Caso Varginha, o "Roswell" Brasileiro - Parte 2

    varginha5UMA ESTRANHA CAIXA NA UNICAMP Funcionários do Hospital das Clínicas da Unicamp, ligados com a equipe do Dr. Badan Palhares, informaram que chegou uma estranha caixa naquelas dependências. Provavelmente o ser vivo. Dois militares do Exército chegaram carregando uma caixa metálica com centenas de pequenos furos. Uma funcionária conduziu esses militares em uma das salas onde tem um corredor contendo várias portas. Chegando em uma das...

    portas, a funcionária e os dois militares foram barrados por outros militares que lá aguardavam essa chegada. Foi pedido para colocarem a caixa no chão e tiveram que retornar. A caixa foi levada para o subsolo, local onde se situa um dos laboratórios de acesso restrito.

    Esses funcionários estranharam o fato de que nos dias seguintes, o Dr. Badan começou a pedir os mais diversos tipos de alimentos. Frutas, verduras, leite, sopa, iogurte, etc... Todos diziam, desta vez o Dr. Badan não recebeu um cadáver. Não faz sentido o Dr. Badan fazer testes com o estômago de defuntos. Isso foi motivo de muitas piadas. Tais funcionários disseram ainda que o Dr. Badan andou comentando que a hora em que os militares "abrirem as portas", ...

     

    ele duvida que alguém consiga ficar um minuto frente a frente com a tal criatura. O Dr. Badan estava se referindo não só ao aspecto horroroso e repugnante da tal criatura bem como o terrível mau cheiro emitido por ela.

    23.01.96

    Um avião Buffalo sai da Base Aérea de Canoas no Rio Grande do Sul. Em seu interior havia três "containers", uma caixa e vários militares. No primeiro "container" haviam os geradores, no segundo o equipamento de recepção e computadores e no terceiro uma pequena oficina portátil. Na caixa havia a antena desmontada. Em outras palavras, um sofisticado radar portátil. O avião seguiu para o sul de Minas. Esse radar deve ter sido instalado em alguma região ou cidade próxima a Varginha. Nesse período haviam muitas naves alienígenas sobrevoando a região. Militares de dentro da ESA informaram que certa noite ficaram preocupados com a hipótese de uma retaliação por parte dos seres extraterrestres.

    25.01.96

    Vários militares da Força Aérea e do Exército dos Estados Unidos chegaram na ESA em helicópteros. Uma área da ESA foi interditada. Vários agentes do Serviço de Inteligência (S2) de vários pontos do país foram enviados para a ESA. Moradores do local, de muitos anos, nunca viram tanta movimentação na ESA. Foi algo de chamar a atenção até do mais "bobinho". Se estavam tentando esconder alguma coisa do público, falharam na metodologia. Os militares que participaram da operação, ainda hoje, estão sendo vigiados e seguidos pelos S2. Ainda hoje, a situação está "feia" na ESA. Recentemente, alguns militares da ESA disseram que "aqui dentro, o trem tá pegando fogo". Todos os soldados foram proibidos de falar sobre o assunto, sob pena de cadeia. Muitos militares foram condecorados e transferidos para outras cidades e outros estados.

    26.01.96

    Vários militares que atuam dentro da NASA chegam na UNICAMP. A desculpa oficial foi que iriam selecionar cientistas brasileiros para participarem de futuras missões espaciais com os norte-americanos. Provavelmente, são militares que conhecem profundamente todos os detalhes sobre os discos voadores e seres extraterrestres. Militares informaram que esses militares norte-americanos estão trabalhando em conjunto com os militares brasileiros dentro dos laboratórios de acesso restrito. A proporção é de 50 % de brasileiros e 50 % de norte-americanos. Certamente, se houver uma lista com nomes de cientistas brasileiros, tais cientistas só irão viajar no ônibus espacial em sonho. Irão passar o resto da vida pensando nessa possibilidade.

    07.02.96

    O soldado Marco Eli Chereze, 23 anos de idade, 4 anos como militar, um P2, do Serviço de Inteligência da Polícia Militar de Varginha, juntamente com um companheiro de trabalho, em 20.01.96, por volta das 20:00 horas, participou da captura de uma estranha criatura no bairro de Jardim Andere, em Varginha, conforme já mencionado. Apesar da PM dizer que Marco não estava trabalhando aquele dia, a família desmente dizendo que naquele dia ele trabalhou até às 02:00 horas da madrugada do dia seguinte. Logo depois do grande temporal que abateu a cidade, com chuva de granizo, Marco passou na casa da sua mãe para trocar de roupa, pois estava todo molhado. Marco também pediu para avisar sua esposa que estava em um trabalho de emergência e iria chegar tarde. Na captura que ocorreu pela manhã, na mesma região, os bombeiros estavam usando luvas. Nessa captura noturna, não sabemos se o Marco estava usando luvas ou se chegou a tocar na estranha criatura.

    Depois desse dia, Marco passou a ter um comportamento diferente. Quando as primeiras notícias foram para o ar, sobre as capturas das estranhas criaturas, em Varginha, seu pai chegou a dizer que achava isso tudo uma mentira, foi quando o Marco disse "não é mentira não pai, isso é muito sério e vai dar muito o que falar". No dia que a televisão passava um programa falando sobre essas capturas, Marco levantou e desligou a TV,
    dizendo que tal assunto confundia a cabeça das pessoas. No dia 06.02.96, ou seja, 17 dias depois que participou da captura, Marco percebeu que tinha uma pequena inflamação debaixo do braço esquerdo, na axila.

    Depois de passar pela enfermaria do quartel, no dia seguinte, o tenente médico Dr. Robson Ferreira Melo fez uma micro cirurgia em Marco, que nos dias seguintes passou a ter febre e fortes dores em todo o corpo.

    11.02.96


    Marco foi internado no hospital Bom Pastor, em Varginha, porque o seu quadro clínico estava piorando.

    15.02.96


    Logo pela manhã. o Marco foi transferido para a CTI (Centro de Terapia Intensiva) do hospital Regional, local onde veio a morrer no mesmo dia, por volta dos 12:00 horas. À pedido dos médicos, alegando que a doença dele era grave, queriam que ele fosse enterrado de imediato, mas a família não concordou. Muito estranho. Na certidão de óbito consta que Marco morreu por insuficiência respiratória aguda, septicemia e pneumonia bacteriana.

    A família, através da sua irmã Marta Antonia Tavares, pediu a abertura de inquérito policial, na 4ª Delegacia Seccional de Polícia de Varginha, alegando erro médico. O processo já foi encerrado. Nenhum médico foi condenado. Desde julho/96, à pedido do Delegado de Polícia Dr. João Pedro da Silva Filho, o IML (Instituto Médico Legal) vinha negando apresentar o laudo de necropsia. Em 20.01.97, data do primeiro aniversário do "Caso Varginha", os ufólogos denunciaram à Imprensa essa negligência, 2 dias depois apareceu tal laudo. Certamente, frente à situação dos fatos, tal laudo de necropsia deve ter sido "manipulado".

    A morte de Marco Eli Chereze é muito estranha. Ele era um verdadeiro atleta. Meses antes de participar da captura da estranha criatura, ele fez exames para cabo e em seguida para sargento. Foi aprovado em tudo, inclusive nos exames médicos. Ora, se estava com a saúde perfeita, como teve uma morte tão rápida? Teria sido um erro médico? Será que Marco foi contaminado por algum vírus ou bactérias provenientes da estranha criatura? Não sabemos. Certamente os militares sabem muito bem, mas os parentes do Marco e a humanidade não ficarão sabendo.

    Estariam os militares escondendo que as estranhas criaturas capturadas em Varginha são portadoras de vírus ou bactéria que matam mais rápido do que o Ébola? Isso poderia gerar algum pânico na população? A verdade pode ser mais triste e assustadora do que imaginamos.

    28.02.96

    A Dna. Thereza Christina Strarace Tavares de Magalhães Teixeira, esposa do falecido Prefeito de Campinas, o Sr. Adalbertto Magalhães Teixeira, foi proibida de entrar no (HC) Hospital das Clínicas da UNICAMP, local onde estava internado o seu marido quando doente. Ela ficou muito nervosa com a falta de organização do esquema de segurança do local. Com o auxílio de um telefone celular, após esclarecer que era esposa do Prefeito, com a chegada do Dr. Otávio Rizzi Coelho, o problema foi resolvido, a porta foi aberta e ela entrou.

    Algumas pessoas acreditam que nessa noite o corpo do extraterrestre foi enviado ao HC para algum tipo de exame, e todo o local foi "fechado" por medida de segurança, resultando nessa confusão. A Dna. Thereza entrou por ser a mulher do Prefeito. O mesmo não aconteceu com outras pessoas que foram impedidas de entrar no HC.

    01.03.96

    O Secretário de Estado americano, Warren Christopher, assina com o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Felipe Lampreia, o "Acordo de Cooperação para o Uso Pacífico do Espaço Exterior", em Brasília. Fica a pergunta no ar. Teria algo a ver com o Caso Varginha?

    02.03.96

    O administrador geral da Agência Espacial dos Estados Unidos, a NASA, Daniel Goldin, visitou as instalações do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais), em São José dos Campos, SP, e assinou acordos de cooperação espacial entre as duas entidades. Já houve acordos assim no passado, mas é a primeira vez que o principal dirigente da NASA vem ao país conhecer o aparato científico nacional. Pessoas que estão acompanhando o Caso Varginha, civis e militares, acreditam que a presença de Daniel Goldin e de Warren Christopher no Brasil envolve acordos em relação aos seres capturados em Varginha, e também uma forma de "justificar" a presença de militares que atuam dentro da NASA na UNICAMP.

    ESTRANHAS MORTES NO ZOOLÓGICO

    21.04.96 – 21:00 HS

    Dentro do Zoológico de Varginha tem um restaurante de nome Paiquerê, o qual é alugado para terceiros. Nessa noite estavam comemorando um aniversário. Dna. Terezinha Gallo Clepf, 67 anos, esposa do Sr. Marcos Clepf, ex-vereador da cidade, saiu na varanda para fumar um cigarro. O local estava totalmente escuro. Ao olhar para o lado esquerdo, a quatro metros de distância, ela viu um ser exatamente igual ao descrito pelas jovens e pelos militares, sendo que este tinha na cabeça uma espécie de capacete amarelo. Dna. Terezinha disse que tinha a impressão que os enormes olhos vermelhos do ser emitiam uma espécie de luminescência, o que permitiu ver muito bem a face dele. O ser estava de pé atrás da grade que circula a varanda. Por estar escuro, ela não viu maiores detalhes do corpo.

    Durante alguns minutos, Dna. Terezinha ficou estática olhando para a estranha criatura e vice-versa. Em nenhum instante a criatura se movimentou ou emitiu algum tipo de ruído. Assustada, a Dna. Terezinha entrou no restaurante e ficou calada, ainda sob o impacto emocional da visão. Logo depois ela retornou à varanda, e lá ainda estava a tal criatura.

    Desesperada, ela entrou, puxou o seu esposo pelo braço e tratou de sair do local rapidamente. O Sr. Marcos, vendo que a esposa não estava bem, que estava muito nervosa, levou-a para casa. Somente depois no carro é que ela contou ao esposo o que viu. Ainda hoje a Dna. Terezinha apresenta sinais de intranqüilidade quando pensa naquele estranho ser. Coincidência ou não, naquele período, em doze dias, morreram misteriosamente cinco animais. Dois veados, uma anta, uma arara azul e uma jaguatirica. A bióloga e diretora do Zoológico Dra. Leila Cabral nunca tinha visto nada igual. O veterinário Dr. Marcos enviou as vísceras à Belo Horizonte para exames. Somente em um dos veados foi constatado uma espécie de intoxicação cáustica. Nos demais animais não foi encontrado nada. Não se sabe do que morreram.

    Dr. Marcos acredita que foi apenas coincidência. Já a Dra. Leila acredita que tem alguma coisa a ver com a presença daquela estranha criatura no Zoológico.

    Naqueles dias no final de janeiro/96, quando todos comentavam sobre a captura de extraterrestres na cidade, a Dra. Leila encontrou com um bombeiro e brincou com ele. Você capturou o ET e eu vou cuidar dele. O bombeiro, assustado, mandou ela ficar quieta e pediu para não comentar isso com ninguém.

    A contaminação desses animais teria a mesma origem daquela contaminação que matou rapidamente o soldado P2 Marco Eli Chereze? Até quando os militares irão encobrir fatos desse tipo? A humanidade tem o direito de saber toda a verdade.

    29.04.96 – 22:00 HS

    A Dna. Luiza Helena da Silva, mãe da Liliane e da Valquíria recebe a visita de quatro elementos, que não se identificaram, praticamente quase que invadiram a sua casa, vestidos de terno preto e gravata. Dois jovens e dois mais velhos. Dois morenos e dois claros. Depois de ouvirem as meninas, eles disseram que eram a "mina de ouro" delas. Em uma grande tentativa de suborno, esses quatro elementos ofereceram a elas o dinheiro suficiente para realizarem os seus sonhos, em troca de uma gravação de um vídeo onde a Liliane e a Valquíria iriam dizer que não viram nenhuma criatura estranha, e que tudo aquilo foi apenas uma brincadeira. Não sabemos se esses quatro elementos eram militares, ou fanáticos religiosos ou ainda alguém "testando" as garotas.
    O DIA "D"

    04.05.96 – 17:00 HS

     

    varginha4

     

    Em uma reunião histórica na casa do Ubirajara, em Varginha, com 48 pessoas presentes, entre ufólogos e jornalistas, a Dna. Luiza, a Liliane e a Valquíria informaram à Imprensa a tentativa de suborno por parte de quatro desconhecidos. Os ufólogos revelaram à Imprensa presente as informações mais recentes, bem como também os nomes dos militares que comandaram as operações em Varginha. Era jornalista ligando em seus celulares para todos os cantos. Os responsáveis pela ESA não sabiam o que dizer. O clima esquentou. Muitos ficaram assustados. Nos dias seguintes, todos ficaram na expectativa do que iria acontecer.

    08.05.96 – 11:00 HS

    O Comandante da ESA, o general de brigada Sérgio Pedro Coelho Lima reuniu toda a Imprensa e leu uma nota de esclarecimento, informando que nenhum elemento ou material da Escola de Sargentos das Armas teve qualquer ligação com os fatos aludidos. Ao terminar, o repórter da EPTV perguntou onde estavam os outros militares que foram citados. Ele respondeu, trabalhando, em prol do Exército e em prol da nação. "O Sr. tem como provar?", questionou um dos reporteres presentes. "Provar para quem? Para a Imprensa? Não temos que provar nada e o que eu tinha a falar foi lido nesta nota". Assim, o general Lima virou as costas e saiu, deixando os repórteres totalmente convencidos de que realmente algo aconteceu em Varginha.

    11.05.96

    Outro fato histórico no Caso Varginha foi o estudo realizado pelo Dr. John Mack, um professor de psiquiatria da Havard Medical School nos Estados Unidos. O Dr. Mack, além de ser psiquiatra, tem pós-doutorado (PhD) na área. Ele é autor do livro "Abduction – Human Encounters With Aliens", e também foi protagonizado por um artista no papel principal do psiquiatra no filme "Intruders". Depois de muitas horas de perguntas com a Liliane, com a Valquíria, com Dna. Luiza e com a Dna. Terezinha, o Dr. Mack concluiu que elas realmente estão falando a verdade, e que realmente viram um ser muito estranho. Para a Ufologia, essa conclusão do Dr. Mack é muito importante.

    17.05.96 – 20:00 HS

    Hildo Lúcio Galdino, 20 anos, vinha de Três Corações para Varginha, com seu automóvel, quando fazia uma curva próximo à fazenda onde moram Eurico e Oralina, avistou uma estranha criatura na beira da estrada, idêntica àquela descrita por Kátia, Liliane e Valquíria. Ele reduziu a velocidade e acendeu os fachos altos dos faróis. A estranha criatura colocou uma das mãos no rosto cobrindo os olhos, deu meia volta e entrou na mata. Hildo teve a sensação que aquela estranha criatura ia atravessar a estrada.

    Essa estranha criatura pode ou não ser a mesma avistada pela Dna. Terezinha, no Zoológico. Nessa época, pelo menos uma dessas criaturas estava solta pela região.

    O ALTO COMANDO SE REÚNE EM CAMPINAS

    25.05.96

    Em quase que total sigilo, pela primeira vez na história do Brasil, um ministro de Estado se reúne com o Alto Comando fora de uma capital. Um fato histórico. O ministro do Exército Zenildo Zoroastro de Lucena, juntamente com 29 generais, incluindo o chefe do Estado Maior, general Délio de Assis Monteiro, o comandante militar do Sudoeste, general Paulo Neves de Aquino, os chefes de diretoria e departamentos e os oito comandantes militares de área se reuniram em Campinas, para cumprir uma pauta que poderia tranqüilamente ser cumprida por militares de menor escalão. Visitaram a Escola Preparatória de Cadetes do Exército para avaliar o projeto EsPCEx 2000, que visa a informatização da educação e a criação de um ambiente de ensino moderno para os cadetes, bem como a implantação do sistema de monitoramento por satélite. Depois visitaram o 28o BIB (Batalhão de Infantaria Blindado) para avaliarem os 16 computadores já adquiridos de um total de 26, que visam gerar procedimentos administrativos e preparo de soldados. Daí, foram para a Embrapa conhecer o sistema de informação geográfica. No dia seguinte, foram para a cidade de Pirassununga, próximo à Campinas, no 2º Regimento de Carros de Combate, uma unidade da 11a Brigada de Infantaria Blindada, para acompanharem as obras que estão sendo realizadas para o recebimento de 40 carros de combate Leopardo, de fabricação alemã, adquiridos recentemente. Não resta nenhuma dúvida de que todos esses militares estiveram em Campinas para conhecerem as estranhas criaturas. Devem ter feito isso de madrugada, longe da Imprensa.

    Militares de diversos lugares do Estado de São Paulo, inclusive do Litoral, nos informaram que nos dias que antecederam a visita do ministro em Campinas, foram realizadas diversas reuniões em Campinas, em Pirassununga, em Bragança Paulista, e provavelmente também em outros estados, envolvendo militares do alto escalão. Disseram que todo mundo queria ir a Campinas para olhar as estranhas criaturas. Chegou até a ocorrer divergências e desentendimentos entre alguns militares.

    23.06.96 – 11:00 HS

    Um amigo do Ubirajara, de Varginha, gentilmente cedeu seu avião Sêneca bimotor. Durante 40 minutos sobrevoamos toda a região, desde a fazenda do Eurico e Oralina, até no local onde os estranhos seres foram capturados. O objetivo principal era descobrir o local da queda do UFO. Procurávamos por uma depressão no solo, ou por uma clareira na mata ou ainda alguma área queimada. Infelizmente, não tivemos sucesso, mas ficaram os registros fotográfico e videográfico dessa parte da pesquisa, bem como o agradecimento ao dono do avião e seu piloto.

    03.07.96

    Em Brasília, a Câmara aprova um projeto que permite que a Aeronáutica Brasileira tenha poderes para derrubar aeronaves hostis. A medida visa dar mais poderes para a Aeronáutica, no combate ao narcotráfico e contrabando, podendo derrubar aeronaves em vôos clandestinos que não respondam às ordens de identificação. É claro que todo mundo agora está perguntando o que a Aeronáutica irá fazer se o alvo for um disco voador. Certamente, por fracassos anteriores, quando muito, a Aeronáutica irá acompanhar o alvo de longe, apenas registrando o fato em fotos e vídeos.

    ESTRANHAS CRIATURAS

    Até o presente momento, temos a certeza absoluta da captura de dois seres, confirmadas por militares que participaram dos fatos. O da manhã, vivo, capturado pelo Corpo de Bombeiros, e o da noite, capturado pela Polícia Militar, que morreu dentro do Hospital Humanitas e também foi enviado para a UNICAMP.

    Os outros dois, capturados à tarde, ainda estamos pesquisando, no sentido de encontrarmos militares que participaram dos fatos e resolvam colaborar com os ufólogos, relatando com detalhes a ocorrência, sendo que, provavelmente, um ser teria levado três tiros de FAL e foi enviado morto para a UNICAMP e o ser vivo foi enviado para os Estados Unidos ou também está sendo mantido em cativeiro na UNICAMP.

    Esses seres são classificados como do tipo Delta. São uma espécie de animais treinados e usados pelos seres Alfa e Beta em missões mais simples, como coleta de vegetais e minérios. Seria uma espécie de símios de origem extraterrestre, bem mais inteligentes que os nossos. Os ufólogos os classificam como EBEs – Entidades Biológicas Extraterrestres. Pelo que sabemos até a presente data, em Varginha foram capturados três seres com pele viscosa de cor marrom e um com todo o corpo coberto de pêlos pretos, inclusive na cabeça, sendo que os dois tipos têm os olhos avermelhados, enormes e saltados para fora.

    CONTRADIÇÕES DO CASO VARGINHA

    Para explicar a grande movimentação de militares na ESA, disseram que naquele dia tinha ocorrido a recepção de novos recrutas, sendo que isso ocorreu na semana seguinte.

    Para explicar a grande movimentação de caminhões do Exército em Varginha, disseram que os veículos foram enviados à empresa Automaco para balanceamento das rodas e alinhamento de direção, sendo que os veículos foram vistos no sábado, no domingo e na segunda-feira, sendo que no sábado e no domingo, a empresa Automaco não tem expediente.

    Para explicar a grande movimentação de militares no Hospital Regional, disseram que foi por causa da exumação do corpo de um jovem que se enforcou na cadeia. Conforme auto de exumação, isso ocorreu em 30.01.96, e a movimentação ocorreu nos dias 20, 21 e 22 de janeiro. Ninguém conseguiu explicar porque o Exército estava acompanhando essa "exumação".

    Para explicar a grande movimentação de militares no Hospital Humanitas, disseram que foi por causa da chegada de novos equipamentos a serem utilizados em transplantes de coração. Ora, parece gozação. O que têm a ver o Exército, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar com a chegada desses novos equipamentos? Transplante do coração de um ser extraterrestre? Só um idiota engole isso.

    As várias declarações do Dr. Adilson Usier Leite à Imprensa, diretor do Hospital Regional e um dos donos do Hospital Humanitas, também deixaram muito a desejar. Ele insiste em dizer que o corpo da tal pessoa que foi enviada ao Regional para exumação veio em um carro do Corpo de Bombeiros. Por outro lado, o capitão Pedro Alvarenga, comandante da 13ª Companhia do Corpo de Bombeiros insiste em dizer que não foram acionados para transportar nenhum corpo. É, está na hora do Dr. Adilson e o Sr. Alvarenga sentaram à mesma mesa e chegarem em algum acordo, senão, o povo varginense vai acabar desconfiando de que quem chegou no hospital Regional, no caixão que estava em cima do carro de bombeiros, era realmente de um ser extraterrestre, e não o corpo de um ser humano comum.

    Para explicar a grande movimentação de militares na UNICAMP, disseram que eles estavam acompanhando os estudos nas ossadas dos mortos no Araguaia, sendo que tais ossadas já estavam lá há quatro anos.

    ENCERRAMENTO

    Os ufólogos brasileiros não têm a menor dúvida do que aconteceu em Varginha. Tudo que aqui foi descrito é apenas uma parte da história. Muitos outros fatos novos irão ser descobertos. É apenas uma questão de tempo. E a pesquisa continua.

    Por Claudeir Covo(Ufólogo,  presidente da INFA e co diretor da Revista UFO) e Ubirajara Franco Rodrigues(co-diretor da Revista UFO)

    O “ROSWELL” BRASILEIRO

    varginha6O Caso Varginha, considerado o Caso Roswell brasileiro, é, sem dúvida, o principal caso ufológico ocorrido em nosso país. Descoberto e pesquisado por um de nossos principais ufólogos, o advogado Ubirajara Franco Rodrigues, aqui colocaremos os principais fatos dessa ocorrência que culmina numa inquietante teia de eventos assustadores e que envolvem, além dos UFOs, as nossas autoridades militares e governamentais. Nas primeiras horas do dia 20 de janeiro de 1996, ainda madrugada, os caseiros Eurico de Freitas e Oralina Augusta de Freitas, respectivamente de 37 e 40 anos, estavam no sítio à beira da estrada que liga Varginha à Rodovia Fernão Dias, a BR-381. Por volta da 01:30 horas, Oralina assistia TV e ouviu o gado, lá fora, correndo e bufando de maneira incomum. Imediatamente imaginou que algum animal predador ou cobra estaria envolvido nisso.

    O gado, que costumava aconchegar-se na estrada logo após a porteira de entrada, disparou em direção contrária, subindo pelo pasto, assustado. Oralina abriu a janela e não percebeu qualquer animal ou alguém que pudesse ter provocado o estouro. Porém, logo percebeu que algo se movia lentamente, na direção do alto do pasto, para onde o gado disparara. Esforçando a vista, logo notou que um objeto fosco, cinza, que parecia ter o formato de um submarino estava voando sobre a área. Imediatamente, Oralina correu e acordou seu marido, Eurico.

    Aquele “submarino voador”, com as dimensões aparentes de um micro-ônibus, que não emitia qualquer ruído e nem possuía luzes, se movia lentamente. Os caseiros, que não possuem um telefone para alarme do proprietário da fazenda, permaneceram observando a passagem na inusitada nave por cerca de 40 minutos, até que ela transpusesse o morro que barra o horizonte na direção da cidade. Vale ressaltar que o OVNI não estava a mais que cinco metros de altura em seu vôo.

    Mas havia um detalhe neste avistamento muito interessante: o objeto soltava alguma espécie de fumaça clara de sua parte frontal. E saía por um rombo aberto na estranha fuselagem desprovida de asas. Alguns pedaços do material, ainda presos ao bico, oscilavam como pano ao vento (tal qual Carlos de Souza no dia 13 de janeiro, o casal avistou um UFO com aparente avaria no dia 20 – uma semana depois). Permaneceram olhando até que aquilo transpusesse o morro e, possivelmente, tivesse continuado por mais alguns quilômetros em direção à cidade de Varginha.

    Dia 20 de janeiro de 1996, sábado, logo pela manhã, algumas crianças e adultos haviam encontrado algo incomum... uma criatura que parecia ser uma espécie de animal e gente ao mesmo tempo (?). O ser fora encurralado próximo a uma casa em construção no final do bairro Jardim Andere, em Varginha. Testemunhas disseram que a criatura “chorava alto e fino”. Pouco se mexia e parecia retrair-se quando as crianças da rua atiraram pedras. Seu abdômem era avantajado, intumescido e inchado. Um casal de noivos se aproximou e a moça desmaiou quando fitou a criatura a uma distância de no máximo cinco metros. Segundo os boatos que não foi possível confirmar, a moça foi levada para o hospital em estado de choque.

    Já por volta das 08:00 horas, os telefones do Corpo de Bombeiros não param de tocar. Inúmeros moradores do Jardim Andere avisam que um “bicho estranho” estava na área. O major Maciel (comandante da corporação na época) encaminhou quatro homens para verificar no local da suposta denúncia. Seja lá qual foi o quadro da situação que esses homens encontraram, eles entraram em contato com o Major Maciel e avisaram que até o exército estava presente. Isso acabou mobilizando o próprio major e vários homens da corporação numa operação de captura realizada por volta das 10:30 horas. ]

    A criatura apresentava uma pele viscosa (como se tivesse passado óleo por todo o corpo), olhos vermelhos enormes, uma cabeça muito grande em relação ao corpo, a cabeça apresentava protuberâncias, braços finos e longos, pernas finas e curtas, pés grandes e uma enorme saliência no abdômen. Os oficiais do corpo de bombeiros sargento Palhares, cabo Rubens, soldado Santos e soldado Nivaldo, usando luvas comuns, se aproximaram do ser, que tinha se deslocado até uma mata perto do terreno da rua Suécia, e jogaram sobre o mesmo uma rede de couro. Não houve qualquer reação de fuga e o ser ficou completamente apático – ele se deixou capturar. A única “reação” da criatura foi emitir um zumbido que parecia ser de “abelhas”. Toda a operação era observada pelos oficiais do exército:

    Segundo o pedreiro Henrique José de Souza, que naquela manhã se encontrava trabalhando a cerca de 150 metros do local da captura, a criatura foi capturada e removida pelo Corpo de Bombeiros, juntamente com a Polícia Militar e o Exército. O ser foi posto dentro de um caixote de madeira, envolto por uma lona e colocado num caminhão da Escola de Sargentos das Armas (ESA). Ao que tudo indica, a viatura do Corpo de Bombeiros retorna ao quartel de Varginha e o comboio da ESA, por sua vez, com a caixa contendo o ser, segue viagem até a cidade de Três Corações.

    O destino dessa criatura é, na verdade, incerto. Alguns dizem que ela foi levada para a ESA e mantida em cativeiro. Posteriormente, ela teria sido levada para UNICAMP num comboio que logo mais abordaremos com detalhes. Outros acreditam que ela foi encaminhada para o Hospital Humanitas e somente no dia 22 de janeiro é que ela teria sido levada até a ESA.

    Por volta das 14:00 horas, uma testemunha civil, que já foi militar, a qual pediu para não ser identificada publicamente, observou pelo menos sete militares do Exército, com uniformes típicos do tipo camuflado, armados com fuzil FAL, os quais vinham a pé pela área onde foi feita a captura do ser pelos bombeiros, às 10:30 horas, e proximidades fazendo uma espécie de “varredura” na região. Pouco depois de terem entrado numa pequena floresta de eucalipto que existe ao lado, essa testemunha ouviu três disparos de fuzil FAL, o qual tem um som metálico e bem conhecido. Um militar de Campinas assegura que um dos soldados que fazia a “varredura” na área se deparou com outro ser e, excitado pelo susto que tomou, acabou disparando sua arma e ferindo mortalmente o ser – foram dois tiros na barriga e um no peito. Naquele instante, uma outra criatura apareceu para, aparentemente, socorrer a que foi ferida. Em nenhum momento as criaturas demonstraram quaisquer sinais de hostilidade. A testemunha civil disse, ainda, que alguns minutos se passaram depois dos sons dos disparos e, logo em seguida, os militares saíram da mata com dois sacos típicos utilizados pelo exército. Um dos sacos tinha algo dentro que se mexia bastante, enquanto outro também tinha algo dentro, só que imóvel. O volume de ambos os sacos eram equivalentes ao ser que fora capturado pelos bombeiros, às 10:30 horas.

    De qualquer forma, além da criatura capturada de manhã, esses fatos apurados apontam que mais duas criaturas foram capturadas, sendo que uma estava viva e a outra baleada e morta. Obviamente, esses eventos podem ou não estar corretos.

    Por volta das 15:30 horas, Kátia Xavier costumava fazer algumas faxinas e tomar conta de crianças nos finais de semana, quando já havia encerrado seus compromissos de doméstica em uma residência da Rua Juiz de Fora, no bairro Jardim Andere. E se encontrava com duas filhas de uma amiga. Uma, de 14 anos, Valquíria Aparecida Silva, alegre mas um tanto introvertida, e outra, Liliane de Fátima Silva, com 16 anos, em mais evidente fase do agradável desabrochar para a vida, caminhavam com Kátia e carregavam alguns pacotes com pertences pessoais. Desciam pela Rua Belo Horizonte e, ao final dela, pensaram em ultrapassar uma cerca de arame que delimita um enorme pasto não loteado, com a finalidade de cursarem um caminho menos longo até seu bairro, Jardim Santana. Um homem, ao perceber sua intenção, apresentou-se e interveio, sugerindo que não passassem por ali. Alertou o anônimo cidadão que, por ser sábado de tarde, dia sem movimento, alguns marginais costumavam sair à cata de esconderijos de drogas e, pior, poderiam esboçar atitudes não convenientes para três moças desprotegidas.


    Kátia, Valquíria e Liliane acataram o alerta e continuaram seu caminhar pelo próprio bairro até que pudessem se achar mais perto da divisa com Santana, quando poderiam ultrapassar outro terreno desabitado, porém de melhor visibilidade e proximidade, com menores riscos. Os fundos do Jardim Andere ainda se encontrava com escassas e raras construções, em fase inicial. As garotas resolveram cortar caminho por uma trilha aberta em meio a duas construções e foram sair no último lote de casas já ocupadas, para posteriormente descerem um barranco logo abaixo e, ultrapassando a linha férrea, poderem chegar ao início do Santana, subindo até a residência de Braz Vieira, ao lado de uma oficina mecânica, que tem o número 36. Em janeiro de 1996, o lote encontrava-se aberto, bem como todos os demais, laterais e de fundos, e isto permitia continuarem pelas trilhas batidas por aqueles que costumavam fazer o mesmo trajeto mais curto. E passaram. Ou melhor, pretendiam passar. Ao adentrarem o lote, Kátia ia mais à frente, Liliane logo atrás e Valquíria um pouco antes.

    Kátia estacou a cerca de sete metros do muro que divide a oficina mecânica com o lote vago que tentava transpor. Olhou, cerrou os olhos e, assustada, gritou às amigas: “Gente... o que é aquilo?”. Liliane parou logo atrás e se limitou a colocar a mão na boca, no típico gesto de quem se ache subitamente diante de algo notável. E Valquíria suplicou para que saíssem imediatamente dali. Não foram mais do que 10 segundos. Correram,


    desistindo do atalho e se dirigiram até seu bairro descendo a rua asfaltada logo ao lado. A subida por uma outra via asfaltada, até o Jardim Santana, e ainda mais até a casa, foi fatigante, pois é íngreme e longa. Com certeza a excitação do encontro deu-lhes força para chegarem sem nenhuma parada. Já na sua própria rua, passaram rapidamente pela butique de uma conhecida, sem dar sinal, e chegaram em casa, a poucas dezenas de metros à frente. Porém gritavam e estavam abaladas, chorando, o que fez vizinhos e transeuntes correrem até o portão de ferro que dá acesso à modesta residência nos fundos. Luiza, a mãe de Valquíria e Liliane, achou que as filhas e a amiga acabavam de ter sido vítimas de algum tipo de assédio ou assalto. Apavorada, a mãe correu ao encontro das garotas e apenas conseguiu delas, que gritavam traumatizadas, que “... acabaram de ver o diabo”.

    Luiza pediu à proprietária da butique da esquina, Wilma Abreu Cardoso, que solicitasse a algum conhecido, que fosse proprietário de um automóvel, que a levasse urgentemente até o lote vago mencionado pelas garotas. “Queria saber o que o diabo queria com minhas filhas”, disse. E foi até lá com uma irmã de Wilma, que possuía uma caminhonete. Nada havia no local. Luíza jura que vislumbrou no chão batido, logo perto do muro, uma marca arredondada com três sulcos ligados, com se deixada por uma pegada grande. E teria sentido um forte cheiro de amoníaco.

    Mas o que as meninas tinham visto? Segundo contaram, era uma criatura com cabeça, tronco e membros. Agachada a um canto como se, de sua feita, estivesse mais apavorada e perdida do que suas surpresas observadoras. Sofria a olhos vistos, como sempre afirma Liliane. Os braços por entre os joelhos, por um breve instante o ser dirigiu seus grandes olhos vermelhos e saltados, dispostos verticalmente fora da cavidade ocular, sem pálpebras, córnea e íris, para as garotas. Ergueu levemente a cabeça e voltou a abaixá-la, fitando novamente o chão. Sem cheiro. Sem som ou ruído. A pele era como se coberta por uma camada oleosa, brilhante e úmida. De cor marrom escuro. Nenhum traje – completamente nu.

    PARTE 3

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