extra9128/05/2019 - Objetos voadores não identificados foram vistos quase diariamente entre o verão de 2014 e março de 2015 por oficiais da marinha americanos e os relatos chegaram ao Pentágono. Desde o início deste ano, há novas orientações sobre como relatar aquilo que foi designado como "fenómenos aéreos inexplicáveis" Segundo aquilo que foi reportado ao Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais do Pentágono (AATIP), apesar de não terem nenhum motor visível, os objetos conseguiam voar a mais de 9 mil metros de altitude e atingir velocidades supersónicas. Ryan Graves, piloto da marinha há 10 anos, contou ao Congresso e ao Pentágono que "essas coisas ficavam lá fora o dia todo".

    quixa113/05/2015 - Globo Repórter foi até a cidade e ouviu depoimentos impressionantes. Equipe também participou de jornada de observação do céu durante a noite. Quixadá poderia ser mais uma cidade igual a tantas outras do interior do Brasil, não fossem as estranhas formações rochosas. Elas têm o nome de monólitos – o que significa "pedra única". Montanhas de rocha que brotam na paisagem. A equipe do Globo Repórter foi até lá para conhecer um povo que observa estrelas, vê luzes que viajam pelo espaço. Gente que conta histórias de seres extraterrestres, que descreve viagens em naves espaciais.

    mavufo324/04/2019 - A Marinha dos EUA admitiu sensacionalmente que os OVNIs foram vistos perto de instalações militares. Ele recebeu "vários relatórios" de aeronaves não identificadas que viajam para o espaço aéreo protegido em áreas militares, o que significa terrenos pertencentes às forças armadas americanas. Os chefes de defesa estão tão preocupados que ordenaram o desenvolvimento de um novo processo para relatar e registrar avistamentos misteriosos de "aeronaves não autorizadas" e "aeronaves não identificadas".

    navya1Por Barbara Starr, 24/04/2019 - Os pilotos da Marinha que acham que podem ter visto objetos voadores não identificados agora terão um meio detalhado de relatar eventos inexplicáveis, para que os militares possam acompanhar o que pode ou não estar acontecendo. "A Marinha está atualizando e formalizando o processo pelo qual os relatórios de qualquer suspeita de incursão podem ser feitos às autoridades competentes", disseram em comunicado. "Uma nova mensagem para a frota que detalha as etapas de geração de relatórios está em rascunho", acrescentou o comunicado.

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