Já imaginou que aquele ajudante doméstico silencioso, deslizando pelo chão e sugando pó, pudesse se transformar numa espécie de espião dentro da sua própria casa? Pois é, foi exatamente o que aconteceu com algumas pessoas ao redor do mundo, e o escândalo acabou viralizando. Em 2022, a MIT Technology Review trouxe à tona uma história que parece saída de um filme de ficção científica.
A comunicação off-grid, ou seja, a troca de informações sem depender de redes celulares ou Wi-Fi, tem se tornado essencial em diversos contextos, como atividades ao ar livre, situações de emergência e operações remotas. Uma das tecnologias que mais se destacam nesse campo é o LoRa (Long Range). Desenvolvida inicialmente para atender demandas de Internet das Coisas (IoT), o LoRa tem se mostrado uma solução robusta e versátil para comunicação em cenários onde a infraestrutura convencional é limitada ou inexistente.
E se o maior mistério sanitário do século XXI tivesse como palco um laboratório financiado, em parte, com recursos vindos de quem mais sofreu com ele? Pois é, essa é a hipótese que um recente relatório da Câmara dos EUA colocou em evidência. De acordo com o documento (dezembro 2024), que tem 520 páginas, a COVID-19 pode ter vazado de um laboratório em Wuhan, na China — uma cidade que se tornou sinônimo de caos global. A surpresa? Esse laboratório teria recebido recursos indiretos dos contribuintes americanos.
A computação baseada em significado, também conhecida como computação semântica, representa uma revolução no modo como máquinas processam, interpretam e utilizam informações. Diferente da abordagem tradicional, que se concentra em dados estruturados e comandos explícitos, a computação baseada em significado foca em compreender o contexto e o significado subjacente às informações, aproximando o comportamento das máquinas ao raciocínio humano. O QUE É COMPUTAÇÃO BASEADA EM SIGNIFICADO? Essa tecnologia busca ir além de simplesmente reconhecer palavras ou padrões.