29/01/2019 - Na matéria de hoje falaremos do assassinato de meio milhão de sérvios, judeus e ciganos na Croácia. Esse evento é um dos mais infames crimes contra a humanidade, e o mais perturbador foi o papel da Igreja Católica croata nesta tragédia. O texto é um tanto extenso, mas intercalado de muitas imagens históricas, algumas não deixam a desejar em nada às imagens sobre os campos de concentração germânicos, no que se diz a respeito do fator de impacto causado.
Prepare-se para mergulhar em um mundo de segredos desclassificados que parecem tirados diretamente de roteiros de filmes de espionagem e ficção científica. De discos voadores supersônicos a projetos inusitados envolvendo gatos espiões, esses relatos vão de intrigantes a inacreditáveis. Afinal, quando o assunto é espionagem, tecnologia militar e estratégias governamentais, a realidade pode ser mais estranha do que a ficção. 1. Projeto 1794: A Era dos Discos Voadores Supersônicos - Nos anos 1950, a Força Aérea dos EUA sonhava alto – literalmente. O Projeto 1794 prometia um disco voador capaz de atingir Mach 4 (quatro vezes a velocidade do som) e altitudes de até 30.000 metros. Porém, o sonho foi esmagado em 1961, quando os testes revelaram que a nave seria instável em alta velocidade. Um projeto visionário? Com certeza. Realizável? Não naquela época.
Já imaginou trocar aquele churrasco de domingo por um muffin de mosca? Essa ideia, que parece saída de uma distopia, é justamente o que alguns cientistas e ambientalistas estão promovendo como solução para os problemas do planeta. Um relatório de 2022 do Malabo Montpellier Panel sugeriu que a África poderia liderar uma “bioeconomia sustentável” usando, entre outras coisas, insetos como fonte de proteína. Mas será que isso é realmente viável – ou apenas mais uma ideia absurda mascarada de inovação? A proposta de transformar moscas em alimentos como bolachas, pães de carne e salsichas já gerou bastante polêmica. Para começar, há um abismo cultural a ser atravessado. Em muitas regiões, a ideia de comer insetos ainda causa repulsa – e não é para menos.
Série Mala de Garupa, por Luiz Carlos Félix de Oliveira, especial para a Gazeta do Alegrete - No recôndito do Rio Grande do Sul, situava-se Timbaúva pequena localidade, onde as novidades afloravam, principalmente “a vida alheia”. A barbearia do Eufrásio era o ponto de encontro, sempre com aqueles papos de campanha, do tempo (chove, não chove). Assim os amigos passavam diariamente, para saber as novas. O velho Mendonça, numa terça-feira chuvosa, com uma capa Renner, modelo baeta e chapéu de feltro, chega contanto que na Pensão do Venâncio, estava hospedado um vendedor de carneiros e touros. Pelo tempo chuvoso, a barbearia estava com muitos fregueses, que cortavam o cabelo e se afeitavam.