Antárdita - A Base Subterrânea Nazista no continente Gelado-Parte1

    gela topoAntes de qualquer coisa, é bom esclarecermos as coisas. Primeiro: este artigo tem a função de levantar o envolvimento da Alemanha Nazista com a presença alienígena em nosso planeta. Não temos o menor interesse de fazer qualquer propaganda política a favor do nazismo, da intolerância e da violência. Assim, que fique claro que não somos partidários deste tipo de mentalidade e, na verdade, temos uma posição bem antagônica com isso. Qualquer ser humano ...

    que achar que o nazismo representou algo positivo em nosso mundo deve, no mínimo, ser alvo de testes por profissionais competentes para elucidar a possível causa patológica. Segundo: o fato do nazismo representar uma das maiores atrocidades da história humana não implica em evitar o assunto. Gostem ou não, o possível envolvimento de Adolf Hitler com inteligências alienígenas não é apenas devaneio ou ficção.

    Muito pelo contrário – há um enorme número de documentos e, por estarmos interessados em investigar a presença alienígena em nosso planeta, que não tem absolutamente nada haver com campanha política a favor do nazismo, não parece coerente deixarmos este elemento de lado. Infelizmente poucos pesquisadores se dedicam a esclarecer o que de fato ocorreu naquela época e, quando não, se posicionam de forma cética sem que ao menos tenham conhecimento desta questão. Talvez a motivação desta atitude esteja no papel que a Alemanha representou e as barbaridades e atrocidades que foram implementadas em nome do nazismo. Porém, e isso é sem dúvida muito importante, o completo desrespeito à vida humana cometidas pelos alemães não é o assunto em pauta e nem há razões de citá-los.

    Assim, algumas pessoas podem vir a interpretar como um artigo que se posiciona favoravelmente ao nazismo e acabe por fazer campanha a favor de tal. Mas o objetivo não é esse e qualquer leitura que seja diferente do principal objetivo (que é investigar a presença alienígena em nosso planeta) estará cometendo um desvio e erro a nível de leitor. E não podemos nos responsabilizar por todas as mentalidades e seus objetivos pré-concebidos anterior à leitura e que venham a ter contato com este artigo. Por fim, dado ao grande número de provas documentais e fotográficas, ignorar este assunto pode representar a sonegação de uma chave que pode abrir algumas das inúmeras portas do fenômeno alienígena – e isso é inaceitável. Esclarecido isso, vamos ao assunto…

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    Para buscar as raízes destes acontecimentos somos obrigados a nos transportar para o término da Primeira Guerra Mundial. Tal como ocorreu na Segunda, a Primeira Guerra Mundial acabou por trazer sérias restrições para a Alemanha. O tratado de Versalhes definia as fronteiras dos países europeus, principalmente os territórios da Prússia Oriental e da Alemanha. Mas o fato mais dramático no Tratado de Versalhes era que a Alemanha teria sido literalmente proibida de possuir Forças Armadas. É claro que isso gerou reações na população e, principalmente, nas possíveis lideranças políticas potenciais. Entre as várias conseqüências deste fato está a proliferação de sociedades secretas na Alemanha.

    E é neste cenário que surgiu a sociedade secreta THULE-GESELLSCHAFT. Esta sociedade atuava em nível político-econômico, mas, no que se refere ao nosso assunto de interesse, não é a THULE-GESELLSCHAFT que nos interessa e sim uma segunda ordem que dela resultou. Em 1919, Kaspar Haushofer fundou uma ordem paralela a THULE-GESELLSCHAFT que tinha uma designação diferente desta: ao invés de ter uma atuação política-econômica, ela tinha o objetivo de estabelecer a relação entre as observações de OVNIs que vinham sendo registradas desde a idade média, no centro-norte da Europa, com as antigas civilizações da Mesopotâmia.

    Esta segunda ordem recebeu o nome de VRIL e os seus membros estavam convencidos que os povos daquela região eram descendentes de extraterrestres provenientes do sistema solar de Aldebaran, situado a sessenta e oito anos-luz de nosso planeta. Esta civilização alienígena teria iniciado um processo de colonização do Universo a milhares de anos atrás e acabou por atingir, dentre outros, o nosso sistema solar. Esta civilização teria centrado suas atividades na região da Mesopotâmia e isto resultou nas antigas civilizações Mesopotâmicas. E a ordem VRIL também estava convencida que seria possível estabelecer um canal de comunicação com estes seres alienígenas através de métodos pouco ortodoxos: ocultismo e esoterismo.

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    No final do ano de 1919, a ordem VRIL entrou em contato com a médium Maria Orsic, famosa na época, com o objetivo de ajuda-los em suas investigações sobre a existência de vida alienígena e sua ligação com o surgimento do ser humano na Terra. E eles tiveram algum resultado em sua empreitada. Pelo que consta, a médium Maria Orsic teria psicografado uma mensagem alienígena que descrevia como construir uma máquina aérea (foto acima – desenho do protótipo) que possuía uma tecnologia que permitiria atingir o chamado “Além” ou o “Outro lado”. Mas só depois de três anos é que a ordem VRIL viria iniciar a construção desta máquina aérea através do apoio do Dr. W. Schumann, professor da Universidade Técnica de Munique.

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    A máquina era constituída de um disco de 8 metros de diâmetro, alteada de um disco paralelo de 6,5 metros de diâmetro e na parte inferior um outro disco de 1,80 metros de diâmetro, onde se instalou o propulsor de 2,40 metros de altura. Em baixo, o corpo central terminava em forma cônica, onde se encontrava uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferiores e superiores giravam em sentido contrário para criar um campo de rotação eletromagnético. Assim, finalmente, no verão de 1922, a máquina aérea estava pronta (foto real do protótipo construído ao lado).

    Não são conhecidos os resultados de testes desta máquina aérea em forma de disco. Ao que tudo indica, este disco foi testado por volta de dois anos para depois ser desmontado e armazenado nos ateliês Messerschmidt em Augsbourg. A partir daí temos vários acontecimentos, mas eles estão profundamente ligados à movimentação política-partidária e do poder na Alemanha que se desviam (embora poderiam complementar o entendimento) do nosso assunto abordado. Assim pulamos para o ano de 1934. Neste ano a ordem VRIL tinha em seus membros um personagem conhecido e que marcaria dramaticamente a história de nossa civilização em todo o mundo: Adolf Hitler (foto ao lado). Em junho de 1934 Hitler teria convidado Victor Schauberger, entre outros, para trabalhar na sociedade secreta VRIL e ajudar a viabilizar o desenvolvimento e construção de uma máquina aérea com capacidade de ultrapassar os limites do nosso Sistema Solar.

    Este fato está profundamente respaldado por vários dados que se tornaram públicos hoje em dia e que ligam a pessoa de Adolf Hitler ao ocultismo. Hitler era um fervoroso adepto do ocultismo e misticismo. Obviamente, dado à sua personalidade de natural liderança e excelente oratória, Hitler passou a ser não apenas um membro da ordem VRIL, mas o principal personagem de comando da ordem. Entre as várias atuações determinadas por Hitler, havia a criação de um grupo especial nomeado de “SCHWARZE SONNE” (sol negro) ou simplesmente “SS” no qual vários emissários eram enviados ao Tibete com o objetivo de conhecer e dominar todas as técnicas de meditação para auxilia-los na comunicação com os alienígenas.

    Com as técnicas de meditação obtidas através de emissários para estudos no Tibete, a sociedade secreta VRIL não apenas teria conseguido estabelecer um contato com uma suposta civilização alienígena, mas mantido durante um tempo ignorado o contato. Entre as muitas informações obtidas, está a saga que conta que o sistema solar de Aldebaran era constituído de uma civilização que se subdividia em um povo de mestres (homens-deus ou Arianos) e em diferentes raças humanas. As raças humanas teriam se desenvolvido devido a mudanças climáticas sobre os planetas isolados e, assim, seriam um resultado da degeneração dos homens-deus. O que significa que nós seríamos o resultado da degeneração da raça homem-deus que teria ocorrido devido à instabilidade do sol de nosso sistema solar. Esta instabilidade produziu a emissão de radiações solares agressivas e que acabaram isolando a Terra de seu sistema solar de origem e, ainda, causado uma decadência biológica em nós.

    Eles teriam colonizado, num primeiro momento, no que se refere ao nosso sistema solar, o planeta Mallona. Este planeta teria existido entre Marte e Júpiter, onde se encontra hoje o cinturão de asteroides. Uma guerra envolvendo a civilização de Mallona acabou tendo como resultado a sua destruição (o que sobrou foi justamente o cinturão de asteroides). Seguiram então à colonização de Marte, na qual as grandes cidades piramidais e o rosto marciano (a região da Cydonia fotografada em 1976 pela sonda Viking) seriam a suposta prova da veracidade deste relato. Por fim, atingiram a Terra e o resultado disto foi o surgimento do povo Sumério. Não é um absurdo as coincidências com certos dados obtidos e que não teriam a menor ligação com os nazistas (ver neste site BRASIL UFOLOGIA 01 – Luci Gallucci ou Karran)?

    Voltando à construção de discos… Em junho de 1934, com a coordenação de Victor Schauberger e a colaboração do Dr. Schumann, o pedido de Hitler para construir uma máquina aérea capaz de transpor os limites de nosso Sistema Solar foi atendido. Este primeiro ÓVNI alemão recebeu o nome de RFZ 1 e tinha como princípio de funcionamento a máquina que ia para o “Além” ou “Outro lado”.

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    Este disco foi construído numa fábrica de aviões de Arado em Brandbourg. Durante o seu primeiro voo, que acabou também sendo o último, o OVNI atingiu rapidamente cerca de sessenta metros de altura. Porém, logo se perdeu o controle da sua trajetória. O sistema Arado196 que servia para guia-lo mostrou-se completamente ineficaz. Na ocasião, o piloto Luther Weitz acabou por conseguir pousar o disco com bastante dificuldade e, logo após isso, teve de correr para longe do aparelho que girava descontroladamente. E não deu outra: terminou por capotar e destruir-se. Foi uma curta vida do disco RFZ 1, mas o inicio que levaria os alemães construírem os incríveis discos voadores VRIL.

    No final daquele mesmo ano, a dupla Schauberger e Schumann teriam terminado a construção de um novo disco voador que foi chamado de RFZ 2 (a foto ao lado e abaixo são reais do protótipo do RFZ 2). Este novo disco seria o mesmo modelo anterior com alguns aperfeiçoamentos. Ele teve o primeiro propulsor VRIL (também conhecido por SSM-L). Este propulsor VRIL consistia em uma máquina de cinco metros de diâmetro e que gerava uma espécie de campo eletromagnético que fazia com que se deslocasse facilmente, alternando de cor cada vez que a velocidade oscilava (qualquer semelhança com os discos voadores alienígenas não é mera coincidência). Embora os resultados dos vôos de teste do RFZ 2 tenham sido, indiscutivelmente, muito mais bem sucedidos que o seu irmão anterior, RFZ 1; este disco voador parecia ser pouco confiável e, ao que tudo indica, várias vezes teria falhado e despencado do alto. A sorte foi que o seu piloto (Luther Weitz – foi sempre este infeliz que usaram como cobaia para pilotar os discos) acabou conseguindo estabilizar o disco antes que o mesmo atingisse o chão.

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    A partir daí, os alemães acabaram por evoluindo no modelo designado como VRIL-1. Só que essa evolução não teria sido… digamos tão natural assim. O contato com civilizações alienígenas se dava ao nível de telepatia, psicografia e canalização. Não frente-a-frente. Só que o houve dois acidentes que colocariam os alienígenas frente-a-frente com os nazistas em 1936 e 1937. Infelizmente não há dados precisos sobre estes eventos. Aparentemente, em 1936 um disco voador alienígena teria se acidentado na região da Floresta Negra e para lidar com a situação rapidamente, Hitler teria mandado um comando militar ao local com Rudolf Hess e Rudolf Steiner (ambos ficaram conhecidos como braço direito de Hitler), além de Goering (Chefe de Estado Maior da Força Aérea Alemã).

    Ainda, no verão de 1937, houve um outro acidente na região alemã conhecida como Gdynia (hoje Polônia) onde um OVNI com formato de esfera caiu, coincidentemente, num terreno de propriedade da família de Eva Braun (foto ao lado – que mais tarde acabou se casando com Adolf Hitler). Neste segundo acidente, Hitler teria enviado forças especiais das SS, acompanhado por vários cientistas (pelo jeito, em função do acidente de 1936, Hitler já teria criado um comando especial para atuar no resgate de naves alienígenas). Entre os cientistas que foram envolvidos nesta operação de resgate estavam Wehner Heisnberg e Max Von Laue (que viriam a integrar a equipe de pesquisa nuclear durante a Segunda Guerra Mundial).

    O que se segue depois aos acidentes com naves alienígenas é um tremendo filme repetitivo – com direito a sensação de “…já vi essas cenas antes”. Logicamente que Hitler procurou manter todas essas operações à revelia da população e, principalmente, dos paises ocidentais. As fotografias acima e ao lado falam por si só… Entre 1937 e 1938 os alemães construíram em tempo recorde imensas galerias subterrâneas destinadas à fabricação de máquinas voadoras não convencionais (baseados também nos modelos alienígenas acidentados, além dos RFZ 1 e RFZ 2 – supomos).

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    E o primeiro resultado de tudo isso foi a construção do modelo VRIL-1, no final de 1942. O disco voador VRIL-1 era uma espécie de caça (foto ao lado corresponde à um dos vários modelos dos RFZ – mesmo após terem evoluído para os discos voadores VRIL, os alemães retomaram o desenvolvimento dos modelos RFZ) que tinha 11,5 metros de diâmetro, possuía apenas um assento, estava equipado com armas, usava uma propulsão que ficaria conhecida como “levitador Schumann” e sua manobralidade estava ligada à impulsão por campo magnético.

    Este foi o primeiro disco voador notável que Hitler havia construído: atingia uma velocidade de 12.000km/h, podia efetuar, em plena velocidade, mudanças de voo de 90° sem que isso viesse causar algum dano no piloto, não estava sujeito às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto a voar tanto na atmosfera terrestre como no vácuo (ou espaço se preferir). Foram construídos cerca de dezessete exemplares do VRIL-1. Há indícios que tenham sido fabricados modelos variantes do VRIL-1 com dois assentos e uma cúpula em vidro.

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    Antes de prosseguir, vamos colocar alguns dados interessantes. Indiscutivelmente, é notório que os nazistas passaram a desenvolver seus discos voadores rapidamente após os anos de 1936 e 1937. Isso pode reforçar a veracidade dos dois supostos acidentes envolvendo naves alienígenas e que teriam sido resgatados por Adolf Hitler. Todo o enorme complexo subterrâneo usado para fabricar os discos voadores alemães foi, mais tarde, utilizado para construir as famosas bombas V-1 e V-2 (e que não tinha absolutamente nada haver com os discos voadores). Provavelmente os discos teriam sido transferidos para uma nova base subterrânea na Antártida.

    Com a retomada do projeto RFZ, após terem servido para desenvolver os modelos VRIL, finalmente em 1941 ficou pronto um novo modelo RFZ 2. E este teria um desempenho impressionante. Foi utilizado como avião de reconhecimento a grande distancia na “batalha da Inglaterra”. Este novo modelo RFZ 2 teria sido fotografado em 1941 no sul do Oceano Atlântico quando se dirigia para o Cruzeiro Atlantis que estaria em águas do Ártico (infelizmente não conseguimos esta fotografia).

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    E esta fotografia acabou reforçando a ideia para o aliados que os chamados foo-fighters tinham procedência alemã. Diferentemente dos modelos VRIL, o RFZ 2 não fora utilizado como caça de combate por não possibilitar manobras de mudança de direção em 90º, 45° e 22,5°. No entanto, seu desempenho como nave de reconhecimento foi um sucesso total. Assim, os alemães estariam em pleno desenvolvimento de três modelos de discos voadores: os RFZ, os VRIL e um novo modelo que teria sido nomeado de HAUNEBU (foto ao lado).

    Mas mesmo os modelos VRIL e HAUNEBU tinham alguns problemas para se transformarem em máquinas de guerra. Hitler queria de qualquer jeito que os modelos VRIL tivessem canhões de tanques Panzer instalados (todas as fotos). Mas depois de várias tentativas, Hitler foi obrigado a aceitar que não poderia usar as armas convencionais em seus discos voadores, pois essas armas (especialmente os canhões Panzer) tiravam toda a estabilidade dos discos em vôo.

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    E isso acontecia de uma forma que os cientistas não conseguiram sequer entender para que pudessem achar uma solução. Na fotografia abaixo no lado direito mostra um dos testes que objetivavam a adaptação dos canhões Panzer nos discos voadores de modelo VRIL. Como podemos notar, o disco estaria justamente disparando – mas no momento em que a fotografia foi batida, o disco voador VRIL estava a uma baixíssima altitude. Todos os projetos envolvendo os canhões Panzer tiveram que ser abandonados. Não se engane – é óbvio que os nazistas encontraram armas mais eficientes e funcionais para seus discos voadores, mas não em tempo suficiente para evitar que fossem esmagados pelos Aliados. Aliás, sobre este assunto há uma interessante teoria.

    Países como o Brasil, que não representavam um poder militar poderoso, acabaram por ser envolvidos porque todos os comandos dos Aliados sabiam muito bem o que estava acontecendo. Todos os serviços de inteligência davam o seguinte prognóstico: Hitler tinha de ser esmagado rapidamente e de forma definitiva, pois se houvesse tempo para que ele disponibilizasse militarmente metade do que seus cientistas estavam desenvolvendo, nada evitaria que ele literalmente dominasse o mundo. Era uma situação em que nem as ogivas nucleares resolveriam – a menos que praticamente quase toda a Europa fosse “transformada em pó” (ou seja: a morte para a maioria dos Aliados). Mesmo que tomassem isso como uma possibilidade remota, isso resultaria em graves danos irreparáveis e que poderiam levar ao inicio de um processo de extinção da raça humana. Sendo assim, qualquer país, que fosse o que fosse militarmente falando, representava uma soma importante para tratarem de destruir a Alemanha o mais breve possível ou estaríamos fadados ao domínio alemão.

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    E pela enorme quantidade de projetos que foram encontrados pelos Aliados nos arquivos das SS quando ocuparam Berlim, esse quadro era dramaticamente real. Por exemplo: havia um relatório que descrevia um teste de um disco modelo RFZ 5, em agosto de 1939, efetuado na Antártida. Este disco teria atingido a velocidade de 4.500km/h em poucos segundos e chegou ao pico de 15.000km/h. Este modelo estaria sendo equipado com duas armas laser negro (os lasers negros seriam popularmente conhecidos como os “raios da morte”). Também havia um documento descrevendo o HAENEBU II que possuía algo em torno de 26 metros de diâmetro, desenvolvia uma velocidade de 6.000km/h já estando apenas a nove metros de altura, teria capacidade de transportar 20 pessoas e uma autonomia absurda de 55 horas de voo. Outro documento descrevia o HAENEBU III com cerca de 70 metros de diâmetro, atingia a velocidade de 40.000km/h a 24.000 metros, transportava 32 pessoas e com autonomia surpreendente de cerca de 8 semanas de vôo.

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    Mesmo sendo os RFZ, os VRIL (foto abaixo) e os HAUNEBU os modelos principais e totalmente revolucionários dos alemães, um sem número de projetos secundários aconteciam. Por exemplo: o projeto V7. Este projeto era um disco voador com propulsão baseada em reatores convencionais. Foi construído um modelo alternativo dos RFZ, nomeado de RFZ 7, que combinava a propulsão com a levitação eletromagnética a uma propulsão a reação convencional. Este disco tinha 42m de diâmetro e fracassou numa aterrissagem em Spitzbergen, perto de Praga. Ao que tudo indica, essa falha foi a grande sorte dos norte-americanos, pois este projeto tinha um objetivo bem específico: ser adaptado para receber ogivas nucleares e bombardear New York.

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    Posterior a ele, foi produzido o RFZ 7 T. E este, por sua vez, teria funcionado perfeitamente. Não se sabe se não houve tempo ou foi uma mudança de estratégia dos alemães, mas o fato é que ele não fora utilizado para cumprir seu propósito inicial. De qualquer forma, todos esses projetos pareciam brinquedos de criança se comparados com os discos RFZ, VRIL e HAUNEBU.

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    A história oficial sobre a Segunda Guerra Mundial confirma que os alemães eram, de fato, os revolucionários da tecnologia. Sem repetir pela milionésima vez sobre a colheita norte-americana e russa das tecnologias alemãs no término da Guerra, podemos citar que foram os alemães quem desenvolveram o que viria a ser os submarinos e, obviamente, foram os primeiros a fabricá-los. Esse potencial científico era surpreendente e, inclusive, reconhecido pela história oficial. E um bom exemplo disto é o navio SCHWAABENLAND. Este navio alemão, que tinha suas bases operacionais ora em Horta ora em Faial (Portugal), foi considerado em 1939 como sendo o mais moderno, bem equipado, com sistemas sofisticados de comunicações e com uma inigualável estação meteorológica. E isso foi a razão do presidente norte-americano Roosevelt ter ido visitar as dependências desta embarcação em 24 de maio de 1939. Dizem que naquele momento já havia entrado em “contagem regressiva” para que a Segunda Guerra Mundial estourasse de vez (setembro de 1939). A razão era que Hitler queria se livrar das amarras que o Tratado de Versalhes impunha à Alemanha. Assim, Hitler instituiu o serviço obrigatório militar em 1935 e começou a progredir meteoricamente, até vir a se interessar em transformar o mundo inteiro em uma Alemanha Nazista.

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    Mas voltando… Os alemães nem esperaram que o presidente Roosevelt saísse do SCHWAABENLAND, numa tremenda cara-de-pau, para que Berlim comunicasse uma ordem especial ao comando da embarcação: sua missão é a de ocupar e demarcar uma parcela de território da Antártida com 600.000 quilômetros quadrados (fotografia acima foi batida durante a operação de demarcação). Este território seria reclamado como possessão alemã e recebeu o nome de NEU-SCHABENLAND, ou Nova Suécia.

    Hitler já havia mandado anteriormente, em 1938, uma expedição à Antártida com o objetivo de reconhecimento. Assim, nesta nova missão realizado pelo navio SCHWAABENLAND, os alemães já tinham uma idéia bem precisa do local e de suas condições geográficas onde aconteceria tal demarcação. O navio, num primeiro momento, vai até Hamburgo onde é reabastecido de equipamentos e cientistas para, logo em seguida, partir em direção da Antártida para realizar a missão: demarcar e instalar uma base militar de pesquisas científicas (ninguém sabe com exatidão quais eram as naturezas das operações nazistas nesta base). Quando a embarcação voltou para Hamburgo, em 11 de abril de 1940, toda a sua tripulação foi recebida como heróis nacionais da Alemanha. Até Hitler pessoalmente estava no porto para receber seus homens que garantiram a demarcação do território alemão na Antártida e a instalação de uma base.

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    E agora vem uma das peças fundamentais destes eventos e que, infelizmente, continua a ser um enorme mistério (pelo menos para a população)… Em agosto de 1942, o navio SCHABENLAND teria sido transferido para a Noruega (que já estava ocupada pelos nazistas) sendo acompanhado de uma gigantesca escolta de 24 navios. E nos próximos um ano e meio ninguém soube do paradeiro destas embarcações. Os pesquisadores não conseguiram encontrar quaisquer registros sobre a localização dos mesmos. Seria coincidência que uma parte do território da Antártida ocupado pelos nazistas era considerado como de “fins científicos da Noruega” pela sociedade das Nações?

    Alguma coisa muito especial para os alemães estava acontecendo envolvendo diretamente as operações desta gigantesca frota marítima e que foi mantido no mais alto sigilo pelos nazistas. E essa desconfiança era totalmente compartilhada pelo comando dos aliados. Queres provas ou, pelo menos, um forte indício para tais afirmações? O presidente Roosevelt chega dar a conhecer numa missiva ao presidente do Brasil, enviada através de um embaixador, que o presidente do conselho português, Dr. Salazar, não dá a anuência para a instalação de uma base aérea norte-americana nos Açores, porque os alemães preparam-se para instalar no arquipélago uma base de submarinos, uma vez que, com freqüência ali faziam escala – que só poderia ser para a Antártida (documento abaixo).

    PARTE 2

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