fastfoodO consumo de alimentos do tipo fast-food pode elevar o risco do desenvolvimento do mal de Alzheimer, sugere um estudo sueco. Ratos de laboratório receberam uma dieta rica em gordura, açúcar e colesterol - representando o valor nutricional de lanches do tipo "fast food"- durante nove meses e desenvolveram alterações no cérebro associadas aos estágios preliminares da doença. "Ao examinar os cérebros destes ratos, nós descobrimos uma mudança química que não é ...

    enxaquecasA enxaqueca e a mulher: Enxaqueca menstrual - A enxaqueca é uma condição comum com uma incidência significativamente maior no sexo feminino, afetando entre 13% e 18% das mulheres. A prevalência aumenta até os 40 anos de idade, e então começa a diminuir. Muitas mulheres relatam uma mudança na freqüência e intensidade dos episódios associada à menstruação, embora menos que 10% das doentes apresentem crises apenas durante o período menstrual. Essas dores de cabeça são mais severas e difíceis de tratar. Acredita-se que a variação nos níveis de estrógeno levam a um desequilíbrio nos níveis de serotonina, causando alterações em neurotransmissores importantes na prevenção da enxaqueca. 

    espinhaHomens e mulheres sofrem com a acne mesmo após atingirem a fase adulta. Alterações hormonais, uso de vitaminas, estresse e depressão podem desencadear o problema. A acne é uma preocupação recorrente do universo adolescente, mas ela também pode aparecer depois dessa fase e atrapalhar a vida de muita gente. Ter espinhas após os 20, 30 e até 40 anos é mais comum do que se imagina. “Muitos pacientes adultos me procuram incomodados com surtos de acne, que atingem 40% dos homens e 54% das mulheres”, diz a médica do serviço de Alergia e Imunologia do Hospital Cajuru, Adriana Schmidt. No geral, as causas da acne nessa fase são as mesmas das dos adolescentes, e estão relacionadas a problemas de funcionamento da pele.

    bocaeJá prestou atenção na sua respiração? Ela é responsável pela saúde e bem-estar do dia-a-dia e, quando incorreta, pode oferecer problemas a curto e longo prazo além de garantir noites mal dormidas, perda de paladar, defeitos na face e desalinhamento dos dentes. “As pessoas acabam se acostumando a essa condição e não procuram tratamento. Isso pode ser um risco para a saúde, trazendo diversos problemas futuros”, afirma o otorrinolaringologista clínico Leonardo de Sá. Ele também explica que, quando respiramos pela boca, perdemos a segurança que as vias nasais oferecem além de apresentar riscos para a laringe, traquéia e pulmões. Quando apresentamos qualquer doença ...

     

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