VERDADES INCONVENIENTES

Máfia da Doença: a quimioterapia mata mais do que o câncer, denuncia médico

A quimioterapia mata mais do que o câncer2014 - Por Dr. Victor Sorrentino - e você se assustou com o título deste artigo certamente vai se impressionar ainda mais com o relato que vou fazer. O momento é propício para a reflexão, sem generalizar ou tentar buscar respostas fáceis, sobre uma verdadeira máfia da doença. Hoje minha intenção é fazer você refletir. Vou falar sobre a verdade do sistema farmacêutico no Brasil, onde profissionais ganham comissões, viagens, jantares e congressos, tudo para que simplesmente prescrevam medicamentos à população. Sem dúvida alguma esta é uma das reportagens mais assustadoras que você verá em termos de saúde, sobre uma verdadeira máfia da doença.

Esta é uma história verídica que presenciei e vou, com toda certeza, fazê-los pensar muito. Vou resumi-la para que vocês entendam o recado diretamente: Gustavo (nome fictício) descobriu que era portador de um tumor de reto (câncer de intestino) há alguns meses. Estava bem, mas com única queixa de sangramento ao evacuar. Desespero familiar e pessoal, primeiro caso na família, homem jovem (50 anos), de hábitos de vida e alimentação saudáveis. Foi levado aos especialistas conhecidos como “professores”, “PhDs” na cidade do Rio de Janeiro e a decisão foi tomada: apesar de não haverem evidências de metástase, ele entraria no protocolo da Quimioterapia seguida de Radioterapia e depois seria submetido a cirurgia curativa.

Como ele tem médicos na família, a decisão teve forte apoio familiar e confiança total no protocolo indicado. Em seu caso, indicaram uma Quimioterapia nova, com doses orais e um tratamento particular. Naquele “jogo” habitual de um médico mandando pro outro para estabelecerem um tratamento “ideal”, o tratamento foi iniciado. Lembro como se fosse hoje, de ter passado algumas noites pensando sobre o que eu poderia fazer para ajudá-lo, já que toda estrutura da minha Clínica fica em Porto Alegre e que, mesmo assim, muito do que eu aconselharia, poderia trazer sérios problemas sociais de minha opinião, com a opinião mais ortodoxa dos familiares médicos. Passei dias pensando na frase que ouvira não só de um de meus maiores mestres, Dr. Lair Ribeiro, bem como da boca de outros muitos cientistas desvinculados às indústrias farmacêuticas: “Grande parte dos pacientes com Câncer não morrem do câncer, mas sim das Quimioterapias”.

 

 

Decidi ir até ele, e ainda no primeiro dia de seu tratamento fui claro e objetivo. Disse-lhe que se fosse Eu, em seu caso, sem metástases, não faria Quimioterapia. O motivo é longo, mas fundamentalmente baseado no fato de que ninguém sabe o que pode acontecer de efeitos colaterais com estes venenos. Se fosse realizado somente a Radioterapia na busca de diminuir o Tumor e, posteriormente uma Cirurgia para removê-lo, com toda certeza a segurança era muito alta de resolução do problema.

Portanto, Quimioterapia para que? Para talvez uma possibilidade de, no futuro, não ter recidiva? E como acreditar nisso, se nunca comparamos os indivíduos com eles mesmos para saber se realmente vale a pena ou não nestes casos? Vejam bem, estou falando sobre um caso isolado, pois em outros tipos de tumores, as abordagens podem ser diferentes e mesmo minha opinião sobre Quimioterapia pode ser positiva.

Mas isso me motivou a pesquisar, pesquisar e ver que por coincidência, a única classe de medicamentos NO MUNDO que até hoje nunca precisou ser comparada a placebo (pílula de farinha ou açúcar), foram os Quimioterápicos. Muito estranho, pois a resposta da indústria farmacêutica é que esta doença é muito importante, que não há espaço para se comparar com placebo.

Então, resumindo:

Nunca testamos a diferença das quimioterapias em termos de recidiva, com tratamento placebo!

Milhares de pessoas morrem por efeitos adversos destes venenos!

Se realizar a cirurgia estaremos “nos livrando” do problema!

Só Deus sabe se no futuro haverá recidiva (existem muitos detalhes aqui a serem ditos)!

Bom, não tinha como eu não ir lá e falar com aquele homem, colocar pra fora a angústia que me prendia ao conhecimento que tinha comigo. Ao mesmo tempo sabia que seria somente uma voz, que apesar de ter muita confiança por parte dele, não transcenderia a opinião daqueles super especialistas. E na verdade, inclusive quando fui até o Dr. Lair Ribeiro para pedir-lhe opinião, fui aconselhado a não interferir, por diversos motivos.

A evolução do tratamento passou a ser drástica e triste, pois já no quarto dia da quimioterapia o homem estava em uma situação absolutamente debilitada, nem parecia mais aquele homem enérgico e com toda vida que conhecera, e já aproximadamente no sétimo dia ele teve que ser internado em um hospital de médio porte. A situação se agravou, a CTI daquele hospital não tinha condições para atendê-lo quando o quadro evoluiu para insuficiência respiratória, e graças então ao familiar, depois de muita luta para tentar conseguir uma vaga em um hospital que pudesse mantê-lo vivo, a transferência foi feita.

Situação de tristeza familiar, transtorno para toda aquela família que teve que se deslocar ao Rio de Janeiro para lutar junto daquele homem diariamente, desestabilização financeira, psicológica, enfim aquela história que não desejamos nem aos nossos piores inimigos (para quem os tem).

Os efeitos da Quimioterapia mantiveram-no em coma por quase 3 meses e, coincidentemente, no leito ao lado (em um dos melhores e mais bem equipados hospitais do Rio de Janeiro), também estava uma pessoa em coma devido a efeitos colaterais de quimioterápicos. Luta, comoção. Eu mesmo visitei-o frequentemente e fiz questão de encostar nele e incentivar todo familiar que fizesse a higiene adequada e também o fizesse, ao contrário de todos os “avisos” dizendo para encostar o mínimo possível no paciente pelo risco de infecção. Mas pedi que todos tivessem somente pensamentos positivos, concentrassem suas energias em coisas boas e nunca em tristeza e piedade por aquela situação.

Quem chegasse ao lado dele, apesar da cena assustadora inclusive para médicos, com a pele completamente alterada e parecendo queimada, sem cabelos, emagrecimento com edema generalizado e todos os aparelhos possíveis, tinha que sorrir, conversar com ele em tom firme, ter certeza de que melhoraria e passando através das mãos sobre qualquer parte de seu corpo, um feixe de energia potente, de luz amarelo ou dourado brilhante (baseado em conceitos cromoterápicos milenares).

Bem, mas passados 3 meses ele saiu do coma, indo contra qualquer opinião médica possível, pois todos eram enfáticos em dizer que as chances eram mínimas (e eu como médico sei que estavam ali falando exatamente a verdade dos fatos). Saído do coma foi para o leito e, após mais 1 mês recuperando-se, conseguiu sair do Hospital, porém com o seu foco do problema (o Câncer), absolutamente em segundo ou último plano. O objetivo durante toda internação, foi salvar a sua vida dos efeitos da Quimioterapia e só. E a partir do momento em que se iniciou o quadro dos efeitos maléficos, vocês sabem quantas vezes aquele médico professor PhD e super especialista que indicou o tratamento, se pronunciou ou ao menos foi até o hospital ver o que havia acontecido e explicar o porque? NENHUMA!

Parece brincadeira, mas não é! O trabalho daquele profissional foi simplesmente indicar uma droga (sabe-se lá com quais reais motivos) e lavar as mãos para o que poderia ou não acontecer, afinal de contas, ele estaria protegido pelo Protocolo. Todos prescreveriam algum quimioterápico, pois faz parte do protocolo de tratamento. Mas vocês querem saber o que eu peso? Me desculpem a expressão, mas “que se dane o protocolo”, não estamos tratando robôs nem animais irracionais! Lidar com pessoas, necessita individualização de condutas, personalização de opções terapêuticas e análise criteriosa de riscos X benefícios.


Máfia da Doença: médicos que podem matar pacientes

A quimioterapia mata mais do que o câncer


Se este tipo de conduta pode levar o paciente à morte sem nenhuma garantia de que no futuro irá de fato evitar uma recidiva, ao passo que o outro tratará diretamente o problema, o mínimo desejável e esperado é que as coisas sejam esclarecidas com paciente e família. O mínimo é honestidade, ponderação, humanização. E depois do problema, simplesmente dizer que ele caiu na estatística e que poderia acontecer, e que a culpa é do câncer? Nem se quer ir até o Hospital e a família ser obrigada a contratar, em caráter obrigatório e particular, um médico que possa acompanhar e tentar resolver a situação dentro do CTI, se tornando o médico responsável? Parece piada, sinceramente!

Sim, revolta, mesmo eu sendo médico, sabendo que a maioria dos médicos não compactuam com estas atitudes, mas também sabendo que, como os próprios familiares médicos fizeram, acabamos acreditando que era realmente a única e correta opção, pois aprendemos nas universidades que os protocolos devem ser seguidos independente do caso e atrás disto, nos escondemos e eximimos da responsabilidade da consciência pessoal literalmente.

E esperem aí, porque a história ainda não terminou! Um dos efeitos colaterais dos quimioterápicos foi uma queimadura extensa também a nível interno das mucosas e o esôfago estenosou (fechou, colou). Resultado disto: alimentos não passam mais pelo trato digestório e ele está sendo obrigado a se alimentar por uma sonda colocada através da pele diretamente no estômago todos os dias, mesmo após 3 meses fora do Hospital.

Neste período ele está se recuperando, que fique claro, não do câncer, mas da quimioterapia), se alimentando por sonda, ou seja, necessita sempre de ajuda para o preparo, caminhando agora com muletas, pois passou boa parte do tempo sem conseguir firmar as pernas devido a uma grande perda de massa muscular e, enfim, buscando estar recuperado para a próxima etapa.

A situação atual é que ele retomou somente a radioterapia para tentar desta vez diminuir o Tumor, depois será submetido a uma cirurgia para removê-lo, depois recuperação e, por último, a parte mais delicada e perigosa: tentativa de reconstrução do trânsito digestivo através de uma complicada cirurgia. Mas vamos aos fatos e deixem-me tentar respirar profundamente, secar meus olhos cheios de lágrimas, e pontuar o objetivo deste meu post: será realmente que estamos no caminho correto? É esta medicina avançada que temos em pleno 2014? Como confiar neste tipo de abordagem? Quais são os interesses que estão movendo parte de nossa ciência?

As questões são inúmeras, eu tenho boa parte das respostas e você deve tentar construir as suas, pois já lhes dei aqui muita informação para fazê-lo. Gostaria de lembrar que NUNCA tenho objetivo de generalizar uma comunidade inteira de médicos, nem mesmo das especialidades. A você, que está lendo este post, agradeço por fazer parte de uma corrente em busca de mudanças. Agradeço o interesse pela saúde e peço que compartilhe, principalmente as reportagens, pois precisamos acordar para uma realidade diferente. É injusto generalizarmos classes, porém se quisermos justiça devemos fazer a nossa parte para atingi-la.

Esta ligação tão próxima de indústrias farmacêuticas com médicos, os pagamentos de comissões, aquele programa “ROPP” que contabiliza, identifica e recompensa os profissionais que mais receitam um ou outro fármaco, que paga congressos, jantares, reformas e enchem os consultórios médicos de representantes com suas amostras “grátis” não são o caminho correto e todos nós sabemos disto.


Quais são os efeitos colaterais da quimioterapia?


2013 - Dr. Bruno Pozzi - Os efeitos colaterais dos tratamentos quimioterápicos são famosos por sua intensidade e gravidade, mas como sempre, muito do que se tem como “consenso geral” é falho. O primeiro erro está em considerar quimioterapia como um tratamento único. Vou dar um exemplo: um conhecido seu comenta que vai fazer uma cirurgia. Essa afirmação já esta te dando todas as informações necessárias para entender o que se passa? Obviamente não, afinal o conhecido não disse onde seria a cirurgia, que tipo, por que seria feita, entre outros dados.

Uma cirurgia para unha encravada é bem diferente de uma neurocirurgia, isso é bem claro para todos. Ambas são a mesma modalidade de tratamento, ainda que bastantes diferentes uma da outra. O que não está claro é que, quando se diz “quimioterapia” o princípio é o mesmo. Estou falando de dezenas, centenas de tratamentos diferentes que são englobados na mesma modalidade, que conhecemos como quimioterapia. Muitas pessoas acreditam que existam três remédios – o vermelho, o branco, e o amarelo. Garanto que se fosse só isto os muitos anos que fazemos de especialização iam ser melhores gastos com outra ocupação!

Preferi colocar essa introdução para que todos entendam que cada doença tem um tratamento específico, com suas particularidades. Os efeitos colaterais dependem de cada remédio utilizado, e na maioria das vezes estaremos falando em POSSIBILIDADES de efeitos colaterais. São vários os pacientes que toleram tranquilamente os efeitos (se é que os sentem), mas não posso mentir, existe também a parcela sente a toxicidade de maneira mais intensa, e são esses os pacientes que prestamos mais atenção.

Quais são os efeitos mais importantes?

Queda de cabelo é muito comum. Ocorre geralmente logo nos primeiros ciclos, e dificilmente o cabelo cresce de novo até o final do tratamento. Após o término, as raízes voltam a produzir fios normalmente. Não são todas as drogas que causam a queda de cabelos, mas uma parcela significativa causa esse problema. As maneira mais fácil de contorná-lo (especialmente para mulheres) são as perucas, algumas beirando a perfeição estética. Muitas pacientes, no entanto, não ligam para a sua calvície temporária, algumas mostrando orgulhosamente o sinal que estão enfrentando bravamente sua doença.

Náuseas/vômitos são também bastante comuns, o enjôo, o vômito e a indisposição podem ocorrer com freqüência. A boa notícia é que a tecnologia de medicações para esse tipo de sintoma evoluiu muito, e por isso o paciente recebe tais remédios logo antes de receber a quimioterapia e posteriormente continua tomando a medicação em casa, via oral.

- Inapetência costuma vir junto com as náuseas (afinal, não há como sentir fome ao mesmo tempo em que sente náusea). Parte do tratamento é controlar os sintomas descritos no tópico anterior. Outra parte é ter um acompanhamento de nutricionista, capaz de selecionar alimentos mais palatáveis para essa fase do tratamento, e se necessário indicar uma suplementação, para evitar a perda de peso.

Queda de imunidade. A redução de contagens de glóbulos brancos é quase universal nos pacientes em quimioterapia, mas essa queda por si só tem pouco impacto prático. O problema sério ocorre quando a pessoa com baixa imunidade desenvolve algum tipo de infecção. Nestes casos, orientamos o paciente a comunicar seu médico o mais rápido possível para que ele possa avaliar a situação. O tratamento é com antibiótico, a ser administrado o quanto antes. Vale lembrar que a imunidade varia muito de acordo com a época do tratamento. Alguns momentos são de menor risco, outros de maior. Importante frisar também que tais complicações ocorrem em uma minoria das pessoas, mas eu sempre prefiro avisar a TODOS os pacientes, para que saibam como se portar em momentos como esses.

Mucosite. São lesões nas mucosas, geralmente na boca. Lembram feridas, tipo aftas, que podem ser bastante dolorosas. Também podem ocorrer em outras mucosas, como a nasal e a vaginal, ainda que menos frequentemente. Nas lesões orais, tratamentos odontológicos especializados podem auxiliar no controle da dor. Analgésicos e antissépticos também ajudam.

Alteração na fertilidade. No homem, uma redução nos espermatozóides (ou piora de função), na mulher, a indução de uma “menopausa”. Isso ocorre com alguns tipos de remédios, podendo ser reversível em alguns casos e permanente em outros.

Para não me alongar um assunto que por si só é extenso, encerro aqui, abrangendo alguns dos tópicos mais comuns. Existem muitos outros, cada um com um manejo específico. Estou à disposição caso apareça alguma duvida!


O que é e como funciona a quimioterapia


2013, Por Liliane Rose Christ - A cirurgia e a radioterapia são particularmente eficazes quando o tratamento do câncer é limitada à uma única região do corpo. Mas quando as células cancerosas se espalharam, o uso da quimioterapia é indispensável. Muitas vezes temida, descubra tudo o que você precisa saber sobre este tipo de tratamento.

Quando você precisa da quimioterapia?

Ao contrário da cirurgia ou radioterapia, a quimioterapia é um tratamento sistêmico e não-local, que deve ser integrado em uma abordagem abrangente para a doença. Pode ser prescrito:
– Antes da cirurgia, ou terapia de radiação. Isto é chamado de quimioterapia neo-adjuvante. Seria diminuir o volume de um tumor antes da cirurgia;
– Após o tratamento locorregional: a quimioterapia adjuvante;
– No contexto de cânceres não localizados ou metastáticos.

Como isso funciona?

A quimioterapia tem como objetivo de parar ou retardar a progressão do crescimento de células cancerosas, destruindo-as e impedindo a sua reprodução descontrolada no organismo. Dependendo dos materiais utilizados, existem diferentes modos de ação: certos medicamentos inibem a divisão celular e os outros bloqueiam o ciclo de crescimento das células. Embora as drogas ataquem as células cancerosas em particular, os efeitos tóxicos podem também afetar em muito menor grau as células saudáveis. Assim, a maioria das quimioterapias causam uma queda dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo contra infecções.

Será que ele usa uma única droga?

De acordo com o paciente e do tipo de câncer, pode-se utilizar um ou mais medicamentos anticancerígenos em combinação. Este tipo de quimioterapia é chamado de “quimioterapia de combinação”.

Como é administrada a quimioterapia?

Enquanto os medicamentos podem ser administrados por via oral ou por injecção intramuscular ou subcutânea, a quimioterapia é injectado por via intravenosa. Na medida em que os produtos são muitas vezes irritantes, um cateter é geralmente colocado no fundo de uma veia jugular ou subclávia (veias do pescoço).


Pesquisa afirma que quimioterapia pode alimentar o câncer


A quimioterapia é um tratamento muito agressivo, pois ela mata tanto as células saudáveis quanto as cancerígenas. Apesar disso, o tratamento vem salvando vidas há anos, o que impediu — ou atenuou — a desconfiança de médicos e especialistas. Contudo, um estudo vem tirando a paz de todas as pessoas que trabalham contra o câncer. Segundo alguns estudiosos, quando o tratamento mata as células saudáveis que estão “ao redor” da doença, uma secreção chamada WNT16B é liberada — uma proteína que pode alimentar o tumor do doente.

Isso explicaria os casos em que a pessoa responde bem ao tratamento, mas depois de um tempo começa a piorar e acaba falecendo ou tendo o quadro agravado. Para chegar a essa conclusão, o time de pesquisadores estudou tumores de próstata e já está com análises encaminhadas com o câncer de mama e ovário — obtendo resultados bem semelhantes ao anterior. Um fato é certo: a quimioterapia já salvou um número enorme de vidas e não vai deixar de ser usada. O que pode ser feito agora é a melhoria do tratamento, que pode vir a ser muito mais seguro e eficiente.

Fonte: Shutterstock
NatureMedicine


Fonte: http://doutissima.com.br/