Por Luiz Carlos Felix, especial para a Gazeta do Alegrete - Há dois anos a pandemia atingiu a humanidade e contabilizou muitas perdas de vidas, deixando profundas cicatrizes no seio das famílias. O mal passou. Prosperaram as guerras, transformando humanos em verdadeiros desumanos. A força da natureza também grita em alguma parte do universo na forma de lavas vulcânicas, tsunamis, terremotos, secas e enchetes. Aqui as chuvas chegaram devastando bairros e cidades.
Imagine um mundo onde os robôs não apenas dirigem nossos carros, mas também criam arte, cuidam dos doentes e até decidem quem deve ser promovido no trabalho. Parece ficção científica, certo? Mas, na verdade, estamos mais perto disso do que imaginamos. Em 2017, o historiador Yuval Noah Harari nos convidou a refletir sobre uma questão que pode definir o século XXI: o que faremos com todas as pessoas “supérfluas” quando algoritmos inconscientes forem capazes de fazer quase tudo melhor do que nós?
Por Luiz Carlos Félix, especial para a Gazeta do Alegrete - Localizado ao lado da que foi no passado a imponente Usina Termoelétrica da Eletrosul do Alegrete, o restaurante Internacional de Dom Francesco Arcangelo foi um marco de uma excelente gastronomia introduzida na cidade. Dom Francesco veio para Alegrete junto com parte da equipe da empresa italiana que montou a usina. Ele tinha uma larga experiencia culinária, ja tendo inclusive trabalhado embarcado em navios.
Espere um pouco, porque isso aqui não é só mais uma discussão política. É algo que pode mudar completamente o jeito como você vê a segurança do país mais poderoso do mundo. Imagine: os Estados Unidos, uma nação que nunca foi invadida em sua história moderna, agora enfrenta o que especialistas estão chamando de “invasão suave”. Não são tanques nem aviões, mas homens em idade militar atravessando fronteiras abertas.