O fim do mito: faculdade não é mais o único caminho

O fim do mito: faculdade não é mais o único caminho

Imagina a cena: você está ali, todo engravatado, segurando com orgulho o tão sonhado diploma. Os flashes das câmeras pipocam como fogos de artifício. Os olhos dos seus pais brilham de emoção. E você pensa: “Pronto, agora tudo vai mudar.” Pois é... essa foto parece saída de um conto de fadas. Mas a realidade que vem depois? Bem, ela tem cara de novela mexicana. Porque, cá entre nós, será que aquela formatura ainda significa tanto assim? Será que o diploma universitário ainda é o bilhete dourado de Willy Wonka para o mundo do sucesso?

Richard Wolff: a verdade incômoda sobre o futuro da economia global

Richard Wolff: a verdade incômoda sobre o futuro da economia global

O Alerta de Richard Wolff: O Que Você Precisa Saber Sobre o Colapso Imobiliado dos EUA e o Novo Ordem Mundial. Você já sentiu aquele frio na espinha, como se algo grande estivesse vindo, mas ninguém ao seu redor parece perceber? É como estar num trem em alta velocidade rumo a um desfiladeiro, enquanto todos continuam rindo, mexendo no celular, sem sequer olhar pela janela. Pois é, o renomado economista Richard Wolff resolveu parar tudo e lançar um alerta urgente — e acredite, ignorar isso pode custar caro.

França vs África: a batalha pelo urânio e pela liberdade
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França vs África: a batalha pelo urânio e pela liberdade

Quando o urânio é mais valioso que a luz: como a França se alimenta do Níger enquanto milhões vivem às escuras. Você já imaginou ter nas mãos um recurso que abastece a energia de uma potência nuclear — e sequer conseguir acender a lâmpada do teto da sua casa? É exatamente isso que acontece no Níger. Enquanto 68% da energia elétrica francesa vem de usinas nucleares, e 19% desse urânio é extraído das terras nigerinas, apenas 14,3% da população local tem acesso à rede elétrica , e mesmo assim de forma precária.

Por que os alemães espalharam que brasileiros comiam gente?

Por que os alemães espalharam que brasileiros comiam gente?

Canibais da Amazônia”? O Estranho Apelido que os Soldados Alemães Deram aos Brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Imagina você, soldado brasileiro, desembarcando em uma terra distante, quase inóspita, para lutar por um país que nem sequer está sendo invadido diretamente. Seu uniforme é simples, seu equipamento nem sempre o mais moderno, mas sua determinação? Inabalável. Você está ali, na Itália, em plena Segunda Guerra Mundial, representando o Brasil com orgulho — e de repente ouve boatos circulando entre a população local: “Cuidado! Os brasileiros são selvagens... canibais... eles comem gente!” Parece história de terror, ou até piada sem graça, mas essa foi uma realidade enfrentada pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) nos anos 1944 e 1945. E não foi obra do acaso.