Imagine acordar e descobrir que seu banco não abre. Não é erro no sistema. Não é ataque de hacker. É pior. É como se alguém tivesse desligado o botão global do país. Seu app de internet banking? Inexistente. Pix? Parado. Cartão de crédito? Vira lixo eletrônico. Você vai ao caixa eletrônico — nada.
Ela sorria nos salões. Usava sedas que custavam mais do que uma plantação média. Dançava valsa como se fosse feita de porcelana francesa. E, enquanto os convidados bebiam champanhe e elogiavam sua graça, no porão, sob seus pés, o inferno tinha endereço certo: 1140 Royal Street. Delphine LaLaurie não era só uma mulher rica. Era uma obra-prima do mal.
O Brasil Armado com Papel Carbono. Pense num país que tem fronteira com quase todo mundo da América do Sul. Que tem 16 mil quilômetros de fronteira terrestre. Que abriga a maior floresta tropical do planeta, um patrimônio estratégico global e um potencial militar natural gigantesco. Agora, imagine esse mesmo país com as Forças Armadas mais desbotadas do que uniforme de general em desfile de 7 de Setembro. É o Brasil em 2025.
Era o auge do modernismo. O mundo girava rápido. Carros, aviões, rádio. Cada descoberta científica virava manchete, e todo mundo queria ser o primeiro a experimentar. Em 1896, Henri Becquerel descobriu que o urânio emitia uma energia misteriosa. Marie Curie batizou isso de radioatividade. Soava como magia. Soava como futuro. E, claro, alguém logo pensou: "E se a gente botar isso na água e vender como elixir da juventude?"