O Enigma Gigante no Chão: Por Que as Linhas de Nazca Ainda Nos Assombram (e Por Que Aliens Provavelmente Não Têm Nada a Ver Com Isso). Sabe aquela sensação estranha de estar olhando para algo tão grande, tão perfeito e tão fora de lugar que seu cérebro simplesmente recusa a aceitar a explicação lógica? É exatamente isso que acontece quando você sobe num pequeno Cessna, those motores roncando como uma colmeia irritada, e olha para baixo, sobre o deserto do sul do Peru.
Thassos: A Ilha Grega que o Tempo Não Apagou, o Mar Não Domou e Você Precisa Conhecer Antes que Todo Mundo Descubra. Se você acha que a Grécia se resume a Santorini lotada de filtros e Mykonos com DJ batendo até às quatro da manhã, Thassos vai te dar um tapa na cara com água salgada e pinheiro no rosto. Não é sobre postar foto. É sobre pisar num chão que já viu fenícios, atenienses, romanos e otomanos brigar por ele, e hoje divide espaço com turista de mochila, pescador de lula e a Giola, uma piscina natural que parece mentira mas existe de verdade, escarpada na rocha pelo capricho das marés.
Imagine você navegando pela lagoa de Veneza, aquele cenário de cartão-postal com gondolas, palácios e o cheiro de mar misturado com história. De repente, o barco passa por uma ilhota pequena, coberta de mato alto, prédios em ruínas e um campanário que parece vigiar tudo em silêncio. Ninguém comenta nada. O barqueiro desvia o olhar, como se o lugar nem existisse no mapa. Bem-vindo a Poveglia, a ilha que a Itália prefere fingir que não está ali — ou, melhor dizendo, que todo mundo torce para que continue esquecida.
Ilhas Marietas: O paraíso mexicano que já foi campo de tiro do exército. Quando a bomba cria a beleza (e a ironia do destino). Sabe aquela história de que às vezes a destruição pode gerar coisas lindas? Pois então. As Ilhas Marietas, no México, são a prova viva — ou melhor, rochosa — dessa ironia toda. Pensa num lugar que parece ter saído diretamente de um sonho de consumo de viajante.