A conta caiu na tela do seu celular às 14h32 de uma terça-feira qualquer de 2027. Você comprou um par de tênis. R$ 349,90. Em menos de quatro segundos, o banco fatiou o pagamento. Uma parte minúscula pingou na conta da loja. A outra, gorda e silenciosa, escorreu direto para os cofres do governo. Você nem viu. A loja, essa sentiu na hora o baque no capital de giro.