solmar130/01/2018 - A República Popular da China construiu a maior usina de energia solar flutuante do mundo. Concebida sobre uma mina de carvão abandonada na província de Anhui, a planta contém 116 mil painéis fotovoltaicos e pode gerar 40 megawatts de eletricidade – o suficiente para alimentar 15 mil residências. A iniciativa decorre do compromisso assumido pelo governo chinês em se afastar de fontes de energia poluidoras. Milhares de pessoas morrem todos os anos devido à poluição atmosférica alastrada no país. Somente em 2013, a poluição gerada pela queima do carvão causou 366 mil mortes prematuras.

    enerli128/04/2017, Daisy Dunne - O mais novo reator de fusão britânico foi ligado e levou o mundo um passo adiante no objetivo de gerar eletricidade com a energia das estrelas. O coração do reator Tokamak ST40 – uma nuvem super-quente de gás eletricamente carregado, ou plasma – deve alcançar ano que vem a temperatura de 100 milhões de graus centígrados. Esta é a temperatura que ele deve alcançar para disparar a fusão, a junção de núcleos atômicos acompanhada de enorme desprendimento de energia. E por volta de 2030, o reator fornecerá energia limpa para a rede nacional do Reino Unido, de acordo com seus criadores, a Tokamak Energy.

    recofa1Assim como a automação e a inteligência artificial estão mudando o mundo e vão transformar o futuro do trabalho, é importante entender o impacto das tecnologias na publicidade e no marketing. Para você saber tudo sobre as inovações e elas impactam sua vida, já abordamos a publicidade cognitiva, o blockchain no marketing, o que é chatbot, o marketing preditivo, e a realidade aumentada no marketing. Agora, vemos o crescimento do reconhecimento facial e a sua utilização na publicidade interativa.

    artir1A ideia de uma arma eletromagnética deu um passo a mais quando o exército americano contratou, por R$ 28 milhões, uma empresa para desenvolver parte de uma arma que poderá atirar projéteis até 8 mil quilômetros por hora (km/h). Esse contrato é a última indicação de que os militares estão levando a sério o desenvolvimento de uma tecnologia que poderia, por exemplo, permitir que navios de guerra acertem alvos até 300 quilômetros de distância em menos de seis minutos.

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