Imagina só: você é o cara mais forte da cidade, o nome mais temido nos ringues, o rei do kung fu. Todo mundo te respeita — ou te teme. Até que um dia, por orgulho, por raiva, por um segundo de perda de controle, você mata um homem. E não é qualquer homem: é o mestre Kim, um dos maiores lutadores da região. O golpe sai certeiro, brutal, mortal. O toque da morte.
Kim Peek: o homem que lia com os dois olhos e guardava o mundo na cabeça.Você já leu um livro inteiro, memorizou cada página, cada vírgula, cada nome de personagem — e ainda conseguiu ler dois ao mesmo tempo, um com cada olho? Pois isso não é cena de filme. Era a rotina de Kim Peek. E olha só o troço: o cara que você viu no Rain Man, aquele autista genial interpretado por Dustin Hoffman, não foi inventado do nada. Ele existiu. Só que, ironia das ironias, o verdadeiro gênio era até mais impressionante que o personagem da ficção.
"Ela Morreu em 1951. Mas Suas Células? Estão Mais Vivas do Que Nunca — e Já Salvararam Milhões de Vidas". Você já parou pra pensar que, enquanto você lê isso, trilhões de cópias de uma mulher negra que viveu no sul dos EUA em pleno século XX estão se dividindo em laboratórios pelo mundo todo? Que, mesmo sem saber, você pode ter tomado uma vacina feita graças a uma pessoa cujo nome quase ninguém conhece?
Se você já viu uma enfermeira com uma lamparina na mão em algum desenho antigo, retrato em preto e branco ou até na capa de um livro de história, é quase certeza: aquela é Florence Nightingale. A “Dama da Lamparina”. A santa da enfermagem. A heroína vitoriana que salvou milhares com um balde, um esfregão e uma coragem de aço. Mas calma aí. Antes de você pensar: