Drone faz 1ª entrega de rim para transplante em 5 minutos. Deu certo!

    rimdrone102/05/2019 - Deu certo o drone desenvolvido pelo Centro Médico da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Ele conseguiu pela primeira vez transportar em 5 minutos e com segurança, um rim para transplante. A beneficiada foi de uma paciente que aguardava pelo órgão havia 8 anos e fazia hemodiálise enquanto estava na lista de espera. O SóNotíciaBoa mostrou os testes da nova tecnologia em novembro do ano passado. Agora o sistema se mostrou capaz de contornar complicações de logística do transporte, como o trânsito, para garantir eficiência na entrega e qualidade do órgão.

    A mulher que recebeu o rim comemorou a nova tecnologia. “Essa coisa toda é incrível. Anos atrás, isso não era algo em que você pensaria”, disse Trina Glispy, enfermeira de 44 anos, ao The New York Times.

    O drone

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    O drone especial foi desenvolvido por especialistas em medicina, engenharia e aviação. Eles incluíram diversas inovações tecnológicas no drone. Foram acoplados conjuntos de transmissão para garantir desempenho consistente e confiável. Diante da possibilidade de falha do componente, o drone tem uma rede wireless para controlar e monitorar o status do aparelho e permitir a comunicação com a equipe. Ele também tem hélices reserva, baterias duplas e um paraquedas para proteger a carga, em caso de pane completa. “Instalamos todos esses excessos porque queremos fazer todo o possível para proteger a carga”, disse Anthony Pucciarella, diretor de operações, à CNN.

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    Testes

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    Antes da primeira entrega, foram realizados 44 voos-teste, Foram 700 horas transportando soro fisiológico, tubos de sangue e outros materiais médicos. Outro teste transportou um rim humano não viável. Segundo a equipe, o voo durou cerca de cinco minutos e ocorreu sem nenhum problema. Os pesquisadores informaram que além da entrega, o drone também monitorou e manteve os critérios de viabilidade do órgão, como a temperatura do rim. “Do ponto de vista da engenharia, há um objetivo maior em jogo. Não se trata da tecnologia; trata-se de melhorar a vida humana”, comentou Darryll J. Pines, da Universidade de Maryland, à CNN.

    Rapidez

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    Para os pesquisadores, o sucesso da operação indica que, em breve, o recurso pode se tornar a forma mais rápida, segura e econômica para enfrentar a limitação de tempo do transplante. A iniciativa ampliaria o acesso ao procedimento, já que muitos órgãos deixam de ser implantados devido a atrasos na entrega. “É como um Uber para órgãos”, comentou Joseph Scalea, da Universidade de Maryland, ao The New York Times. Nos Estados Unidos quase 1,5% das remessas não chegam ao destino pretendido e quase 4% têm atraso de duas ou mais horas, segundo a Rede Unida para Compartilhamento de Órgãos (UNOS, na sigla em inglês).

    Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/

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