13/03/2014 - “Nosso DNA é um biocomputador”, dizem cientistas russos. Pesquisas científicas estão explicando os fenômenos como a clarividência, a intuição, atos espontâneos de cura e auto cura e outros. Quando cientistas começaram a desvendar o mundo da genética, compreenderam a utilidade de apenas 10% do nosso DNA. O restante (90%) foi considerado “DNA LIXO”, ou seja: ...
Tsar Bomba é o nome dado à bomba RDS-220, a mais potente arma nuclear já detonada. Desenvolvida pela União Soviética, a bomba de 58 megatons (equivalente a 58 milhões de toneladas de trinitrotolueno, sendo duas vezes mais potente que o segundo maior teste nuclear chamado de Teste 219 que rendeu 24,2 Mt) levava o nome-código de "Ivan", dado pelos seus desenvolvedores.1 A bomba foi testada em 30 de Outubro de 1961, em Nova Zembla, uma ilha no oceano Ártico. O dispositivo foi reduzido de seu desenho original de 100 megatons para minimizar a escala de destruição. Devido ao seu enorme tamanho a bomba não era prática para propósitos de guerra, e foi criada primariamente para ser usada como propaganda na Guerra Fria. Não há evidências de que outra bomba de poder similar tenha sido feita. O premiê soviético Nikita Khrushchov, líder da União Soviética depois da morte de Stalin, ...
42. O que a falta de uma geladeira faz - Francis Bacon foi uma das pessoas mais influentes do século XVI. Político, filósofo, escritor e cientista, inclusive houve rumores que havia escrito algumas das obras de Shakespeare. Porém todo esse brilhantismo não o salvou de uma morte um tanto quanto idiota. O sujeito morreu recheando uma galinha com neve. Em uma tarde de 1625, Bacon estava olhando uma tormenta de neve e pensou que a neve poderia conservar a carne da mesma forma que o sal. Decidido a provar, comprou uma galinha em uma vila próxima, a matou e foi para fora de casa para ver como a galinha coberta de neve se congelava. A galinha nunca se congelou, mas Francis Bacon sim. A façanha resultou em uma pneumonia que o levaria a morte.
27/03/2014 - Depois do surgimento das incríveis impressoras 3D, muitas coisas já foram impressas com finalidades diferentes, como uma orelha biônica, uma prótese para um patinho manco e até um minifígado. Uma equipe de neurocirurgiões holandeses conseguiu substituir com sucesso a maior parte do crânio de uma mulher com uma doença rara, que causa um aumento da espessura do crânio - de 1,5cm chegou a 5cm no momento da cirurgia. A tendência era que a estrutura ficasse cada vez mais espessa e “esmagasse” o cérebro.Isso levaria a sérios danos neurológicos e poderia levar a morte. No lugar, eles colocaram um osso feito a partir de uma impressão 3D — foi a primeira cirurgia desse tipo. O grupo de médicos fez um osso substituto utilizando uma impressora 3D, colocado na cabeça da jovem durante uma cirurgia de 23 horas.