Prestadores de Serviço na rede prometem facilitar a sua vida

    vidafacil3Bem-vindo ao Simples @ssim! A ideia deste blog é trazer informações sobre serviços, ferramentas e iniciativas online que podem facilitar a sua vida. Já entramos no ar com dois novos projetos de prestação de serviços que potencializam o boca-a-boca na rede: Achala.com.br e Kekanto.com. O leitor provavelmente já teve de pedir alguma indicação para contratar uma faxineira, um carreto para mudança, um empreiteiro, marceneiro, jardineiro, babá, passeador de cachorro, médico ou outro fornecedor para sua casa ou escritório. E, como se costuma dizer, o prestador deve “ser de confiança”, “fazer um bom trabalho”, “preço camarada” e, claro, é “para ontem”!

     

    Tudo na web

    Agora imagine que todos os requisitos acima estão organizados na web e podem ser buscados online, em um banco de dados de prestadores de serviços verificados, incluindo critérios como preço, localização, qualidade, rapidez, entre outras funções. “Você pode buscar uma diarista que tenha experiência com crianças, por exemplo”, explica a empreendedora carioca, Joana Picq, idealizadora do AchaLa.com.br ao lado do sócio Bruno Ajuz, empresário da área de telecomunicações.

    A ideia do portal, que entrou em fase beta na última semana, teve início em meados de 2009, com base em serviços online como MyBuilder.com (prestadores de serviços para reformas), Care.com (profissionais que cuidam de idosos) e FindaBabySiter.com (para contratar babás) oferecidos na Inglaterra, onde Joana também atua como empresária de internet e Chief Operating Officer da revista digital The Next Women. “No Brasil o valor do serviço é mais acessível, mas há uma necessidade mais ampla”, observa.

    O projeto está na etapa de cadastramento dos prestadores de serviços, incluindo verificação de contatos, CPF ou CNPJ. Para alimentar o banco de dados, o portal fez parcerias com associações como o Grupo de Apoio ao Trabalhador Autônomo, Sebrae e Observatório das Favelas, no Rio de Janeiro (RJ). A intenção é estender as alianças e ampliar o banco de dados para todo o País,permitindo que o próprio prestador de serviços faça seu cadastro. “O interessante é estimular o autônomo a ter uma boa presença na internet, de uma forma fácil de cadastrar e se promover”, afirma Joana.

     

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    Dicas dos usuários

    No caso do Kekanto os próprios internautas alimentam o banco de dados online com recomendações de bares, restaurantes, hotéis, prestadores de serviços, incluindo classificações e localização no Google Maps.

    A rede social de serviços entrou no ar no início de março, em fase ‘pré-beta’, mas o próprio boca-a-boca já espalhou o endereço que tem 250 cadastrados e recebe uma média de 7 mil acessos por dia, conta Fernando Okumura, estudante da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, que iniciou o projeto em 2009, ao lado do colega Bruno Yoshimura, estudante de Ciência da Computação da USP. O objetivo, segundo Okumura, era dar um agito nos serviços que funcionam na base da indicação. “O processo geralmente é demorado e o alcance é limitado.”

    O Kekanto também permite que o usuário crie um canal de prestação de serviços que ainda não existe ou faça uma lista temporária. “Tivemos um mapa dos restaurantes que participam da São Paulo Restaurant Week e dos pubs com promoções durante o St. Patrick´s Day”, cita Okumura.

    O projeto desenvolvido com ferramentas de código aberto já conta com 27 categorias de serviços em diversas cidades brasileiras. Entre as novidades que começam a entrar no ar está um selo atribuído ao usuário cadastrado, de acordo com o tema de suas opiniões. Ao escrever dez resenhas de um restaurante, por exemplo, o internauta recebe um selo com o tema de gastronomia em seu perfil.

     

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    Amigável


    Durante a entrevista, indiquei uma nova rotisseria – categoria que ainda não estava no cadastro – e a ferramenta é bem amigável. “Basicamente, tudo o que tiver endereço está valendo. Só não temos produtos”, explica Okumura, que está de olho nos links patrocinados para gerar receita com o site. Só não vale o dono do estabelecimento fazer seu próprio review. “Vamos monitorar as resenhas para evitar que isso aconteça”.

    Como o Kekanto está em pré-beta vamos dar um desconto, mas senti falta de prestadores de serviços fora das áreas de gastronomia e diversão, o que deve ser aprimorado com a chegada de mais internautas. Ontem, por exemplo, fui atrás de um carreto em São Paulo para indicar a um colega da redação e o que funcionou mesmo foi o boca-a-boca tradicional.

    Fonte: http://idgnow.uol.com.br/blog/simples-assim/

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