Imagine um mundo onde os robôs não apenas dirigem nossos carros, mas também criam arte, cuidam dos doentes e até decidem quem deve ser promovido no trabalho. Parece ficção científica, certo? Mas, na verdade, estamos mais perto disso do que imaginamos. Em 2017, o historiador Yuval Noah Harari nos convidou a refletir sobre uma questão que pode definir o século XXI: o que faremos com todas as pessoas “supérfluas” quando algoritmos inconscientes forem capazes de fazer quase tudo melhor do que nós?