Inovações e Descobertas

Para além dos carros: Ford cria robô que parece humano para fazer entregas

roboentre1Por Carol Oliveira, 02/06/2019 - Montadora americana está testando robô humanoide que consegue entregar mercadorias de até 18 quilos na porta dos clientes. Criada em 1903, a montadora americana Ford é conhecida por ter popularizado os carros na América do Norte e por modelos como o Ford Ka, o Ford Focus e o Ford EcoSport. Mas a empresa, seguindo a linha de que precisa se modernizar para competir no mundo automatizado, anunciou na semana passada que construiu um robô para entregar mercadorias. E mais: a máquina tem pernas e braços e sobe escadas, exatamente como um humano.

Pesquisadores promovem robôs sexuais que podem recusar sexo com seus donos

roboscon114/10/2019 - 'Divorciado da realidade', diz professor de direito crítico. Os “robôs sexuais virtuosos” são o caminho do futuro? Pesquisadores da universidade sugerem que os robôs criados para o prazer humano devem ser projetados para que possam conceder ou reter o consentimento, além de ensinar educação sexual. Anco Peeters, estudante de doutorado na Universidade de Wollongong da Austrália, e Pim Haselager, professor associado da Universidade Radboud da Holanda, publicaram "Designing Virtuous Sex Robots" no International Journal of Social Robotics no mês passado.

Fotos incríveis do Delahaye 175 S Saoutchik Roadster de 1949

carsu1O Delahaye Saoutchik Roadster - este é o carro mais bonito do mundo? O mais dramático de todos os supercarros é este roadster de 2 lugares, pertencente à estrela de cinema inglesa Diana Dors. Construída para o circuito de Concours do pós-guerra, a Saoutchik foi responsável por seu corpo extremo, que recebeu dicas de estilo de outros designs anteriores. Usando as curvas francesas dos anos 30 com ornamentação barroca mais moderna, Saoutchik transmite uma sensação de drama e movimento com esse design.

Formigas protegem as plantas de doenças, revela estudo

formisa1As formigas ajudam as plantas a combater pelo menos 14 doenças, revelou um trabalho de investigação realizado por cientistas da Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Como as formigas vivem em grande número nos seus formigueiros, estão fortemente expostas à propagação de infeções. Para se protegerem destes riscos, as pequenas trabalhadoras possuem os seus próprios sistemas de defesa. De facto, elas conseguem curar-se com os antibióticos que produzem.