Aaron Swartz, o Menino da Internet - Parte 4

    O paaron25romotor Stephen Heymann esta desaparecido da vista do público desde a prisão de Aaron Swarta, mas ele pode se visto aqui (imagem acima) em um episódio do programa de TV "Ganância Americana", filmado na époc da prisão de Aaron. Ele esta descrevendo seu caso anterior contr o notório hacker Albert Gonzales. um caso que concedeu a Heymann enormes e pretenciosos elogios. Gonzalez planejou ...

    o roubo de centenas de milhões de cartões de crédito e contas bancárias. A maior fraude do tipo na história. Heymann, descreve Gonzalez, da uma visão sobre a mentalidade hacker"

    "Esses caras são movidos pelas mesmas coisas que nós somos movidos. eles tem um ego, eles gostam de desafios e é claro, que eles gostam de dinheiro, e tudo o que você pode obter através do dinheiro."

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    Um desses suspeitos implicados no caso Gonzalez era um jovem hacker chamado Jonathan James. Acreditando que seria responsabilizado pelos crimes de Gonzalez, James cometeu suicídio durante a investigação. Em comunicado a imprensa descrevendo a posição do governo sobre o caso de Aaron Swartz, a chefe de Heymann, advogada dos EUA para o Distrito de Massachusetts, Carmen Ortiz, disse o seguinte:

    "Roubar é roubar, quer você use um comando de computador ou um pé de cabra. ou quer você leve documentos, dados ou dólares."

    Lawrence Lessig: "Náo é verdade, obviamente, não é verdade. Eu não estou dizendo que é inofensivo, eu nao estou dizendo que não devemos criminalizar roubo de informações. mas você temque ser muito mais sutil na tentativa de descobrir exatamente quais tipos de danos são prejudiciais aqui. Então sobre o pé de cabra, toda vez que eu invado um lugar com um pé de cabra. eu faço dano, não há nenhuma dúvida sobre isso. Mas quando Aaron escreve um sript que diz: dowload, download, download. Centenas de vezes por segundo, não há nenhum dano, a qualquer um. Se ele fez isso com o propósito de reunir um arquivo para fazer pesquisa acadêmica nunca há qualquer dano a alguém."

    Elliot Peters: "Ele não estava roubando, ele não estava vendendo, ele não estava jogando fora. ele estava reitrando uma posição, pelo que eu posso dizer."

    Noah SWartz: "A prisão teve efeitos devastadores em Swartz. Ele simplesmente não queria falar sobre o assunto. Ele ficou muito estressado. Se você pensa qie p FBI vai chegar a sua porta a qualquer hora que você desce a escada, até mesmo quando você lava roupa, e vai invadir o seu apartamento, porque você deixou a porta destrancada, eu ficaria muto estressado. E estava claro. E aaron começou a ter baixas de humor. Ele não iria desistir de quaisquer informões confidenciais sobre o seu paradeiro durante esse tempo, porque ele estava com muito medo que o FBI estivesse esperando por ele."

    Gabriella Coleman: "Foi um momento sem precedentes para o ativismo social e político. A Revista Time, elegeria como a Pesonalidade do ano de 2011 "o manifestande". Havia uma espécie de intensas atividades hackers acontecendo. Wikileaks tinha lançado um tesouro de telegramas diplomáticos. Manning foi preso, no momento. Não se sabia se ele era a fonte do vazamento. Anonymous, é um tipo de pretesto em conjunto que tem muitos hackers em suas fileiras, e estávamos indo com vários tipos de manifestantes. Se você comparar com o que ele fez, esse material deveri ter sido deixado para trás, para o MIT e a JSTOR resolver, de forma privada, assunto profissional. Isso nunca deveria ter chamado a atençao do sistema penal. Isso não pertncia aquele lugar."

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    Antes de ser indiciado, foi oferecido a Swartz um acordo judicial, que envolvia tres meses na prisão, domiciliar por meio período, e um ano de prisão domiciliar. tudo sem o uso de um computador. Foi na condição de Swartz declarar-se culpado do crime.

    Robert Swartz, pai: "Aqui estamos, não temos nenhuma descoberta, nenhuma evidência sobre o que o caso do governo é nós temos que tomar essa imensa decisão onde o advogado está te empurrando para fizer isso e o governo está dando a você uma demanda inegociável e você é informado de que a probabilidade de prevalecer é pequena. Então, se você for culpado ou não, é melhor aceitar o acordo."

    Lawrence Lessig: "Boston tem a sua própria divisão de crimes informáticos. Muitos advogados,provavelmente mais advogados do que eles precisam. Então, você sabe, você pode imaginar tods os tipos de casos onde seria muito defícil de processar porque você tem alguns criminosos na Rússia, você tem algumas pessoas de dentro de uma corporação que possui advogados que cobram 500 dólares a hora, ou advogados de 700 dólares a hora sentando-se contra você, e entao voce tem esse caso com esse garoto, que é muito fácil de provar que ele fez algo, e ele ja tinha marcado a si mesmo como um causador de problemas para o FBI, então porque não ir omais duro que você pode nas audiências contra esse garoto? Será bom para o promotor, será bom para a república porque você está lutando contra todos os tipos de terroristas."

    Quinn Norton: "Eu estava tão assutada, eu estava com tanto medo de ter meu computador apreendido. Eu estav com medo de ir para a cadeia porque no cado do meu computador ter sido aprendido. Eu tinha material confidencial de fontes dos meus trabalhos anteriores no meu laptop, e a minha maior prioridade era manter minhas fontes seguras. Eu estava com medo do que poderia acontecer com Ada. Aaron me disse que eles tinham oferecido um acordo. E depois ele disse que ele iria aceitar se eu pedisse. E eu cheguei bem peto de dizer: Sim, aceita! Ele tinha desenvolvido sérias aspiraçoes políticas no intervalo de tempo entre, você sabe, aquele momento. quando ele termina a sua vida empresarial de startup e começou esta nova vida que tinha vindo com este ativismo político, e ele simplesmente não acreditava que ele pudesse continuar nesta vida como um criminoso."

    Ben Swartz: "Ele me disse um dia, nós estávamos andando pela Casa Branca e ele me disse: "Náo existem criminosos trabalhando ai. Quero dizer, ele realmente, queria que aquilo fosse sua vida. Ele não tinha matado ninguém, ele não tinha ferido ninguém, ele não tinha roubado dinheiro, ele não tinha feito nada que parecia digno de crime, certo? Havia uma idéia de que não haveria razão para que ele devesse ser rotulado como um criminoso, e tirado seu direito de votar, em vários estados, por fazer o que ele fez, isso é ultrajante, faz sentido para ele ser talvez multado em muito dinheiro ou ser impedido de voltar novamente ao MIT. Mas ser criminoso? Enfrentar a pena de prisão".


    Robert Swartz, pai: "swartz recusou o acordo judicial. Heymann dobrou seus esforços. Heymann continuou a nos pressionar, em todos os níveis."

    Mesmo com as evidêcias físicas aprendidas do computador Acer de Aaron, disco rígido e drive USB os promotores necessitavam de evidÊncias de seus motivos. Por que Aaron Swartz estava baixando artigos da JSTOR? E o que ele planejava fazer com eles?

    Peter Eckersley: "O governo alegou que ele estava planejando publicar, nós realmente não sabemos qual era a sua verdadeira intenção porque Aaron também tinha um histórico de fazer projetos onde ele analisava grandes quantidades de dados dos artigos a fim de aprender coisas interessantes sobre eles."

    Lawrence Lessig: "A melhor prova disso é que quando ele estava na Universidade de Stanford ele também baixou toda uma base de dados jurídica."

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    Em um projeto com estudantes de Direito de Stanford, Swartz tinha baixado uma base de dados jurídica. Ele descobriu conexões problemáticas. Entre financiadores da pesquisa jurídica e resultados favoráveis. Ele fez essa análise supreendente dessas empresas com fins lucrativos dando dinheiro para professores de Direito que escreviam artigos de revisão da lei em benefícios próprios. como na Exxon, durante o derramamento de óelo. Era um sistema muito corrupto de financiamento de pesquisa-vaidade. Swartz nunca liberou os documetos de Westlaw.

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    Em teoria, ele poderia ter feito a mesma coisa com o banco de dados da JSTOR. Isto teria sido completamente normal. Se por outro lado ele tinha aintençao de criar um serviço competitivo para a JSTOR, ou iria garantir sozinho aceso ao "Harvard Law Revies" e cobrar dinheiro por isso, então isso agora parece uma violação criminal porque você esta comercialmente tentando explorar este material, mas é meio louco imaginar que ele estava fazendo isso. Então, há um caso intermediário, e se ele etava apenas tentando liberar para todo o mundo em desenvlvimento? Mas dependendo do que ele estava fazendo isso cria um personagem muito diferente de como a lei deve estar pensando sobre isso. O governo estava processando-o como se isso fosse uma violação criminal comercial como roubar um arquivo inteiro de registros de cartões de crédito, como se fosse esse tipo de crime. Eu não sei o que ele iria fazer com a base de dados, mas eu ouvi de um amigo dele que Aaron tinha-lhe dito que ele iria analisar os dados em busca de evidência de financiamento corporativo de pesquisas sobre mudanças climáticas que levou a resultados tendenciosos. E eu acredito totalmente nisso."

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    Quinn Noroton: "Só me disseram que Steve queria falar comigo.E eu pensei, talvez essa seja uma maneira que eu possa sair dessa. Apenas acabar com isso. Eu nao queria ter de viver com medo de ter o meu computador apreendido, eu nao queria viver com medo de ter que ir para a cadeia se eu recusasse entregar a justiça. Eles tentaram me obrigar a desencriptar o meu computador. Quandos eles vieram até mim e disseram: Steve quer falar com você. Isso parecia razoável."

    Eles ofereceram a Quinn aquilo que é conhecido como uma carta de "Rainha por um dia". Isso permitiu que os promotores perguntassem coisas sobre o caso de Aaron. Ela ganharia imunidade de acusação a si mesma por qualquer informação que ela revelasse durante o encontro.

    Quinn Norton: "Eu não gostei. Eu disse a meus advogados repetidamente que eu não queria, isso parecia...., Eu nao tinha gostado. Eu não queria a imunidade, eu não precisava de imunidade, eu nao tinha feito nada. Mas eles eram realmente muito rigorosos, eles não queriam qu eeu me encontrasse com o Ministério Público sem a imunidade."

    Só para deixar claro, este era um acordo de "Rainha por um dia"?

    Quinn Norton: "Sim, uma carta de acordo."

    Em que você, basicamente, entregou informações em troca de proteção da acusação.

    Quinn Norton: "Então, eu nao estava distribuindo informações, eu estava, pelo menos era assim que vi, estava apenas tendo uma discussão, tendo uma entrevista com eles."

    Bem, eles te fizeram peguntas?

    Quinn Norton: "Eles me fizeram perguntas."

    Eles estavam perguntando o que queriam?

    Quinn NOrton: "certo."

    E o que eles sabiam...

    Quinn Norton: "Certo, e eu realmente tentei ir nua. Eu repetidamente tentei esquecer do acordo. Eu estava doente, eu estava sendo pressionada por meus advogados. Eu estava confusa. Eu não estava indo neste ponto. Eu estava deprimida, e eu estava com medo, e eu não entendia a situação em que eu estava metida. Eu não tinha idéia de por que eu estava nessa situação. eu não tinha feito nada interessante, muito menos errado.

    Robert Swartz, pai: "Isso acabou conosco. Aaron estava claramente muito destruído com isso, nós estávamos destrúidos, os advogados de Aaron estavam muito destruídos. Tentamos convencer a Quinn a mudar de advogados."

    Quinn Norton: "Eu não estava muito habituada a estar em uma sala com um homem grande, bem armado, que fica continuamente me dizendo que eu estou mentindo, que eu devia ter feito alguma coisa. Eu disse a eles que essa coisa que eles estavam processando não era um crime. Eu disse a eles que eles estavam no lado errado da história. Eu usei essa frase, eu disse: "Vocês estão no lado errado da histõria". E eles estavam entediados. Eles não pareciam com raiva, eles simplesmente pareciam entediados. E começou a me ocorrer que não estávamos tendo a mesma conversa. Quer dizer, eu disse-lhe muitas coisas sobre, você sabe, por que as pessoas fazem downloads de artigos, e, eventualmente, eu não lembro o que estava em questão, eu mencionei que ele tinha feito este blog "Manifesto guerrilheiro do acesso livre".

    aaron manifesto

    Este um trecho "Manifesto guerrilheiro de acesso livre", supostamente escrito em julho de 2008, na Itália:

    (O manisfesto na íntegra, em inglês, você pode ler aqui: https://archive.org/stream/GuerillaOpenAccessManifesto/Goamjuly2008_djvu.txt )

    "Informação é poder. Mas, como todo poder, há aqueles que querem mantê-lo para si mesmmos. O patrimônio cultural e científico do mundo, publicado ao longo dos séculos em livros e revistas, está cada vez mais sendo digitalizado e trancado por um punhado de corporações privadas. Enqunto isso, aqueles que foram bloqueados não estão em pé de braços cruzados. Eles estão bisbilhotando em buracos e escalando cercas, lebertando as informações trancadas pelos editores e compartilhando com seus amigos.

    Mas toda essa ação acontece no escuro, escondida no subterrâneo. É chamado de roubo ou pirataria, como se compartilhar uma riqueza de conhecimentos fosse o equivalente moral de saquear um navio e matar sua tripulação. Mas compartilhar não é imoral - é um imperativo moral. Só os cegos pela ganância se recusam a deixar um amigo fazer uma cópia. Não há justiça em seguir leis injustas. É hora de virmos para a lua e, na grande tradição de desobediência civil. declaramos a nossa oposição a este roubo privado da cultura pública."

    O Manifesto em si foi alegadamente escrito por quatro pessoas diferentes e também editado por Quinn, mas foi Swartz que tinha assinado seu nome nele.

    Quinn Norton: "Quando isso acabou , eu fui imediatamente para o Aaron e digo-lhe tudo o que lembrava sobre isso. E ele fica muito irritado. As coisas que riz não deveriam ter contribuído dessa maneira. Eu não tinha feito nada de errado e tudo tinha dado errado. Mas eu nunca fui......Ainda estou com raiva, eu ainda estou com raiva. Tentar o seu melhor com estas pessoas para fazer a coisa certa e elas viram tudo contra você e elas vão te machucar com tudo que podem, e, naquele momento, eu me arrependo de ter dito o que eu fiz, mas o meu maior arrependimento é que tenhamos resolvido isso, que desejamos bem com isso, que estamos bem com um sistema de justiça que brinc com as pessoas, usando armadilhas para que eles possam aruinar a sua vida. Então, sim, eu gostaria de não ter dito aquilo, mas eu estou muito, muito mais irritada que isso seja onde eu estou, que isso é o que nós, como pessoas, pensamos ser o certo."

    Elliot Peters: "Eles usaram todos os métodos que eu acho que eles poderiam pensar para levá-la a fornecer informações que fossem prejudiciais para Aaron e úteis para a promtoria. Mas, você sabe, eu não acho que ela tinha informações úteis para o governo."

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    Meses se passaram e os amigos e a família de Swartz esperaram po ruma acusação iminente. Nesse meio tempo, Swartz estava se tornando um grande especialista em uma série de questões da internet. Swartz começa um namoro com a ativista Taren Steibrickner-Kauffman. Sem contar a ela detalhes, ele avisou-a que ele estava envolvido em algo que ele chamou simplesmente de "coisa ruim".

    Taren Steibrickner-Kauffman: "E eu tinha, mais ou menos, teorias malucas que ele estava tendo um caso com Elizabeth Warren ou, eu especulava, com Hillary Clinton e Elizabeth warren. Então, em algum momento, provavelmente no final de julho, Aaron me ligou e por acaso eu atendi e ele disse: a coisa ruim pode estar nas noticias de amanhã. Você quer que eu te diga ou você quer ler sobre isso nas notícias? Eu disse: Eu quero que você me diga. E ele disse: bem, eu fui preso por fazer download de muitos artigos de periódicos acadêmicos e eles querem fazer de mim um exemplo. E eu disse: "É isso? Essa é a grande confusão! Sério? Não soa com um grande probelma."

    Em 14 de julho de 2011, os procuradores federais indiciam Swartz em 4 acusações criminais.

    Noah Swartz: "Ele é indiciado no mesmo dia em que duas pessoas na Inglaterra que fazem parte do "LulzSec" são presos e alguns outros hackers reais e Aaron era apenas alguém ue se parceia com um hacker, o suficiente para que eles pudessem expor sua cabeça em estaca nos portões.

    Robert Swartz, pai: "Aaron foi se entregar e eles o prenderam. Eles, então, revistaram ele. Tiraram os cordões dos sapatos, tiraram seu cinto e o deixaram na solitária."

    O Gabiente da Procuradoria dos EUA de Massachusetts divulgou um comunicado dizendo: "Swartz pode pegar até 35 anos de prisão, seguido por 3 anos de liberdade vigiada, restituição, confisco e uma multa de até 1 milhão de dólares. Ele foi libetado após pegar uma fiança de U$ 100.000. No mesmo dia,a principal vítima no caso, a JSTOR, formalmente desisti de todas as acusações contra Swartz se recusa a prosseguir com o caso.

    Elliot Peters: "A JSTOR, eles não eram nossos amigos. Eles não foram úteis ou amigáveis conosco. Eles apenas diziam: Nós não somos parte disso."

    A JSTOR e sua empresa-mãe Ithica também recusaram o pedido para falar nesse documentário. Na época eles divulgaram um comunicado dizendo que foi decisão do governo presseguir com o processo, não da JSTOR.

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    Robert Swartz, pai: "E assim foi a nossa crença de que com isso o caso estaria terminado, que podíamos ser capazes de fazer com que Stephen Heymann largasse o caso, ou resolver de alguma forma racional. Mas o governo recusou. Porque eu acho que eles queriam fazer de Aaron um exemplo. E eles disseram que a razão porque eles não seguiriam em frente, exigindo a condenação criminal e encarceramento, era porque eles queriamusar este caso como um caso de discussão. Ele nos disse isso. Stephen Heymann nos disse isso."

    Elliot Peters: "Dissuadir quem? Como se existisse um monte de pessoas por ai logando na JSTOR e baixando os artigos para fazer uma declaração política, quem eles estão dissuadindo?

    aaron David Sirota

    David sirota: Seria mais fácil de entender a postura da administração Obama de supostamete ser um caso de dissuasão, se essa fosse uma admnistração, por exemplo, que processasse o maior crime econômico deste pais nos últimos 100 anos. Os crimes foram cometidos, que levaram a crise financeira em Wall Street. Quando você começar a implantar a não controversa idéia de discussão só seletivamente, você deixa de fazer uma análise desapaixonada da lei e você começa a decidir implantar recursos de aplicação da lei, especificamente com base na ideologia política, e isso não é apenas não-democrático, é anti-americano."

    O promotor Stephen Heymann mais tarde teria dito a assessores fora do MIT que a palha que quebrou as costas do camelo foi um comunicado de imprensa enviado por uma organização que Swartz fundo chamada "Demanda Progresso". De acordo com o MIT, Heymann reagir a curta declaração de apoio chamando-os de uma campanha selvagem de internet e um movimento tolo que movia o caso de um nível individual para o institucional.

    Cory Doctorow: "Essa foi uma combinação venenosa. Um promotor que não queria deixar o caso, com uma carreira política em um futuro próximo. e nao queria ter que voltar a assombra-los. Você paga muitos dólares de imposto para prender alguém que tomu muitos livros da biblioteca e você tem o seu rabo entregue no tribunal. De jeito nenhum !"

    Robert Swartz, pai: ""Eu, então, tentei colocar pressoa no MIT de várias formas para levá-los ao governo e solicitar ao governo para parar o process. Naquele momento não parecia have qualquer reação da MIT."

    Lawrence Lessig: "O MIT não defendeu Aaron, o que para as pessoas dentro da comunidade do MIT parece escandaloso, porque o MIT é um lugar que incentiva o hackeamento no maior sentido da palavra."

    Brewster Kahle: "No MIT a idéia de ir e correr em torno de rotas e túneis que não estivesse autorizado a estar, não era apenas um rito de passagem, era parte do conceito de MIT, e "destravar acessos" foi um curso de inverno no MIT.

    Gabriella Coleman: "Eles tinham a autoridade moral de por um fim a tudo isso."

    Elliot Peters: "O MIT nunca se levantou e deu uma posição ao dizer para os federais: Não faça isso. Nós não queremos que você faça isso, você esta exagerando, isto é muito forte, que eu saiba. Eles agiram como qualquer empresa faria. Eles ajudaram o governo, eles não nos ajudara, a não ser que eles sentiram que tinham, e eles nunca entaram impedí-lo."

    o MIT recusou repetidos pedidos para comentar. Mas posteriormente divulgaram um relatório dizendo que eles tentaram manter uma posição de neutralidade e acreditaram que Heymann e a promtoria não se importariam com o que o MIT pensava sobre o caso.

    Ben Swartz: "O comportamento do MIT parecia realmente em desacordo com o "ethos MIT". Você poderia afirmar que o MIT fecho os olhos e que tudo estava bem para eles fazerem, mas tomar essa posição, tendo uma posição neutra em si, era estar do lado da promotoria."

    Robert Swartz, pai: "Se você olhar para Steve Jobs e Steve Wozniack, eles começaram com a venda de um bluebox que era uma coisa projetada para defraudar a companhia telefônica. Se você olhar para Bill Gates e Paul Allen, que inicialmente começaram seus negócios usando o tempo de computdor em Harvard o que era muito claramente contra as regras. A diferença entre Aaron e essas pessoas que eu acabei de mencionar é que Aaron queria fazer do mundo um lugar melhor, ele não queria apenas ganhar dinheiro."

    Swarts continua a ser um porta-voz sobre variadas questões da intenet. Aaron Swarts:

    "A razão pela qual a internet funciona é por causa do mercado competitivo de idéias. E o que nós precisamos estar focados é em obte mais informações sobre o nosso governo. mais acessibilidade, mais discussão, mais debate. Mas, ao que parece, o que o Congresso está preocupado é em fechar essas coisas...."

    Noah Swarts: "Aaron pensava que ele poderia mudar o mundo apenas explicando o mundo de forma muito clara para as pessoas."

    A atividade política de Swartz continua, sua atençao volta-se para um projeto de lei que se desloca pelo Congresso projetado para reduzir a pirataria online. Foi chamado SOPA. Ativistas como Peter Eckersley a viam como um grande erro, que ameaçaria a integridade técnica da própria internet.

    Peter Eckersley: "Uma das primeira coisas que eu fiz foi ligar para Aaron, e eu disse: Podemos fazer uma grande campanha online contra isso. E ele pensou por um tempo e depois disse que sim, e ele saiu e fundou a "Demanda Progresso".

    Aaron Swartz: "Este não é um projeto de lei sobre direitos autorais. Não é? Não, ele disse. É um projeto de lei sobre a liberdade para se conectar. Agora eu estava ouvindo....."

    aaron David Segal

    David Segal: "Demanda Progresso é uma organização on line de ativismo. temos em torno de um milhão e meio de membros agora. Mas começou no outono de 2010, e Aaron era uma das pessoas mais proeminentes em uma comunidade de pessoas que ajudaram a liderar a organização em torno de questões de justiça social ao nivel federal no pais."

    aaron Trevor Timm

    Trevor Timm: "SOPA foi um projeto de lei que visava reduzir a piratiria online de música e filmes, mas o que ele fez foi basicamente tacar uma marreta em um problema que precisva de um bisturi".

    Se aprovada a lei permitiria que uma empresa cortasse as finanças de qualquer site sem o devido processo, ou mesmo forçaria o Google a excluir seus links. Tudo o que eles precisavam era de uma única alegação de violaççao de direitos autorais.Isso colocou os titãs da midia tradicional contra a nova e agora muito mais sofisticada "cultura do remix".

    Aaron Swartz: "Ela transoforma todo mundo que dirige um site em um policial e se eles não fazem o seu trabalho de cetifiar-se de que ninguém em seu site esta usando qualquer coisa potencialmente ilegal. Todo site poderia ser fechado mesmo sem nenhum julgamento.

    Rep Zoe Lofgren (D): "Essa foi a ultima gota, quero dizer, uma catástrofe."

    Senador Ron Wyden: "Este projeto é uma séria ameaça a livre expressão e às liberdades civis para todos que usam a internet. Só um punhado de nós disse: Olha, nós também somos contra a pirataria, mas não faz setido destruir a arquitetura da internet. o sistema de omes de domínio que faz com que ela seja livre e aberta em nome da luta contra a pirataria e Aaron entendeu isso de imediato."

    Aaron Swartz: "As liberdades garantidas na nossa constiituição, liberddes que nosso pais construiu seriam de repente deletadas. A novas tecnologias em vez de nos trazer uma maior liberdade teriam apagados direitos fundamentais que sempre tinhamos dado coo adquiridos. E eu percebi naquele dia, conversando com Peter, que eu não podia deixar isso acontecer."

    Trevor Timm: "Quando a SOPA foi introduzida em outubro de 2011 foi considerada inevitável. Quando ela saiu, nossa estratégia foi tentar retardar o projeto de lei. talvez enfraquecê-lo um pouco. Mas mesmo nós não achávamos que seríamos cpazes de parar este projeto de lei. "

    Tendo trabalhado em Washington o que você aprende é que tipicamente lá as lutas legislativas são lutas entre diferentes conjuntos de interesses corporativos e monetários e eles dominam a legislação. E as lutas que são as mais próximas são quando você tem um conjunto de interesses corporativos contra um outro conjunto de interesses corporativos e elas são financeiramente igualadas em termos de contribuições de campanha e lobbies. Esses são os mais próximos. São aqueles que nem mesmo lutam, normalmente, são aqueles que possuem todo o dinheiro, que possuem todas as empresas. E são milhões de pessoas do outro lado.

    Senador Ron Wyden: "Eu nunca vi nada parecido com a PIPA e a SOPA em todo o meu tempo no serviço público, mais de 40 senadores assinaram aquela lei. Então eles haviam percorrido um longo caminho para obter os 60 votos para finalizar todos os atos processuais."

    Aaron Swartz: "Mesmo eu comecei a duvidar de mim. Foi um período difícil."

    Swartz e a "Demanda Progresso" foram capazes de garantir um imenso suporte usando indignação tradicional combinada com o serviço de voz por IP pra tomar muito fácil para as pessoas ligarem para o Congresso.

    David Segal: "Eu nunca conheci ninguém que foi capaz de operar em seu nível. tanto no lado tecnológico quanto no lado da estratégia de campanha."

    Milhões de pessoas contataram o Congresso e assinaram petições anti-SOPA. O Congresso foi pego de surpresa.

    Aaron Swartz: "Havia apenas algo sobre a observação daqueles membros sem noção do Congresso debatendo o proejto de lei, observá-los insistirem que poderiam regular a internet e um bando de nerds não poderiam detê-los.

    Christopher Soghoian: "Nós usamos o termo "geek", mas nós estávamoso termo "geek", mas nós estamos autorizados a usr isso porque nós somos geeks. O fato de que eles tenham ido o mais longe que puderam sem falar com os peritos técnicos reflete o fato de que existe um problema nesta cidade. Costumava haver um escritório que prestava assessoria em Ciência e Tecnologia e os membros poderiam ir até eles e dizer: Ajude-me a entender XYZ. E Gingrich acabou com ele. Ele disse que era desperdício de dinheiro. Desde então o Congresso tem mergulhado na idade das trevas."

    Taren Steibrickner-Kauffman: "Eu não acho que alguém pensava que a SOPA podia ser derrubada, incluindo Aaron. Ele sabia que valia a pena tentar, mas não parecia vencível. E eu me lembro, talvez alguns meses mis tarde, eu me lembro dele só voltando para mim e dizendo: Eu acho que nós poderíamos ganhar. E eu disse: Isso seria incrível."

    As ligações par o Congresso continuam, quando o site de hospedagem de domínio GoDaddy tornou-se um defensor da lei, dezenas de milhares de usuários transferiram seus nomes de domínio em protesto. Dentro de uma semana, a GoDaddy inverte sua posição sobre a SOPA.

    Trevor Timm: "Quando as pessoas no Congresso que apoiaram as indústrias do cinema e da música perceberam que houve uma reação eles meio que puxaram a lei para trás um pouco."

    David Segal: "Você podia ver a curva acontecendo. você podia ver que os nossos argumentos estavam começando a ressoar."

    Ben Wikler: "Era como se Aaron estivesse acendendo um palito de fósforo e ele apagando, riscando outro e apagando, até que, finalmente, ele conseguiu pegar gravetos suficientes para que a chama pegasse de verdade e, em seguida, ela se tornou um incêncio incontrolável."

    Em 16 de janeiro de 2012, a Casa Branca emitiu uma declaração dizendo que eles não apoiavam o projeto. E então, isso aconteceu.

    Brewster Kahle: "Quando Jimmy Wales colocou o seu apoio para desligar a Wikipedia, o quinto site mais popular do mundo, esse site detém 7% de todos os cliques em qualquer local da internet."

    Aaron Swartz: "Wikipedia apagou. Reddit apagou. Craigslist apagou. Linhas telefônicas no Capitol Hill quase derreteram. Membros do Congresso começaram a apressar suas declarações, retraindo apoio ao projeto de lei que eles estavam promovendo apenas alguns dias atrás."

    Dentro de 24 horas, o número de oponentes da SOPA no Congresso foi de 31 para 101.

    Trevor Timm: "Ver esses congressitas e senadores lentamente mudarem de lado durante todo odia do "blackout", foi muito inacreditável, haviam centenas de representantes do nosso lado."

    Aaron Swartz: " E foi ai que, por mais difícil que era para mim acreditar, depois de tudo isso, nós ganhamos ! A coisa que todo mundo, disse que era impossível, que algumas das maiores empresas do mundo havia descrito como uma espécie de sonho, havia acontecido. Nós fizemos isso! Nós vencemos!"

    Peter Eckersley: "As coisas que ouvimos de pessoas em Washington DC, de funcionários em Capitol Hill, foi que eles receberam mais e-mails e mais telefonemas no dia do blackout da SOPA do que em qualquer outro dia. Eu acho que foi um momento extremamente emocionante. Foi o momento em que a internet tinha crescido politicamente."

    David Sirota: "Foi emocionante, porque é dificil acreditar que realmente aconteceu. É dificil de acreditar que um projeto de lei com tanto poder financeiropor trás dele. Noa simplesmente navegou através do Congresso. Enão apenas não navegou, como não foi aprovado."

    PARTE 5

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