISPONIBILIDADE DE TECIDO FETAL HUMANO. Tecidos embriônicos e fetais humanos estão disponíveis através do Laboratório Central de Embriologia Humana da Universidade de Washington.O laboratório, que é financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde, pode fornecer tecido de embriões e fetos normais ou anormais de idades gestacionais desejados entre 40 dias e termo.As amostras são obtidas em questão de minutos da passagem e os tecidos são identificados asssepticamente, estagiados e imediatamente processados de acordo com as necessidades dos investigadores individuais.No presente momento, os métodos de processamento incluem fixação imediata, fixação estantânea, congelamento instantâneo em nitrogênio líquido e colocação em soluções salinas balanceadas ou em meio designado e/ou fornecido pelos investigadores.As amostras são despachadas pelo serviço expresso noturno, chegando no dia seguinte à aquisição.

    O laboratório pode também fornecer cortes seriados de embriões humanos preservados (…)” Para evitar a aparência de impropriedade ou para ocultar evidências de que está sendo feita uma venda, as clínicas de aborto contornam a lei alugando espaço laboratorial para empresas de coleta que basicamente servem como os intermediários entre os médicos que realizam o aborto e os pesquisadores que precisam de partes do corpo.Paga-se uma taxa de ocupação à clínicade aborto, para permitir que os colheiteiros montem uma “oficina de desmanche” onde colhem e dissecam bebês abortados “doados”.Os colheiteiros, por sua vez, doam partes do corpo aos pesquisadores.Portanto, em vez de vender o tecido diretamente, as companhias colheiteiras recebem pagamento pelos “serviços de recuperação” e “taxas de frete”, e não pelas partes do corpo.Separado e vendido em peças, um único bebê poderia render até 14 mil dólares.Uma dessas empresas, a Opening Lines, Inc. de West Franklin, Illinois, processa mais de 1500 fetos por dia e anuncia abertamente “tecido de primeira qualidade, de preços mais acessíveis, mas fresco, preparado segundo as especificações, no momento em que você precisa”.Seus preços, de acordo com o presidente corporativo, Dr. Miles Jones, são determinados por força de mercado e por quanto os compradores estão dispostos a pagar por tecido humano.O folheto da empresa, que estimula os aborteiros a “transformar a decisão de sua paciente em algo maravilhoso” oferece uma lista detalhada de preço que inclui as seguintes tarifas: (por ser extensa, não publiquei no tópico)

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    Uma realidade mantida oculta do público é que os bebês frequentemente precisam ser manipulados na posição correta e lentamente retalhados vivos durante o processo de colheita, para garantir que as mercadorias valiosas não sejam danificadas.Um artigo de 1990 na revista Archives of Neurology descreve as técnicas de aborto que levam três a quatro vezes mais tempo que o normal para preservar tecido e obter as melhores amostras possíveis.Quanto mais prolongado o procedimento, maior o tempo em que o bebê é sujeitado à tortura.Essa é uma transcrição parcial de um testemunho de um caso em tribunal de junho de 1997 instaurado pelo colheiteiro sob contrato da Universidade de Nebraska, o dr. Leroy Carhrt, contestando a proibição de Nebraska de certas técnicas de aborto:

    Carhrt:Meu curso normal seria desmenbrar a extremidade e depois voltar e tentar tirar o feto pelo pé ou pelo crânioantes, qualquer extremidade que consiga pegar antes.

    Advogado:Como o senhor procederia na desmembração daquela extremidade?

    Carhrt: Simples tração e rotação, agarrando a porção que consiga segurar, que geralmente seria algum lugar subindo pelo eixo da parte exposta do feto, tracionando-o para baixo através do osso, usando o osso interno como contra-tração e rotação para desmembrar o ombro ou o quadriu ou o que quer que venha a ser.Às vezes, você pega uma perna e não consegue tirar para fora a outra.

    Advogado: Nessa situação, quando o senhor tracionado braço e o remove, o feto ainda está vivo?

    Carhrt: Sim

    Advogado: O senhor considera um braço, por exemplo, uma parte substancial do feto?

    Carhrt: No meu modo de ver, acho que se eu perco um braço, seria substancial pra mim.Acho que teria de interpretar dessa maneira.

    Advogado:E então o que acontece a seguir, depois que o senhor remove o braço?O senhor então tenta remover o restante do feto?

    Carhrt: Então eu voltaria e tentaria trazer os pés ou crânio para baixo ou, até, às vezes fazer descer e removero outro braço.e então fazer descer os pés.

    Advogado: Em que ponto o feto está? O feto morre durante esse processo?

    Carhrt: Realmente eu não sei.Sei que o feto está vivo durante a maior parte do tempo, pois vejo o batimento cardíaco fetal no ultra-som.

    Advogado: Em que ponto no processo ocorre a morte fetal, entre a remoção inicial…remoção dos pés ou pernas e o esmagamento do crânio, ou, me desculpe, a descompressão do crânio?

    Carhrt: Bem, o senhor sabe, novamente, é neste ponto que não tenho certeza de o que é morte fetal. Quero dizer, honestamente também me preocupo, Excelência.Você pode remover o conteúdo craniano e o feto ainda terá um batimento cardíaco por vários segundos ou vários minutos, e então o feto está vivo?Teria que dizer provavelmente, embora não ache que tenha qualquer função cerebral e, portanto, é o cérebro morto naquele ponto.

    Advogado: Portanto a morte cerebral podia ocorrer quando o senhor começa a aspirar para fora o crânio?

    Carhrt: Acho que a morte cerebral ocorre porque a aspiração para remover o conteúdo só dura dois o u três segundo e, portanto, em algum ponto desse período de tempo, obviamente não quando você penetra no crânio, porque as pessoas recebem um tiro na cabeça e não morrem imediatamente por causa disso, se é que vão morrer, e, portanto, provavelmente não é suficiente para matar o feto, mas acho que a remoção do cérebro finalmente o fará.

    HORROR

    O horripilante segredo do desmembramento e colheita fetal foi revelado publicamente em 1999 quando o programa 20/20 televisou uma reportagem investigativa e a colunista Mona Charen, cujo programa vai ao ar nacionalmente, descreveu um dia típico em uma firma que faz o tráfico de partes do corpo.Entrevistando uma técnica, Charen descreve como a jovem coletava fetos de abortos em estágio final de gravidez e depois os dissecava para obter partes necessárias.De acordo com a técnica, quase todos espécimes eram “perfeitos” e muitos tinham pelo menos sete meses de idade.Porém, nada poderia ter preparado a técnica médica para a experiência pela qual ela estava prestes a passar num certo dia quando um par de fetos gêmeos de sete meses de idade foi levado a ela em um balde de metal.

    Olhando para baixo para os bebês róseos, ela deve ter recuado de horror ao ver que ambos estavam se movendo, ofegando para respirar.Ela ficou mais horrorizada ainda quando o médico apareceu repentinamente e, de acordo com Charen, disse: “Consegui pra você uns bons espécimes – gêmeos” antes de verter uma garrafa de água no balde para afogar o que até então eram dois seres humanos vivos.Enjoada com o processo, a técnica disse que houve muitos desses nascimentos vivos.Os médicos simplesmente quebravam seus pescoços delgados ou matavam os fetos batendo neles com pinças de metal.Alguns casos, revelou a técnica, começavam uma dissecção cortando para abrir o tórax, supondo que o bebê já estivesse morto, somente para descobrir que o coração ainda estava batendo.Em 09 de março de 2000, sessões do Congresso diante do subcomitê de Saúde e Meio Ambiente, o técnico de aquisição Lawrence Dean Alberty Jr. deixou os parlamentares aturdido ao descrever um dia de rotina do centro onde as partes do corpo eram colhidas como se fossem plantações:

    “Ao assumir o trabalho, tive a impressão de que o que eu iria fazer tornaria a vida melhor para pacientes com a doença de Parkinson, de Alzheimer e pacientes com câncer.Nunca fui levado a acreditar que o tecido seria outra coisa senão útil para aqueles em necessidade.O que me fez mudar de idéia foi assistir os abortos quase no fim do termo (gestação), ver seus olhos olhando pra mim quando cortava seu crânio para extrair o cérebro para pacientes com parkinson e Alzheimer, cortar para abrir suas cavidades torácicas, somente para ver um coração batendo e movendo cada vez mais lentamente até parar, e durante o tempo todo colhendo sangue do seu coração, ou assistindo fetos em uma panela de metal cobertos de sangue e respirando (…)”

    Mais tarde durante a sessão. Alberty foi questionado por um dos parlamentares sobre o motivo pelo qual ele finalmente chamou o FBI.Sua resposta deixou muitos na câmara sem fala: “O motivo pelo qual chamei o FBI foi que um dia vi dois fetos gêmeos de mais de 24 semanas de gestação nascidos vivos e trazidos para mim em uma panela.Quando a pessoa removeu o pano e me mostrou o que era, aquilo me perturbou tão intensamente que fiquei sem saber o que fazer.Nos meus olhos, ver dois fetos gêmeos, movendo-se, chutando e respirando numa panela realmente me transtornou.Nunca jamais afirmei ser um médico e não poderia lhes dizer se esses gêmeos tinham qualquer problema genético.Tudo o que vi foi que estavam intocados, quero dizer, não havia marcas de grampo neles, não estavam sangrando, eram dois gêmeos se aninhando um com o outro na minha frente.E caminhei até a porta e saí.”

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    CONCLUSÃO: Alguns temem que, no final, se é que já não está acontecendo, as mulheres optarão por ficar grávidas e fazer abortos seletivos simplismente para ganhar dinheiro com o tecido fetal, satisfazendo nesse processo as demandas de pesquisadores que precisam de um suprimento contínuo de partes frescas de corpo para experimentos médicos. Há uma previsão de que o mercado, que tinha crescido 14%, vale atualmente mais de UM BILHÃO DE DOLARES por ano, sem contar quaisquer que sejam os lucros que advirão das patentes relacionadas e produtos das empresas.Enquanto o número de programas de pesquisa nas Universidades, nas empresas de biotecnologia e nas corporações farmacêuticas cresce a uma velocidade recorde (Só o NIH concede mais de 20 milhões de dólares por ano para pesquisa com tecido fetal), as oficinas de desmanche humano continuarão a florescer, e os bebês a apenas semanas do nascimento serão sacrificados para que os pesquisadores possam aprender, com os tecidos e órgãos que eles colhem, como melhorar as vidas das futuras gerações que tiverem sorte o bastante para terem sobrevivido.

    FONTE: COBAIAS HUMANAS, Andrew Goliszek, Editora Ediouro

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