Uma sociedade onde a linha entre o divino e o humano é tênue, onde cada passo dado é guiado por rituais sagrados e cada decisão está sob a influência de forças invisíveis. Assim era o Egito antigo, um lugar onde a magia – ou heka , como os egípcios chamavam – não era apenas um adorno espiritual, mas sim uma força vital que permeava todos os aspectos da existência. Afinal, para os habitantes das margens do Nilo, a criação do mundo em si fora obra de magia. E se até os deuses usavam esse poder, quem seriam os mortais para ignorá-lo?