O mel azul raro permanece doce mistério

meazu101/10/2018 - Apicultor Cary Dawkins cresceu em uma fazenda com abelhas, mas nunca entrou em apicultura até cerca de quatro anos atrás. No início deste mês, ele foi extrair mel de sua colméia e notou que era mais escuro que o normal. Dawkins disse que não pensava muito nisso e colocou a laje com o favo de mel em sua máquina de manivela para extrair o mel, e então deixou o mel sentar em uma banheira para que as bolhas pudessem subir antes que ele agitasse.

Aos 77, Ernestine é a fisiculturista mais velha

fisiove1Este é mais um caso de alguém que venceu a depressão e a ansiedade, causadas pela perda de um ente querido, através do exercício físico: aos 77 anos de vida, Ernestine Shepherd é considerada a fisiculturista – gente que cultiva o corpo – mais velha do mundo. Como outras pessoas que aderiram ao exercícios na meia idade, ela começou a se interessar pelo fisiculturismo aos 56 anos, depois de cair em depressão pela morte da irmã. Seu lema é “dedicação, determinação e disciplina”. Uma das fisiculturistas mais velhas do mundo, Ernestine Shepherd começou a se interessar ...

Cartomante é processada por não conseguir cumprir o prometido

reamor103/05/2017 - “Os aborrecimentos e as chateações do dia a dia não podem ensejar danos morais, visto que não trazem maiores consequências ao indivíduo. Caso se considerasse que qualquer desentendimento enseja dano moral, assistiríamos a uma banalização desse instituto, e a vida em sociedade se tornaria inviável.” Com esse argumento o desembargador Pedro Bernardes negou os pedidos de indenização feitos por uma aposentada na ação que ela moveu contra uma cartomante. A aposentada informou no processo que pagou por consultas que prometiam restaurar seu relacionamento com o marido.

O estranho caso do mergulhador cujo corpo começou a inchar inexplicavelmente

acimus5Alejandro Ramos não chega a ter 1,60 metro de altura, mas usa camisetas que poderiam ser de uma pessoa bem maior. Seus ombros mal cabem nas mangas ou nas da jaqueta azul que um amigo adaptou com tecido da mesma cor para que seus braços pudessem entrar. Ramos, ou Willy, como é chamado por sua família, mostra o presente com orgulho no quarto que ocupa no Centro Médico Naval, na capital do Peru, Lima, desde dezembro, quando a Marinha decidiu estudá-lo. Seu caso é inédito na história do mergulho, atividade que pratica em sua profissão. Há quatro anos, ...