Pentágono agora pode identificar pessoas pelo batimento cardíaco

    pentacar127/06/2019 - O reconhecimento biométrico está por toda parte. O que antes era algo de filmes de ficção científica, hoje faz parte de nosso cotidiano, de nossos celulares até os mais diferentes serviços. E a coisa toda só aumenta de proporção: segundo matéria do MIT Technology Review, o Pentágono desenvolveu uma tecnologia que consegue identificar indivíduos a partir do batimento cardíaco. A assinatura cardíaca é única e não pode ser alterada de forma alguma

    Conhecida como Jetson, a novidade usa vibrometria a laser para identificar o movimento da superfície da pele, causado pela palpitação e funciona a 200 metros de distância. A assinatura cardíaca de todos é única e, ao contrário de rostos e impressões digitais, não pode ser alterada de forma alguma. Contudo, assim como as outras opções, o Jetson depende de algumas condições para funcionar perfeitamente. Ele funciona através de roupas comuns, como uma camisa, mas por meio vestimentas mais grossas, como um casaco de inverno. Além disso, leva cerca de 30 segundos para coletar as informações necessárias, então, por enquanto funciona se o alvo estiver sentado ou parado.

    E, claro, sua eficiência depende de algum tipo de banco de dados cardíaco. Com isso tudo funcionamento da maneira adequada, a estimativa é de 95% de precisão. Ainda não há mais detalhes sobre a possibilidade de aplicação comercial e é bem possível que o Pentágono continue aprimorando o projeto. Quem diria que um conceito do herói Demolidor cairia como uma luva em medidas de segurança atuais, não?

     

    Pentágono tem laser que identifica pessoas pelo batimento cardíaco

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    27/06/2019 - A identificação biométrica tornou-se parte do nosso cotidiano. Primeiro com impressão digital, depois o reconhecimento facial e, também, a identificação da íris. Agora, o Pentágono está levando as coisas para outro nível, com o desenvolvimento de um laser que pode identificar as pessoas – à distância- pelo seu batimento cardíaco. As informações são do MIT Technology Review A tecnologia, conhecida como Jetson, usa a vibrometria a laser para reconhecer o movimento da superfície da pele causado pelo batimento do coração e funciona a até 200 metros de distância. Qual a vantagem dessa identificação sobre a digital ou a facial? Simples! O batimento cardíaco não pode ser alterado e, claro, é único.

    Contudo, assim como outros dados biométricos que dependem de condições ideais, o Jetson tem alguns desafios. Ele funciona através de roupas comuns, como uma camisa, mas não de roupas mais grossas, como um casaco de inverno. Também leva cerca de 30 segundos para coletar as informações necessárias, logo, pelo menos por enquanto, ele só funciona se o alvo estiver sentado ou parado. E, claro, sua eficiência também dependeria de algum tipo de banco de dados cardíaco. No entanto, sob as condições corretas, a Jetson tem mais de 95% de precisão.

    Obviamente a tecnologia seria muito importante para uso militar e de segurança, como demonstrado pelo interesse do Pentágono – documentos oficiais do Escritório de Apoio Técnico ao Combate ao Terrorismo (CTTSO) sugerem que os pedidos pelo Jetson já estão sendo feitos há algum tempo. Mas ele também poderia ser útil em outras áreas. Um médico, por exemplo, não precisaria tocar no paciente para coletar informações cardíacas e hospitais poderiam monitorar a situação destes sem qualquer fio e a uma certa distância. Portanto, tudo indica que um melhor desenvolvimento dessa tecnologia poderia ser a solução para os problemas que rondam o reconhecimento facial atualmente. E, também para o combate ao terrorismo.

    Fonte: https://www.tecmundo.com.br/
               https://www.engadget.com/
               https://olhardigital.com.br/

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