Pistola FN Five-seven

    pistolanf1A FN Five-seven, estilizada como Five-seveN, é uma pistola semiautomática projetada e fabricada pela FN Herstal na Bélgica. A pistola recebeu esse nome devido ao diâmetro do seu cartucho de 5,7 mm (0,224 pol.), e o estilo de capitalização da marca registrada visa enfatizar as iniciais da fabricante — FN. A pistola Five-seven foi desenvolvida juntamente com a PDW FN P90 e o cartucho FN 5,7×28mm. A P90 foi introduzida em 1990, e a Five-seven foi introduzida em 1998 como uma pistola que disparava o mesmo cartucho, o 5,7×28mm.

    Desenvolvida como uma pistola companheira da P90, a Five-seven compartilha muitas de suas características de design: é uma arma leve com uma estrutura à base de polímero, com um carregador podendo armazenar uma quantidade de munição relativamente grande, controles ambidestros, baixo recuo e capacidade de penetrar em coletes ao usar certos tipos de cartuchos

    As vendas da Five-seven foram originalmente restringidas pela FN a clientes militares e policiais, mas, desde 2004, a pistola também é oferecida a atiradores civis para proteção pessoal, tiro ao alvo e usos similares. Embora oferecida apenas com munição esportiva, a introdução da Five-seven aos atiradores civis foi recebida com oposição de organizações de controle de armas como a Brady Campaign, e a pistola tem sido sujeita a diversas polêmicas nos Estados Unidos.

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    Atualmente, a Five-seven está em serviço com forças militares e policiais em mais de quarenta nações, incluindo Canadá, França, Grécia, Índia, Polônia, Espanha e Estados Unidos. Nos Estados Unidos, a Five-seven está em uso em várias agências policiais, incluindo o Serviço Secreto. Desde a introdução da pistola no mercado civil dos Estados Unidos, ela também vem se tornando cada vez mais popular entre os atiradores civis.

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    A Five-seven é uma pistola semiautomática com blowback atrasado que dispara o cartucho FN 5,7×28mm. A pistola possui um cão embutido. Materiais de polímero são amplamente usados no design da pistola, e até o ferrolho de aço é envolvido em polímero. Além de fornecer peso reduzido e maior resistência à corrosão, isso também previne a reflexão indesejada de luz. A estrutura de polímero que envolve o ferrolho da à pistola a aparência de ser construída inteiramente de polímeros, mas o interior do ferrolho, o cano, o gatilho, as molas, os pinos e as partes semelhantes são todos de aço. No entanto, a pistola é incomumente leve, pesando apenas 744 g com um carregador de vinte cartuchos municiado.

    A Five-seven é uma pistola de tamanho normal, com um comprimento total de 208 mm (8,2 pol.), uma altura de 137 mm (5,4 pol.) e uma largura máxima de 36 mm (1,4 pol.). Possui o mesmo ângulo de empunhadura que as distintas pistolas Browning Hi-Power e M1911. Apesar do comprimento considerável do cartucho 5,7×28mm, o cabo não é particularmente pesado — a distância do gatilho até a parte de trás do cabo mede 69,85 mm (2,750 pol.), o que é idêntico a uma pistola M9, de serviço militar dos EUA e que dispara o cartucho 9x19mm Parabellum. O cano da Five-seven é forjado a frio por martelo e forrado a cromo, com um comprimento total de 122 mm (4,8 pol.) e um comprimento de estriamento de 94 mm (3,7 pol.). O cano possui oito ranhuras de estriamento, com uma taxa de torção à direita de 1:231 mm (1:9,1 pol.), e pesa 113 g. O calibre pequeno fornece ao cano um comprimento em calibres de mais de 20,58% a mais do que um cano de calibre 9 mm comparável. Tem uma vida útil declarada de 20.000 disparos, e a Five-seven é conhecida por ser muito precisa.

    Os modelos atuais da Five-seven são de ação simples, com um leve e curto acionamento de gatilho de 20 a 30 N. Eles têm um trilho Picatinny para a montagem de acessórios e um mecanismo de segurança do carregador que impede a pistola de disparar sem o carregador inserido. A textura do cabo nas pistolas atuais é extensivamente quadriculada para uma empunhadura superior, e cada lado do ferrolho têm uma série de sulcos estreitos na parte traseira para ajudar a aumentar a aderência. As superfícies do gatilho e do guarda-mato também têm ranhuras para reduzir o deslizamento dos dedos, e o guarda-mato é alongado para facilitar o disparo enquanto usando luvas. Atualmente, a Five-seven é oferecida em dois acabamentos de armação diferentes (preto padrão ou marrom-claro), e dois sistemas de mira de ferro diferentes (miras ajustáveis ou miras fixas).

    Particularmente significativo para o design da pistola Five-seven é o cartucho de alta velocidade, com formato afunilado e de calibre pequeno que ela usa. O cartucho 5,7×28mm foi criado pela FN Herstal em resposta aos pedidos a OTAN para substituir o cartucho 9x19mm Parabellum, que é comumente usado em pistolas e submetralhadoras.[28] O cartucho 5,7×28mm pesa 6 g — significativamente mais leve que um cartucho médio 9×19mm, que geralmente pesa entre 11 e 12 kg — tornando munição extra menos onerosa ou permitindo mais munição para ser transportada com o mesmo peso. Como o cartucho 5,7×28mm também tem um diâmetro relativamente pequeno, um número alto de cartuchos pode ser contido em um carregador.[36] O disparo do cartucho produz um barulho alto e um clarão considerável, mas produz aproximadamente 30% de recuo a menos do que o cartucho 9×19mm, melhorando a controlabilidade. Devido à sua alta velocidade, o 5,7×28mm também apresenta uma trajetória excepcionalmente plana.

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    Um dos objetivos do design do tipo padrão do cartucho 5,7×28mm, o SS190, era que ele teria a capacidade de penetrar em coletes de proteção de Kevlar — como o colete CRISAT, da OTAN — que interromperiam projéteis de pistola convencionais.[35] Disparado pela Five-seven, o 5,7×28mm SS190 tem uma velocidade de saída de aproximadamente 650 m/s e é capaz da penetrar no colete CRISAT a um alcance de 100 m ou 48 camadas de material Kevlar (aproximadamente equivalente a dois painéis de coletes de Kevlar de Nível II empilhados) a uma distância de 50 m. Também é capaz de penetrar em um colete PASGT a 300 m ou em um capacete PASGT a 240 m.[26] A FN declara um alcance efetivo de 50 m e um alcance máximo de 1.510 m para o cartucho 5,7×28mm quando disparado pela pistola Five-seven.

    Em testes realizados pelo Condado de Passaic, no Departamento de Xerife de Nova Jersey, o 5,7×28mm SS190 penetrou a uma profundidade de 27 cm (11 pol.) em gelatina balística e a uma profundidade de 23 cm (9,1 pol.) em gelatina protegida com um colete de Kevlar.[27] Nos testes, a base dos projéteis do SS190 e similares ao 5,7×28mm consistentemente giravam em volta da ponta ("tombo") à medida que passavam pela gelatina balística e outros meios, usando o comprimento de projétil de 21,6 mm (0,85 pol.) para criar uma cavidade maior na ferida. No entanto, alguns são céticos quanto ao desempenho terminal do projétil, e isso é objeto de debate entre atiradores civis nos Estados Unidos.

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    O projétil do 5,7×28mm apresenta potencialmente menos risco de danos colaterais do que os projéteis de pistolas convencionais, porque o design do projétil limita a superpenetração, bem como o risco de ricochete. O leve projétil também apresenta menos risco de danos colaterais em caso de falha, porque perde grande parte de sua energia cinética depois de percorrer apenas 400 m, enquanto um projétil de pistola convencional como o do 9×19mm retém uma energia significativa além de 800 m. Essa distância excede as distâncias de engajamento esperadas para as aplicações pretendidas do cartucho 5,7×28mm, portanto, a energia limitada do cartucho em longas distâncias não é considerada desvantajosa.[30] Como o projétil do 5,7×28mm SS190 não depende da fragmentação ou da expansão de um projétil de ponta oca, o cartucho e a pistola são considerados adequados para uso militar pela Convenção de Haia de 1899, que proíbe o uso de projéteis expansíveis na guerra.

    A pistola Five-seven e o cartucho 5,7×28mm foram originalmente restringidos pela FN a clientes militares e policiais, mas, em 2004, o novo modelo da Five-seven, o IOM, foi introduzido e oferecido a atiradores civis para uso com o cartucho 5,7x28mm SS192. A FNH USA comercializou a Five-seven para atiradores civis como uma pistola adequada para proteção pessoal, tiro ao alvo e usos semelhantes, mas a introdução da Five-seven aos atiradores civis foi fortemente contestada por organizações de controle de armas dos EUA, como a Brady Campaign; no final de 2004, as vendas da pistola Five-seven haviam aumentado drasticamente.

    No início de 2005, a pistola estava sujeita a controvérsias nos Estados Unidos depois que a Brady Campaign declarou que o cartucho 5,7×28mm SS192 disponível no mercado havia penetrado em um colete de Kevlar Nível IIA nos testes. A Associação Nacional de Rifles (NRA) logo contestou a alegação da Brady Campaign, afirmando que o grupo de controle de armas podia não ter aderido aos procedimentos de teste padrões, e que a FN oferece variantes perfurantes do 5,7×28mm apenas para clientes militares e policiais. Variantes oferecidas aos civis são classificadas pela Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) dos EUA como não perfurantes, e foi declarado que as variantes dos cartuchos SS192 e SS196 eram incapazes de penetrar em vários tipos de colete de Kevlar nos testes realizados pela FNH USA.

    Michael D. Barnes, então presidente da Brady Campaign, respondeu às declarações da NRA sobre o Five-seven desafiando o vice-presidente executivo da NRA, Wayne LaPierre, a ser baleado pela pistola enquanto usava um colete de Kevlar. A NRA respondeu novamente às declarações da Brady Campaign, dizendo que "Barnes demonstrou total desconsideração de seu grupo pela segurança de armas e seu zelo flamejante para restringir ainda mais os direitos dos proprietários de armas que cumprem a lei". No mesmo ano, duas leis foram introduzidas no Congresso dos Estados Unidos, visando especificamente a pistola Five-seven e o cartucho 5,7×28mm para uma proibição federal: a H.R. 1136: PLEA Act foi introduzida na Câmara dos Deputados pelo deputado Eliot Engel (D-NY), e a S. 527: PLEA Act foi introduzida no Senado pelo senador Frank Lautenberg (D-NJ); nenhum dos projetos foi votado pela Câmara ou pelo Senado.

    Em março de 2007, a lei foi novamente introduzida no Congresso dos Estados Unidos pelo deputado Engel, sob a nova designação H.R. 1784: PLEA Act. Mais uma vez, o projeto falhou em proceder à votação. Nos anos seguintes, a Five-seven foi objeto de mais controvérsias devido ao relatos de uso da pistola por cartéis de drogas na Guerra contra o narcotráfico no México. Nos Estados Unidos, a Five-seven nunca foi usada para matar um policial, mas várias fontes de notícias como The Boston Globe e La Jornada relataram incidentes em que a pistola foi usada para atirar e matar policiais ou civis no México. Segundo a ATF, a Five-seven é uma das armas favorecidas pelos cartéis de drogas na Guerra contra o narcotráfico no México, e uma pistola Five-seven contrabandeada pode ser vendida por até 66.000 pesos (US$ 5.000) no México. Do México, as pistolas foram contrabandeadas para outros países da América do Sul; em um tiroteio em julho de 2010 em Envigado, Colômbia, dois atiradores de cartel armados com pistolas Five-seven abriram fogo contra um grupo de pessoas do lado de fora de uma boate, deixando nove pessoas mortas e dez feridas.

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    Em novembro de 2009, a Five-seven novamente ficou sujeita a controvérsias nos Estados Unidos, após o tiroteio na base militar de Fort Hood, no Texas. Um psiquiatra do Exército dos EUA, o major Nidal Malik Hasan, abriu fogo contra outros soldados com uma pistola Five-seven, matando treze pessoas e ferindo vinte e nove no pior tiroteio de todos os tempos em uma base militar americana.Logo após o tiroteio, a FNH USA respondeu com um boletim de ocorrência negando alegações sobre a natureza da pistola, afirmando que ela só é oferecida a civis com munição esportiva. No final do mês, várias organizações de controle de armas, como a Brady Campaign, escreveram uma carta colaborativa ao presidente dos EUA, Barack Obama, citando o uso da arma pelo atirador de Fort Hood e cartéis de drogas mexicanos, e pedindo que proibisse a importação da pistola Five-seven e do cartucho 5,7×28mm. Em julho de 2010, o deputado Engel introduziu uma legislação no Congresso dos Estados Unidos, pela terceira vez, sob a nova designação H.R. 6030: PLEA Act. Como suas encarnações anteriores, o projeto H.R. 6030 não conseguiu proceder à votação pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado.

     

    FN FIVE SEVEN, A ARMA ASSASSINA DE POLICIAIS… NO MUNDO DA FANTASIA

     

    10/02/2015 - A pedido do policial Carlos Toledo Junior, também colunista aqui no Blog, escrevo este artigo para esclarecer mitos sobre a pistola FN Five Seven, que dispara o “temido” 5,7×28. Eu recentemente adquiri a pistola, e falo por experiência e por observar testes realizados com ela. A proibidíssima (no Brasil) pistola FN Five Seven, “a perigosa, danada, malvada, assassina de policiais, tem que ser controlada…” diz quem não entende absolutamente nada sobre armas, munições e conceitos básicos de balística além do que, não consegue fazer uma busca de 5 minutos no Google.

    Um dos argumentos dos proibicionistas: “tem energia de fuzil, igual ao 5,56 NATO.” Não, NÃO TEM. O 5,56 NATO tem 1.767 Joules de energia, enquanto o 5,7, quando disparado da FN Five Seven, com a munição restrita, só para forças policiais/militares, tem míseros 538 Joules. Ou seja, o 5,56 tem mais do que 3 vezes a energia de um 5,7x28mm. Em comparação com outros calibres populares nos EUA, perde para todos em configurações de defesa, como o 9mm Parabellum +P (630 J), o .40S&W (660 J), o .45 ACP (700 J) e o .357 Magnum (1.050 J). Podemos parar com esse primeiro mito que o 5,7x28mm é um 5,56 NATO em termos de energia? Em sua versão mais forte não “ganha” nem de um 9mm.

    O próximo argumento dos proibicionistas: “Ela passa coletes a prova de bala”. Qualquer um dos calibres acima citados tem versão AP (Armor Piercing – Perfurante), atravessam proteção balística até um certo nível. Existe munição Russa 9mm AP +P, que, aliás, é muito melhor do que um 5,7x28mm para perfurar obstáculos, tais como os coletes balísticos. Mesmo assim, a munição 5,7x28mm AP (ou qualquer outra munição AP de armas curtas) é restrita para forças militares e policiais nos EUA. Mas mesmo se um criminoso conseguisse munição 5,7x28mm AP, poderia conseguir também 9mm AP, que perfura proteção nível IIIA da mesma forma. Aliás, nem a versão 5,7×288 AP disparada da FN Five Seven perfura coletes nível III, só perfura IIIA e níveis menores.

    Não vou entrar em tantos detalhes sobre proteção balística, mas o nível IIIA protege contra munições até .44 Magnum, enquanto o III protege de munições de fuzil até o .308 Winchester. Quanto maior o número, melhor a proteção. Essa é outra variável que não se leva em conta. Praticamente qualquer calibre de fuzil perfura o nível IIIA, mesmo sem ser AP (perfurante). Na FN Five Seven, a munição vendida para civis não perfura coletes nível IIIA.

    Outro fator importantíssimo na avaliação de qualquer munição, é o tamanho de cano. O cano da FN Five Seven, com suas 4,8″ (polegadas), não é suficiente para aproveitar todo o potencial do 5,7x28mm. Esse calibre é muito mais eficiente quando disparado de um cano maior, como na submetralhadora P-90, ou numa carabina PS-90. Experimente colocar um .308 Winchester em uma arma com cano de 4″, a balística será completamente diferente do que se disparado de uma arma longa. Por experiência própria, o clarão gerado pela Five Seven denuncia o pouco aproveitamento da pólvora do 5,7x28mm num cano curto.

    As vantagens que eu vejo na FN Five Seven são: a trajetória mais reta, o pouco recuo e maior capacidade. Porém, com muitas desvantagens, sendo elas: a impossibilidade de fazer uma arma mais apropriada para porte velado, já que o cartucho é muito comprido, sendo o cabo muito grande, o estampido alto (pense num .357 Magnum), e a pouca expansão do projétil. Aliás, para defesa pessoal, não há grandes vantagens comparada a outros calibres populares de armas curtas. O desejável em uma munição de defesa é expansão controlada, o que é difícil de se obter no 5.7x28mm. Eu prefiro qualquer munição quente em 9mm, .40, ou .45, com projéteis expansivos. A não ser que você utilize o 5,7x28mm para engajar agressores a distâncias longas (você deveria usar um fuzil nesse caso), a maioria dos calibres em uso por policiais no Brasil são muito superiores ao 5,7x28mm, na minha opinião.

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    Ainda existem poucos dados de confrontos usando o 5,7x28mm, mas eu não estranharia se as estatísticas mostrassem um comportamento comparável ou inferior aos outros calibres mais populares nos EUA (9mm, .40, .45 e .357 Mag). No meu caso, apesar de possuir uma Five Seven, optei por uma G22 em .40 S&W para defesa residencial. Eu prefiro a expansão controlada de um 40 S&W, com quase a mesma capacidade, do que o 5,7x28mm, que talvez tenha resultados semelhantes, ou até piores, mas vai gerar um clarão enorme (um problema à noite) e vai me deixar mais surdo.

    Note que o uso do 5.7x28mm em submetralhadoras tem suas vantagens, mas é outro caso que não discuto neste artigo.

    Conclusão, não vejo muitas vantagens da FN Five Seven para uso policial ou defesa pessoal/residencial de um civil. A proibição desse calibre no Brasil só pode ser falta de informação. É o medo irracional, quase mítico, de uma arma e seu calibre “mágico”. Só posso dizer que quem propôs essa proibição no Brasil precisa se informar melhor a respeito, assistir uns 2 ou 3 vídeos de testes no Youtube e pesquisar com o próprio fabricante, pois não existe nenhuma explicação técnica para tal proibição. É o proibir pelo proibir, sem nenhuma análise séria do porque proibir. Finalmente, eu sei que são poucos, mas por favor, se você é um dos que não tinha informação e que espalhou mitos sobre a Five Seven e o 5.7x28mm, por favor pare agora.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/
               http://firearmsbrasil.com.br/

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