nazcom1Quando as pessoas descrevem indivíduos ou regimes particularmente maléficos, por que elas utilizam os termos "nazista" ou "fascista", mas quase nunca "comunista"? Considerando o inigualável volume de sofrimento humano causado pelos comunistas, por que o termo "comunista" causa muito menos repulsa que "nazista"? Os comunistas mataram 70 milhões de pessoas na China[1], mais de 20 milhões de pessoas na União Soviética (e isso sem incluir os aproximadamente 5 milhões de ucranianos[2]), e exterminaram um terço (33%) da população do Camboja. No total, os regimes comunistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.

    suban topo06/03/2018 - Em 6 de abril de 1945, no meio da Segunda Guerra Mundial, um submarino da marinha alemã chamado U-1206 partiu de um porto na costa da Noruega. A missão era simples e simples para os 50 tripulantes - procurar e destruir navios americanos e britânicos no Atlântico Norte. Considerando que era o auge da guerra, você esperaria que o inimigo o derrubasse, não o banheiro do seu próprio submarino. Os submarinos são uma adição maravilhosa a qualquer frota naval, porque eles permitem que você se infiltre nas linhas inimigas, colete informações preciosas e permaneça despercebido.

    conu1Um misto de dica de livro e alerta, explico, “O Comunista Nu” é o título em português do livro “The Naked Communist” , lançado em 1958 e escrito por um ex-agente do FBI chamado Cleon Skousen (1913 – 2006). Como foi lançado na época da Guerra Fria, naturalmente ficou entre os best-sellers da década de 60 nos EUA devido a sua linha anticomunista. O livro, de pouco mais de 400 páginas, é um apanhado de várias obras relacionadas ao comunismo que se dispõe a responder vários questionamentos da época.

    brupra1Há algum tempo atrás, falei sobre um caso real de vampirismo que deu origem a uma série de lendas, a Bloody Mary. Sabiam que tivemos um caso bastante parecido aqui mesmo no Brasil? A história que lhes trago aconteceu no Rio de Janeiro, num passado recente. Nossa protagonista nasceu em Portugal e, aos 18 anos, veio para o Brasil, acompanhada pelo marido, lá pelos idos de 1788. A Bárbara era uma mulher muito bonita e chamava a atenção de todos que a fitavam. Um deles, em especial, um mulato, cujo nome se perdeu nos ventos da história, acabou roubando seu coração e iniciando uma relação de adultério.

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